História SWEET WHISPERS (Jikook) - Capítulo 30


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Amor, Ansiedade, Bangtan Boys, Bts, Depressão, Jeon Jungkook, J-hope, Jikook, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Kim Seokjin, Kim Taehyung, Min Yoongi, Park Jimin, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, Suícidio
Visualizações 145
Palavras 1.886
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~AAAAAH, OLHA SÓ QUEM CHEGOU DE MADRUGADA DE NOVO ~
A fic tá de cara nova por causa da minha insônia, bateu tão forte um dia desses que decidi ir experimentando coisas novas no photoshop e saiu aquilo lá. É. Não ficou tão ruim, ficou? O tema novo ficou nesse laranja/amarelo e achei que ficou diferente, e foi o que tentei fazer, algo novo.

Também fiz capa para os capítulos e ainda estou arrumando direitinho com os devidos nomes. Só não esperei para fazer a capa de Batimentos por que estava ansiosa demais, além de saber que não são todos os meus sweeties que tem tempo durante a madrugada.

Ajeitarei as capas dos capítulos com nome logo mais e aí atualizarei por aqui. Enquanto isso, vamos ler, vamos?
E não deixem de dar uma olhada na capa nova da fic e me digam o que acharam sobre, a omma/noona suki se esforçou muito muito muitão!

Boa leitura!

Capítulo 30 - Batimentos.


JUNGKOOK

Dia 162

O jovem rapaz pálido de cabelos negros caindo sobre os olhos começava a dedilhar o teclado do lindo piano branco enquanto o spot de luz o focalizava perfeitamente. E eu, que apenas fitava a confusão da – extremamente escondida – coxia, procurava por Jimin. Sentia necessidade de vê-lo e acarinha-lo como proteção. Meus olhos procuravam pelos seus incessantemente até que o foco principal do palco fora apagado e as cortinas fechadas.

Percebo minhas mãos trêmulas e aperto os nós dos dedos em sinal de cansaço e preocupação, olhando para a plateia ao meu lado. Conseguia visualizar Kim Taehyung na primeira fileira, sorrindo largo, provavelmente em orgulho do colega, enquanto esperava a apresentação de Jimin, como eu.

Minha atenção é desviada para o rapaz pálido que até à pouco tocava piano, descendo os pequenos degraus na lateral do palco, ele ajeitava as abotoaduras da camisa social enquanto, ainda de pé, fitava o local de onde viera. Agora, que não existiam mais lugares, este se recosta em uma das paredes enquanto espera ansioso por algo.

As cortinas se abrem e meu coração palpita. Jimin está no centro do palco enquanto o spot o focaliza com precisão. As roupas pretas complementam o cabelo, agora loiro. Meus olhos se abrem surpresos. Era como a perfeita visão de acontecimentos passados, acontecimentos dos quais eu gostaria de esquecer. Seus olhos encontram os meus rapidamente.

Como um imã e metal, somos atraídos um para o outro. Ele me olha enquanto procura a confiança necessária para se mover, lhe dou um sorriso bobo e reconfortante, enquanto não tiro os olhos da mais bela visão em minha frente. O meu dançarino. A música contemporânea começa a soar, o piano se tornando evidente enquanto Jimin dá passos fortes e movimenta as pernas e braços de maneira suave. Seus pés se curvam levemente até que ele fique em sua ponta, então podendo girar graciosamente sobre suas sapatilhas de balé. O som dos tambores começa, trazendo um ar duro à música que até então era delicada. Por conta da súbita mudança, seus passos se tornam cada vez mais intensos e fortes, ele expressava dor por seu rosto, atuando. Ele sentia a música enquanto movimentava seu corpo imaculado, trazendo a audiência a si, e somente a si. Nenhum murmúrio, nenhum barulho, apenas a alta música e seus pés batendo no solo de madeira.

Ele faz truques, gira no solo e enfim dá seus saltos. Eu olhava-o com os lábios abertos, eu estava perplexo com tamanha graciosidade e perfeição. Um novo dançarino entra em cena enquanto Park se mantém sentado, abraçado às pernas.

Como uma bela peça, os dançarinos expressam emoções diferentes enquanto a música oscilava entre momentos delicados e expressivamente fortes. Park representava a visível dor, enquanto o outro rapaz esforçava-se para o trazer a felicidade. Assim que possível percebo que Hoseok entra em cena em uma das extremidades. Os três dançam em harmonia, imitando movimentos de maneira delicada. A música toma um tom tristonho e por tal motivo ambos os garotos se recolhem, deixando o personagem de Jimin desolado, enquanto se deita em solo, deixando soltar uma única lágrima em atuação. Seu peito subindo e descendo devido ao comprometimento. Fora perfeito.

