História Sweet porcelain doll - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Jimmy London, Personagens Originais
Exibições 16
Palavras 1.371
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hey pessoas!!
Espero que gostem.
Beijinhos.

Capítulo 1 - My baby


Fanfic / Fanfiction Sweet porcelain doll - Capítulo 1 - My baby

QUE RAIVA!

Eu não acredito que aquela vadia fez isso!FILHA DA PUTA IMBECIL!

Ela abortou o meu bebê!Será que nem isso eu tenho direito?Ser pai?Seria uma menina.Seria minha bela princesa Mia.Eu pretendia mima-la tanto!Ama-la tanto!Mas não!Isso foi roubado de mim por uma vadia de beco!

-Hey Jimmy!Como tá o seu bebê?-Marco entrou na casa e perguntou.Isso apenas me irritou e entristeceu mais ainda.

-ELA MORREU!-Gritei,sem poder me controlar.Lágrimas escorriam por meu rosto.A agonia dominava a porra do meu coração!

-O que?Como assim caralho?-Marco,já tão puto quanto eu,perguntou.

-Aquela vadia abortou ela.O ultrassom de ontem, confirmou que era uma menininha,e como ela queria menino,ela a abortou.-Falei.Minha voz saiu trêmula.Minha pequena menininha!

-Eu não acredito!Por Deus,diga que isso é apenas uma pegadinha JAMES!-Falou,já se exaltanto.

-Quem me dera se fosse.Hoje quando eu voltei pra casa,vi que a Camila tava no banheiro.Entrei lá para avisar que tinha trazido uma roupinha pra Mia,e a vi sentada no vaso sangrando pra caralho.Eu não acreditei no que vi.Ela tinha um sorriso tão sádico!Ela levantou e eu pude ve-la.Era apenas um feto,mal tinha um formato exato,mas,merda,era minha filha!Era o MEU BEBÊ!-Gritei.Coloquei tudo para fora.Gritei.Soquei travesseiros,destuí louças e joguei tudo o que havia naquele maldito quarto no chão.Marco não falou nada.Apenas ficou lá,me observando.Certamente soube que se falasse ou sequer me tocasse,iria me provocar mais ódio ainda.

-Eu preciso beber.-Falei,após sentar na cama.Não suporto ficar nessa casa.Preciso sair.Preciso de cerveja.

-Não vou te deixar sair sozinho assim.

-Você não vai me impedir.

-Eu sei.Só estou dizendo que vou com você.-Marco falou.Saímos a pé mesmo,mas no meio do caminho,algo chamou minha atenção:Um choro de bebê.Parecia vir de alguns sacos de lixo em um beco.Será que ninguém mais estava ouvindo?Imediatamente fui até as lixeiras,com Marco sempre atrás de mim.Lá eu vi uma pequena menininha.Era simplesmente perfeita.Pele absurdamente branca,e cabelos da mesma intensidade:Uma albina.

Peguei a pequena em meus braços com cuidado,e ela imediatamente se agarrou na minha jaqueta,como se quisesse se esquentar com ela.Também,algum desalmado largou ela com apenas um fino vestidinho com todo esse frio!

-Ei pequenina.Tá com frio?Deixa que eu esquento você.-Falei.Coloqueia em meu peito e fechei a jaqueta sobre ela.Seu corpo pequenino tinha leves tremores,mas seu choro já havia cessado.

-Vou leva-la comigo.Não posso deixar ela aqui!-Falei.Marco imediatamente protestou:

-Um bar não é lugar para bebês!

-SUA ANTA!Eu vou voltar pra casa com ela!-Falei,um pouco mais animado.POsso perder uma filha biológica,mas e se eu ganhei uma adotiva?

-Tá.Eu vou comprar uns negócios.Tchau!-Antes que eu pudesse falar ou reagir,ele saiu correndo.Me apressei para chegar em casa,antes que a chuva caísse.A pequena já estava com frio o suficiente,se por acaso se molhasse,poderia ter penumonia ou qualquer outra doença pulmonar.

