História Sweet Revenge - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Tags Justinbieber, Killer, Lauren, Revelaçoes, Revenge, Vingança
Exibições 81
Palavras 3.013
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Mistério, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey Sweet's.

❤Está fanfiction é de minha total autoria.
❤Eu já havia escrito ela antes, se chamava "Colombiana", mas então decidi reescreve-la.
❤ É baseada no filme "Colombiana - em busca de vingança".
❤ Plágio é crime.

Espero que gostem.

Capítulo 1 - Prologue


Fanfic / Fanfiction Sweet Revenge - Capítulo 1 - Prologue

Flashback

Acordei com o sol em meu rosto. Me espreguicei, saindo da cama em seguida. Meus pés tocaram o chão gelado e um arrepio passou pelo meu corpo. Troquei de roupa vestindo uma blusa branca com a manga um pouco fofa digamos assim, e o vestido na cor de um verde escuro, quase preto, por cima. Ele era uma espécie de macacão. Calcei uma meia branca e uma sapatilha da cor do vestido. Desci as escadas até a cozinha onde meus pais conversavam em um tom baixo.  

— Bom dia. — falei quando adentrei a cozinha.

— Bom dia querida. — minha mãe veio até mim me dando um beijo na testa.

— Cat. Querida, precisamos falar com você.

— O que aconteceu papai?

— Senta aqui. — ele disse puxando a cadeira para eu me sentar, assim que eu me sentei ele começou.

— Apesar da sua pouca idade, sempre dizemos a você tudo que acontece e tudo que pode acontecer. — ele disse após se sentar em minha frente e minha mãe se sentar ao seu lado. — Uma coisa ruim está prestes a acontecer… — ele deu uma pausa olhando para baixo e continuou. — talvez amanhã eu e a mamãe possamos não estar mais aqui, com você.

— O que você quer dizer com isso papai? — eu já estava ficando com medo dessa conversa.

— Você se lembra daquele cara que eu falei para você e sua mãe na semana passada?

— O que tem tatuagens?

— Sim, esse mesmo. Parece que as coisas não ocorreram como eu esperava.

— Estamos em perigo? — notei que assim como minha mãe, meu pai também estava com lágrimas nos olhos.

— Estamos querida. — papai se levantou e agachou em minha frente. — Eu tenho uma coisa para te dar. — ele tirou do bolso um colar, nele tinha uma espécie de flor. — Sabe, o seu nome se originou por conta desta flor. Ela nasce somente aqui na Colômbia.

— Esta é a orquídea Cattleya. — mamãe estava ao meu lado.

— Assim como meu nome.

— Assim como seu nome. — mamãe afirmou colocando no meu pescoço. Nesse momento ela já chorava.

— Você sabe o que fazer com isso, não é mesmo? — papai me mostrou um pequeno pen drive.

— Sei. — peguei o pequeno objeto em sua mão e coloquei em minha boca, fazendo um pequeno esforço para engoli-lo. Senti ele passar pela minha garganta. Foi um pouco desagradável.

— Se alguma coisa der errado, quero que você vá exatamente para esse endereço. — papai colocou o pedaço de papel no bolso do vestido e o fechou.

Eu estava com medo. Eu só tenho dez anos, não quero perder meus pais.

— Patrão, eles estão aí. — um segurança do meu pai disse afobado. Papai assentiu e o homem saiu.

— Não temos tempo. Cattleya, quero que você saiba que eu te amo muito minha filha. Nunca se esqueça disso. — Fábio disse me abraçando forte. — Eu tenho muito orgulho de você.

— Eu te amo papai. — falei enquanto retribuía o abraço, eu não estava me importando nem um pouco com as lágrimas que desciam dos meus olhos livremente. Papai se afastou e beijou minha testa, percebi que ele também chorava.

— Oh querida, você é tão linda. — mamãe disse passando a mão pelo meu rosto. — Seja forte. O mundo irá exigir isso de você. Eu e seu pai sempre iremos estar com você, não importa onde e nem como. Sempre estaremos aqui. — ela colocou a mão em meu coração. — Você foi o melhor presente que Deus poderia ter me dado. Eu te amo muito. — mamãe me abraçou fortemente.

— Eu também te amo mamãe. — funguei e me afastei um pouco. — Eu não quero ficar sem vocês. Eu não conseguiria.

— Você é forte e corajosa. Irá conseguir enfrentar todas as barreiras que entrarem em sua vida. — meu pai disse.

— Eu amo vocês.

— Nós também te amamos.

Demos um longo abraço coletivo, que foi quebrado assim que ouvimos tiros e alguns gritos.

