História Sweetjimin - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Híbrido, Hybrid, Killercypher, Neko, Vhope, Yoonmin
Exibições 2.099
Palavras 3.187
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas :3

LEIAM AS NOTAS FINAIS, PFVR <3

Capítulo 9 - Ciuminho


Fanfic / Fanfiction Sweetjimin - Capítulo 9 - Ciuminho

MIN YOONGI

Meu prédio.

8 de Agosto de 2018, 3:52 a.m.

Foi um sacrifício conseguir tirar Jimin do carro e traze-lo até o apartamento. O híbrido começava a espernear e se debater em meus braços, me fazendo colocá-lo no chão quando entramos no elevador. Começou a fazer uma birra tremenda, com direito a bateção de pé e xingamentos que, embora fossem bobos e nem comparado aos que eu usualmente falo, estavam me irritando. Graças ao bom Deus estávamos chegando ao nosso andar.

– AÍ, MEU DEUS, JIMIN! JÁ CHEGA! – Falei estourando, fazendo com que ficasse quieto na hora e me olhasse com aqueles olhinhos arregalados. Suspirei e voltei a olhar para as portas de metal, fazendo uma breve pausa. – E saiba que cara de pastel ou de pamonha não é um xingamento. – Finalizei, agradecendo aos céus por termos chego ao nosso andar.

Jimin deu um grunhido baixo e saiu pisando duro do elevador, tomando a frente. Até que, de repente, ele se joga no chão e fica ali deitado no meio do corredor. Apertei meus olhos com o indicador e o polegar, perguntando à Deus o que eu havia feito pra merecer isso.

Misericórdia, eu apenas queria buscá-lo na casa de Jin, voltar para a minha e dormir até a hora que me desse na telha. Mas não. Claro que não. Eu tinha um híbrido bêbado pra cuidar.

– Jimin... – Falei já cansado. – Por que diabos está no chão?

– Jimin está protestando. – Então começou a cantarolar uma música qualquer.

Fiz uma cara fingindo que ia começar a chorar e olhei para cima, perguntando por que sem pronunciar as palavras.

– Eu vou me arrepender muito disso, mas... Você está protestando pelo quê?

– Pelos direitos dos híbridos livres! – Socou o ar com o punho, como aqueles políticos costumavam fazer.

– Que diabos de direitos, Jimin? – Abri meus braços e balancei minha cabeça tentando entender aquele absurdo. – Você já é livre, seu gato pirado!

– Você não deu a meia para o Jimin! – Falou levantando a cabecinha para me olhar e depois a deitou novamente.

– Que porra de meia voc- AH! – Exclamei, lembrando da conversa que tive com Jungkook e ele no celular quando precisei deixar Jimin pra trabalhar. – Não acredito que Jungkook fez você assistir a todos os filmes do Harry sei lá o quê. – Grunhi e me aproximei mais dele. – Quer saber, esquece. Só levanta logo daí, vai.

– NÃO! – Gritou, me fazendo manda-lo calar a boca por medo de algum vizinho acabar acordando aquela hora. – Jimin vai ficar aqui e continuar protestando até Suga se desculpar.

– É O QUÊ? - Exclamei indignado. – E eu tenho que me desculpar pelo quê?

– Por ter estragado a festinha do Jimin! – Falou com um biquinho nos lábios.

– Mas que... – Bufei frustrado. – Levanta logo, Jimin! Agora!

– Nananinanão!

– Tudo bem, se você não levantar vou te levar arrastado para o apartamento. – Fiz uma pausa, mas nem sinal de que ele iria desistir. – Foi você quem pediu. – Me abaixei e segurei ambos os seus tornozelos, lhe arrastando pelo piso de madeira encerado.

– LARGA O JIMIN! – Começou a se debater, até que alguma coisa caiu de seu bolso. Calma, eu conhecia aquilo.

Me abaixei e peguei o pacotinho quadrado acinzentado. Jimin sentou apressado, se levantando na mesma hora que eu.

– O que diabos é isso, Jimin? – Perguntei entredentes, o olhando com o cenho franzido.

