História Sweet November and Bitter September - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Harry Potter
Personagens Hermione Granger, Lord Voldemort, Tom Riddle Jr.
Tags Hermione Granger, Romance, Tom Riddle, Tomione
Exibições 82
Palavras 2.014
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá, gente! Desculpem a demora, por favor!
Espero que gostem! <3 =)
Por favor, comentem para poder continuar com a fanfic! bjs

Capítulo 18 - Let's play? - part 2


Fanfic / Fanfiction Sweet November and Bitter September - Capítulo 18 - Let's play? - part 2

_ Ei, garota! Presta atenção , sua molenga. - disse um dos tripulantes do navio.

_ Eu viajei. - disse olhando para o anel e lembrando como havia chegado na casa de Tom. Mas aquilo não havia acontecido com ela, mas por que tinha aquela lembrança?  Aquilo aconteceu antes de voltar ao passado? Se era o futuro por que não lembra e o porquê daquilo? Ela era Charly? Quem era Charly? Sua cabeça estava confusa e não sabia o que pensar. 

_ O que é isso? Isso na borda é ouro? Poderei vendê-lo!- olhou para diário com um sorriso maquiavélico.

_ O senhor não vai levá-lo. Desculpe-me, ele é meu. – o segurou com força.

_Vai me dar, sim. Garota estúpida!

_ Não mesmo... -disse colocando para trás.

_ É meu!- puxou da mão da menina.

_Me dá, ele aqui!- puxando para direita e o homem de meia idade puxando na direção ao contrária. A empurrou com força e saiu correndo, ela não esperou e correu atrás para ter objeto de volta. Subiram as escadas e começaram a lutar com a finalidade de ganhar o diário. Havia muita nevoa e as nuvens nervosas ameaçavam a chover, avistaram um homem com rosto de um polvo e gritou pegando o diário das mãos do marujo.

_ O que é isso?- disse observando.

_ É um diário pessoal não está vendo?-disse fingindo a inutilidade.

_ Isso é obvio minha cara, mas para que vai querer um diário sem ter nada escrito?- fazendo um movimento de abrir e fechar o diário.

_ Como assim? Ele tem algo escrito... - disse estranhando._ Ele é inútil, para que o senhor vai querê-lo?- disse baixando a cabeça.

_Verdade... minha doce menina.- entregando o diário para ela. Depois retirou a mão para que não pudesse pegá-lo._ Ele serve para algo: para te torturar. Agora será meu!- disse entrando em seu aposento, jogando-o dentro de uma gaveta e trancando-a com chaves.

_ Arranjarei algo para vocês duas fazerem. - disse pegando a escova e sabão para que pudessem limpar . Quero que limpem proa!- jogou o sabão e os baldes no chão.

_O.K!- olhando para Narcisa. Abaixaram e começaram a limpar o barco, Hermione cutucou Narcisa fazendo um sinal.

_ O que a senhora deseja?

_ Narcisa, preciso pegar aquele diário de volta. Temos que despistá-los.

_ Garota, é um diário. O que há de tal importante.

_ É o diário do Tom.

_ Por Merlin! Ele ficará furioso quando souber disso.

_ Imagino que sim.

_ Então, o que faremos?

A tripulação começou a gritar “Fogo” e a correr para direita e esquerda.  A castanha aproveitou que o capitão saiu do seu aposento, entrou rapidamente e iniciou sua busca pelo objeto.  Abriu gavetas, levantou tapetes para ver senão tinha uma passagem secreta, olhou a estante de livros e foi em direção à mesa. Levantou papeis, abriu a primeira gaveta e percebeu que a segunda estava trancada. Lembrou-se que em cima da estante havia uma chave com o mesmo formato da fechadura, foi em sentido a estante e abriu gaveta como sua vida dependesse disso. Seus olhos brilharam quando viu o diário, aquela missão não era porque Tom iria se irritar, mas sim, porque precisava saber pelo qual motivo Charly viera para o passado. Colocou o diário entre a blusa e calça, saiu do aposento olhando para os lados e percebeu que ainda estavam tentando apagar o fogo. Deu uma piscadela para Narcisa e a resposta foi dada com um sinal com a cabeça.

