História Sweet Revenge - Capítulo 6


Escrita por: ~, ~Styles_luz e ~titivitoria29

Postado
Categorias Originais
Tags Holland Roden, Horror, Luta, Policial, Serial Killer, Terror, Vingança
Exibições 22
Palavras 1.815
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Heeeey pessoinhas turu bom? ( Desculpem to com essa mania escrota de dizer "turu bom").
A onthebook deixou eu postar \\\\oo////
Desculpe qualquer erro, e se divertam lendo, comentem bastante para que a gente continue, divulguem também amoras🙂💕🍂✨

~Styles_luz

Capítulo 6 - Unexpected Visit


Fanfic / Fanfiction Sweet Revenge - Capítulo 6 - Unexpected Visit

Califórnia 01:32 P.M.

POV Narrador

 Jenna Lee, uma mulher de 27 anos, tivera um filho à 4 anos, fruto de um amor doentio, ninguém sabia quem era o verdadeiro pai do menino, pensavam que o pai dele fora assassinado, mas não era bem assim, ele não era o pai biológico de Patrick.

Mesmo sem a presença de uma figura paterna, o garoto havia sido criado super bem. Patrick era a cópia de Jenna, porém, sua personalidade era idêntica à do verdadeiro pai.

Jenna e seu filho estavam vendo um filme de comédia, davam altas risadas. Até que o celular de Jenna toca, a mesma vê o número e sente calafrios em todo o seu corpo. Ignorando o telefonema.

-A mamãe vai fazer mais pipoca tá filho? Depois você me conta a parte que perdi. – ao terminar de dizer isso, Jenna se levanta do sofá, vai até a cozinha, fazer mais pipoca. Quando fica pronta, põe em uma vasilha enorme, e volta para sala.

–Aqui está filho. O que eu perdi? – pergunta Jenna.

O menino conta para sua mãe, a parte que ela perdeu do filme. Jenna se surpreendera cada dia mais, pois seu pequeno  ficava cada dia mais inteligente e esperto. Voltaram atenção para o filme, com risadas ecoando por toda a sala, mas algo fez com que a risada de Jenna parasse, a campainha de sua casa é tocada. Fazendo-a se arrepiar.

Jenna se levantara do sofá, e fora abrir a porta, quando a porta ficara aberta por completo, deixou-a de queixo caído . Ela não esperava por essa visita, era o pai de seu filho, claro que ela não ia chegar no filho e falar " meu amor, esse aqui é seu pai, venha receber ele”, mesmo porque o homem era um crápula e só trazera desgraça por onde passava.

-O-oi –diz com um sorriso, forçando simpatia e saí da frente da porta para que ele possa adentrar minha casa.

-Olá, por que o espanto? –responde com tom sarcástico. -tentei avisar que viria, mas acredito que você não ouviu o seu celular tocar, não é?

-É, que coisa chata, não? -diz com a voz carregada de sarcasmo.

 POV Jenna Lee

 Olho para Patrick que sequer tirou os olhos da televisão para ver quem chegara.

-Filho, a mamãe vai no quarto conversar com um amigo, ok? -Patrick assente ainda sem tirar os olhos da televisão.

Ao chegarmos ao meu quarto ele começa a contar o real motivo por estar aqui, me deixando completamente incrédula.

-Por que quer que eu faça isso? Justo eu? -pergunto.

-Porque você me ama e vai fazer isso de um jeito ou de outro. Querida, você se encaixa perfeitamente -diz a poucos centímetros de mim.

Suspiro, nossas bocas eram separadas por alguns centímetros, suas mãos em minha cintura, apertando-a. Não estava mais aguentando resistir, o puxei pela nuca e acabei com os poucos centímetros que nos separavam. Aprofundei o beijo com saudade e desejo, nossas línguas faziam uma dança perfeita, queria que durasse para sempre, mas a falta de ar me fez finalizar o beijo com uma mordida em seus lábios.

-Por que quer tanto que eu faça isso? -eu precisava saber.

-Porque você é obrigada a fazer, meu bem -disse distribuindo selinhos em meus lábios -, e você não me deixaria na mão, não é mesmo?

