História Sympathy for the Devil - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, gente!

Está é minha primeira Fan Fic, Estou nervosa, pois estou adorando escrevê-la, mas não sei se terá sucesso. Eu já escrevi boa parte dela, mas vou postando aos poucos. Quem tiver a oportunidade de lê-la, deixem seus feedbacks aqui!

Muito obrigada! <3

Beijos!

Capítulo 1 - "Pleased to meet you, hope you guess my name"


Sofya Viatcheslav

Eu me lembro. Me lembro de quando acordei naquela noite a 17 ano atrás, quando ela me deixou. Lembro de chacoalha-la, pois ela não acordava, de gritar para que ela me ouvisse, de chamar por ajuda, de rezar para que ela voltasse para mim, mas não o fez, e me lembro das sirenes da polícia a da ambulância, foi quando uma moça de branco me falou o que eu me recusava a acreditar, “sinto muito, querida, mas ela se foi”, e foi como se tirassem meu coração fora do meu peito. E então eu acordei. Adoraria dizer que era somente um pesadelo, mas a realidade quando é cruel, te faz lembrar de seu passado conturbado.

Lá se vai mais uma noite de sono, não só pelo fato destes pesadelos virem sempre quando meu emocional está aflorado, mas também por estar dormindo pela primeira vez em meu novo apartamento. Eu não estava acostumada com meu novo lar, e a bagunça do lugar estava me dando nos nervos. Fui para a cozinha, enquanto esquentava a água para meu chá relembrava novamente meu pesadelo, que de novo não tinha nada. Minha mãe me deixou quando eu acabara de completar 8 anos de idade. Eu a amava tanto, e continuo a amando, mas seu coração quebrado acabou a levando de mim.

Posso dizer que ela morreu de amor, não literalmente, mas foi. Meu pai nos deixou quando eu tinha 5 anos. E desde então, ela não soube suportar sua perda. E quando falo “perda” e “nos deixou”, isso sim, foi literalmente. A real é que ele nos abandonou, e o motivo eu continuo não sabendo, mas tenho alguma noção pelas brigas que ele e minha mãe estavam tendo um pouco antes de ele sair de nossa casa, como no dia em que o vi agarrando os ombros de minha mãe, gritando “você não entende, isso não é o eu quero, nunca foi o que eu sonhei!”. E isso, ao longo dos anos, deduzi que a vida que nós tínhamos não era o suficiente para ele. Eu amava aquele filho da puta, amava tanto! Mas isso se transformou em ódio a partir do momento em que ele nos abandonou e eu vi minha mãe definhar até a morte. Ela sempre foi muito doce, alegre e romântica, até ele ir embora, depois ela era outra pessoa, uma pessoa alcoólatra e fraca, que quando a bebida não bastava, recorria as drogas. Ela bebia dia e noite, até que exatamente 3 anos depois da partida de meu pai, ela sucumbiu a tudo isso, me deixando sozinha.

Eu nasci e cresci em Nova York, para ser mais exata no bairro de Little Ukraine. Depois da tragédia com minha mãe, sem parentes próximos nos EUA e com um pai sumido por aí, acabei indo para um orfanato no Brooklyn, e é claro que as famílias nova-iorquinas não iriam escolher uma criança de 8 anos para adotá-la. E assim foi! Hoje tenho 25 anos e sobrevivi a tudo o que passei. Não foi fácil, mas também não foi tãaaao difícil assim crescer por lá, principalmente ao lado de minha melhor amiga-irmã, Shantell Williams. Pouco antes de completarmos 16 anos, uma tia distante de Shantell a procurou, dizendo de sempre procurou pela irmã drogada, porém, o que achou foi somente sua sobrinha em um orfanato, e então Shantell foi embora, me deixando sozinha lá até que completasse meus 18 anos. Ela e sua tia, Tina, sempre iam me visitar, o que me ajudou, já que estávamos longe uma da outra e estudávamos em escolas diferentes.

Shantell foi fundamental para me ajudar com toda aquela merda que estava minha vida. No orfanato aprendemos a nos defender das outras crianças mais velhas que insistiam em ficar no nosso pé e nos ajudávamos sempre, pois uma sabia da dor da outra, a diferença é que a mãe de Shantell a abandonara nas ruas e seu pai está na cadeia, cumprindo perpétua por homicídio. Alguns anos depois de ir para orfanato, Shantell descobriu que sua mãe havia sido achada morta em uma rua de Nova York. Ela não tinha se importando tanto, pois sua mãe nunca havia cuidado dela como uma mãe realmente deveria. E assim como eu, Shantell era pobre e teve uma infância difícil e então vimos a oportunidade de nos reerguer com nossa amizade.

