História Sweet Poison (Interativa). - Capítulo 1


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Prólogo: A Luxúria.


Fanfic / Fanfiction Sweet Poison (Interativa). - Capítulo 1 - Prólogo: A Luxúria.

A Luxúria - Prólogo e Fichas.

Busan, Coréia do Sul.

24/08 – 06:53.

Desci as escadas em passos lentos, ao chegar à sala de jantar vejo meus pais conversando sem comer nada, pigarrei e ambos me olham sorridentes.

- Bom dia minha filha. - A mulher de cabelos morenos e orbes escuras disse assim que me sentei à mesa.

- Bom dia querida. - O homem de terno, cabelos e olhos negros disse em seu tom habitual.

- Bom dia pai. - Comecei a comer. A morena pigarrou, não a olhei, sendo assim voltou a pigarrar. - Está engasgada? - A olhei séria.

- Não vai me dá bom dia? - Arqueou a sobrancelha, neguei pegando uma torrada e passando geleia na mesma. - Sou sua mãe!

- Infelizmente. - Papai segurou para não rir, sorri torto enquanto ela nos fuzilava. - Se diz minha mãe agora, mas ao me bater ontem dizia que era apenas uma estranha, não? - A olhei superior, meu pai se engascou com o café e bateu fortemente na mesa. - Pai? - Fiz uma expressão de culpa. Uma discussão estava por vir.

- Já não falei para não bater em minha filha??? - Seu tom se alterou.

- Ela foi grossa!

- M-Mentira! A senhora chegou tarde, eu perguntei o porque e você passou a me golpear sem motivo! - Uma lágrima saiu de meu olho esquerdo, ela me olhava incrédula.

- Sua... - Se levantou com a intenção de me puxar pelos cabelos, mas papai foi ágil e segurou suas mãos.

- Vá arrumar suas coisas.

- O-Oque? - A morena estava preste a chorar. - Você não pod...

- Eu posso. E vou!

25/08 – 06:54.

Desci as escadas em passos lentos, ao chegar à sala de jantar vi meu pai lendo o jornal, pigarrei.

- Bom dia pai. - Beijei sua bochecha e ele sorriu fraco. - Iremos ao cinema hoje, não?

- Desculpa querida, estou cheio de trabalho na empresa, irei passar o dia lá.

- Mas é meu aniversario! - Choraminguei de boca cheia.

- Me desculpa, são papeladas importantes e...

- Tudo bem. - O cortei mostrando está triste. - Eu entendo. - Forcei um sorriso me concentrando na comida. Ao terminamos de comer, ele partiu para a empresa a negócios. Eu fiquei jogada no sofá vendo televisão e mexendo em meu celular de última geração.

11:18.

- Senhorita Mikashii? - Olhei de canto de olho para a empregada parada diante o sofá em que estou. - Seu pai mandou avisar que não poderá vir para casa hoje, ele voltará as quatro da madrugada. - Franzi o cenho. - Desculpe-me ser intrometida, mas porquê sua mãe deixou a mansão?

- Está desculpada. Agora saia.

Meu celular começou a vibrar, era um número desconhecido, atendi com a voz alterada.

- Quem é? O que quer?

- Nossa... - Disse a voz do outro familiar, que me parece bem familiar. - Se esqueceu de minha pessoa? - Indagou ofendido. Quem é? Quem é...? Pus-me a pensar em quem poderia ser.

- GD? - Sorri de orelha a orelha ao me lembrar do garoto da última boate que fui.

- É Jiyong. - Deu ênfase, dei de ombros. - Não está estressada, está? - Neguei rindo da voz afeminada que fez.

- Por que não vem me buscar e vamos para sua casa?

- Por que não ficarmos na sua casa?

- Porque quero conhecer seu quarto. - Sorri maliciosa. - Você ja conhece o meu.

- Bem pensando... Passo ai em quinze minutos.

. . .

- Demorou mais que quinze minutos. - Disse adentrando em seu carro preto.

- Foram apenas quatro minutos há mais. - O puxei para um beijo, desci minha mão até seu abdômen, a fui descendo até adentrar sua calça de couro e sua cueca, apertei seu membro com força, ele grunhiu abafado, sorri entre o beijo, mordi seu lábio inferior e me ajeitei no banco do passageiro. Ele me olhou incrédulo por deixa-lo na vontade.