Fiquei muito brava por ele estar me beijando só para me "convencer" a fazer aquela merda toda.

-Não acredito que vou fazer isso enquanto você banca o bonzinho -o olho com raiva.

-Você não é obrigada -disse-, espero que nosso filho tenha vontade de ver o papai.

-Você não vai fazer nada com o meu filho -digo com algumas lágrimas nos olhos.

-Seu filho? Parece que alguém esqueceu quem é o verdadeiro pai do Patrick? Espero que não esteja pensando que se você fazer alguma merda terei dó de matar o nosso filho. 

-Você não teria coragem de encostar um dedo no Patrick.

-Quer pagar pra ver? Eu posso matar você aqui e agora se eu quiser.

No momento seguinte ele pega meu pescoço e levanta meu corpo, me causando falta de ar.

-M-me solta -disse perdendo o ar e vendo-o me soltar bruscamente.

-Só não mato você agora porque preciso de você -disse saindo.

Quando ele abre a porta pra sair revela a figura de Patrick prestes a bater na porta.

-Mamãe, o filme acabou -disse esfregando os olhos.

-Já estou indo, querido.

 6 horas depois

 Lá estava eu, com um vestido preto, curto e super justo em meu corpo, uma bota também preta que ia até os joelhos e com uma maquiagem super exagerada.

Um Jeep Renegade branco para na minha frente e abre as janelas, caminho até o carro e debruço meus braços sobre a janela.

-Posso ajudar? -digo com um sorriso malicioso.

-Pode sim, boneca -diz abrindo a parta do carro.

Adentro o carro, quando me sento o vestido sobe mostrando toda minha calcinha vermelha, coloco o cinto de segurança e ele da partida. Uns 5 minutos depois chegamos em um beco sem saída, sério que ele leva as prostitutas para um beco? Tiro o cinto e saio do carro fazendo uma dança da forma mais sensual possível, passando minhas mãos por todo o corpo e o chamando com o indicador.

O velho sai do carro, abaixa o zíper da sua calça e abaixa sua box.

-Vem gostosa, vem! -diz.

Velho nojento. Ele puxa meus cabelos com força, começo a chupar seu membro, ele estava de olhos fechados, então, aproveitei para pegar meu estilete e cortei seu pênis em um movimento rápido, fazendo sangue jorrar para todos os lados, uso o estilete para fazer um corte profundo em seu pescoço, vejo mais sangue jorrar e o velho, por fim, morrer.

Entro no carro, acelero o mais rápido possível e disco os números Ian.

-Ian, termine o trabalho e avise que eu fiz tudo direito -digo.

-Ok -ele responde e desliga o telefone.

Jogo o celular no banco do passageiro e acelero mais o carro, uma viatura surge atrás de mim e me manda parar -provavelmente por eu estar correndo muito-, fodeu, encosto o carro e abro a janela.

-Sai do carro -diz um policial.

Obedeço e ajeito meu vestido, de forma que, meus seios pulassem para fora.

-Alguma coisa errada? -pergunto tentando conter o nervosismo.

-Eu que lhe pergunto -diz sério -, por que está andando a essa velocidade?

-A pista está vazia.

-O farol do carro esta quebrado -diz ignorando completamente minha fala anterior.

-Ah sim -digo aliviada- o farol, né? Melhor arrumar -digo forçando simpatia. -

Também acho -diz ainda sério-, abra!

-Abrir? O que? -digo me fazendo de idiota

-O porta-malas, abre.

-Tudo bem.

Não, não estava tudo bem. Aquele velho vendia drogas, vai saber o que poderia haver nesse porta-malas, não estou afim de acabar com minha carreira, assim, tão fácil.

-Olha, não terá nada aqui dentro, eu sou policial, tenho porte de armas, se quiser mostro até o distintivo -tento amenizar a situação enquanto abro o porta-malas.

Quando abro o porta-malas não há nada, sorte? Talvez. Ele analisa e diz:

-Pode ir.

-Tchauzinho -digo enquanto fecho o porta-malas e entro no carro.

Suspiro aliviada e vou até um mecânico, com a intenção de largar o carro lá, enquanto limpo o volante com um pano, ouço meu celular tocar.

