História Sword Promise - Capítulo 5


Escrita por: ~ e ~AkumaNeeSama

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Jamon, Keroshane, Leiftan, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Edryn, Escolhida, Espada, Ezarel, Guardiã, Guerra, Leiftan, Morte, Promessa, Reinos, Romance, Violencia
Exibições 224
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieeeee, estamos de voltaaaaa.
Eu tive uns probrema, mas voltei.
Ahsuas
Espero que gostem do capítulo e boa leitura
P.S. Coloquei várias surpresas aí

Capítulo 5 - Capitulo 04 - No pain, No gain... It is not?


Fanfic / Fanfiction Sword Promise - Capítulo 5 - Capitulo 04 - No pain, No gain... It is not?

— O que disse? – Leif se afastou um pouco de mim.

— Nada – Desviei o olhar por um segundo para Leiftan e quando voltei a olhar para a mata, o mascarado havia sumido.

Estaria ele me observando?

— Leiftan, me dá licença – Uma Kitsune com cabelos vermelhos apareceu do nada, nos assustando.

Leiftan logo obedeceu, pois ela estava alterada... O que tinha acontecido para ela estar brava com ele? Ele sempre foi o queridinho dela, tinha algo de errado nisso...

— Escuta aqui – Começou assim que Leiftan saiu – Não é permitido dar em cima dos líderes. Ele é seu superior, okay? Que isso não se repita! Vamos Jamon – O ogro a seguiu e me lançou um olhar de pena.

Parei por um instante, atônita. O que tinha acabado de acontecer?

É isso mesmo que eu entendi? Ela estava insinuando que eu havia dado em cima de Leiftan? Okay. Tanto faz. Para mim, ela não estando mais me enchendo com aquela voz estridente, tudo bem.

Peguei uma espécie de taco de beisebol, e comecei a golpear um boneco de treinamento, pensando que ele poderia ser a Miiko. O estraçalhei em segundos.

---

Realmente as semanas passaram voando e eu nem vi. Praticamente não dormia há dias. Não comi muitas coisas ultimamente. Preferi me alimentar apenas de proteína pra que não precisasse fazer muitas refeições. Eu não tinha tempo pra isso, eu tinha que treinar. Cada dia que passava, o treino ficava mais intensivo. Eu acordava cada vez mais cedo e ia dormir cada vez mais tarde. Treino, treino e mais treino.

Percebi que meus músculos ficaram enrijecidos: pernas, bumbum e até os braços. Já estava conseguindo levantar pesos que antes eu não conseguiria. Levei dois dias para passar para o treinamento intensivo que os outros membros da guarda faziam. Quatro dias depois fui além: Passei para o treinamento hard, que só pessoas muito boas participavam.

Todos eram treinados por um cara que era “osso duro de roer”. Ele é filho do chefe do Exército de Eldarya. Seu nome é Shawn. Pensei que Valkyon pegava pesado, até conhecer seu professor.

O treino era duas vezes por semana, dividido em duas partes: Um dia era só treinamento de combate (armas, lutas, estratégias de guerra, estratégias de missões e etc.) e no outro era treino intensivo (Levantamento de peso, exercícios e combate corpo-a-corpo).

— Vamos Edryn! – Shawn gritou comigo pela décima vez – Ou você vai chorar?

— Argh! Mas é muito pesado – Falei tentando puxar o peso do chão, mas fiz esforço para nada, ele nem se mexia.

— Você está fazendo errado. Deve manter as pernas eretas, abaixar apenas o tronco e puxar.

— Mas Shawn... É que...

— O que foi Edryn? Já vai reclamar? Se não consegue fazer, não faça. Mas não fique arrumando desculpas.

É assim? Então tá. Eu iria dizer o que estava acontecendo.

— É que o Nevra está atrás de mim – Apontei para o mesmo, no tatame de trás ao meu.

— Não fiz nada – Nevra falou inocente, continuando o alongamento.

— E o que tem demais ele estar atrás de você?

— Eu não vou empinar a bunda e fazer um exercício desses com o Nevra bem atrás de mim!

Assim que falei, todos começaram a rir. Até Shawn esboçou um sorriso.

— Eu não sou tão pervertido assim – Ouvi a voz de Nevra toda melosa, como um cachorrinho inocente, e o olhei por cima do ombro de cara feia.

O sinal bateu, indicando o fim do treino e todos saíram, menos eu. Continuei a levantar o peso.

— Edryn – Shawn pegou no meu queixo o erguendo e limpou o suor da lateral do meu rosto. Aquele toque... Por que me parecia tão familiar? – Não exija demais de si mesma – E aquela voz... Tão grave e também familiar...

— Eu vou conseguir. Um dia. Quem sabe? – Falei ofegante e ele sorriu.

— Está dispensada. Por uma semana inteira.

— O que? Uma semana? Mas eu preciso treinar! – O segui enquanto ele arrumava os pesos no lugar.

— Edryn – O jeito como chamava meu nome me deixava atônita. Parecia que me conhecia há anos – Você está me contrariando? – Falou se aproximando de mim e cruzou os braços, na defensiva.

Observei seus traços bem marcados tentando me lembrar se já o havia visto em algum lugar.

Cabelos loiros e na altura do queixo, barba loira por fazer, olhos azul turquesa, pele alva, porte forte mas nem tanto igual ao Valkyon... Hum, não. Eu definitivamente não o conhecia. Um homem daqueles uma vez que se conhece, não se esquece mais.

— Estou esperando a resposta – Ele disse fazendo um coque no cabelo e voltando a trabalhar.