 

***

Navegaram em uma noite escura e o vento gemia entre as velas do barco, a tripulação e a mulher de cabelos loiros estavam dormindo tranquilamente. Hermione acendeu a vela para que pudesse continuar a ler o diário, mas ficou preocupada de alguém visse e fez um mini cabana para que a luz não fosse tão forte. Mesmo que a tripulação dormisse em outra repartição do barco, alguém poderia acordar e vê-la descumprindo as regras.

Nenhum ser vivo naquele barco poderia passar a noite acordado porque poderia prejudicar no trabalho pesado, precisava de todos os homens descansados e preparados para o próximo roubo, matança, destruição de vilas. Tudo que seja prejudicial à saúde da tripulação séria um desastre total. Teve uma época que Barba Negra teve que jogar homens doentes ao mar para que morressem afogados. A Lepra estava impregnando uma boa parte da tripulação, 15 homens foram jogados ao mar pelos companheiros, não queria mais outro surto de outra doença e piolhos.

A castanha abriu o diário lentamente, lembrou-se que havia parado na suposta tortura de Tom, mas achou que deveria adiantar um pouco a história e leu um título que fez transbordar de curiosidade. Ela não havia pulado muitas páginas, mas não era nada de interessante só estava escrito os momentos que Tom a ignorava e como ela fingia não se importar.

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Potterotson e Tomly

Você acha que já viu de tudo na vida? Eu já vi as piores, nunca vi um Potter tão empenhado em conquistar uma menina. Isso é hilário! Sabe  por que? Ela nunca vai dar bola para um cara como ele. Está apaixonada por mim, está claro. Quando fingi está apaixonado e me declarei de uma maneira romântica, vamos assim dizer, ok? Ela aceitou tão feliz. Mas antes disso aconteceu outra declaração que deu o que falar, não paravam de falar sobre isso entre os corredores. Pobre Potter, achou que a garota iria aceitar (HAHAHA)! Desculpe, mas rir faz muito bem e principalmente quando é de alguém como um  Charlus Potter.

Todos os alunos estavam tomando café da manhã, os professores estavam em reunião. O salão estava barulhento e alegre. O garoto entrou com buquê de flores e uma caixa de chocolate, abaixou lentamente para a minha castanha. Pera, o que eu escrevi? Minha castanha? Irei rabiscar isso! Ela olhou assustada e estava visível que não sabia o que responder.

_ Watson, você aceita ser minha namorada?

_ É... melhor a gente conversar, sabe? – disse olhando para outras pessoas.

Eu me segurei para não tira-la dali, quem esse cara pensa que é? Os alunos começaram a cochichar, alguns diziam que ficaram com pena dele e outros como eu ria descontroladamente. Foi uma ótima cena!

Hermione entrou em uma sala e mandou Potter se sentar, disse que não sentia nada por ele.

_ Olha me desculpa. Mas não sinto a mesma coisa, eu sou sua amiga, entende?

_ Você gosta do Riddle, não é mesmo?

_Não é por ele.

_Você deveria admitir isso para si mesma. Você gosta do Riddle?

A castanha fez um sinal com a cabeça de sim, o garoto ficou triste e escorreu uma lágrima entre os olhos.

_ Ele não ama você! Não será bom o suficiente!

_ Eu não escolhi isso. Viu o garoto se levantar e ouviu se despedindo, mas não se virou para olha-lo.

A garota sentiu uma mão em seu ombro e viu Ana, levantou-se e olhou para ela com tristeza.

_Tom, me mandou entregar isso.

_Um bilhete?

_Eu não olhei.

_Oh, não. Eu sei que não faria isso, dei-me para que possa lê-lo.

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Querida Charly,

Encontre-me hoje no Salão Comunal a meia noite, preciso lhe contar algo importante.

OBS: TR

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_ Ele disse para gente se encontrar no salão comunal a meia noite.

_Sério? Hum... safadenhos.

_Para com isso! Não acho que seja isso.

_ Será que vai se declarar?

_ O que? Tom? HAHAHA! Não... -disse olhando para baixo.

***

_ Está atrasada, Watson. -disse pegando uma uva.

_ Desculpa, eu estava na biblioteca e depois fui ler em outro lugar.

_ Foi que imaginei.

_ O que você quer falar comigo?

_ Senta...

_Pronto, estou sentada. Eu me aproximei, peguei em suas mãos que estavam suadas, olhei no fundo dos olhos dela. Aquele momento foi tão difícil e empolgante ao mesmo tempo. Tenho um poder teatral igual dos Ratictus poderia me contratar._ Eu estou apaixonado por você, comprei esse colar.