-Alô? -digo saindo do carro apressada.

-Jenna, aonde está o corpo do velho? -percebo que era Ian.

-É aquele beco sem saída, perto de onde você me deixou, uns 10 minutos de carro -digo virando uma rua, ficando bem longe da mecânica onde deixei o carro.

-Ok... revelou a vadia que existe dentro de você com esse assassinato? -perguntou brincalhão.

-Vai pro inferno, que você não dá nem meia hora de cu -digo desligando o telefone.

Dou sinal para um táxi e vou para minha casa.

 POV Ian Miller 

 Vou para o beco que Jenna indicara, não demorei nem 8 minutos. Vejo o corpo do velho no chão e solto uma gargalhada ao ver o medo que o velho fora morto, tiro a foto do corpo. Coloco as luvas pretas, não ia ser idiota a pontos de deixar o corpo com minhas digitais, e ligo para o chefe.

-O que eu faço com o corpo?

-Faz o que quiser -diz a voz modulada.

-Continuo com o esquema das letras?

-É lógico que sim, quero eles com medo.

Ao ouvir a confirmação desligo o telefone, rasgo a camisa do traficante, pego o canivete e desenho um "L" bem grande. Coloco o corpo num saco de lixo bem grande e jogo no porta-malas.

Ao chegar onde queria espero ficar vazio, só assim, poderia me livrar corpo.

 Departamento de Polícia 03:45 A.M.

POV Phoebe Wood

 Estava saindo do escritório, procurara a noite inteira por pistas, a volta do assassino da peste -era como nós os chamávamos- estava me deixando maluca. Passo pelos corredores quase vazios do departamento, só haviam alguns agentes no turno da noite.

No estacionamento vou até meu carro, mas vejo um saco preto que me chamara atenção, me aproximo com curiosidade e o abro com cautela, mas mesmo com o cuidado não deixo de tomar um susto e dar um grito.

 POV Lucca Storn

 Ouço um grito agudo de Phoebe e me levanto da cadeira para ver o que aconteceu, já não bastava ter ficado no turno da noite, ainda tinha que ouvir os gritos irritantes dessa mulher. No estacionamento a vejo de joelhos no chão tapando os olhos com suas mãos, um pouco a frente há um saco preto com uma brecha aberta.

-Wood, o que aconteceu? -pergunto bocejando.

-Ali, o... o saco -diz apontando para o mesmo.

Me aproximo do saco e o abro. Uau um corpo. Ela gritou porque viu um corpo, acho que alguém está na profissão errada. Já vi tantos corpos na minha vida, alguns em estado até pior do que este, a verdade é que, a Phoebe é como no Daniel, os dois já entraram na delegacia com bons cargos, não precisaram ser simples agentes, a diferença é que o D’Anniballe é o queridinho, só porque ele resolveu alguns casos.

Enquanto o D’Anniballe faz teatrinho com a mulher dele, eu fico aqui, me esforçando para ter um cargo melhor, e tendo que ouvir esses gritos histéricos vez ou outra.

 POV Ian Miller

 Dou uma gargalhada quando vejo a cara da Phoebe, tiro outra foto, para provar que tudo fora feito da melhor forma possível, e que o susto dela fora uma das melhores partes.

Quando estou prestes a ligar o carro e sair, noto que Lucca não tirava os olhos do meu carro, mas ele também não fazia nada, lhe mandei o dedo do meio e saí.

Mandei uma mensagem para o mandante -o qual eu ainda não conhecia pessoalmente- com as fotos, ele disse que fora uma ótima ideia colocar o corpo lá e dar um susto na Phoebe.


Notas Finais


É isso galera espero que tenham gostado, não esqueçam do seu favorito e dos comentários para que a gente continue, aceitamos qualquer tipo de crítica, se quiserem eu faço um Q.A ( questões e respostas em Inglês) com os nossos personagens, e vocês façam as perguntas! Vai ser bem divertido se vocês fizeram perguntas criativas, se quiserem pode fazer perguntas para nós 3 ( escritoras)
É isso beijos de Luz trevosa e até o próximo capítulo amoras🙂❤️


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