História Sweet Psycho - Capítulo 13


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang, G-Dragon, SeungRi, T.O.P
Personagens D-Lite (Daesung), G-Dragon, Seungri, T.O.P, Taeyang
Tags Baeri, Bigbang, Daesung, Gtop, Lemon, Nyongtory, Seungri, Taeyang, Top, Yaoi
Visualizações 56
Palavras 2.293
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Aos poucos as coisas vão se resolver, leiam as notas finais.

Capítulo 13 - Ameaça Iminente.


“Não vá, se entregar pra esse rapaz, não.”

 

A noite seguia animada entre os jovens proprietários da casa e suas visitas. Entre drinks, risos e brincadeiras, alguns segredos foram revelados.

— Ya! A garrafa ainda se movia. – O ruivo exclamou irritado. A garrafa, visivelmente, ainda se movia e se não fosse o de dreads, não teria parado em si.

— Agora parou. – O moreno respondeu por fim, sorrindo.

 — Aish! – Bateu as mãos no chão, irritado. Youngbae era um verdadeiro trapaceiro.

Seungri o encarou com os olhos em fenda e um sorriso de canto, tramava algo. Jiyong conhecia aquele olhar, alguma pergunta constrangedora seria feita.

 — Ji Oppa. – Seungri o chamou, o rapaz ainda estava um pouco tonto devido o efeito do álcool. — O que você sentiu quando eu te masturbei minutos atrás? – Perguntou casualmente, como se estivesse perguntando a hora para um estranho na rua.

Os olhos do ruivo se arregalaram, constrangido. Os amigos se entreolharam surpresos.

— Sério? – Questionaram em uníssono.

As bochechas vermelhas do ruivo o denunciaram, confirmando o que o loiro havia dito. Todos os rapazes suspiraram, nem ao menos haviam notado o que se passava debaixo de seus narizes. Choi mantinha um olhar penetrante na direção do ruivo, seu rosto pacífico e sem expressão, como se estivesse surpreso. Sua mente estava em ebulição.

 — Whoa, vocês são demais! – Daesung comentou, quebrando o clima estranho que havia se formado. 

— Você ainda não me respondeu hyung. – Seungri o encarou, mordendo o lábio inferior e suspirando. Estava esperando uma resposta.

Jiyong o encarou nervoso. Não queria que o ruivo tivesse exposto suas intimidades na frente de terceiros, mas já havia feito pior... Quer dizer, nada mais “exposto” que ser masturbado na presença de outras pessoas, mesmo apenas você sabendo.  

— Ah f-foi bom. – Finalizou sentindo as bochechas arderem.

O loiro sorriu, olhando de esguelha para o moreno. Estava satisfeito pela resposta – curta – de Jiyong.

 

 

[...]

 

 

Na manhã seguinte, todos os homens – sem exceção – acordaram com uma ressaca avassaladora.

O ruivo levantou primeiro que o loiro, seguindo até o banheiro. Sentia seu estômago revirar, estava extremamente enjoado. Passou as mãos pelo rosto, sentindo uma ânsia lhe subir. Correu para seu “amigo” – vaso sanitário – colocando tudo que lhe fazia mal para fora.

 — Parabéns Jiyong! Você conseguiu se superar. – Sussurrou para si mesmo, passando as mãos pelos lábios sujos e retirando as roupas. Quem sabe um banho o ajudaria a se sentir melhor.

Seungri passou as mãos pelos lençóis desforrados, sentindo o vazio ao seu lado. Abriu os olhos, notando que já era dia. Franziu o cenho, encarando a porta do banheiro, cujo barulho do chuveiro era ouvido.

O loiro caminhou até o banheiro, retirando as roupas pelo caminho. Entrou no Box, abraçando o ruivo por trás, beijando-lhe a pele exposta de seus ombros.

 — Ohayou, senpai. – Murmurou próximo ao ouvido do ruivo, vendo seus pêlos eriçar.

— Bom dia, Seungri. – Gemeu, apoiando as mãos finas na parede a frente.

Os lábios do mais novo percorreram por seu pescoço, trilhando caminhos até sua nuca, onde mordiscou de leve, arrancando suspiros do rapaz.

Jiyong suspirou, afastando-se levemente do loiro. Passou as mãos pelos fios descoloridos, seguindo até seus ombros e braços – fortes. 