– Ahm... Balinha? – Soltou um riso nervoso seguido por um sorriso. Pela sua expressão aquele híbrido sabia exatamente o que era aquilo.

– Que balinha que nada! – Esbravejei, o fazendo encolher de susto. – Acho bom você me explicar direitinho o que porra essa camisinha estava fazendo no seu bolso!

– É que... – Coçou o alto da cabecinha, provavelmente pensando em uma desculpa. – Jimin jurou de dedinho, Suga... – Falou com um bico imenso.

– Se você não me contar exatamente o que aconteceu, vai ficar de castigo para o resto de sua vida, Jimin! E não estou brincando! – Esbravejei.

Ele ficou me encarando com seus olhinhos começando a lacrimejar, até que me surpreendeu, me abraçando de modo desajeitado e desatou a falar. 

– O Jimin realmente achou que era balinha, mas ai descobriu que não era balinha, que era camisinha. Só que o Jimin não sabia o que era camisinha, então o Kookie e o Joonie explicaram pra que servia, aí o Joonie disse que não usava com o Jin porque sabia que ele não podia ficar grávido e que não tinha doença, então o Jimin perguntou se o Suga tinha doença porque o Jimin sempre dá beijinho no Suga, mas aí o Kookie perguntou se eu tinha beijado o Suga de verdade, então o Jimin mostrou como faz com o Suga. Só que o Jimin jurou de dedinho que não ia falar e agora o Jimin é um gatinho muito horrível que quebrou uma jura de dedinho!

– VOCÊ FEZ O QUÊ? – Perguntei indignado com aquilo, o afastando o suficiente para ver seu rosto, agora molhado por algumas lágrimas. Eu estava completamente sem reação para aquilo.

– O Ji-Jimin quebrou uma jura d-de dedinho e é um g-gatinho horrível... – Respondeu entre soluços, fazendo um beicinho.

– Não isso, você fez o que com o Jungkook?! Você beijou ele do mesmo jeito que faz comigo, foi isso mesmo que eu entendi?! – Perguntei começando a finalmente ficar furioso.

– O-O quê? M-Mas-

– Eu não acredito que você beijou o Jungkook, Jimin! – Bufei enquanto segurava firme seus ombros. – Eu vou matar aquele moleque! Ah, se vou!

– Mas f-foi o Jimin que be-beijou, e-

– Não me interessa, Jimin! Você é meu, não tem nada que sair beijando a boca dos outros por aí! Eu não vou mais deixar ele cuidar de você e- AÍ! – Exclamei ao sentir seu punho em meu peito. Limpou as lágrimas e bateu de novo, me olhando furioso. – Qual é o seu problema? Por que está me batendo?

– O Suga é muito... muito... Argh! – Grunhiu e agora seus pequenos socos começaram a ser mais frequentes. Com muita dificuldade, consegui segurar seus pulsos. – Solta o Jimin! Suga não tem esse direito! Não pode brigar com o Jimin nem com o Kookie já que você faz muito pior com o Hobi que eu sei! SOLTA AGORA, SUGA! – Puxava com força os bracinhos tentando se desvencilhar, mas foi em vão, pois meu aperto estava firme.

– Do que você está falando, Jimin? – Perguntei genuinamente confuso. – Que coisa pior que eu fiz?!

– Quando você deixou o Jimin na casa do Jin e foi atrás dele! – Fungou com o lábio inferior tremendo. – No dia seguinte o Suga estava com o cheiro do Hobi! VOCÊ ESTÁ FAZENDO DODÓI NO JIMIN, SUGA! SOLTA! – Então percebi que estava apertando demais seu pulso e finalmente o soltei.

O híbrido pegou as chaves que tinham caído no chão com todo aquele alvoroço e entrou rápido no apartamento.

Fui atrás dele, o segurando quando cambaleou para o lado e colocou a mãozinha na cabecinha, gemendo baixinho de dor.

– Vamos, vou te dar um banho. – Falei preocupado por ele ainda estar um tanto bêbado.

– Não, Jimin não precisa do Suga. – Se afastou de mim tentou andar novamente, ficando meio tonto e se apoiando na parede. Me aproximei rápido e ele tentou novamente se afastar. – SAI, SUGA! – Gritou manhoso. – Deixa o Jimin em paz!

