História Sword Art Online: Esperança - Capítulo 4


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Categorias Sword Art Online
Tags Drama, Lenda, Revelaçoes, Romance, Sword Art Online
Exibições 68
Palavras 1.475
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Hentai, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Super Power, Survival, Suspense, Violência, Visual Novel, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


FALAE PESSOAL!! Blz? Aqui está mais um capitulo, boa leitura.

Capítulo 4 - : O Poder da Aura e... Você é uma NPC? Parte 3!


Fanfic / Fanfiction Sword Art Online: Esperança - Capítulo 4 - : O Poder da Aura e... Você é uma NPC? Parte 3!

 

Alexandre PV’ON

  Estou caminhando com a pequena elfa ao meu lado, que estava completamente apavorada com o fato de ter que voltar para a aldeia dela. Seja lá quem for esse tal de Shinichi, deve ser alguém bem temido e bem forte, mas isso não irá me impedir de dar uma surra nele por causar dor a uma menininha inocente como ela. Depois de mais ou menos três horas de caminhada, avistamos a aldeia élfica que certamente era a da garota, mas notei que tinha uma pequena multidão ali junto de alguns monstros-lagartos.

-Ei... Você sabe quem são eles? – perguntei apontando para aquelas criaturas asquerosas.

-Ai não... – ela murmurou de olhos arregalados. – São os homens-lagarto malvados do Shinichi...

-Então eles... – me interrompi quando sinto uma leve pressão no ar. Olhando na direção dessa anomalia, percebi que eram os monstros-lagartixa que emanavam uma espécie de energia obscura.

-Eles... Eles vão matar alguns moradores da vila... Estuprar as mulheres e então... – ela já estava chorando, quando me virei para encara-la. – Queimam algumas casas com alguns moradores dentro...

-O que?! – questionei totalmente espantado. Olhei novamente para os monstros e minha fúria aumentou drasticamente e, sem perceber, empunhei a minha espada e comecei a andar na direção deles, com um olhar mortal.

-Por favor... Não temos mais dinheiro, demos tudo a vocês na ultima vez que vieram aqui... – disse um morador da vila, totalmente desesperado. Enquanto isso eu avançava.

-Vocês disseram a mesma coisa antes! Paguem a taxa para o Shinichi-sama e ninguém se machuca... Muito. – disse o cara de lagartixa com malícia na voz.

-M-Mas... – disse uma das mulheres de forma desesperada e começando a chorar.

-SEM “MAS”! MORRA! – disse o feioso levantando a espada. Nisso eu usei a minha velocidade e minha Skill, para ficar na frente da mulher e rebater o golpe que acabou sendo meio demais.

-Lamento... – disse sério e colocando a espada no meu ombro direito. – Mas não irão tocar em ninguém da vila.

-Quem... QUEM É VOCÊ, MALDITO REBELDE?! – gritou um dos lagartões, irado comigo.

-Sua morte. – disse sombriamente enquanto entrava em posição de batalha, exemplo seguido por eles. – Prontos ou não, aqui vou eu!

-Sim... VENHA PARA A SUA MORTE! – eles gritaram e avançaram com tudo em um ataque triplo, que eu consegui aguentar, mas ainda assim fui arrastado por alguns metros pra trás.

-“Argh! Eles são realmente fortes, mas não posso perder agora ou todos os habitantes do vilarejo estarão perdidos...” – pensei enquanto ficava de joelhos devido à imensa força deles. Pela primeira vez, eu estava sendo pressionado ao limite. Olhei de relance por cima do ombro e notei a desesperança nos olhos dos habitantes.

-ALEXANDRE-SAN! – ouvi um grito na minha direita e percebi que era a menininha que eu resgatei. – ACREDITO EM VOCÊ!

-HÁ! Patético pirralha! Como vai confiar em alguém que nem consegue reagir? – gritou uma das lagartixas asquerosas. – Agora... VOCÊ VAI MORRER!

-NÃO, FILHA! – gritou uma das moradoras, desesperada. De repente senti que a pressão sobre mim diminuiu e aproveitei isso para começar a me levantar lentamente.

-HAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!!!!!! – gritei rebatendo as duas criaturas para longe e usando a minha velocidade para ficar na frente da menininha e rebater o ataque dirigido a ela.

-O que? – ele perguntou surpreso. De repente uma energia negro-avermelhada começou a sair do meu corpo e vi o meu HP, que estava perto da zona vermelha, se encher ao máximo e até criar uma segunda barra de HP provisória {N/A: Como as barras de HP de um Boss}.

-Se prepare... DESGRAÇADO! – gritei enfurecido e a energia que estava sendo liberada se transformou em um enorme pilar de energia.

-O-O que é você? – perguntou a criatura, totalmente apavorada.

-Sua morte. – disse avançando contra ele com a minha velocidade máxima, que transformou o chão atrás de mim em uma pequena cratera.

  A criatura colocou a espada na frente, para bloquear o ataque, mas acabou sucumbindo a minha força que acabou cortando a espada ao meio, junto com ele. Olhei para as outras duas lagartixas, que estavam de olhos arregalados. Sem hesitar e as ataco com meu poder total, cortando as duas ao meio e percebi que cortou também mais uma dúzia de árvores, que estavam a uns treze metros. Quando as duas criaturas restantes se desfizeram em vários fragmentos de pixel eu relaxei e a energia se desfez, mas acabei desmaiando.