-Pronto pequenina.Aqui você estará quentinha e feliz.-Falei,logo que atravessei o batente da porta.Ele deu uma pequena risadinha infantil.Não pude evitar imaginar uma menininha ruiva rindo pra mim.Isso aconteceria dentro de quatro meses.

-Você é linda sabia?Pena que não sei seu nome.-Continuei a falar com ela enquanto subia  para meu quarto.Peguei a roupinha que há menos de 24 horas tinha comprado para minha Mia e vesti na pequena.Consistia em um macacão e um casaquinho,ambos de lã preta.Ela ficou linda,pois a cor contrastava com seu com de pele e cabelos brancos.

-Por enquanto,vou chama-la de Maia.Você gosta?-Perguntei.Erguendo-a a altura de meus olhos.Ela sorriu novamente e se esticou até poder passar sua mãozinha pequenina em meu rosto.Passou-a desde minha testa até minha barba,onde começou a gargalhar alegre.

-Gostou da minha barba,pequena Maia?-Perguntei,rindo junto a ela.Como resposta,mais uma gargalhada.Ela é tão linda!Finalmente,o destino me deu algo bom.

-Voltei!-Marco praticamente berrou do andar de baixo.Maia pareceu ter levado algum tipo de pancada,pois imediatamente parou de rir e olhou assustada para mim,logo começando a chorar.

-Calma Maia.É só o tio Marco,só isso.-Falei,acolhendo-a em meu peito.Já cuidei de várias crianças,e não é normal esse tipo de reação.

-Desculpa Jimmy,não sabia que ela ia chorar assim!-Marco sussurrou entrando devagar no quarto.Maia continuava a chorar,mas se agarrava em minha roupa,como se do nada alguém pudesse arranca-la de mim.

-Tudo bem.O que você comprou?-Perguntei,embalando Maia suavemente.Ela logo se acalmou,mas não me soltou nem por um segundo.

-Algumas coisas que você vai precisar.Uma mamadeira,chupeta,leite em pó,fraudas e uma muda de roupas.-Falou.As vezes eu não sei o que eu faria sem esse viado.

-Valeu.Eu preciso ver uma coisa.-Falei.Quando vesti Maia,mau olhei para seu corpo,e se tiver algum machucado ou hematoma que justifique sua reação.

Deitei-a na cama e tirei a roupinha novamente.Dito e feito.Ela tinha vários hematomas por seu abdomem e seus braços.Fiquei com uma pena imensa.Passei o dedo levemente sobre um deles,e ela soltou um gemido de clara desaprovação.

Suas perninhas também possuíam machucados,embora em bem menas quantidade.

-Me passa uma frauda.-Pedi.Marco me deu uma frauda e um tubo de pomada.Ergui suas pernas alvas e delicadas para passar a pomada.A pequena se divertia com Marco,que fazia caretas para ela,enquanto eu colocava sua frauda de sua roupinha de novo.

-Pronto Maia.Agora você vai ficar quentinha.-Falei,beijando sua testa.Ela bocejou e se contorceu,arrancando risos de mim e de Marco.

-Tá com soninho é?Então vamos dormir.-Falei.Sentei na cama,apoiado na tabeceira,e aconcheguei a pequena em meu peito.Ela logo ressonava baixinho.

-Eu vou pra casa,vou deixar você curtir a sua menina.-Marco falou.

-Não,fica aqui.Não quero ficar sozinho.-Falei.Isso é coisa de viadinho,mas eu estou com medo de ficar sozinho.Medo que enquanto durmo,alguém tire Maia de mim.Sim,issƥ é algo muito infantilóide,mas eu tenho esse medo.Perdi Mia,não posso perder Maia.

-Claro.Onde vou dormir?-Perguntou.Indiquei o quarto de hóspedes.Já eram quase 11 da noite.Para mim,é cedo.Mas para Maia é tarde até demais.