— Você tem noção do que disse ontem à noite? 

— Gomen nasai. – O garoto pediu, juntando as duas mãos. — Me desculpa hyung. – Abaixou os olhos, envergonhado.  Tinha noção que havia perdido o controle no álcool na noite anterior, além de deixar sua boca solta demais.

O ruivo sorriu, passando as mãos pelos fios descoloridos do garoto. Seung-Hyun era uma – quase – criança. 

— Está tudo bem, não estou bravo com você. – Acariciou as bochechas do garoto.

Seungri fica ainda mais manhoso depois de cometer um erro.

 — Hyung...

— Sim. – Virou-se para o garoto, secando o corpo.

— Nada... – Sussurrou, concentrando-se em lavar os fios descoloridos.  Não era momento de dizer aquelas palavras, não agora.

O mais velho deu de ombros, secando-se totalmente. Enrolou a toalha na cintura e seguiu até o quarto, pegando as roupas no armário. Sua cabeça pesava e seus olhos ardiam devido a luminosidade do quarto. Odiava ressaca.

O loiro olhou para a porta fechada, estava sozinho no banheiro. Suspirou, passando as mãos pelo rosto.

— Saranghae, hyung. – Sussurrou baixinho, enfiando a cabeça embaixo d’água.

 

 

[...]

 

 

Choi sentia sua cabeça latejar, qualquer ruído o incomodava. Estava irritado.

Seguiu até o porão, onde mantinha Daniele presa. Abriu a porta, mordendo o lábio ao ouvir o ranger. A porta estava muito velha, talvez fosse à hora de trocar. Seguiu até a mulher deitada inconsciente sob a “cama”. Aproximou-se o suficiente para sentir a respiração calma da morena. Sorriu sádico, colocando as mãos no pescoço alvo e apertando-os até vê-la abrir os olhos desesperada por ar.

 — Bom dia. – Sorriu, apertando ainda mais o pescoço fino. — Está na hora de você acordar, donzela. – Encarou os olhos inexpressivos da mulher. A dor alheia o fazia sentir-se vivo. — Se você for boazinha, solto seu pescoço. – Afrouxou um pouco o aperto. Não queria fazê-la desmaiar, não haveria graça.

A mulher concordou, balançando a cabeça veemente. Estava desesperada e com medo de morrer, seu filho só tinha três anos e sua mãe deveria estar desesperada sem notícias da filha.

 — Assim, calminha. – Passou a língua pelos lábios, encarando as marcas arroxeadas em torno do pescoço da mulher. — Hum, eu conheci seu filho. Bryan certo?

Os olhos da mulher arregalaram-se em desespero. O que aquele homem queria com seu filho? Como ele havia conhecido? O que ele faria com o seu garotinho?

 — O-O que v-você quer c-com ele? – Sua garganta seca doía à medida que proferia palavras. Sentiu os olhos marejarem, só de imaginar aquele homem pondo as mãos nele.

Choi sorriu, havia conhecido o garotinho por um acaso e usaria aquilo como ponto fraco dela. Daniele o ajudaria a chegar até o Jiyong quando fosse à hora.

 — Com ele? Nada. – Suspirou, sentando-se na cadeira ao lado da cama improvisada. — Você faria qualquer coisa por ele, certo? – Assistiu a mulher acenar com a cabeça, desesperada. Riu do desespero dela. — Então, eu vou precisar da sua ajuda. Não agora, mas em breve e você vai me ajudar. Se não... Sua mãezinha vai perder mais um ente. – Choi disse irônico, esboçando um sorriso cruel em seguida.

Levantou da cadeira seguindo até o andar superior, estava cansado e precisava de um banho, além de alguns analgésicos.

 

 

[...]

 

 

O homem suspirou, acendendo um baseado. Seus pensamentos fluíam longe, talvez em algum lugar houvesse outro Chun-Hee ou Choi Seung-Hyun que estivesse ao lado de Kwon Jiyong. Em algum outro universo, eles poderiam ser apenas caras normais vivendo juntos.

Jogou o resto do cigarro fora, concentrando-se nas flores. Aquelas flores de seu jardim, havia lhe dado uma grande ideia.

 

 

[...]

