História Sweet Revenge - Capítulo 33


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Categorias Death Note
Personagens Anthony Rester, Kanzo Mogi, L Lawliet, Light Yagami, Misa Amane, Nate "Near" River, Personagens Originais, Ryuuku, Sachiko Yagami, Sayu Yagami, Shuichi Aizawa, Touta Matsuda
Tags Anime, Death Note, Lawliet, Light, Magia, Misa Amane, Near, Nota De Morte, Rem, Riuk, Romance, Sobrenatural, Terror, Watari
Exibições 17
Palavras 1.257
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


geeeeeeeeeenteeeeeeee, esse cap é para as amadoras de Lawlight de plantão
(masomenos, pq não foi nd demais, é o primeiro contato deles, elas não vao se comer, e isso n é lemon, é shonen-ai... enfim...)

AVISO: SPOILER:
NO PRÓXIMO CAP VCS VÃO ENTENDER PQ O L TÁ ESTRANHÃO.
vão ser obrigados a aguardar mais um pouquinho para saber o que o Masao quer pedir para a Mari heuheueheuheueheue

Capítulo 33 - Um sonho?


Fanfic / Fanfiction Sweet Revenge - Capítulo 33 - Um sonho?

-O que vai fazer Ryuuzaki!?-Light grita, mas L continuava em silêncio

Light e L olhavam-se nos olhos um no outro, profundamente. Não era a primeira vez que se olhavam tão intensamente como nesta noite, mas ainda sim, estes olhares eram diferentes. Todas as vezes que se encaravam como se fossem perfurar com o olhar a alma um do outro, não traziam em sua mente pensamentos perversos, mesmo que eles não fossem reais, somente uma invenção criada por eles na tensão do momento.

Os olhos de Light pegavam fogo, brilhavam na escuridão do pátio do colégio, onde não havia luz alguma, tudo o que iluminava o local era a fraca luz da lua e das estrelas do lado de fora.

O olhar de L era um olhar de desespero, incerteza e insegurança, como se não soubesse o que estava acontecendo ou simplesmente o que fazer no momento. Ele não sabia o que iria acontecer, e talvez tivesse medo do que Light poderia fazer com ele. Ele trazia incertezas em seu coração, não sabia ao certo se o que pensava em fazer era realmente o correto.

Aquela não era a primeira vez de L, talvez também não fosse a última. Mas era diferente da primeira vez, em muitos aspectos, assim como também era igual a primeira vez em muitos aspectos. Afinal, como ele deveria reagir? Estava parado, imóvel, como se estivesse grudado no chão, mesmo que a única coisa que o impedia de levantar fosse Light segurando seus braços.

Ele poderia chutá-lo e sair correndo, correr sem parar, correr o mais rápido que ele pudesse, como se isso fosse o levar para um lugar alternativo longe de qualquer problema ou encrenca. Mas ele não fez isso, não chutou Light, simplesmente não conseguia se mover, algo o impedia, e não era Light segurando seus braços, era algo mais forte.

Seu coração palpitava, como se a qualquer momento fosse sair pela sua boca. Ele suava frio, e somente desejava que aquilo terminasse ao mesmo tempo em que desejava que tudo aquilo fosse real, e não apenas um sonho pervertido de um cara anti-social.

Estaria mesmo Light o tocando? Estaria Light encima dele segurando seus braços para que não fugisse? Estaria Light aproximando seu rosto do dele? L se perguntava inúmeras perguntas, mas nenhuma soube responder.

L arregala os olhos ao perceber que Light realmente aproximava mais seu rosto do dele. Light agora não tinha mais olhos pegando fogo, agora era um olhar diferente, um olhar que L jamais havia visto, e de alguma forma aquele olhar o dava prazer e fazia com que ele relaxasse, deixando que Light fizesse o que quisesse com ele.

Por um momento tudo parecia errado para L, seu colega estava encima de si, aproximando seu rosto do dele, enquanto ele não tinha agora a mínima vontade de fugir.

Aos poucos Light vai fechando seus olhos, á medida que seu rosto chega próximo do rosto de L. Mas L não fecha os olhos, permanece com eles abertos. Em poucos segundos os lábios de Light davam um leve toque nos lábios de L, e aos poucos esses leves toque intensificaram-se, e L podia sentir perfeitamente os lábios quentes de Light tocando os seus. Enquanto L sentia o calor do corpo de Light e os lábios dele no seu, ele olhava para o pátio escuro, olhava para o lado de fora, e via as luas, via as estrelas, e desejava que tudo que via fosse real. Desejava que quando ele fechasse os olhos e os abrisse de novo, ele ainda estivesse no mesmo local, não queria sair Dalí, queria que os ponteiros do relógio parassem.