As cortinas se fecham enquanto Jimin se mantém deitado, respeitando o espaço cênico, como ele mesmo me explicara.

– A partir do momento em que estou em cena, Kookie... Ah. Devo respeitar o espaço, devo respeitar o público e entrega-lo o melhor de mim. Apenas parar de atuar assim que as cortinas se fecham – Ele gesticula com as mãos, fechando-as como duas cortinas – E então eu volto a ser Park Jimin.

Os arrepios em meu corpo me tomam conta enquanto um enorme sorriso aparece, estrangulando minhas bochechas em minha face. Os aplausos foram ouvidos em coro e então todos se levantaram. Assovios e palmas eram o único som no lugar, ecoavam de maneira esplêndida. Eu precisava encontra-lo, por isso me espremo entre todo o público, passando por todo o coro de minha fileira em pé, tendo dificuldades em chegar ao final. As flores em minhas mãos não se mantinham impunes, amassadas. Apesar de que eu sabia que mesmo tal fato não diminuiria sua beleza e a admiração que Jimin sentiria assim que as visse.

Encontro Taehyung e o puxo de leve pelo braço, falando em tom elevado em seu ouvido, visto que o coro animado ainda não cessara e nenhuma nova apresentação havia começado.

– Eu preciso vê-lo, Tae – Ele imediatamente entende e sorri largo ao ver as flores em minhas mãos.

Ele aponta para a pequena escadaria na lateral do palco e eu sorrio em resposta, assentindo com a cabeça – Ali! Tecnicamente você não deveria entrar mas... Quer saber, quem liga? – Ele ajeita o colarinho de minha camisa social e me dá dois tapas no ombro, me transmitindo confiança.

Me esguio entre várias pessoas até chegar em meu destino, subindo as escadas enquanto a cortina logo se abria, dando espaço para outros dançarinos. Adentro a coxia enquanto dançarinos, cantores e instrumentistas correm de um lado para o outro. Me esgueiro ainda mais fundo procurando os dançarinos e encontro Jung Hoseok sentado em uma cadeira contra o pequeno corredor, repleto de portas e corpos apressados.

– Hobi, aonde ele está? – Falo, de maneira alta, uma vez que o som alto acomete o lugar novamente. Ele, que levava uma garrafa de água aos lábios, em espanto, dá um pequeno pulo, logo me fitando.

– Nada de um “você arrasou”, ou um “você é demais”? – Ele questiona com a sobrancelha direita levantada em um arco.

– Hobi hyung, nesse mesmo segundo, só tenho olhos para um dançarino e pretendo encontra-lo logo – Ele sorri gentil, vendo minha animação – E sim, cara, você foi ótimo.

Hoseok se levanta e me dá um abraço apertado enquanto mostra com as mãos o caminho que devo seguir até a coxia dos dançarinos contemporâneos, também me alertando sobre não entrar no local a não ser que apenas Jimin esteja nele.

Corro todo o trajeto, não diferente dos outros corpos ali, que corriam em pressa pelos preparativos. Dançarinas arrumando os penteados e cantores aquecendo as cordas vocais pelo grande fino corredor. Encontro a porta em questão e a abro de supetão, esquecendo momentaneamente do pedido de Jung. A animação falara por mim. Apesar de tal fato eu tivera sorte, Jimin estava sentado, de frente a um dos espelhos enquanto transpirava consideravelmente, um casaco branco sobre os ombros. Ele se vira para fitar a porta e novamente somos atraídos como metal e imã, areia e mar, Sol e horizonte. Seu casaco encontra o chão uma vez que ele se levanta murmurando meu nome.

Corro até o pequeno corpo, abraçando apertado sua cintura enquanto ainda segurava seu ramalhete florido, levanto Jimin e o giro pelo pequeno quarto enquanto este solta uma risada gostosa e consideravelmente alta. Ele visivelmente estava tão alegre quanto eu.

– Eu te disse, disse que tudo daria certo! – Exclamo alto enquanto o aperto em mim. Eu não gostaria de solta-lo. – Céus, você foi perfeito, perfeito!

O giro novamente em animação enquanto Jiminie esconde o rosto em meu pescoço, o abraçando.

– Ah, quase estava me esquecendo... – Exclamo, lhe mostrando e oferecendo as flores – São para você, agi.

Suas pequenas mãozinhas circulam o grande amontoado de caules verdes e Jimin vislumbra com os olhos exalando felicidade seu pequeno presente. Seu sorriso grande toma conta de seu rosto, quase fechando seus olhos e ele volta a me abraçar, ainda segurando com cuidado as flores.