– Pelo amor de Deus, Jimin... – Suspirei exausto, quase sem força na voz. – Me deixa cuidar de você, gatinho... – Fiz uma breve pausa, olhando aquela carinha chorosa e tristinha. – Eu estou extremamente cansado, Jimin. Hoje foi um dia cheio! Só me deixe, por favor, te dar banho... Por favor...

Ele ficou me encarando por alguns segundos até que engoliu em seco e assentiu minimamente. Suspirei aliviado, pois não aguentava mais toda aquela birra.

Jimin caminhou devagarinho à minha frente, com minha mão na curva de suas costas. Fui até a banheira e comecei a enchê-la com água morna. Caminhei até a porta e a fechei, voltando minha atenção para o híbrido agora, que me olhava meio receoso, como se travasse uma luta dentro de si sobre me deixar dar banho nele ou não. Mas nenhum dos dois disse nada, tudo foi feito num silêncio que não chegava a ser confortável, mas nem era algo a ponto de ser desconfortável.

O olhei nos olhos, numa pergunta silenciosa que o gatinho havia assentido.

Segurei a barra de sua camiseta e a puxei para cima, tirando com facilidade desde que o mesmo havia levantado seus bracinhos para me ajudar. Olhei para sua calça jeans de lavagem clara e engoli em seco, respirando fundo. Abri o botão e desci o zíper, logo em seguida a puxei, me agachando para tirar seus pezinhos da mesma. Jimin segurou em meu ombro até finalmente conseguir se livrar do pano pesado. Coloquei ambos os indicadores em cada lado de sua cintura, adentrando o cós da boxer vermelha e a livrando dela.

Me endireitei apressadamente e fui até a banheira, desligando a torneira e verificando se a água não estava muito quente ou muito fria. Maneei a cabeça, pedindo para que o gatinho entrasse na banheira, e assim o fez.

Peguei uma esponja fofinha em forma de patinho que eu havia comprado para ele quando fui fazer compras. Coloquei sabão com aroma de 'neném', como diz ele, e comecei a esfregar suas costinhas, seus ombros, bracinhos e assim o corpinho inteiro dele. Embora Jimin fosse um gatinho todo fofinho, ele tinha um corpo de fazer a mente de qualquer um perder a sanidade, mas, naquele momento, pensamentos de segundas intenções não passavam pela minha cabeça. Ele estava evidentemente tristinho comigo e talvez até mesmo magoado, e tudo porque eu estava com o cheiro do Hobi que nem mesmo eu havia notado que estava.

Depois que lhe enxaguei, comecei a lavar seu cabelo negro macio, o vendo fechar os olhinhos e ronronar baixinho. Comecei a enxaguar, tomando todo cuidado para que não entrasse água em suas orelhinhas.

– Prontinho, gatinho. – Falei baixinho. – Já pode sair.

Me afastei rapidamente para pegar a toalhinha felpuda de toquinha com desenhos de barquinhos que estava pendurada no gancho e me voltei para ele - que já estava fora da banheira. Comecei a secar todo seu corpinho com cuidado, e comecei a secar o cabelo. Depois de alguns poucos minutos, deixei a toalha em cima de sua cabecinha e fiquei o encarando, até que ele me encarou de volta, com aquele par de olhinhos que continham um leve brilho de tristeza. Aquilo acabava comigo.

– Eu não sei o que você acha que eu fiz ou deixei de fazer com o Hobi... – Comecei. – Mas não aconteceu nada.

– Mas... Mas o Suga tinha o cheirinho dele... – Falou tão baixinho e melancólico que, se não estivesse tão próximo dele, quase não teria ouvido. – Jimin sentiu com o narizinho. – Fez um beicinho, me fazendo dar um sorriso fraco.

– Hobi é meu amigo há muito tempo, Jimin. Ele esteve comigo quando mais precisei, e eu retribuo isso estando ao lado dele sempre que precisa... – Expliquei. – Nós temos uma história juntos, e sempre vamos ter, mas você precisa entender que é só isso, gatinho... – Tirei a toalhinha de sua cabeça e fiz carinho atrás de sua orelhinha, ouvindo outro ronronar.

