História Sweet Nothing - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Dylan O'Brien, Holland Roden
Tags O'broden
Exibições 76
Palavras 1.143
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ooooooooe amores!
Demorei um pouquinho, né?!
Sinto muito gente, mas eu estava muito atolada e não pude postar nada!
Enfim gente, eu vou explicar a situação dos três meses sem menstruar nas todas finais. Lê lá.
Espero que gostem!
Boa leitura
Beijos, AA.

Capítulo 30 - Amizade



  Estar grávida é estranho. Eu sou como uma incubadora humana, que mantém um bebê quentinho e protegido.

Eu olho para o espelho e vejo minha barriga, só passou uma semana, mas eu já podia ver. Era como se o bebê estivesse dizendo "Agora que sabe de mim, eu posso aparecer".

Dylan tem estado ocupado, e super protetor. Ele brigou com Cody a uns dias porque ele me jogou no sofá. Eu conversei com ele e disse que isso não é bom pra mim nem para ele.

Eu decidi viajar no próximo mês para contar aos meus pais e Tyler, já que decidi manter segredo do mesmo. Eu e Dylan iremos contar aos seus pais amanhã, e eu não podia estar mais nervosa.

Não sou tão nova a ponto de todo esse alvoroço, mas também, não tenho idade para isso. O que me deixa triste é que eu sempre sonhei em ter filhos depois do casamento, e eu estou certa de que Dylan não quer se casar. Seria egoísmo meu dizer que esse seria um dos motivos para uma possível separação? Não é como se eu quisesse que ele me pedisse em casamento agora, claro que não, nos conhecemos a tão pouco tempo, e estamos juntos a menos tempo assim. Deus! Essa gravidez é loucura... Meu celular toca. Tyler.

-Oi Ty. -Eu atendo. -Como vai?

-Oi Holl, vou bem. E você? -Ele pergunta.

-Também. Tyler, eu vou viajar! -Digo sorrindo.

-Para onde? -O meu irmão levemente idiota pergunta inocente.

-Para aí, idiota! -Eu rio. Falo para ele a data prevista e conversamos um pouco, ele diz que não sabe o que tem com Crystal e está confuso.

-Eu acho que nem estamos juntos, eu me sinto estranho por estarmos tão longe, e nunca nos falamos. -Ele fala, e eu me sento na cama.

-Precisa conversar com Cryst, precisa dizer o que sente e se for o que realmente quer, termine. Mas o faça pessoalmente, por favor.

-Sim, ela vai vir com você e Dylan? -Tyler pergunta.

-Talvez. Vou conversar com ela. -Eu digo, depois nos despedimos.

Eu realmente queria poder ajuda-los, mas eu conheço o Tyler. E sei que ele provavelmente vai pular fora, típico dele. Eu avisei a Cody para não contar nada a ninguém de lá. Ele voltou para casa tem uns dois dias.

Levanto e desço, cansada de ficar nessas quatro paredes que me irritam. Dylan foi até a empresa do pai para resolver umas coisas, das quais não quis me contar então eu estou sozinha. Decido ligar para a pessoa mais improvável, Shelley.

Eu ligo e pergunto se podemos sair, e ela concorda. Marco em um café perto da minha casa. Coloco um vestido soltinho e sapatinhos, deixando meu cabelo solto. Depois de um tempo eu vou para o café e me sento em uma das mesas afastadas, esperando por ela. Pouco depois vejo Shelley entrar pela porta, linda como sempre, parecia uma modelo de verão, sempre de shorts e cabelo na altura dos ombros.

-Oi Holland. -Ela sorri e se senta. -Como vai?

-Oi, Shelley. -Sorrio de volta. -Vou bem, e você?

-Bem também. Eu confesso que fiquei surpresa com o convite. -Ela fala e passa a mão pelos cabelos. -Aconteceu alguma coisa?

-Na verdade não. Eu me senti sozinha, e precisava sair daquela casa, ou ficaria louca. -Digo e a garçonete aparece, Shelley pede um milk shake de morango e eu um de chocolate. -O que nós somos?