- O que foi? - Perguntei inocentemente.

- Tudo isso porque demorei quatro minutos?

- Sim.

- Você notou que está só de camisa e sapatilhas? - Olhei para meu corpo coberto por minha blusa listrada e minhas sapatilhas pretas, assenti fazendo beiço.

- Como se fossemos precisar delas. - Fui irônica, o fazendo rir sapeca.

11:45.

- Credo, você mora no fim do mundo. - Disse me referindo a demora para chegar.

Ele mora num apartamento perto do centro, até que é arrumadinho para um vagabundo que dá para qualquer uma, ou qualquer um. A porta do seu apê estava aberta então entrei na frente para analisar o lugar, tirei as sapatilhas e as deixei do lado da porta. Há uma suite, cozinha e sala.

- Isso parece um ovo. - Fiz careta indo para seu quarto, que é o maior cômodo do local, há uma cama de casal, guarda-roupa caindo aos pedaços e coisas espalhadas pelo chão. - Como consegue viver nisso? - Perguntei pegando uma cuequinha do Homem-Aranha que estava sobre o tapete azul. - Que linda. - Estiquei a mesma, ele a tirou de minhas mãos e me puxou pela cintura, juntando nossos corpos.

- Veio aqui para julgar meu reino ou transar? - Levou seus lábios para meu pescoço, o mordendo em seguida.

- Hm... - Me fiz pensativa. - Os dois. - Ele sorriu.

Sem delicadeza me colocou sobre sua cama, domando meus lábios com desejo. Nossas línguas batalhavam por espaços, ele se afastou, riu e me ajudou a tirar minha blusa junto de meu sutiã. Depositou chupões em meu pescoço até minha barrica, parou em meu umbigo e o lambeu, arfei ao senti seus dentes mordendo aquela área.

- Senti sua falta. - Disse malicioso, ele ia dizer algo mais, porém a campanhia tocou, o fazendo se levantar e ir atender. Bufei, sai do quarto e o escutei conversar com uma mulher. Parei do seu lado para vê-la melhor.  A mulher aparenta ter uns quarenta e pouco e vestia roupas formais.

- Isso porque ela não estava, certo? - A mulher franziu a testa, ambos me olharam sérios.

- Ela quem? Eu? O que perdi? - Inclinei a cabeça para o lado. Ignorado o fato de que estou somente de calcinha.

- Senhorita Black você terá de vir comigo urgentemente.

- E se eu não quiser? - Cruzei os braços.

- Ah, você irá vir querendo ou não. - Ela sorriu assustadoramente, engoli em seco. - Seu amiguinho pode vir, mas vista isto. - Me entregou um sobretudo bege, o coloquei desconfiada. - Os esperarei lá em baixo.

- Você realmente não sabe quem ela é, certo? - Perguntou vendo a morena entrar no elevador. Neguei o fitando fixamente. - Ela é dona das empresas tecnológicas mais desenvolvidas de toda Coréia do Sul. - Voltou a me olhar, me olhou de cima à baixo e suspirou pesado, com um sorriso triste disse para eu fechar o sobretudo senão me foderia ali mesmo.

- Seria interessante. - Sorri gentil. - Eu tenho que ir mesmo? Afinal o que essa mulher quer comigo?

- Ela te rastreou. - Deu ênfase. - Sejá lá o que ela quer você tem que ir, deve ir.

- Na volta vamos continuar? - Assentiu me rolando um beijo rápido.

. . .

A mulher formal nos levou para uma área afastada da parte barulhenta da cidade de Busan, para ser específica, uma mansão no meio do nada.

- Que lugar é esse?

Ela não respondeu, nos guiou até um quarto sem janelas no segundo andar, onde há outras seis garotas sentadas nos pufes espalhados pelo cômodo branco. GD se sentou num pufe, me sentei entre suas pernas vendo a mulher formal abrir a boca.

- Agora que todas estão reunidas podemos começar. - Sorriu de forma assustadora como antes. - Me chamo Jabonga, as reunir aqu.. - Ri baixnho. Que diabo de nome é esse? Ela me olhou séria. - Posso saber a graça? Como eu estava dizendo...


Notas Finais




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