No fim do ensino médio, ganhei uma bolsa para cursar jornalismo na Columbia University, e modéstia à parte, sempre fui muito inteligente e esforçada, além de bonita, claro. Com isso, assim que entrei na faculdade e sai do orfanato, ganhei algum dinheiro trabalhando no próprio jornal da faculdade, e então chamei Shantell para dividirmos um pequeno apartamento no Harlem. Shantell por sua vez, sempre amou dança, e tentava desesperadamente uma bolsa na Julliard, e enquanto tentava, seu emprego de garçonete nos ajudou com o aluguel. No ano em que me formei, fui chamada para estagiar em uma das maiores revistas de moda dos EUA, a Glam Magazine, eu amava o seguimento da moda, mas ainda não é o meu objetivo. Quando eu me formei já era uma repórter especial e Shantell finalmente conseguiu bolsa no seu sonhado curso de dança na Julliard. Ela se mudou para Midtown Manhattan com alguns amigos de seu curso e fiquei com aquele apartamento só para mim, até 2 dias atrás.

Com nossas vidas finalmente tomando o rumo que sempre almejamos, Shantell estava trabalhando com os melhores dançarinos de Nova York e eu finalmente fui promovida a Editora Executiva da revista, e então poderia comprar um apartamento melhor e mais perto do trabalho, e assim o fiz! E eu realmente precisava achar um apartamento só para mim em que o orçamento caiba no meu bolso e de fácil acesso ao meu trabalho, e isso foi uma tarefa extremamente difícil no bairro de Upper West Side, mas consegui! Graças a Shantell e seu namorado misterioso que ainda não conheci, outra coisa que também estava me deixando nos nervos. E aqui estou eu, no meu novo apartamento. Ele é bem rústico, com paredes de tijolinhos e chão de cimento queimado, um pouco antigo, mas espaçoso e perfeito para mim, com duas suítes, cozinha, sala e sala de jantar.

Sim, perfeito, mas eu estava completamente cansada e estressada com tudo isso. A bagunça da mudança, o serviço de caminhão de mudança que ainda não havia entregado boa parte dela, caixas e mais caixas, mais trabalha com a minha nova posição de editora executiva, contas, planilhas e...são tantas coisas! E daí aquele pesadelo, que me deixou pior ainda. Estou cansada e não consigo pregar o olho. Peguei meu celular na bancada da cozinha enquanto tomava meu chá e pronto, lá estava mais outro problema, um problema não tão difícil de lidar, mas que estava me deixando muito irritada nestas últimas semanas. Chris Pattvish. O cara não entendia que eu não queria nada além de sexo, e vinha me aporrinhando. Ele era extremamente gostoso, e nota 7,5 na cama, mas totalmente chiclete e achava mesmo que conseguiria fazer com que eu mudasse de opinião sobre só ficar no sexo, isso até semana passada, quando perdi a paciência em nosso jantar e mandei ele ficar longe de uma vez por todas. Aquela melação tinha que parar, eu não tinha tempo para aquilo. Mas ele não vem aceitando muito bem e fica me ligando e mandando mensagens todo o tempo desde então. Isso me cansa demais.

 Amo minha vida de solteira e pretendo continuar assim, sem nada barrando minha liberdade. Amava sair, beber e transar com quem bem entendesse. Não pretendia ficar igual minha mãe, definhando por amor e deixando o que realmente importava de lado. E isso vai indo muito bem! Coloquei a caneca na pia, que também estava uma bagunça, e decidi que amanhã passaria o dia tentado organizar tudo e cada detalhe, mas precisaria de uma boa noite de sono antes.

 

John Neeson

A Florida é um paraíso, mas não quanto eu estava a trabalho, então era bom voltar para NY e estar em casa novamente. Eu, meu parceiro, Preston, e minha equipe estávamos atrás de um traficante, no qual vinha dando muito ao nosso governo, para o qual eu trabalhava e me pagava muito bem por sinal, por isso precisava saber quem era o fornecedor daquele traficante, como a droga entrava em nosso país e para onde era distribuída, mas perdemos o rastro do infeliz em Tampa Bay, e precisa de saber o que estava por trás de tudo aquilo, ainda mais depois de subir de cargo. Depois de 15 anos servindo o FBI em meus 36 anos de vida, eu finalmente havia me tornado chefe da agencia de NY, e queria ser o melhor, por isso eu dava o meu melhor, para continuar sendo o melhor, e isso vem de família. Meu avô, meu pai e meu irmão foram agentes do FBI, então não tive muita escolha em minha profissão, porém se fosse escolher, seria exatamente isso, pois nasci para isso.

