História Switched Destinations - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~HailsdrewB

Postado
Categorias Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Chris Evans, Christian Beadles, Jaden Smith, Jessica Alba, Justin Bieber, Miranda Kerr, Ryan Butler, Scarlett Johansson
Personagens Alfredo Flores, Caitlin Beadles, Chaz Somers, Chris Evans, Christian Beadles, Justin Bieber, Justin Foley, Ryan Butler
Tags 18 Anos, Criminal, Justin Bieber, Policial
Exibições 11
Palavras 2.335
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


ah não aguentei espera para amanhã .. aqui está o.primeiro capítulo .
boa leitura!

Capítulo 2 - Somos Orfãs


Narrador. Pov.
Em um dia normal de uma segunda feira o gerente de 35 anos prepara um café simples para suas duas filhas que irão para o colégio daqui a algumas horas, ele era solteiro e criava as duas com muito amor e carinho.


Steve pov.
Levantei cedo naquela manha de segunda, tinham que preparar o café para minhas duas filhas, elas eram tudo para mim. As crio desde que eram recém nascidas, desde que minha ex mulher foi embora e eu nunca entendi o motivo. Tomei meu banho e me troquei fui até a cozinha e preparei tudo como elas sempre gostaram. Terminei tudo e fui em direção ao quarto onde as duas dividiam, abri lentamente a porta e entrei sem fazer barulho, fiquei no meio das duas camas e vi-as dormindo como se fossem dois anjos indefesos que estavam descansando, Minhas filhas meu maior tesouro, fiz de tudo nesses 14 anos para poder cria las e dar tudo do bom e do melhor para que não faltasse nada, mais nem sempre eu consigo fazer isso. Suspirei e me abaixei ate a cama de Hilary.
- Bom Dia minha princesa, já esta na hora de ir para o colégio. - passei minhas mãos sobre o seu rosto.
- Bom dia papai- falou com voz de sono.
- levante e tome banho e vá tomar o café – notei que ela estava ainda de olhos fechados- vou chamar sua irmã. Levantei da cama de Hilary e fui até a cama de Hannah.
- Filha minha pequena, acorde já esta na hora de ir para o colégio. – dei um beijo em sua bochecha.
- Bom dia papi- ri sem mostrar os dentes e sem fazer som, adorava o jeito que ela me chamava, ela espreguiçou e se levantou da cama coçando os olhos.
- vou aguardar as duas na cozinha para tomar café juntos
- sim senhor – disse em coro e riram- ri também e sai do quarto e fui para a cozinha colocar as coisas na mesa enquanto elas tomavam seus banhos.
Não demorou muito para que as duas entrassem na cozinha prontas, se sentaram cada uma em seu lugar e tomamos o café em silencio. As horas de manha passam rápido, elas terminaram de tomar café, preparei o lanche delas e as acompanhei ate o portão e me despedi as duas com beijo no rosto de cada uma.
- amo vocês minhas razões de viver. - falei as abraçando forte- parecia que algo me dizia que não ia mais vê las novamente e que aquele era o ultimo dia, a ultima hora, uma sensação estranha.
- também te amamos papai, muito- disseram novamente em coro.
- agora vão, pois o ônibus esta vindo já – avistei o ônibus escolar virando a esquina.
- Ai pai, porque temos que ir de ônibus em?- Hannah se manifestou – Eu não gosto.
- Porque aqui é muito perigoso para você e sua Irmã minha filha.
- sempre esse papo- foi a vez de Hylary resmungar.
-Sabe que faço isso para a segurança de vocês e fim de papo vão antes que percam o ônibus.
- ok papai, sei que você pensa no melhor para nós- Hylary disse – vamos Hannah ou vamos nos atrasar.
- Ok, Vamos ne, te amo papi- Hannah deu um sorriso e ela puxou a Irmã e correram ate o ponto onde o ônibus parava.
Observei minhas preciosidades entrarem no ônibus, entrei novamente em casa peguei minhas coisas para o trabalho, as chaves do carro e tranquei a casa, sai ate o carro destravando o alarme e entrando , liguei o carro e sai em direção ao banco que trabalhava.


Narrador pov.
Sr Steve Depp era o gerente do banco central do Canadá, graças a esse cargo que conseguia criar as suas filhas, mais não era somente isso que o ajudava, vamos dizer que ele tinha umas coisas escondido e que quase ninguém sabia.
Quando ele chegou ao seu local de trabalho foi ate a sua empresa e ligou para seu melhor amigo Jeremy Bieber para ver se o trato que os dois tinham estava ainda de pé, pois ele estava com uma incerteza e não queria que suas filhas ficassem sozinhas no mundo.
O dia daquela família estava passando normalmente bem, como todos os demais dias comuns, mais algo terrível estava prestes a acontecer. Enquanto Steve trabalhava preocupado com uma sensação horrível seu maior inimigo Nick Horps ( loki) planejava sua morte . Parece que dessa vez essa pequena família iria se separar.