Então,enroscado a ela,meio sentado meio deitado,adormeci,sentindo seu cheirinho de bebê,e pela primeira vez,sonhei com uma bela moça de cabelos brancos correndo e me abraçando

------------------ 5 anos depois--------------------

Depois de 5 anos de julgamento (sim,5 ANOS!!!),finalmente consegui a garda definitiva da Maia.por mais que ela tenha morado comigo por todo esse tempo,ainda não era oficialmente minha filha.

-Papai!Eu quero um sorvete!-A pequena falou,enquanto caminhavamos pela praça.Ela é viciada em sorvete,e eu também adoro,então pra que negar?

-Claro,meu anjo.Vem.-Falei.Fomos até uma sorveteria que tem aqui perto.Ela,como sempre,pediu um de morango e abacaxi,e eu pedi de chocolate com morango.

-Tá gostosa,May?-Perguntei.Maia assentiu, e notei que havia um bigode de sorvete nela.Comecei a rir feito um debilóide,e ela se sujou mais ainda sem querer.

-O que foi papai?-Perguntou,curiosa.

-Você está toda suja de sorvete,May.-Falei,quando consegui parar de rir.Ajudei ela a limpar o rosto,aproveitando para lhe fazer cócegas.

-Para papai!Para!-Pedia,enquanto se debatia e ria.Parei quando vi que ela já estava ficando sem ar.

-Já tomou seu sorvete MayMay?-Perguntei.Ela assentiu, toda sorridente,e foi comigo até o balcão para pagarmos.

-Onde você quer ir agora?-Perguntei.

-Quero ir pra casa.-Respondeu.Ela deve estar cansada,passamos o dia todo naquele tribunal.Mas almenos os resultados foram bons.

-Tá bom amor.-Falei.Peguei ela no colo e fomos para nossa casa.Logo que chagamos,Maia correu para seu quarto para arrumar sua roupa,ela já sabe que vai tomar banho.

Peguei uma muda de roupas para mim também,tirei minha roupa e fui para o banheiro,onde minha pequena já me esperava.

Tirei sua roupa devagar,pois sempre tive medo de feri-la,e entrei com ela na banheira.

Como sempre,Maia ficou brincando com as bolhas enquanto eu lavava seu corpo e cabelos.

Quando terminamos,saí primeiro,me sequei e a enrolei em uma toalha.Ela estava quase dormindo.Quando comecei a seca-la,já no quarto,ela já ressonava de leve.

-Durma bem,minha pequena.-Falei,após colocar sua camisola azul com pequenas estrelas desenhadas.

-Papai...-Ouvi ela me chamar,mas ainda dormia.Sentei na cama novamente e segurei sua mão pequenina.

-Eu to aqui bebê.-Falei,beijando sua mãozinha.

-Papai,não vai embora!Não me deixa aqui sozinha!Papai eu to com medo!Papai volta!PAPAI!-Ela começou a se agitar,apertando minha mão.

-May,acorda,filha.Acorda!-Falei,sacudindo-a levemente.Ela acordou em um sobressalto e imediatamente me abraçou.Seria um abraço apertado,não fosse por seus braços finos e delicados.

-Achei que tinha ido embora!Achei que tinha me deixado!-Falou entre soluços.Sussurrei que tudo estava bem.Que tudo ficaria bem.E ela finalmente se acalmou,mas mesmo assim não me soltou.

Minha pequena.Como poderia deixa-la?Não há como.Eu a amo mais que tudo.Daria minha vida por ela agora mesmo.

-Shhhh....Eu nunca vou te deixar.Eu te amo,pequena May.-Falei,respirando fundo.O cheiro doce de sua pele me transmite paz.

-Promete?-Perguntou,em dúvida.

-Claro que prometo.Você é meu tesouro mais precioso,jamais vou me separar de você.-Falei.Não tenho mais forças para me separar da minha Maia.É por ela,pela minha menina,que eu levanto todos os dias.É por ela que eu vivo.

 


Notas Finais


Se alguém leu,comentem,por favooor!!!!!!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...