— Me erra – Saí dali antes que eu enlouquecesse.

Andei pelo corredor das guardas em direção ao meu quarto e topei com Ezarel saindo do seu, no caminho.

— Ezarel – O chamei e ele revirou os olhos.

— O que você quer?

— Você não contou a Miiko que fui eu quem fez aquilo com o cabelo dela?

— Eu havia até esquecido disso – Cruzou os braços – Estou com muitas coisas melhores para fazer do que tratar de assuntos que te envolva, querida Edryn.

— Eu também estou treinando bastante ultimamente – Falei ajeitando meu cinto de facas que eu tinha ganhado de Leiftan. Tive esperanças de começar uma conversa civilizada com o elfo, mas ele nem ligou.

— Que bom pra você. Mas muito obrigado por me lembrar que foi você quem fez aquilo – Deu um sorriso maroto – Vou contar agora mesmo a ela, antes que me esqueça de novo.

— Não! – Puxei seu braço e ele cambaleou para trás quase caindo em cima de mim.

— Hummmm, tá fortinha hein? – Disse se soltando – Mas ainda vai demorar muito para ter uma pegada forte como a minha – Sorriu.

— Que escroto – Fiz uma careta – Isso foi tão... Nevra.

— Verdade. Tenho que parar de andar com ele. Observadora você, não? Parou de ser tão burrinha, assim, repentinamente?

O olhei de cima a baixo.

— Pararei de ser burra no dia que você tiver dote – Falei e saí.

---

Todos pareciam cada vez mais atarefados. E eu estava de folga. Esse negócio de dar uma pausa nos treinos me fez bem. Dormi dois dias seguidos.

Tinha acabado de acordar, e estava lendo um livro, quando alguém bate na porta.

— Pode entrar – Beberiquei um pouco do meu suco de melão apimentado.

— Olá! – Kero entrou com uma bandeja com curativos e soros.

— Tinha me esquecido que eu tinha um corte a tratar – Falei me sentando na cama enquanto ele apoiava a bandeja no meu colo.

— Você anda bem ocupada ultimamente, não acha? – Ele começou a limpar meu ferimento, que agora não passava de uma casquinha – Anda pegando pesado demais.

— Até você, Kero? – Ele sorriu e jogou fora as bandagens velhas, mas não as substituiu por novas, pois não precisava mais.

— Tudo demais é ruim. Até coisas boas – Me disse e por fim me entregou uma poção para que eu bebesse. Tinha um gosto horrível.

— Por quanto tempo ainda tenho que tomar esse antídoto horrível? – Ele riu da minha careta.

— Só mais uma vez, daqui dois dias. Aquele bicho que te mordeu é muito venenoso, Edryn, leve isso a sério – Ele disse saindo pela porta.

Fazia alguns dias que Kero estava evitando falar comigo... Por que será? Falaram algo de mim a ele, por acaso? Que estranho...

— Será que todo mundo aqui só sabe me dar bronca, como se eu fosse uma criança? – Perguntei em voz alta.

— Percebo que não me encaixo nesse seu “todo mundo”.

Levei um susto daqueles. O mascarado estava parado na minha janela, observando.

— Há quanto tempo está aí? – Ele pulou a mesma e sentou-se na minha cama.

Aquele perfume que emanava dele era como um frescor para a alma. Sândalo e cheirinho de chuva. Parecia até que eu conhecia aquele perfume de algum lugar.

— Acabei de chegar – Respondeu com sua voz super-grave e se aproximou mais de mim.

— Ei Mascarado – o chamei – O que mesmo que você estava fazendo na floresta, no dia em que saí em missão?

— Você me chamou de que? Mascarado? Então é assim que me chama? – Começou a rir por debaixo da máscara e eu senti minhas bochechas arderem.

— Eu não sei nada sobre você. Quer que eu faça o que? – Falei na defensiva.

— Me chame apenas de “S”.

— S? É alguma inicial?

— “S” de Super – Eu ri e aposto que por debaixo da máscara ele estava sorrindo.

— Você não respondeu minha pergunta. Não muda de assunto – Ele se levantou da cama repentinamente.

— Ah é. Te trouxe algo. Antes que me esqueça – Se esgueirou pela janela e pegou algo.

Em seguida trouxe a mim uma bolinha de pelos com grama.

— Um filhote de Bériflore? – Peguei o mesmo em meus braços, apesar de ser muito pesado, eu conseguia segurar sem problemas.

— Não é um filhote qualquer. É aquele que os caçadores estavam maltratando no dia da sua missão.

Assim que ele falou, notei que o filhotinho estava sem a pata traseira, que os caçadores haviam cortado.

— Poxa – Meus olhos marejaram de emoção e tristeza, ao mesmo tempo – É um presente lindo.

— Fico feliz que tenha gostado. Coloque um nome nele.

— Hum... S? – Ele riu.

— Gostei do nome.

Acariciei o Bériflore e ele dormiu no meu colo em questão de três segundos. Bériflores são dorminhocos, parecem comigo.

— Preciso ir – Ele fez uma reverência e provavelmente notou a tristeza em meu olhar por ele já ter que ir – Não fique triste.

Eu arregalei os olhos quando percebi o que ele estava prestes a fazer. Ele havia desprendido a máscara do pescoço, como se fizesse menção de tirá-la.


Notas Finais


Escrito por: Eri, Erica, EricaaCarlaa ou ChocolateKent =D Qualquer um serve.sdfsdd,aksmfjnfas
Próximo cap sai sábado com a @AkumaNeeSama
Vai lá racha, A-R-R-A-S-A!


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