 

 

Jiyong estava na empresa, embora todos estivessem de ressaca – incluindo seu chefe – já havia se passado o seu período de licença. Sentia-se melhor o suficiente para voltar a trabalhar.

Pegou o celular vendo que não havia mensagens do loiro, este que se manteve calado a manhã inteira. O rapaz estava um pouco estranho consigo desde os acontecimentos da noite anterior. Suspirou baixinho, guardando o celular no bolso.

 

 

[...]

 

 

O homem caminhava entre os funcionários, chamando a atenção de todos para si.

Enxergou uma figura de cabelos alaranjados ao longe, caminhou calmamente até ficar de frente para o homem que se mantinha de costas para si. Pousou sua destra sob o ombro alheio, fazendo-o virar.

 — Oh, me desculpe. – Desculpou-se ao notar que não era Jiyong.

O rapaz se arrepiou ao ouvir a voz grossa do homem, já havia o visto antes. Sorriu cabisbaixo, seja lá quem fosse a pessoa que o fizera se confundir, era extremamente sortuda.

O mais velho encrespou os lábios, conhecia aquele rapaz de algum lugar, nunca perdia o rosto de uma “vítima” propensa. Balançou a cabeça, focando-se em Jiyong. Por hora deixaria o garoto passar, seu foco era outro.

Caminhou pelos corredores da empresa, todos os funcionários estavam comentando sobre um “homem magnífico” que havia se tornado o novo sócio do Kang.

Pegou os papéis seguindo até sua sala. Pequena, com mesa, uma poltrona, um banheiro e um sofá, além de amplas janelas arejadas.

Tirou o celular do bolso para ver as horas. O que era uma desculpa para saber se o loiro havia ligado ou lhe mandando mensagem. – visto que na parede há um relógio.

Bufou, não havia nenhuma mensagem do loiro. Decidiu que ele mesmo iria mandar uma mensagem para o homem.

“Ya, dongsaeng ingrato. Saiu de casa sem se despedir e ainda por cima não mandou uma mensagem. Cadê seus modos?”

Enviou a mensagem esperando que o rapaz a visse o mais rápido possível ou pelo menos retornasse.

 

 

[...]

 

 

Seungri estava tirando fotos da modelo para o catálogo da revista quando sentiu seu celular vibrar no bolso esquerdo. Deu um intervalo de cinco minutos para que todos pudessem beber uma água, enquanto ele iria responder a mensagem.

Surpreendeu-se ao ver que era uma mensagem de Jiyong. Sorriu consigo mesmo ao notar que seu plano estava dando certo.

“Desculpa, eu estava atrasado. Estou tirando as fotos para o novo catálogo, te vejo em casa.”

Respondeu simplesmente, guardando o celular no bolso. Seu colega de equipe o encarou, caminhando em sua direção.

— Aconteceu algo bom? Você está sorridente. – O homem – mais velho – perguntou, entregando-lhe uma garrafinha de água.

 — Ah, só estou feliz. – Respondeu, bebendo um pouco da água. — Agora vamos voltar para a sessão. – Bateu – de leve – no ombro esquerdo do homem, seguindo até a modelo novamente. Com apenas aquela mensagem, trabalharia feliz.

As horas passaram se rápido e o loiro nem ao menos notou. Estava tão entusiasmado com a sessão de fotos, a modelo era realmente atraente e receptiva a conselhos. Tudo que o loiro pedia, ela o fazia com um sorriso.

 — Tudo bem pessoal, acabamos. – Disse aos colegas. Todos sorriram, recolhendo seus pertences. — Bom trabalho!

Estava guardando seus objetos, quando uma mão tocou seu ombro. Virou-se dando de cara com a figura feminina. Han Hyo-joo o encarava com os olhos inexpressivos.

 — Oh, esqueceu alguma coisa noona? – Questionou. Pegou a mochila, colocando uma das alças em seu ombro esquerdo.

A mulher sorriu, passando a língua pelos lábios de forma provocante. Desceu a destra – que estava no ombro do loiro – até alcançar seu peito descoberto – pelos botões abertos da camisa – alisando o local.

 — Ainda não. Contudo, se você aceitar beber comigo, posso esquecer algo na sua casa. – Disse sorrindo, enquanto sua mão fazia movimentos circulares pelo peito do rapaz.