Alexandre PV’S OFF

Normal PV’S ON

  Depois daquela luta totalmente insana, os moradores e a menininha correram até o corpo desacordado de Alexandre. Todos estavam espantados e aterrorizados com aquele poder que dizimou três soldados de Shinichi, sendo que ninguém no vilarejo tinha tamanho poder assim. A pequena criança se jogou em cima do corpo desacordado de Alexandre e começou a chama-lo.

-Alexandre-san! Alexandre-san! – chamava, desesperadamente, a pequena enquanto começava a chorar.

-Filha! – disse a mulher, tentando tirar a pequena de cima de Alexandre, mas a mesma se agarrou a ele de forma desesperada. – Filha! Se acalme. Ele só desmaiou, ele vai ficar bem.

-Promete? – perguntou à pequena, ainda chorando.

-Prometo... Eu te prometo... Yui... – disse a mulher afagando os cabelos da pequena elfa.

  Os moradores pegaram Alexandre e o levaram para a casa da mãe da pequena Yui, que não desgrudou de seu salvador nem por um instante. Os moradores cuidaram dele durante todo o tempo em que ele esteve desacordado, mas quem mais se preocupava com Alexandre era a pequena Yui, que se apegou tanto ao mesmo, que chegou ao ponto de dormir junto a ele sem se importar com os protestos de sua mãe. No quarto dia, ele começou a acordar.

-Hummmm... – resmungou Alexandre, sentindo a claridade em seus olhos. – “Que dor de cabeça... Acho que isso é o que chamam de ressaca”.

-Hum? Alexandre-san... – ouviu uma voz sonolenta mais abaixo dele. Quando abriu os olhos e percebeu quem era, não pode deixar de ficar feliz.

-Bom dia, pequena... – disse sorrindo para ela, que coçou os olhos de forma muito fofa.

-Hummmm... Bom dia... – ela disse ainda sonolenta. Quando olhou para Alexandre, ela arregalou os olhos e o abraçou com força.

-Ei, ei... Calma... O que foi que aconteceu? – ele perguntou confuso, abraçando-a.

-V-Você... Você ficou dormindo por quatro dias... Mamãe disse que você poderia dormir para sempre... – ela disse de forma chorosa, o que partiu o coração de Alexandre.

-Calma... Não irei abandonar você, pequena... – ele disse, afagando os cabelos pretos dela.

-Promete? – ela disse com os olhinhos vermelhos e ainda marejados.

-Prometo... Qual o seu nome? No meio daquela confusão, não deu tempo de nos apresentarmos direito. – disse Alexandre, sorrindo para ela.

-Meu nome é Yui... – ela disse meio envergonhada.

-Yui. Lindo nome. – disse sorrindo, o que deixou a pequena vermelha de vergonha. – Onde estamos, exatamente?

-Na minha casa. Ninguém da vila queria cuidar de você, mas não sei o porquê... – ela disse, pensativa.

-“Isso era de se esperar, pois eu enfrentei os soldados do tal Shinichi e ainda liberei uma espécie de poder que nem sei como se chama”. – pensou Alexandre de forma séria.

-Vem. Você tem que comer, pra ficar fortinho! – ela disse totalmente empolgada e Alexandre não pode deixar de rir do jeito inocente e fofo dela. Assim o mesmo se levantou, equipou seus itens de combate e sua roupa habitual e seguiu a pequena Yui até a cozinha. – OHAYO OKAA-SAN!

-FILHA! Não me mate de susto assim... – disse a jovem elfa, com uma mão sobre o peito, enquanto olhava para a pequena de forma repreendedora.

-Gomemne okaa-san... É que... – a pequena Yui não pode completar a frase, pois Alexandre apareceu na porta do quarto e se recostou na porta.

-Desculpe o incomodo... – disse enquanto fitava a jovem a sua frente, com um olhar neutro. – Eu não me apresentei... Meu nome é Alexandre.

-Lysannya... – disse a jovem, acuada. – Meu nome é Lysannya...

-Não precisa ter medo... Se eu tivesse más intenções, não estaríamos conversando. – disse Alexandre, de forma séria.

-Todos tem medo... Principalmente depois da aura que você liberou... – disse a jovem, começando a se dirigir até uma espada que estava em um canto da cozinha.

-Primeiro: acalme-se, pois mesmo que conseguisse alcançar a espada, ela seria inútil em uma zona segura e... – a jovem o interrompeu de forma ríspida.

-Essa não é uma zona segura, enquanto Shinichi e seus capangas estiverem à solta. O vilarejo é uma zona neutra até esse maldito evento acabar, mas você não se interessa pelo destino de um bando de NPC’s, não é? – questionou a jovem de forma ameaçadora, o que deixou Alexandre surpreso.

-Você é uma NPC? – perguntou Alexandre, surpreso.

-Sou. Isso te interessa? – respondeu a jovem de forma grosseira.

-Passou a me interessar. Comece contando como esse evento começou e essa história do Shinichi também. Ou o que seria essa história. – respondeu o garoto se sentando em uma cadeira próxima. Isso estava ficando mais estranho que o normal.

 

Não percam o próximo capitulo: Como Tudo Começou! Hora da Revolta!


Notas Finais




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