_ É sério isso?- disse sorrindo e feliz.

_Sim. - tirando o colar da caixa e colocando no pescoço dela. É agora vem à parte melhor, digo não vou mentir que a sensação foi boa, mas é uma trouxa. você deve está se perguntando o porquê fiz aquela cena de tortura e por que agora estou fazendo isso? Pois, vou te explicar. Faz parte do plano, não posso enfrentar um adversário que sei que tenho risco de perder. Estou brincando mentalmente com essa menina, a maneira de torturar e xinga-la sem ser no momento do investigador era uma estratégia. Percebi depois que era uma tentativa falha, fazê-la se apaixonar por mim era mais fácil. Todas as meninas de Hogwarts são gamadas em mim, até das outras casas. Por que ela não séria?

_Por Merlin. Obrigada, mesmo.

_ Obrigada, é?-disse beijando em seu pescoço.

_ Tom...

_ O que?

_ Estamos no Salão Comunal.

_ Qual é o problema? Está todo mundo dormindo. Só uns minutinhos em?- disse puxando os cabelos dela e beijando o pescoço.

_ Alguém pode ver. - disse se inclinando sem se esquivar. Fiquei atrás dela e comecei a massagear seus seios, desci a mão direita para o órgão sensível dela e comecei a esfrega-lo. Senti o meu membro pulsar, não sabia que estava fazendo. Eu só queria aquilo e não pensar em nada. Enfiei dois dedos em sua região íntima, ela gemeu em resposta. Virei-me de frente para ela e comecei a fazer os movimentos mais rápido e intenso. Abri dois botões da blusa com a outra mão e abocanhei seus seios, comecei a chupa-los frequentemente.

_ Tom...

_ O que foi...

_ É melhor a gente parar! Alguém pode ver ou ouvir.

_ Vem para trás do sofá.

_ O que? – disse rindo.

_ É o que você ouviu... - disse puxando- o para trás, posicionei de frente para mim com as pernas abertas e continuei a fazer os movimentos com dedos. Ela começou a gemer mais alto e peguei uma almofada pequena.

_Coloca na boca.

_ Tenho um brinquedo para você!- disse no ouviu. Eu lembrei o que Abraxas me disse que havia  feito com uma garota. Peguei um objeto no formato de uma banana em meu bolso e retirei a outra mão, fiz um feitiço de proteção.

_ Tom, o que é isso?

_Não é nada demais. -disse introduzindo devagar.

_ Ah... -disse mordendo a almofada.

_Fiz um feitiço tem proteção não causará nenhuma doença ou infecção, ok? Então, relaxa- disse movimento com força, à garota mordeu almofada e começou a cariciar o meu membro. Sinceramente estava explodindo! Não acredito que disse isso... a garota impediu meu movimento e retirou o brinquedo e ficou de joelhos, começou beijar minha intimidade em seguida você sabe o que aconteceu. Mas fomos interrompidos por um barulho nos dormitórios, ela se arrumou e eu puxei o zíper da calça. Puxei-a e dei um beijo de boa noite e fiquei pensando no que havia acontecido entre nós.

Na amanhã seguinte os alunos da Sonserina estavam comemorando porque estavam ganhando a Taça das Casas e principalmente graças a mim, Priscila me abraçou e me beijou na frente do Salão Comunal inteiro. Charly entrou no salão e viu aquela ceninha e disse irritada:

_ Que negocio é esse? Saí de cima do meu namorado.

_ Seu namorado? Tom, nunca namoraria um ser nojento igual a você. A castanha puxou os cabelos de Priscila para baixo.

_ Sua loira oxigenada, metidinha e sem graça. Não fala assim de mim. A maioria dos alunos começaram a rir da situação menos eu, Abraxas e Avery, os outros davam gargalhadas. Fiz um sinal para eles para afastarem as duas.

_Tom, diz para ela quem eu sou.

_ Você é uma trouxa, nunca iria dar bola para você. - disse segurando Priscila. Eu não sei o porquê disse aquilo, talvez não quisesse assumir o que estava sentindo. Fui infeliz com que eu disse.  Os olhos dela se encheram de lágrimas e ela saiu rapidamente do Salão.

_CHARLY!- disse Ana correndo à trás dela, mas não conseguiu alcançar.

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Ratictus, companhia teatral mais famosa do mundo bruxo.



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