— Agora vai. — papai me ajudou passar pela janela, que dava até o telhado da vizinha ao lado.

Ele entrou novamente e dali eu pude ver Marie e Fábio pegarem duas armas e em seguida eles atiraram contra as pessoas que adentraram a casa. Quando eu pensei que acabou, assim que quatro homens caíram no chão, eu estava enganada. Entraram mais cinco pela porta e começou uma breve discussão, mas eles ainda mantinham a arma apontada um contra os outros. No caso eram dois contra quatro.

Ele me mandou atrás do pen drive. Suponho que esteja com você Fábio. — um homem que estava com uma camisa florida disse com a arma apontada para meu pai.

— Eu não estou com ele, John.

— Patrão ficou irado quando soube que você estava ajudando o FBI. Uma coisa que não toleramos é traição , você deveria saber disso.

Meus dedos se mantinham cruzados, na esperança de que nada fosse acontecer. Mas fui tirada de meus pensamentos assim que sinto um forte puxão em meu braço.

— Olha só o que eu achei aqui.  — o homem me puxava fortemente para onde estavam os outros.

— Essa deve ser sua filha.  — o tal de John diz passando uma mão pelos meus cabelos.

— Não toque nela!  — Papai praticamente gritou.

O homem tirou sua atenção de mim e olhou para meu pai com um sorrisinho no rosto. Eu ainda me mantinha presa nos braços de um homem grande e careca.

— Ela seria perfeita para umas das boates, mas é uma pena. Ele não quer testemunhas.

Papai colocou o dedo no gatilho pronto para atirar em John.

— Acho melhor vocês dois abaixarem as armas.  — John diz enquanto sua arma se mantinha apontada para minha cabeça.

Meus pais hesitaram por alguns segundos e logo em seguida, colocaram as armas no chão. Um outro homem que também estava ali, as recolhe.

— Amarre eles, Rick.  — ordenou John.

Rick, possuía uma barba já crescida e cabelos penteados para trás. Ele foi em direção a meus pais os amarrando cada um em uma cadeira. Um de frente para o outro. Eles nem sequer reagiram a nada. Primeiramente suas mãos e depois os pés, foram amarrados a cadeira. John mantinha a arma apontada em minha cabeça o tempo todo e só abaixou-a quando Rick acabou de fazer o que tinha pedido.

Eu tentava a todo custo segurar o choro, mas não consegui. As lágrimas rolavam com total liberdade. Eu estava com tanto medo do que aconteceria naquele cômodo.

Em uma mão John segurava uma faca e na outra sua pistola.

— Sua filha é linda Marie. Se parece muito com você. Os olhos azuis, pele clara. Cabelos negros.  — ele me analisa e seu olhar logo volta para minha mãe.  — Tem certeza que ela é filha do Fábio?  Mas enfim. Não temos tempo para discutir a paternidade da pirralha. Onde está o Pen drive?

— Não está conosco.  — minha mãe o responde, mas seu olhar estava focado em mim.

— Resposta errada.  — John diz fincando a faca na perna da minha mãe, que no mesmo instante fechou os olhos de dor.

Meus olhos se encheram de lágrimas mais uma vez. Meu Deus! Porque isso estava acontecendo com a gente? Vi algumas lágrimas descerem do rosto de mamãe.

— Onde está o Pen drive?  — pergunta dessa vez a papai, que diz não estar com o objeto.  — Rick. Já sabe o que fazer.

John se virou para mim, de costas aos meus pais, ele me analisava. Mas ainda sim consigo ver Rick andar em direção ao meu pai distribuindo uma sequência interminável de socos por todo seu rosto e tronco.

— Não. Por favor! PAPAI!

— Isso tudo pode acabar. É só você me dizer onde está o Pen drive.

— Não está com a gente.  — respondi em meio ao choro, ainda vendo Rick e agora também um outro homem que davam socos e tapas, não só em meu pai, como em minha mãe também. Eu não podia dizer, não podia dar a ele.

— Rick, Joaquim. Já chega!  — John diz parando novamente de frente à meus pais.  — Última chance. Onde está o Pen drive?

Eu já não aguentava mais aquilo. Sentia meu rosto inchado de tanto chorar, mas ainda sim, não conseguia secar minhas lágrimas. Não aguentava mais vê-los sofrendo desse jeito. Eu só queria acordar desse sonho ruim logo.

Nem Fábio e nem Marie, disseram nenhuma palavra sequer. Seus rostos estavam machucados e em vários pontos havia sangue. Papai me olhou e sibilou um “eu te amo”.

— Quais são as suas últimas palavras para a filhinha?  — John dessa vez estava com duas pistolas, uma em cada mão. Uma apontada para minha mãe e a outra para meu pai.

