História Sweet Temptation - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Bella Swan, Edward Cullen
Tags Bella, Edward, Romance, Saga, Sexo
Visualizações 8
Palavras 1.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá! Mais um capítulo de Sweet Temptation para vocês! Aproveitem. :D

Capítulo 2 - Inesperado


Os meses se passaram, e quase todas as noites ele me dava à honra da sua presença no Starcrash. Sempre me atormentando, sempre atentando-me de alguma forma. Fosse com seu simples olhar de derreter até titânio ou mesmo com suas palavras suaves. Quase cedi a uma de suas investidas, duas noite atrás, quando em uma tentativa ousada e sem permissão, começou a subir e descer seus dedos habilidosos pela parte interna das minhas coxas, enquanto o servia em sua mesa. Não posso negar que senti um certo arrepio por meu corpo, contudo minhas implicâncias em relação a ele não me deixaram ser levada por essa doce caricia.

Infelizmente acabei cometendo um enorme erro ao desferi uma tapa com toda minha força em seu belo rosto. Um enorme erro. POr causa disso, ganhei uma advertência do chefe maus odioso do universo, John. Disse que se eu voltasse a esmurrar ou mesmo discutir com qualquer pessoa dentro do Starcrash, estaria no olho da rua em segundos. Um prato cheio para uma pessoa com o pavio curto como eu. Ótimo. Achei que depois disso Edward criaria vergonha e não voltaria a frequentar esse lugar, mas ele sempre estava lá, me encarando de seu lugar favorito. Um sorriso maroto passeava por seus lábios e eu sabia muito bem o motivo daquele sorriso.

Ele ficou ciente da advertência, isso significava que o cretino iria usar isso até o fundo contra mim. Estava completa e absolutamente de mãos atadas. Porcaria. O que iria fazer? Sentia-me nas garras do predador, sem nenhuma salvação.  Infelizmente, assim com os outros clientes, não poderia deixar de atendê-lo. Segui a passos lentos até sua mesa, era como se nesse momento fosse a  Joana D’Arc caminhando irreversivelmente na direção da fogueira. Em questão de segundos, parei em sua frente, determinada a ser o mais breve possível. 

--- O mesmo de sempre? --- perguntei indiferente. Ele apenas olhava em minha direção maliciosamente.

--- Cerveja, certo --- anotei apressada no bloco de pedidos e estava a ponto de sair correndo, quando senti uma de suas mãos agarrar meu braço esquerdo firmemente. 

--- Dessa vez vou querer um cowboy duplo --- tensa, menei a cabeça em confirmação. Ele me soltou relutante e sai trôpega, driblando com certa dificuldade as mesas, até chegar ao balcão.

 

Seu toque havia eletrizado todas as terminações nervosas do meu corpo. Para piorar a situação, passei toda a noite sendo alvo de seus olhares inebriantes e para completar, minha mente se encontrava cheia da lembrança de seu toque. A cada pensamento, meu corpo respondia com algum espasmo.  Depois do que pareceu uma eternidade, meu expediente estava chegando ao final. Sendo assim, resolvi trocar de roupa, ir para casa descansar e tentar esquecer aquelas mãos rudes em minha pele.  Caminhava rumo ao banheiro feminino, quando pela minha visão periférica notei algo, rápido de demais, para que eu pudesse captar devidamente.  Em menos de um minuto observava a mesa do Edward vazia, e no outro estava em um corredor mal iluminado, sendo abraçada de costas por ele. 

 

--- Me solte, o que pensa que esta fazendo?! --- sussurrei. Ninguém poderia nos ver dessa forma. E gritar com ele não ajudaria em nada. Nos dois casos perderia meu emprego. 

--- Finalmente tenho você em meus braços, Bella --- falou roucamente.

--- Como sabe meu nome? --- custei a pronunciar cada palavra, ele encontrava-se com os lábios em minha orelha direita. E continuou nela enquanto sussurrava a resposta para minha pergunta. 

--- Ora, faz um ano e meio que venho aqui, conheço o nome de algumas garotas, senão de todas --- suas mãos fortes agarraram minha cintura, quando em um surto de consciência tentei escapar de seu doce encanto.

--- Não faça isso, é perigoso. Você esta maluco. Não vê no que essa cena implica? Se alguém nos ver estaremos perdidos. Bem, pelo menos eu estarei, por favor, me solte --- balbuciei sentindo-o encostar sua manifestação do prazer em mim.

--- Tem certeza? Não parece ser o que você quer--- não, eu não tinha certeza de mais nada. Seus beijos incessantes sobre a base do meu pescoço estavam me deixando incapaz de ser coerente. De repente, lembrei que aquele era Edward Cullen.

--- Nunca serei sua, nunca --- tentei pronunciar estas palavras com força e indiferença, mas fui traída pelo meu desejo. Ao invés disso, eu parecia uma gata manhosa. 

--- É o que veremos em breve --- Edward começou a dar pequenas mordidas no meu pescoço, ao passo que eu encostei a cabeça em seu ombro evitando enlouquecer por completo. Suspirei quando ele passou sua mão direita em minhas coxas, deixando uma trilha de fogo por onde passavam. Entre gemidos e palavrões de ambas as partes, comecei a rebolar em sua ereção instigando-o ainda mais. Estava prestes a pegar sua mão para colocá-la em cima do meu ventre pulsante, onde eu mais queria ser tocada nessa hora descontrolada, quando John, apareceu repentinamente ao nosso lado com os olhos esbugalhados.

 

--- MAS QUE MERDA É ESSA?! ? --- dei um passo à frente tentando inutilmente lhe dar uma explicação ao menos, plausível. 