Eu sentia sua pele quente e húmida, sentia seu coração bater forte dentro do peito, enquanto o meu – não tão diferente – clamava por mais um aperto, mantendo o corpo do menor colado ao meu.

Assim que separados ele segura meu queixo e beija meus lábios com paixão, me aproximando ainda mais de si. Sua língua quente adentra meus lábios se contorcendo entre a minha, conhecendo cada canto do espaço que já era todo seu. Seus dedos rechonchudos trilham caminho até meus cabelos enquanto sua outra mão abraça o amontoado de flores com cuidado. A falta de ar nos acomete, devido ao beijo demorado e intenso, nos separamos e encostamos nossas testas.

Nosso sinal pessoal de cumplicidade.

– São tão lindas, Kookie-ah... – Ele murmura, apertando levemente as flores em seu corpo, suspirando e fechando os olhos, ainda com sua testa colada a minha.

Aproveito do momento para trilhar caminhos por sua mandíbula com as pontas de meus dedos, lhe causando um arrepio visto que o menor estremeceu em meus braços. Enlaço meu outro braço em sua cintura, o apertando a mim com possessão e ardor.

– A única coisa linda que vejo é você, meu pequeno – Seus olhos se abrem e seu sorriso parece dobrar de tamanho, assim como o meu. Aproveito para o levantar e girar novamente o causando novos risos gostosos e melodiosos.

– Jungkookie, me deixe no chão! – Ele soltou entre risos. Assim que o aterrisso no piso esbranquiçado, a porta se abre novamente, e desta vez, o pianista entra no lugar.

Ele me olha com um misto de vergonha e raiva. Sua expressão logo se suaviza ao ouvir a voz do menor entre nós três.

– Yoongie, você foi tão bom... – Ele dizia, se aproximando do pálido, ainda carregando as flores – ...No palco eu apenas consegui chorar por que sua melodia ecoava na minha cabeça, era tão delicada.

Eu olhava para os dois e analisava-os. Jimin, como sempre, sendo um eterno gentil o elogiava mas não o encostava. O ambiente emanava uma atmosfera levemente constrangedora, como se o maior não fosse capaz de abrir os lábios e deixar-se se expressar por meio de palavras, Jimin se encolhia com as flores em seu colo, olhando para o chão.

E eu? Bem, eu acariciava o interior de minhas bochechas com a língua.

– Jimin, o que é isso no seu nariz? – O menino pálido e particularmente, com cara de poucos amigos, diz. Automaticamente me viro para os dois garotos e Jimin se vira para meu lado, afim de olhar seu reflexo no espelho. Meu corpo estremece automaticamente.

Ele se aproxima vagarosamente olhando o espelho, enquanto eu e o garoto pianista o olhamos paralisados. Consigo claramente ver o sangue escorrer por seu nariz devagar. Inicialmente, quase imperceptível, mas agora chegara em seu lábio superior. Park acaricia o próprio sangue com o dedo indicador e médio, visivelmente confuso, e em seguida os olha enquanto sujos.

Meu corpo está paralisado. Apesar de preocupado com meu amado, toda a atmosfera se transformou de constrangedora para tensa. Quando Jimin se aproxima o suficiente de um dos espelhos da sala, sendo vigiado por dois olhares vigilantes e preocupados, suas orbitas se inclinam para dentro de sua caixa craniana e seu corpo é jogado para baixo, inconsciente.

Antes que o pequeno e inocente corpo tocasse o chão, o agarro firme em meus braços enquanto sinto meu coração desenfreado interiormente chamar por seu nome. O menino se aproxima mas no presente momento ele não me era importante. O ciúme, a confusão e a ligação de ambos não me era importante. A única coisa importante para mim era salvar meu pequeno, agora em meus braços.

Seguro em seu pulso afim de chegar seus batimentos, assim não conseguindo identifica-los, a não ser uma leve vez ou outra. Me vejo de joelhos com seu corpo, aproximando seu peito de minha orelha, assim tentando escutar seu coração responder ao meu chamado quase silencioso.

– Jimin...


Notas Finais


NÃO ME MATEM.

Não chamem a omma de vocês de louca, mas já estou escrevendo e guardando capítulos de uma história nova. É só uma ideia inicial e por isso não a começarei agora, até por que estou atrasada nas outras. Então eu adiantarei bem as outras histórias e finalizarei Sweet Whispers antes da que virá logo logo saindo do forninho da Giovanna (piada velha mas de coração).

HALO AND WINGS (Yoonmin/Jikook): https://spiritfanfics.com/historia/halo-and-wings-jikook--yoonmin-9179056

TIED TO THE MOON/ ATADO À LUA (Jikook - ABO): https://spiritfanfics.com/historia/tied-to-the-moon-jikook--abo-9368639


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