{....}


Depois de um dia cansativo de trabalho Steve voltou para a casa e viu que sua casa estava diferente.


Steve pov.
O dia foi cheio e cansativo para mim, precisava ir para casa preparar o jantar para minhas princesas, elas estudavam o dia inteiro então chegariam famintas. Sai como de costume no mesmo horário e fui em direção ao meu lar lentamente, estacionei em frente de casa e sai indo ate o portão e adentrando na minha residência, quando entrei em casa que passei pela porta principal tive outra sensação estranha e notei que minha casa estava bagunçada, achei aquilo muito estranho. Veio a minha cabeça um assalto mais quando pensei em pegar meu celular ouvi umas risadas e alguém bater palmas atrás de mim. Sim eu se lembrava daquela risada, respirei fundo e olhei para trás.
- Ora se não é o ilustre Steve Horps o maior matador de aluguel e viciado do caralho que finge ser um simples gerente de banco- loki falou rindo da minha cara.
- o que faz aqui loki e como me achou?- perguntei assustado, mais tentei não demonstrar medo.
-Só vim ver como você esta e resolver um assunto pendente- o vi pegar uma arma de trás dele.
- eu não te fiz nada, estou vivendo em paz – falei com ainda mais medo. - ele riu da minha cara
- não fez nada Horps – riu mais ainda- NÃO FEZ- gritou – VOCÊ SIMPLESMENTE ME DEIXOU SOZINHO E VEIO PARA ESSA MISERAVEL VIDA E AINDA ME DEVENDO DINHEIRO, VOCÊ VAI MORRER SEU OTARIO.
- Loki eu não te devo nada e quero ficar em paz cuidando das minhas duas filhas.- falei quase chorando
- Assim, suas maravilhosas e lindas filhas- ele passou a mão em seu maxilar- seriam pelas vadias para darem para mim todas as noites.
- Por favor, faça o que quiser comigo mais deixe minhas filhas em paz- agora eu estava desesperado
- esta bem Horps, vou deixa las pelo respeito a amizade que tínhamos a anos atrás- falou olhando para a foto das suas que estava em um porta retrato em suas mãos- mais você vai ter que vir comigo.
- Eu irei aonde você quiser só as deixe em paz- supliquei
- ta, ta, eu as deixarei, agora vamos andando senhor- fez gesto de reverencia – eu nada disse somente caminhei na direção que um de seus capangas me mandou ir e caminhei ate a frente da minha casa. Sabia que ali era o meu fim, eu nunca deveria ter me envolvido em uma coisa assim, mais deixei essa vida quando Margot me deixou com Hannah e Hylary, pensei que teria paz, mais quando a gente entra nesse mundo do crime não tem mais como se safar.

- pode começar a rezar Steve porque sua hora é agora- apontou a arma para mim. – mande lembrança ao meu amigo la no inferno por mim- sem ao menos dizer uma palavra ouvi um tiro e minhas vistas se escurecendo. Eu tinha acabado de deixar minhas pobres e indefesas princesas órfãs, agora sem mãe e sem pai, Deus sabe para onde iriam.


Narrador pov.
A vida de Steve acabara naquele momento, suas filhas estavam agora sem nenhuma pessoa para cuidar delas, estavam no mundo só sem ninguém que pudesse ampara las. A morte dele não foi silenciosa, depois que Loki o matou saiu dando disparos para cima enquanto andava em alta velocidade pelas ruas do bairro, ele estava feliz, pois mais um tinha sumido do seu caminho.



Hylary pov.
O dia no colégio tinha passado rápido, eu queria chegar o quanto antes em casa para descansar e ver meu pai, estava com uma sensação e uma dor no peito o dia inteiro, como se algo de ruim tivesse acontecido. Quando o sinal tocou guardei meu material rapidamente e puxei Hannah e saímos do colégio correndo para ir embora, não íamos voltar de ônibus aquela sensação estranha estava me consumindo por inteira. Corri e cheguei rapidamente em minha casa mais naquele momento desejei nunca ter voltado e visto aquela cena que me assombrara ate os últimos dias da minha vida.


[...]


Dois Anos Depois.
Minha vida tinha mudado completamente, faz exatamente dois anos que vim com minha irmã morar com minha tia avo no Brasil, pois depois que meu pai a única pessoa que eu tinha na vida morreu e éramos de menores não podíamos ficar la, só que era praticamente um saco, não podíamos fazer nada.Estou com 16 anos, uma menina infeliz e assombrada todas as noites, Hannah também não dorme, acordamos todas noites gritando lembrando daquela cena.