O loiro sorriu, já havia passado por aquele tipo de situação e se fosse antes teria aceitado aquele convite. Retirou as mãos da mulher de seu peito, sorrindo docemente para ela.

— Noona, dessa vez não vai dar. Desculpe! – Sorriu, colocando a outra alça da mochila e saindo do estúdio.

A mulher encarava a porta atônita, ninguém nunca havia a dispensado daquela forma. Já havia provado do loiro antes, mesmo que fosse apenas uma vez, havia viciado nas sensações que ele provoca. Não iria desistir de seu doce, não mesmo.

Passou pela porta, seguindo os passos do loiro, sem que ele notasse.

 

 

[...]

 

 

Jiyong estava recolhendo seu material, quando fora interceptado por mãos grandes que cobriam seus olhos. Sorriu surpreso, tocando nas mãos.

— Ri? – Sussurrou baixinho. Sentiu as mãos se afastarem revelando o dono delas. Sorriu constrangido.

— Lamento te decepcionar. – A voz grossa do homem o fez se arrepiar, não entendia o porquê de sentir-se tão intimidado na presença dele.

Choi estava possesso, o ruivo havia o confundido com o loiro e aquilo era inadmissível. Tentou controlar a respiração, fechando as mãos em punho.

— Oh, desculpe. – O ruivo pediu, abaixando a cabeça. — Eu não sabia que você estava aqui. – Sorriu amarelo sentindo os olhos penetrantes cravados em si.

— Tudo bem é uma surpresa mesmo. – Sorriu disfarçando seu descontentamento. — Eu lhe trouxe isso aqui. – Pegou as flores que estavam apoiadas sob a mesa, entregando-as para o rapaz.

Jiyong sorriu agradecido ao receber o buquê de rosas vermelhas.

— O-Obrigado.

O mais velho sorriu ao ouvir a voz entrecortada do menor, suas mãos estavam trêmulas de nervosismo. Aproximou-se do ouvido do garoto.

— Vermelho é a cor da paixão. – O homem sussurrou, fazendo o menor se arrepiar com sua voz rouca. Sorriu afastando-se. Adorava ver o corpo do garoto reagindo as suas investidas.

Despediu-se do rapaz, saindo da empresa. Não poderia “persegui-lo” o menor além de desconfiado, enjoaria de suas investidas ou lhe daria um fora. Teria de se aproximar devagar caso quisesse algo do ruivo.

Havia recebido uma mensagem de Seungri, pedindo para se encontrarem no bar de sempre. – Youngbae.

O ruivo chegou, adentrando o local apressadamente, estava dez minutos atrasado. Cumprimentou o de dreads, caminhando até a mesa onde o loiro estava sentado. Quando estava chegando perto, viu uma mulher aproximar-se e sentar ao lado do loiro. Conversando animadamente.

 — Hyung! – Seungri o gritou, chamando-o para sentar-se com ele, ou melhor, “eles”.

 — Olá. – Cumprimentou casualmente, colocando sua mochila no canto da mesa. Sentiu os olhos da mulher em sua direção, como se estivesse lendo sua alma.

 — Noona, esse é meu hyung, aquele que eu te falei. – O loiro o apresentou para a mulher que sorriu para si. — Hyung, essa é a modelo que eu mencionei na mensagem.

 — Ah sim, recordo. – O ruivo sorriu. — Só não disse a quão bonita ela era. - Elogiou a mulher a sua frente. As bochechas da mesma ficaram vermelhas devido ao elogio repentino.

Seungri manteve os olhos fechados em fenda, sabia que havia algo por trás do elogio e entonação na voz do Jiyong.

— Então você é o famoso Jiyong? – A mulher perguntou casualmente. O ruivo assentiu com a cabeça. — Ah, agora eu entendo. – Sussurrou baixinho para si mesma, mas acabou sendo ouvida pelo ruivo.

– Entende...? – Questionou, fazendo seu pedido a um dos funcionários de Youngbae.

— O porquê dele não querer se mudar. – Os olhos castanhos da mulher faiscavam de raiva e naquele momento Jiyong sentiu-se ameaçado.


Notas Finais


Então, a história será "longa" por isso não estou "correndo" com os acontecimentos. Espero que gostem, beijos. Aguardo vocês nos comentários!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...