Já era sábado de manhã, e eu estava exausto. Foram cinco dias de investigações e trabalho árduo, e até agora, quase 24h sem pregar o olho. Estava no corredor de meu apartamento quando ouvi alguns barulhos vindos do apartamento ao lado do meu, que antes estava vazio. Me lembrei que durante a semana a Senhora Johnson havia me ligado, falando tinha encontrado um novo comprador para aquele apartamento, que fica bem ao lado do meu. Eu tinha deixado claro para que ela me esperasse para fechar o negócio, porém alegou que o comprador era de confiança e estava realmente precisando comprar um apartamento naquele bairro, o que levantou um pouco minhas suspeitas, mas iria tirar isso a limpo amanhã de manhã. Eu era o dono do edifício, por isso tudo tinha que passar por minha aprovação. A família de minha mãe fez sua fortuna com alugueis, compra e venda de imóveis em NY ao longo de sua história. E esse edifício era perfeito para mim, pois ficava bem próximo a agencia, por isso fique com o maior apartamento, e deixei uma amiga de confiança da família, a Sra. Johnson, para administra-lo.

Estava colocando a chave na fechadura para abri-la quando notei que um dos barulhos vindo de lá era uma música, uma música que era bastante conhecida por mim por sinal. Estava tocando Sympathy for the Devil, dos Rolling Stones, e o som ficou um pouco mais alto quando a porta do apartamento vizinho se abriu, me surpreendendo com o que eu vi saindo de lá.

- ESTOU INDO! – Gritou uma voz feminina, se debruçando na grade do corredor. – Puta que pariu, que frio! – Continuou, colocando os braços em volta do corpo e descendo a escada espiral correndo. E, Jesus, ela estava quase nua em pleno inverno de abriu, vestindo apenas uma camiseta preta, uns shorts jeans curto e calçando chinelos, aquilo é uma visão! E que visão, o que me deixou preocupado, pois era um problema. Confesso que estava esperando um sujeito de meia idade, gordo e barbudo sair de lá, mas então a vejo. Gostosa pra caralho, corpo escultural, com seus cabelos castanhos e longos presos em um rabo de cavalo, mas não consegui ver seu rosto.

Fui me aproximando mais beira da escada e da entrada do apartamento ao lado, observei as caixas e entendi o porquê da pouca roupa quando senti o ar quente que vinha de dentro bateu em mim. Escorei no nas grades do corredor para tentar ver o que estava acontecendo lá embaixo.

- Até que enfim vocês chegaram! – Disse minha mais nova vizinha.

- Me desculpe, Srta., mas tivemos muitas entregas de mudanças ontem. – Respondeu o homem que estava na portaria.

- A Srta. gostaria de ajuda com estas caixas? – Reconheci a voz de James, o porteiro.

- Ah, minha querida, vejo que finalmente o restante de suas coisas chegou, mas infelizmente nosso elevador de serviço está quebrado há algum tempo! Mas...e tudo isso? – Exclamou a Sra. Johnson.

- Ah sim, pelo visto só chegaram essas quatro caixas, não é mesmo? – Disse a mulher.

- Err, tivemos algum contratempo, mas até o fim desta tarde iremos trazer o resto.

- Tudo bem, mas, por favor, que seja até hoje! – Respondeu, quando escutava o barulho nas escadas.

- A Srta. tem certeza que não quer mesmo ajuda? – Ofereceu James, novamente.

- Não, obrigada, James e Sra. Johnson, eu me viro. Bom dia para vocês!

Escutei os passos ficarem mais perto e a vi equilibrando as caixas com suas mãos e braços com dificuldade, e confesso que foi uma cena engraçada, mas não poderia ficar ali parado só observando.

- Eu ajudo você. – Disse firme. E não foi um pedido.

- Tá tudo bem... – Parando de falar assim que nossos olhares se encontraram quando peguei a primeira caixa da pilha amontoada, revelando seu rosto. Fiquei sem reação, para ali a olhando. Ela é linda, com grandes olhos castanhos claros que destacavam seu rosto de boneca. – Oi! – Continuou, dando um sorriso tímido.

- Oi! – Respondi, pegando outra caixa de seus braços. – Nova vizinha, hãm?!

- Err, acredito que sim. – Respondeu ela, revelando um sorriso maior ainda, e ele era lindo demais. Comecei a me mexer e parei em frente a sua porta. – Ah, entre, por favor! Pode coloca-las no chão.

Coloquei as caixas no chão ao lado de tantas outras, assim como ela. Levantei o corpo e olhei ao redor, voltando a olha-la depois.

- Acabou de se mudar? – E me arrependi na hora de ter feito uma pergunta tão idiota quanto aquela. Mas é claro que ela tinha acabado de se mudar!

