História Swords And Guns - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.313
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Fantasia, Ficção, Magia, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


<3

Capítulo 1 - Sonhos Intensos


Fanfic / Fanfiction Swords And Guns - Capítulo 1 - Sonhos Intensos

Ano: 2017

Cidade: New York

Narradora: Autora

Ele virá até você

Ajude-o

O apocalipse

Está chegando

O despertador tocou, os resmungos foram ouvidos. Abriu os olhos, uma leve faísca saiu do olho azul, ela piscou algumas vezes, abrindo os olhos completamente e vendo a cacatua a olhando.

O pássaro deu algumas bicadas em seu rosto, ela cobriu o rosto com as mãos.

Tudo bem, já estou acordada – Se pronunciou

O animal saiu voando. Levantou-se, encarando o quarto bagunçado na sua volta. Suspirando e levantando-se. Vestia apenas uma regata e a calcinha, caminhou pelo quarto á procura de seu telefone. Quando o encontrou, espantou-se com as horas.

Droga – Jogou o celular em cima da cama e procurou sua calça

Chegou na cozinha, terminando de vestir a calça jeans e já trazendo o par de botas na mão. Fez um rápido pão e o colocou na boca, calçou os sapatos e pegou a jaqueta em cima do sofá.

Fez um barulho estranho com a boca, erguendo o braço e o pássaro vôo até ela, parando em seu ombro. Foi em direção ao elevador enquanto prendia seu cabelo em um rabo de cavalo e mastigava o pão.

O elevador logo se abriu, revelando o casal de idosos que residia no prédio.

Ah, bom dia, Vetra – A velha senhorinha sorriu para ela

Senhora e senhor, Burns – Ela sorriu

Atrasada para o trabalho? – Perguntou o senhor Burns enquanto a garota adentrava o elevador

Como sempre – Vetra assentiu

Eles desciam os andares, quando o elevador parou.

Ah, qual é? – Vetra reclamou

Ela poderia voltar a fazê-lo funcionar, mas precisava distraí-los primeiro.

Podem ver se o telefone e emergência está funcionando? – Vetra apontou para o telefone ao lado deles

O casal voltou sua atenção ao telefone e a algumas faíscas saíram da mão dela e ela deu um soco no painel do elevador. Logo, a energia voltou e o elevador voltou a se mover.

As vezes precisamos bater nas coisas – Vetra riu

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.

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Assim que o elevador parou no primeiro andar, ela saiu correndo e o pássaro se segurava em seu ombro. Correu para a garagem, pegando seu carro.

Sei que não gosta quando vou muito rápido, Murda, mas estamos atrasados – Ela olhou o pássaro que a encarava no banco do passageiro

Logo ela deu partida e saiu dali. O carro preto corria pelas ruas de New York em grande velocidade. Detestava quando se atrasava, seus chefes detestavam.

.

.

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Estava quase no fim da estrada de terra, quando avistou a base militar. Seu local de trabalho era bem longe de onde morava, o que ocasionava em atrasos seguidos.

Parou no portão, onde alguns guardas armados estavam. Um deles foi até o carro e ela abaixou o vidro, sorrindo para ele.

Está atrasada, Nyx – Disse o guarda

Eu sempre estou – Vetra

Podem abrir – Ele disse para os outros guardas

Obrigada – Vetra fechou o vidro novamente e adentrou o lugar

Assim que o grande portão foi aberto, ela passou por mais duas seguranças, até conseguir adentrar o lugar. Inúmeros soldados e cientistas passavam para todos os lados.

Estacionou o carro e saiu, fazendo novamente o barulho e o pássaro veio junto a ela. Enquanto trancava o carro, sentiu uma forte dor de cabeça. Apoiou-se no carro e Murda saiu do ombro dele, ficando em volta da dona.

Tudo bem, tudo bem, estou bem – Vetra balançou a cabeça

Vamos, já estamos atrasados o suficiente – Se recompôs e seguiu para o edifício

Identificação – Dizia alguém no monitor

Vetra Nyx, operações especiais – Revirou os olhos

Identificação confirmada, bem vinda, senhorita, Nyx – Disseram no monitor

A porta se abriu e ela entrou. Seguindo pelos enormes corredores, onde encontrou a área de treinamento, onde inúmeros soldados treinavam. Subiu as escadas, chegando á parte onde os supervisores observavam os soldados no andar de baixo.