--- N- n não Jonh, escute, não é ---, pensei em dizer a típica frase do ‘ não é nada do que você esta pensando’, mas é tão clichê. E também é obvio, o ato todo, em si, estava de acordo com os pensamentos dele. 

--- Sua vadia, faltando com respeito ao meu bar?! Eu sabia, sabia, que você não valia nada. Você é pior do que todas as dançarinas do estado juntas --- não poderia mais continuar nessa. Sendo tratada dessa forma humilhante. Cheguei bem junto dele e comecei a esbravejar a centímetros do seu rosto:

--- Respeito? Não me venha falar de respeito. Isso aqui é um lugar de perdição, se trabalho nessa espelunca, é porque estou necessitando, e muito! Acha mesmo que se eu não tivesse tido a mínima chance de conseguir algo melhor, já não teria ido embora daqui a meses atrás? É muito burro mesmo se pensou o contrario. Se achou que estava aqui porque gostava. A verdade é, EU ODEIO ESSE LUGAR, ele cheira a coisas podres. E alias, não me venha com esse papo de vadia. Não sou suas prostitutas. Sou a garçonete, como você faz questão de me lembrar todos os dias. Então, posso sair com quem eu bem entender, e dou pra quem eu quiser, e de graça. Acha mesmo --- fui interrompia bruscamente por sua risada sarcástica. 

--- É mesmo uma vadia de quinta, dando de graça? Sério? --- falou entre gargalhadas. Sorte minha que som do lugar estava maus alto que elas. Estava prestes a pular em cima dele, quando Edward me segurou, e passou como um leão raivoso na minha frente, lhe soando bem no meio do nariz, fazendo seu sorriso idiota sumir num segundo. Depois saiu me arrastando para fora do Starcrash.

 

Chovia.. O suficiente para encharcar todo meu corpo. Pelo menos esconderiam as lágrimas que ameaçavam cair a qualquer momento. Contudo, mãos fortes e tranquilizadoras massageavam meus ombros arriados. 

--- Vamos, te levo em casa --- eu me sentia como um pobre esquilo que acabou de perder sua toca por causa de um caçador sem coração. Esse caçador havia chegado como quem não queria nada e acabou derrubando a arvore onde sua casinha existia, deixando o pobre animal a própria sorte.

 

Perdi meu trabalho, meu meio de sobrevivência, como iria viver agora? Droga. Bem, uma carona seria ótima, mas não a dele. Ele me fez passar por tudo isso. Se esse Apolo disfarçado nunca tivesse entrando nesse antro, eu não estaria nesta situação agora. Mas a culpa é minha, não deveria ter deixado rolar... Mas o que isso Isabella Swan, se redimindo? Perguntou uma vozinha vinda bem lá do  fundo de meu consciente. Isso não pode acontecer. Nunca lembra? Claro, mas... Minha cabeça estava barulhenta demais, incoerente até. 

 

--- Não, estou bem --- parei um instante, me sentia incompleta. Lembrei do que se tratava --- Droga, esqueci minha mochila no chão, vou pegar.

--- Deixa, eu faço isso --- quanta gentileza, pensei com meus botões. Talvez ele não fosse como eu pensava.  Deixando-me só, Edward foi buscar minha mochila. Cinco minutos depois, ele estava de volta, sorrindo. 

--- O que aconteceu, porque esta rindo? --- perguntei desconfiada.

--- Não foi nada. Aqui esta, vamos? --- olhei para ele com a minha melhor expressão de ‘vá se ferrar’.

--- Não, vou sozinha. Prefiro ir andando a ir com você --- a essa altura minhas lágrimas haviam sumido.

--- Esta chovendo muito, não seja ridícula. Sei onde mora, é bem longe daqui.

--- Como sabe onde moro, andou me espionando? --- senti medo. Será que ele é um psicopata tarado? Algum tipo de Serial Killer? Ou pior, policial?

--- Ah, por favor! Você não vai querer ir andando ou ir até o ponto de ônibus mais próximo debaixo desta chuva no estado em que se encontra. 

--- Você não sabe nada sobre mim! --- quase gritei. Típico de mim.

--- Como pode ter tanta certeza? --- perguntou cético, depois disse --- Vem, deixa de bobagem.

--- Como pode saber sobre mim, não convive comigo? Hein, responde --- o desafiei. Ele pensou por um instante e disse cheio de malicia.

--- Se pegar carona comigo, te conto tudo.

--- Mas isso é suborno. Não é justo --- parei e raciocinei uma forma de me sair bem dessa. Achei uma decente --- Vou com você, mas tem uma condição, fora as explicações que vai me dar.

--- Diga.

--- Você sob hipótese alguma irá encostar suas mãos em mim, entendeu? 

--- Porque esta com medo de mim? Medo de não me satisfazer? --- ele adora me tirar do sério.

--- Claro que não. Acha que consegue? Se não...

--- Ok, tudo por uma boa causa --- algo em sua expressão me dizia para não confiar em suas palavras. Mas eu não tinha alternativa e havia lhe dado minha palavra, não poderia voltar atrás.  Além do mais, queria saber sobre essa historia de espionagem. Então, por fim, sob esse acordo, me vi sentada no banco carona de um volvo prata magnífico. Minutos depois, quando toda a beleza do interior do carro sumiu, me virei pra ele, e exigi sua explicação:
--- Pode ir soltando tudo. Agora --- demandei. 


 


Notas Finais


Deixem comentário pessoal! Com sempre digo, é muito bom saber da opinião de vcs, mesmo que seja um critica. Até a próxima! :D


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