Flashback on*
Hannah e eu andávamos feito locas pela rua querendo chegar logo em casa mais algo nos impedir de chegar la aquela sensação horrível só aumentava.Quando dobramos a esquina vimos um homem estranho apontando a arma para meu pai, pensamos em correr mais Joseph e Jeff nos seguraram e não deixavam avançar.
- pode começar a rezar Steve porque sua hora é agora- apontou a arma para mim. – mande lembrança ao meu amigo no inferno por mim. e disparou dois tiros contra o peito do meu pai que caiu como uma pena no chão, logo depois saiu rindo e atirando para cima em seu carro nojento e luxuoso, não agüentei meus olhos se encheram se lagrimas e desabei nos braços de Joseph e cai ao chão em choque, fiquei ali por alguns minutos ate sair só choque e olhar para o lado e ver Hannah chorar abraçada a Jeff . Não pensei duas vezes e levantei com dificuldade me livrando dos braços de Jeff e corri ate o corpo do meu pai, minha Irmã fazia o mesmo. Assim que cheguei cai de joelhos ao seu lado e meus olhos se encheram novamente de lagrimas.
- PAAAI NÃO ME DEIXA POR FAVOR- gritava em desespero – Por favor – chorava mais ainda debruçada em seu corpo todo cheio de sangue.
- PAPAAI, VOLTA PARA A GENTE – Hannah chorava comigo- NÃO VAMOS SOBREVIVER SEM VOCÊ.
Jeff e Joseph nos abraçaram para nos dar conforto, mais nada adiantaria nosso pai, nossa única família tinha partido dessa vida e não tínhamos mais ninguém. Abraçamos novamente o corpo do nosso pai e chorávamos como se fossemos morrer ali com ele, mais as sirenes da policia e da ambulância soaram aos nossos ouvidos, e fomos afastadas do corpo do nosso pai e levadas para longe dele.
Meu mundo tinha acabado naquele momento, nem deixaram enterrar nosso pai direito e estavam nos levando para um orfanato, para ficarmos la ate os 18 anos. Eu queria morrer com ele não suportaria viver só sem ele, meu herói.
Ficamos uma semana no orfanato, já estávamos meio que nos acostumando, mais a assistente social nos avisou que íamos para o Brasil morar com uma tia avo que tinha conseguido nossa guarda ate completarmos 18 anos. É mais uma vez nossa vida bagunçou inteira, tínhamos que viver em um lugar diferente, longe de onde nascemos e com uma pessoa que era nosso parente mais nem conhecíamos.
Flashback off**


Hannah pov.

Minha irmã e eu nunca íamos nos acostumar com a idéia de que meu pai tinha morrido e estávamos sozinhas, morando de favor com uma velha chata, desculpe minha tinha avo Mariáh. No começo confesso que ela começa a nos maltratar e desprezar, só nos tratava bem na frente dos estranhos e da assistente social, mais ela mudou com o passar do tempo e o descobrimento da doença de câncer ela começou a ficar mais amorosa. Só o que é bom duro pouco não é, com a doença e a previsão da morte de aminha tia, recebemos a noticia que voltaríamos a morar no orfanato se ela chegasse a falecer mais eu e Hylary na desejávamos que ela morresse não pelo fato de não voltar a morar no orfanato e sim por ela se arrepender e cuidar em de nos.
Na tarde de quinta feira dia 20/04/2017, uma assistente social e um advogado bateram em nossa porta.
- Boa Tarde senhora Depp, sou a assistente social Gomez e este é o advogado Rogers e queremos conversar com a senhora e suas sobrinhas.
- Boa Tarde, do que se trata?- minha tia perguntou com um pouco de dificuldade.
- Bom como foi nos notificado que a senhora passa por momentos delicados, viemos notificar que as menores já tem novas guardas decretadas. - o advogado Rogers se pronunciou.
- E quem seria essa pessoa?- Hylary perguntou olhando para mim e para o advogado.
- São pessoas que seu falecido pai pediu para que cuidassem de vocês se algo acontecesse- a assistente explicou.
- nomes, eu quero os nomes- Hylary estava brava.
- Desculpe senhorita, mais não posso lhe dar esta informação, somente viemos trazer a intimação e leva las para Las Vegas, pois esse será o novo endereço de vocês agora- ela estendeu a carta para minha tia que abriu e começou a ler.
- Certo, minhas queridas- ela nos olhou- vão ter que ir com eles nesse exato momento – seu olhar era triste
- Mais- Hylary ia falar algo mais a olhei em sinal de reprovação e ela saiu chorando para o quarto.
- Como notificado tenha uma boa tarde senhora Depp – o advogado e a assistente cumprimentaram minha tia – senhorita – os cumprimentei de volta- tenham uma boa tarde. - levei os ate a porta e fechei me encostando-se a ela, minha tia me olhou e saiu da sala, eu encostei-me à porta.
Pronto minha vida esta se revirando novamente.

Continuaaa...

Notas Finais


espero que tenham gostado . foi grande mesmo esse capítulo . mais eles vão ser assim mesmo ..
desde ja muito obrigada beijooos .


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