— Querida, feche os olhos.  — mamãe pediu com a voz fraca.

Eu neguei com a cabeça enquanto as lágrimas rolavam pelo meu rosto. Ela disse sem emitir nenhum som, um “por favor”. Fechei meus olhos um pouco relutante. Eu sabia o que iria acontecer agora e eu tinha que fugir dali. Mas meu coração se apertou fortemente assim que escutei o som de dois disparos. Abri imediatamente os olhos, vendo a pior cena de toda a minha vida. Não consegui segurar o grito que estava preso em minha garganta, um grito de dor. Eu havia perdido as pessoas que eu mais amo.

— Michael segura essa menina direito. Rick, Joaquim. Vasculham a casa, eu quero esse Pen drive ainda hoje.

John saiu do cômodo junto aos dois caras me deixando sozinha com o tal Michael que ainda me segurava. Mas dessa vez suas mãos estavam mais frouxas. Essa era a minha única chance.

Desviei meus olhos dos corpos já sem vida de meus pais e direcionei meus olhos para a janela. Era agora ou nunca. Algumas lágrimas ainda caiam pelo meu rosto e eu logo tratei de secá-las.

Pisei com toda a força que ainda me restava em um dos pés de Michael, que logo me soltou e se abaixou. Corri o mais rápido que pude e passei pela janela, logo avistando a janela da vizinha. Teria que passar por ali.

— A menina... Ela fugiu!!!  — pude escutar Michael gritar.

Entrei na casa pela janela e tratei de sair rapidamente pela porta afora. Eu sabia que eles estavam atrás de mim, mas não me atrevi a olhar para trás.

— Peguem ela!  — pude escutar a voz de John logo atrás de mim.

Corria loucamente pelas ruas. Me esbarrei em algumas pessoas, mas não podia parar para pedir desculpas. Logo mais à frente pude ver uma escada de emergência. Subi o mais rápido que pude nela, chegando até o telhado. Olhei em volta tentando achar algum lugar para eu poder  esconder e a única coisa que havia ali era uma caixa d'Água. Corri apressadamente até ela e por sorte ela estava vazia. Entrei dentro da mesma e fechei minha boca com as mãos, na tentativa de abafar minha respiração descompassada.  Eu estava atenta a tudo, logo escutei passos pelo telhado e logo depois vozes.

— Droga!

— O que a gente vai fazer agora John?

— Tô pensando Michael.

— Patrão não vai gostar nada de saber que a pirralha fugiu.

— E você acha que eu não sei, Rick?

— Ela sabe de muita coisa.

— Ela é só uma criança cara. Se ela abrir o bico, acha mesmo que alguém vai acreditar nela?

— É, você tem razão Joaquim. Mas de todo caso se ele perguntar…

— Não deixamos testemunhas.

Depois de longos minutos não escutei mais nada. Mas ainda sim me mantive quieta e encolhida ali. Céus! O que vou fazer da minha vida agora?

Point Of View 3° pessoa

Cattleya respirou fundo e saiu da caixa d'água, mas não antes de olhar para todos os lados se certificando de que não havia ninguém. Ela então desceu do telhado e começou a andar, ela sabia exatamente aonde ir.

Suas roupas estavam sujas e seus cabelos desgrenhados, mas ela não estava se importando com aquilo. Depois de longos e demorados minutos ela chega à seu destino. A grande sede do FBI. Ela então adentrou o local indo até a recepção.

A recepcionista até então achou aquilo um tanto estranho, mas assim que a garotinha em sua frente lhe entregou um pedaço de papel, ela imediatamente largou seu posto.

— Me acompanhe por favor.  — pediu a bela moça.

Katleia a seguia sem dizer nada. Elas entraram em um elevador e a moça na qual se chamava Bárbara, era o que dizia em seu crachá, apertou um botão e o elevador começou a se movimentar. Sem demora as portas de metal se abrem e elas saem seguindo um extenso corredor.

— Só um minuto.  — Bárbara entrou na sala e fechou a porta em seguida.

A garotinha olhou para a porta e nela estava escrito um nome, “Peter Muller”. Cattleya passa as mãos pelos cabelos e respira fundo, ainda sem acreditar na reviravolta que sua vida estava dando.

— Pode entrar.  — Bárbara abriu a porta para que ela pudesse entrar, e em seguida a moça se retirou fechando a porta em seguida.

— Olá.  — diz o homem atrás da grande mesa. Ele deve ser o Peter, concluiu ela.

— Senhor Peter, tenho uma coisa para você.

Peter não teve nem ao menos a chance de perguntar o que, quando a garota enfia os dedos na própria boca, provocando o vômito, que logo estava tudo espalhado pela mesa do agente, que levou uma das mãos até a boca.