- Sim! Tentado organizar essa bagunça, como pode ver, ainda hoje! – Respondeu ela, gesticulando com os braços para o apartamento.

- Eu acabei de chegar de viagem, mas posso te ajudar nisso se quiser.

- Não, tudo bem, não quero atrapalhar. A senhora Johnson me avisou que estava fora , você é dono do edifício, certo?

- Sim sou eu, me desculpe por não ter me apresentado antes. – Estendi minha mão para cumprimenta-la. – John, John Neeson, muito prazer. – Disse sorrindo.

- Sofya, Sofya Viatcheslav. O prazer é todo meu, John. – Respondeu ela, me retribuindo o sorriso e pegando minha mão.

Trocamos olhares e continuamos com as mãos juntas, nos cumprimentando. Aquela mão pequena é muito macia. Desvencilharmos as mãos e ela continuou:

- Espero que não tenha problema em eu não ter esperado sua volta para vir pra cá. – Disse ela, colocando as mãos no bolso de trás de seu short. – Mas eu realmente precisava de um precisava me mudar.

- Sem problemas. Confio no julgamento da Sra. Johnson. – Menti, mas o que eu poderia fazer, não é mesmo? Ela tinha cara de confiável e tenho certeza que usou isso para dobrar a Sra. Johnson.

- Que bom, obrigada! – Sorriu sem jeito, e eu precisava sair dali, pois meu pau já estava ficando duro.

- Não por isso. Bom, se não se importa, eu acabei de chegar de viagem e preciso ir agora. – Disse, indo em direção à porta e tentando disfarçar a ereção que já estava começando a fica evidente.

- Sem problemas, não quero tomar seu tempo. Muito obrigada pela ajuda.

Ela foi me acompanhando até a porta e ficou escorada no batente, até eu chegar em minha porta, a abrindo.

- E se você precisar de alguma coisa – Disse, apontando para minha porta. – É só chamar. – Continuei, entrando aos poucos em casa.

- Com certeza. – Sorriu ela de volta.

- Bom! Seja bem vinda e até logo, vizinha – Disse, dando uma entonação a mais no “vizinha”.

- Obrigada! Até logo, vizinho. – Respondeu ela, igualmente no meu tom, indo para dentro de seu apartamento.

Fechei a porta e encostei-me nela, dando um grande suspiro. Meu cansaço fora substituído por uma ereção e uma excitação louca. Espero que ela não tenha percebido que havia ficado daquele jeito, mas meu Deus, o que era aquela mulher?! Aquela bundinha redondinha, aqueles peitos maravilhosos, que não eram fartos, mas caberiam em minhas mãos as enchendo por completo, me deixaram com água na boca, aquelas pernas torneadas, aqueles olhos grandes de boneca, seus cabelos...que belo conjunto para seus 1,60m de altura! Mas confesso que estava preocupado, pois aquilo era um problema para mim. Eu seguia aquela regra de aonde se ganhava o pão não comeria a carne, ou coisa parecida, e isso se aplicava no trabalho e aqui no edifício também, mesmo nunca tendo uma vizinha como aquela antes.

Eu sou um cafajeste, e não tenho vergonha de assumir isto. Amo mulheres, todas as mulheres, independente da cor, etnia, religião, tamanhos...mas amava mais ainda suas curvas, ou seja, as voluptuosas com um corpo legal, e por isso não me sosseguei atei  hoje, pois tem muita mulher por ai e pretendo experimentá-las, uma por uma, enquanto tiver a oportunidade. Já tive muito problemas com elas, claro, como, mulheres melosas que ficavam no meu pé depois de uma transa, namorados e maridos furiosos, e o pior, mulheres que acharam realmente que fossem “a premiada”, que iriam mudar essa minha vida achando que poderia lhes dar algo sério. Não, não quero isso pra mim, ainda não, não agora. Estou bem vivendo assim, com uma para cada dia.

E se minha mais nova vizinha fosse mais uma das malucas que viviam no meu pé depois de uma transa? Não poderia arriscar, e por isso seria um problema. E naquele momento eu realmente desejava que o mais novo comprador no apartamento ao lado fosse um homem e meia idade, gordo e barbudo mesmo. Seria tão mais fácil! Sou extremamente fácil para as mulheres, o que deixa meu lado predador sempre alerta, e como inibir isso com aquilo bem ao meu lado? Eu precisaria, de agora em diante, tenta pensar mais com a cabeça de cima no que com a de baixo em relação aquele pedaço de mau caminho, pois se não, entraria em um grande problema.


Notas Finais


Me diga se gostaram (caso alguém tenha lido, rs);

<3


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