Há  quanto tempo ele não havia sentido um calor humano, não havia sentido o próprio calor do seu corpo o percorrendo por inteiro. Geralmente seu corpo era gelado, e tudo o que sentia era também corpos gelados encostando-se ao seu, como se vivesse em um eterno inverno.

Ele resolveu, fechou os olhos e deixou que sozinho o tempo parasse. Tirou todas as perguntas, todas as incertezas de sua mente, e deixou que Light o levasse para “Outro mundo”.

Aos poucos os lábios de Light foram afastando-se dos deles, e L abre os olhos, ficando feliz ao ver que ainda estava no pátio da escola, em uma noite de céu limpo cheio de estrelas e uma grande lua cheia.

Os dois continuavam a olhar-se, como se agora seus olhos já tivessem conseguido alcançar a alma um do outro, e o beijo tivesse sido um empurrãozinho para isso.

Light ainda estava encima de L, e L continua imóvel, sem nenhuma idéia de quando sairia Dalí.

O destino é algo incrível, ele é capaz de juntar duas pessoas, ao mesmo tempo em que é capaz de separá-las e estragar um momento lindo como esse. Mas o fato é que o destino não erra, e nada acontece por um acaso. Todo o estrago perverso que o destino faz, tem algo muito bom esperando por trás, o destino nunca falha.

Alguns segundos se passam, e um aluno intrometido que chegara ao local, toma a palavra:

-Existe Hotel na cidade, ou se preferir Motel, não precisa ser no pátio da escola-O rapaz diz e em seguida ri. Light e L olham para o lado assustados, mas continuam imóveis.

Aos poucos algumas pessoas curiosas que ouviram a fala do rapaz, vão aproximando-se. Outras pessoas que viam o amontoado de pessoas no local, foram também ver o que estava acontecendo.

Em poucos segundos o local estava cheio de pessoas curiosas, que olhavam assustadas para e cena de Light e L.

L imediatamente empurra Light de cima de si, fazendo com que o mesmo caísse no chão. L corre disparado do local, enquanto Light fica no chão sob olhares de diversas pessoas para cima de si.

-Vocês estavam se pegando?-Uma garota no meio do amontoado de pessoas pergunta

-Então é verdade que vocês são namorados?-Um garoto pergunta

-Eu vi você dando comida  boca dele no refeitório-Uma garota diz e algumas pessoas riram baixinho.

-Você sabia que é contra o regulamento ter qualquer tipo de relação amorosa no colégio?-Um garoto se pronuncia

-Principalmente relações gays-outro garoto diz, despertando algumas risadas, mas alguns não pareciam contentes com o comentário do rapaz.

-Vocês entenderam errado-Light finalmente fala alguma coisa

-Quer que pensemos o que depois de ver você encima de um garoto sem camisa?-Uma garota diz e risadas altas ecoam pelo local, fazendo Light corar de vergonha

-Foi tudo por causa de uma questão pessoal dele-Light diz levantando-se do chão

-Questões pessoais incluem tirar a camisa do colega e subir encima dele?-Um garoto diz e mais risadas altas ecoam pelo local

-Os deixem em paz, não importa o que estavam fazendo, se são ou não um casal o problema é deles, não de vocês. Eu acho que formam um lindo casal-uma garota diz sorrindo de forma simpática para Light. Algumas outras pessoas acabaram concordando com a garota.

-De qualquer forma, toma cuidado Galãzinho. Algum dia você não vai conseguir se safar-Um garoto diz olhando com expressão séria para Light, em seguida retira-se.

Algumas pessoas começaram a rir de forma alta, e Light agora estava 50 tons de vermelho. Light sai correndo empurrando quem estava em sua frente. Ele corria para se esconder, corria para fugir, ao mesmo tempo em que corria para um lugar específico, um lugar onde ele sabia que encontraria e L, e de uma vez por todas possuiria seu passado.

“Ouça os sons do meu coração

Está chamando por você, por si mesmo

Nessa preta escuridão

Você brilha esse tanto”-Save Me (Bangtan Boys)


Notas Finais


Sinto lhe informar senhoritas otakus amadoras de lepo lepo, eu não trabalho com cenas de lepo lepo. no máximo eu posso insinuar, okay? bj bj kkkkk


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