Cattleya procura por algo entre o vômito até que enfim achou, o Pen drive. Aquilo que seus pais deram suas vidas para proteger. Ela estende o pequeno objeto sujo na direção do agente. O mesmo pega um lenço que havia alí em cima e pega o objeto limpando-o em seguida.

Peter estava curioso em saber do que se tratava e então rapidamente o conectou em seu computador. Cinco segundos depois a tela se abre com vários dados. O homem então deu um sorriso.

— Você sabe o que é isso?

— Sei.  — Cattleya responde. Mas ela não sabia exatamente do que se tratava, apenas sabia que ali tinha coisa o suficiente para incriminar muitas pessoas.

[...]

O avião aterriza no solo de Miami. Junto a Cattleya estava uma assistente social que o FBI havia contratado para levar a garotinha em algum lugar que ela desconhecia. Ao desembarcarem a garota que agora estava com roupas limpas pediu a Marnie para ir ao banheiro.

— Quer que eu vá com você?  — a bela morena pergunta.

— Não precisa. Eu não irei demorar.

Marnie assentiu e Cattleya saiu em direção ao banheiro. Ao entrar no mesmo olhou por todo o local. Ela estava procurando um meio de sair dali sem ser vista. Ela precisava fugir, não poderia ir para não sei aonde.

Ao terminar de olhar para todo o local, Cattleya avistou uma janela. Parecia grande o suficiente para que ela pudesse sair e assim fez. Ela saiu calmamente do aeroporto e caminhou até o ponto de ônibus mais próximo.

Marnie notou que a garotinha estava demorando muito e decidiu ir atrás, mas assim que adentrou o banheiro teve uma surpresa. Nenhum sinal de Cattleya.

A menina de olhos azuis e cabelos tão escuros quanto a noite, adentrou em um ônibus com destino a Chicago, a casa de seu tio Emílio. Com a cabeça encostada ao vidro, ela pensava em como sua vida havia dado uma reviravolta enorme em apenas dois dias.

[...]

Assim que chegou em Chicago, pegou um táxi e deu ao motorista um papel, que contém um endereço. Lógico que o homem já de meia idade achou estranho uma pequena garota sozinha na grande Chicago, mas resolveu se manter quieto. O mesmo dirigia tranquilamente até chegar ao seu destino. E assim que chegou, Cattleya o agradeceu e pagou a quantia. Acho que se perguntaram de onde ela havia conseguido dinheiro. Pois bem, Marnie havia dado a ela para comprar um lanche no aeroporto de Colômbia.

Cattleya olhou para todas as direções. Parecia que aquela rua era esquecida por todos da cidade. Olhou para o grande galpão em sua frente que até pensou estar abandonado, mas acabou constatando que não, assim que viu dois homens do lado de fora.

Ela andou vagarosamente até eles e assim que notaram a presença da garotinha ficaram confusos. Mas a confusão logo se acabou assim que ela lhes entregou um pedaço de papel. Um dos homens o lê e olha para o parceiro ao seu lado.

— Fique aqui com ela.

Dito e feito, o homem com barba por fazer que havia lido o papel havia dito e seu amigo, um homem alto, havia concordado. Poucos minutos depois volta junto a um homem de meia idade, cabelos cortados e barba feita. Era seu tio, Emílio.

— Cattleya? — a garotinha correu até ele o abraçando fortemente. — Hey Cat.

— Mataram eles tio. — e assim a garotinha se permitiu chorar.

— Vai ficar tudo bem querida. — retribuiu o abraço.

Emílio não estava entendendo muito bem o que estava acontecendo, mas para Cattleya estar ali, sozinha. Algo grave havia ocorrido.

— Vamos para casa, Cat.

[...]

Uma semana havia se passado. Cattleya estava morando na grande casa de seu tio, junto a sua vó Míriam. E naquele exato momento havia acabado de fazer sua matrícula junto ao seu tio em uma escola próxima. Eles andavam um do lado do outro em silêncio, até o mesmo ser quebrado.

— Eu queria ser como a Xena, a princesa guerreira.

— E não quer mais?

— Não. Agora eu quero ser uma assassina. Pode me ajudar?  — Cat para de andar e fixa sua atenção em seu tio que logo também faz o mesmo.

— Posso.


Notas Finais


Leia também:


_The adultery_

"Eu sei que não sou a única."

Disponível no:

Spirit: https://spiritfanfics.com/historia/the-adultery-4993439

Wattpad: http://my.w.tt/UiNb/ycSVF7wFKw

Garanto que não vão se arrepender de ler. 💙🎉


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