Jimin me abraçou, apertando forte seus bracinhos em torno de meu tórax, pressionando a bochecha farta no mesmo. Não me importei com seu cabelo molhando minha camiseta, e afaguei os fios molhados, meio desconfortável com aquilo.

Não é que eu não gostava de Jimin tão próximo à mim, mas é que era um tanto quanto desconfortável pra mim demonstrar ou retribuir um pouco que fosse de carinho. Eu me surpreendia com o fato de acordar apertando ele contra mim nas vezes em que dormiu comigo.

– Agora vamos te vestir pra você dormir. – Falei o afastando delicadamente de mim. – Vá indo colocar o pijama enquanto eu tomo banho.

Me soltou e saiu do banheiro. Tomei um banho rápido e amarrei uma toalha na cintura enquanto eu esfregava outra em meu cabelo, o secando. Entrei no quarto e me deparei com a cena mais fofa que eu já havia visto em toda a minha vida.

Jimin estava sentado na beirada da cama, assistindo a um desenho qualquer na TV, vestindo um pijama de pezinhos estampado com ursinhos e patinhas marrom que Jin havia lhe comprado. Talvez eu nunca admitisse isso em voz alta, mas Jimin era a coisinha mais fofa que já vi e tive na vida, ainda mais quando estava tristinho, pois eu já havia percebido que era quando ele ficava mais manhosinho que nunca.

Me troquei rapidamente, colocando uma boxer preta, uma calça de moletom cinza e uma camiseta branca. Caminhei até Jimin, ficando em sua frente, o vendo franzir levemente o cenho por eu estar atrapalhando sua visão do desenho animado.

Ver aqueles olhinhos me fazia querer agir de modo que eu não era acostumado, e com ele vestido daquele jeitinho, todo dengosinho, não ajudava nenhum pouco em manter minha postura fria de sempre. Ele era irresistível. Em todas as suas formas de ser, desde fofo à sexy sem perceber.

Antes que eu pudesse repensar em fazer tal coisa, eu já havia me abaixado e dado um beijinho na pontinha de seu narizinho, o fazendo se surpreender, mas sorrir de um jeito adorável, transformando seus olhinhos em um par de risquinhos. O que não durou muito, já que ele fechou a cara, jurando estar fazendo a expressão mais assustadora do mundo, e inflou as bochechas, cruzando os bracinhos.

– Jimin ainda está 'brabo' com o Suga. – Finalizou com seu típico biquinho, me fazendo rir fraco.

– Certo. Venha, vou te dar alguma coisa pra comer. – Peguei sua mãozinha e o puxei até a cozinha.

– Mas o Jimin quer dormir agora, Suga... Jimin tá com soninho... – Falou manhoso, coçando o olhinho.

– Você precisa comer alguma coisa para diminuir o teor de álcool. Agora senta aí e espere eu esquentar o leite pra você.

Enchi até a metade da caneca com leite e coloquei por alguns segundos no micro-ondas, que, assim que apitou, tirei e despejei um pouco de achocolatado, misturando e deixando um pouco de lado, indo até o pote de cookies em cima da pia e colocando uns três num pratinho. Peguei a caneca junto com o pratinho e coloquei na frente de Jimin.

– Vamos, coma. – Me sentei na sua diagonal, apoiando o rosto na mão, não me aguentando em pé.

Jimin pegou a caneca dando um pequeno gole e depois pegando um cookie.

– Você sabe que está de castigo, certo? – Perguntei, o vendo fazer uma cara de espanto com o biscoito entre os lábios.

– HUH?! Mas por quê? – Choramingou. – Jimin não fez nada, Suga...

– Ah, não fez nada?! – Perguntei irônico. – Quero que me entregue o celular antes de dormir.

– Mas-

– Sem mas! – O interrompi. – Agora termine de comer e vá escovar os dentes.

Bufou, mas fez o que pedi.