-Eu não sei, mas espero que amigas. Você foi uma das poucas pessoas que acreditou na minha mudança, e eu agradeço. -Ela toma um gole e sorri, era diferente a ver assim, calma e relaxada.

-Sim, somos amigas. -Eu falo e então me lembro de algo. -Se posso perguntar, o que aconteceu entre você e a Crystal?

-Tudo bem. Bom, nós nunca fomos amigas, nem mesmo chegadas, como sabe ela é calma e gosta de ficar em casa, já eu sou mais de baladas e dançar. Mas enfim, depois do que eu fiz, ela começou a me odiar, e quase entramos em uma briga.

-Isso é intenso. Vocês duas são boas pessoas, e eu acho que se dessem uma chance, seriam grandes amigas. -Eu falo e ela assente.

-Não acho que vai acontecer, do pouco que conheço Crystal sei que não está em seus planos falar comigo, e eu não faço questão. -Ela fala descontraída.

-Tudo bem. -Eu sorrio, penso e repenso no que vou perguntar. -Eu estava lendo uma resvista sobre gravidez na adolescência, o que acha?

-Por que estava lendo isso? -Ela ri. -Bom, eu acho diferente, mas não precisa ser um diferente ruim, eu conheci uma menina que ficou grávida e abortou, ela sofre com isso até hoje.

-Entendo. Eu acho aborto algo tão brutal, fico triste em pensar. -Digo a olhando, enquanto aliso a barriga, pensando em como essa possibilidade nunca havia passado pela minha cabeça e como eu nunca faria algo assim.

-Sim, eu acho um absurdo. -Ela fala e da um sorriso, bebendo milk shake. -De quantos meses está?

-Quase quat... -Eu a olho com pavor, como ela sabia? E como eu fui deixar algo assim escapar. -Como? Eu...

-Fica calma. Eu sou boa reparando nas coisas, eu vi o quanto alisava a barriga e o jeito que me olhos quando falei a palavra "aborto".

-Você realmente é boa. -Ela sorri e da de ombros. -Shelley, por favor... Não conte a ninguém.

-Eu não faria isso, fora que, para quem eu contaria? Arden sumiu, Jared é um imbecil, eu pouco falo com Tyler e suspeito que Daniel já saiba. -Ela ri, e eu entendo, ela realmente queria ser minha amiga.

-Obrigada.

-O que pretende fazer? -Ela pergunta, e eu consigo ver a curiosidade em seus olhos castanhos.

-Eu ainda não sei bem. Pretendo viajar no próximo mês e contar aos meus pais, mas antes para os pais de Dylan. Sabe, Shelley, eu tenho medo. -Eu admito em um sussuro.

-Medo do que? -Ela pergunta, me olhando.

-Medo de nada dar certo. Tenho medo de Dylan me abandonar, ou minha família não aceitar minha gravidez. Tenho medo. -Dou um sorriso fraco, que sai mais como uma careta.

-Vai dar tudo certo. Dylan te ama mais que tudo, e eu sei que nunca a deixaria, e a sua família terá que aceitar. Não precisa ter medo. -Ela levanta, anda até o lado da minha cadeira e me da um abraço. Um abraço cheio de conforto e carinho, e nesse momento tive certeza, eu e Shelley seremos grandes amigas.

Caminhamos um pouco depois ela vai embora, e eu me sento no pequeno balanço, um pouco pensativa. Eu estou pronta para ter um filho?

Eu devia estar segura disso, mas não estou. Em um momento Dylan está aqui, e em outro, pode não estar mais.

Insegura, a palavra que define tudo que sinto nesse momento, sou insegurança pura.


Notas Finais


Vou ser breve, pois estou com dor de cabeça e estou postando pela misericórdia.
Enfim, todo mundo queria ela grávida, e ou eu fazia ele grávida de uma semana ou de três meses. Escolhi três meses.
Sobre a menstruação: Ela passou três meses sofrendo por causa do término, então não reparou. Gente, por favor, vamos tentar entender.

Eu provavelmente não vou responder os comentários do cap passado hoje, por favor, entendam, estou passando super mal. Obrigada!

Eu amo vocês!
Até a próxima <3


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