Está atrasada – Disse um homem, de costas para ela

Eu ouvi muito isso hoje, mas eu estou aqui, não é? – Vetra parou com as mãos na cintura

Parece que começaram o treinamento sem mim – Ela foi até o vidro

Teríamos que esperar sentados se fosse por você – O homem se afastou do vidro, andando pela sala

Vetra revirou os olhos, fazendo algumas caretas como se o imitasse, arrancando algumas risadas dos outros que estavam ali.

General Conrad Verner, e também, seu chefe, era o cara mais casca grossa dali, com seus 50 anos, ainda acabava com qualquer um com uma mão nas costas.

Bom, o que temos para hoje? – Vetra

Fire, dê as informações para ela – Conrad

Sim, senhor, precisamos que neutralize um único alvo está noite – Fire

Um só? Sério? Poderiam ter chamado qualquer um – Vetra

Qualquer um não daria conta, Nyx – Conrad

O alvo é um empresário que possui uma instalação secreta, fazem experiências ilegais lá, ele estará em uma festa junto de outras inúmeras pessoas cheias de dinheiro – Fire

E só querem que eu o mate? – Vetra

O lugar estará cercado de guardas, nos prédios, principalmente, ele está com segurança pesada, sabe que tem gente atrás dele – Fire

Onde vai ser essa tal festa? – Vetra

No Salão Caravan, fica em uma cidade próxima – Conrad

Faça o trabalho e saia de lá, nada mais, nada menos, e é claro... – Conrad

... Seja discreta, não deixe ninguém te ver, é, eu já sei – Vetra continuou

Você já fez trabalhos piores do que esse, Vetra, vai se dar bem – Fire fez um sinal positivo

A festa será quando? – Vetra

Essa noite – Conrad

Então eu deveria começar a me preparar já... – Vetra colocou a mão na cabeça

Está tudo bem? – Fire

Sim, apenas uma dor de cabeça – Vetra assentiu

Deveria ir ver a doutora – Conrad

Eu estou bem, general, é apenas uma dor de cabeça – Vetra

Precisamos de você no seu máximo, Nyx, vá ver a doutora, é uma ordem – Conrad

Ela suspirou e se deu por vencida.

Tudo bem, eu vou – Vetra

Ela saiu dali, seguindo pelos corredores. Foi até a ala médica, onde encontrou a Dra. Varien. A mulher sorriu amigavelmente para ela. Ajeitou seus óculos e foi em sua direção.

Bom dia, Vetra, como está? – Varien

Bem, mas o general me mandou vir aqui, estou com uma dor de cabeça apenas, mas ele insistiu – Vetra cruzou os braços, revirando os olhos

Ele apenas se preocupa com você, Vetra – Varien fez sinal para que a seguisse

Todos aqui se preocupam comigo – Vetra se sentou na maca

Claro, você é nossa pequena preciosidade nesse lugar – Varien começou a examiná-la

Fala como se eu fosse algum tipo de aberração – Vetra arqueou a sobrancelha

Você não é uma aberração, Vetra, sabe muito bem disso – Varien

Inclusive, como está todo esse poder? – Varien

Muito bem controlado, eu garanto – Vetra assentiu

Ótimo – Varien sorriu

Ela se afastou, indo até a o armário de remédios e trazendo um comprimido e pegando um copo d’água na volta.

Tome isso, logo sua dor de cabeça ira passar – Varien as entregou

E está tudo bem comigo? – Vetra tomou o remédio

Fisicamente, você está bem, mas – Varien

Ah, sempre tem – Vetra revirou os olhos, suspirando e esperando pelo pior que viria

Eu detectei uma atividade cerebral anormal, suas ondas betas estão anormais, notei também um aumento no movimento dos seus olhos, sinais tipicamente associados a sonhos intensos – Varien

Sonhos intensos, hum? – Vetra

Ela pensou um pouco. Teve um sonho estranho, mas não lembrava como era, apenas algumas palavras vinham a sua mente.

Ele virá até você

Ajude-o

O apocalipse

Está chegando

Balançou a cabeça, talvez aquilo fosse coisa da sua cabeça, mas não tinha como saber, ainda assim, não considerava importante, por tanto decidiu não comentar com a doutora.

Bom, obrigada ainda assim doutora, tenho que voltar, muitas coisas para fazer até o final do dia – Vetra pulou da maca e foi em direção á porta

Se as dores de cabeça continuarem, venha me ver – Varien

Vetra apenas fez um sinal positivo com a mão enquanto deixava o lugar.



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