Enquanto escovava seus dentes no banheiro, eu estava deitado na cama, com o braço direito atrás da cabeça, zapeando pelos canais da TV, até que o híbrido apareceu em meu quarto, me estendo o celular com uma expressão emburrada. O peguei e coloquei sobre o criado mudo.

– Certo, já pode ir dormir. - Falei por fim, desligando a TV. Eu estava necessitado de um bom sono.

– Ahm... Suga?

– O que foi? - Perguntei enquanto ajeitava meu travesseiro.

– Será que o castigo do Jimin pode começar só de manhã?

– Por quê?

– É que... Jimin quer dormir com o Suga. – Falou baixinho, olhado para seus pezinhos cobertos pelo pijama.

– Achei que estava bravo comigo. – Falei tentando não rir.

– Mas... Ah, Suga... – Choramingou. – Deixa o Jimin dormir aqui, por favorzinho... – Fez beicinho. 

O olhei com aquela expressão, juntamente com aquele seu pijama um tanto infantil. Mesmo que eu quisesse não daria para resistir a ele.

– Hm... Não sei não... – Resolvi tortura-lo um pouquinho com a expectativa. – Tudo bem, vai. Mas de manhã seu castigo começa de qualquer jeito, hein?!

Deu um sorriso amplo e assentiu freneticamente, subindo e engatinhando na cama, adentrando debaixo da coberta. Se deitando por fim, comigo fazendo o mesmo logo depois.

Apaguei a luz do abajur e me deitei de barriga para cima.

– Suga? Já está dormindo? – Quebrou o silêncio depois de alguns minutos.

– Quase. – Falei arrastado.

– Suga não fez nada mesmo com o Hobi...? – Era nítido em sua voz que estava receoso com a minha confirmação.

– Não Jimin. Ao contrário de você que beijou e estava se esfregando com o Jungkook, eu não fiz nada.

Ouvi uma risadinha escapar dele, me fazendo o olhar com o cenho franzido.

– Tá rindo do quê?

– Suga está com ‘ciuminho’ do Jimin. – Começou a cutucar com seu indicador gordinho de modo provocativo o meu braço.

– Quê? Que ciúmes o que, seu gato doido, eu hein. Vê se dorme logo. – Me virei, ficando de costas para ele.

Senti um calor em minhas costas, e um bracinho juntamente com uma perninha se jogar por cima de mim, me apertando contra si.

– Está me achando com cara de urso de pelúcia por acaso, Jimin? – Esbravejei.

– Não... Mas o Suga é fofinho e gostosinho de apertar e abraçar que nem um. - Respondeu abafado em minhas costas.

– Você é um gato muito do abusado.

– E o Suga é muito do ciumento.

Grunhi e me virei com tudo para ele, me apoiando no cotovelo, o fazendo rir de modo infantil e colocar os bracinhos na frente do peito de modo defensivo.

– Eu não estou com ciúmes de você! 

– Tá bom, Suga. Jimin acredita. – Falou tentando conter o riso.

Grunhi e me virei novamente de costas para ele, o fazendo voltar a posição de antes.

– Ciumento sim. – Falou baixinho, dando uma risadinha. Resolvi ignorar aquilo, pois renderia o resto da madrugada inteira e eu estava exausto. – Boa noite, Suga! Jimin te ama! Durma com os anjinhos.

Um sorriso involuntário se abriu em meu rosto com o pensamento que tive. Eu jamais, nunca, em toda a minha existência, iria admitir isso em voz alta, mas eu já estava sim dormindo com um anjinho. Era constrangedor até mesmo pensar isso, mas era verdade.

– Durma bem, meu anjinho. – Sussurrei de modo quase inaudível assim que senti sua respiração ficar leve e deduzi que estava dormindo.

Suspirei me aconchegando no travesseiro e sentindo seu calor, não demorando muito a pegar no sono.


Notas Finais


Primeiramente: EEEEE CHEGAMOS AOS 500 FAV!!!! VOCÊS SÃO TÃO PRECIOSOS MDS QUERO VOCÊS PRA MIM!!
Segundo: Tô quase terminando de responder aos comentários anteriores, amém! <333

É isso! Obrigado pelos favoritos e pelos comentários amorzinhos <3
Até o próximo capítulo ;3


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