História T3ddy - Quando é para acontecer - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 1.252
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Festa, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, olá! Vocês estão bem? Obrigada pelos favoritos, isso me mostra que estão gostando e fico feliz com isso.
Não deixem de comentar, qualquer critica ou elogio é bem-vindo e me deixa feliz <3
Boa leitura!

Espero que gostem, de verdade!

Capítulo 4 - Um quase acidente



   Liguei o carro e saí dali rápido, eu precisava ficar distante dali. Eu queria ficar sozinha e o melhor para isso era vagar sem destino pela cidade. Eu não conseguia conter as lágrimas que começaram a embaçar minha visão. Eu tentava me acalmar, mas estava difícil. Eu nem sabia mais onde estava e também não estava ligando para isso. De repente me assustei com o barulho muito alto de pneu no asfalto. Pisei no freio com força e pus a mão no rosto. Senti meu corpo sendo jogado para frente e sendo parado pelo cinto de segurança e voltando para o banco. 

Respirei fundo tirando as mãos do rosto que pude ver no retrovisor que estava muito vermelho. Vi um rapaz descer correndo de um carro prata que estava parado no meio da rua. Ele veio correndo na minha direção e abriu a porta do meu carro. 
   _você está bem, moça? – Ele perguntou me olhando desesperado. 

_estou bem. – Eu disse respirando fundo e tirando o cinto. _eu estava errada, me perdoa. – Eu me desculpei. Nem sabia o que tinha acontecido, mas sabia que a culpa de tudo era minha distração. _você se machucou?

_não. – Ele respondeu rapidamente. _eu estou bem. Não batemos. – Ele sorriu.

_isso é ótimo. - Forcei um sorriso tentando ser simpática. _me desculpa de novo. 

_relaxa moça, estamos bem. – Ele respondeu amigável. _só procura alguém. Pode se machucar. – Ele aconselhou e eu assenti. Eu realmente não devia estar transparecendo confiança para aquele rapaz que nem me conhecia dizer isso.  

_obrigada. – Eu agradeci e ele sorriu se afastando. Era muito bom encontrar alguém educado e simpático no meio da grande São Paulo, isso era muito difícil, mas depois de tudo o que tinha acontecido aquele rapaz tinha razão. Eu voltei a colocar o cinto e ligar o carro. Fechei a porta e saí, só consegui me lembrar de Beatriz naquele momento, eu precisava da minha amiga. 

Todas aquelas lembranças voltaram a minha cabeça e as lágrimas não demoraram para voltar. Estava tentando me concentrar no caminho, não podia sofrer um acidente. Entrei no estacionamento do restaurante que eles disseram que estavam. Depois de estacionar o carro eu nem sequei as lágrimas que não paravam de correr por meu rosto. Fui direto para a escada e entrei no restaurante que estava lotado. Passei a mão no rosto e entrei de cabeça baixa. Logo avistei a mesa onde eles estavam, me aproximei, porém Beatriz não estava na mesa. 

_olha quem mudou de ideia. – Christian disse animado e todos me olharam, aquilo era o que eu menos precisava naquele momento. 

_onde a Bia está? – Eu perguntei levantando o rosto. Não consegui conter as lágrimas e todos me olharam sem entender. 
   _no banheiro. – Mauro me respondeu e todos me olhavam assustados. 

_obrigada. – Respondi me virando e caminhando até o banheiro. 

_hei, o que aconteceu? – Ouvi alguém dizer, mas não parei de andar. Logo Christian me alcançou. Ele me segurou e me virou para ele. _o que houve, minha pequena? – Christian já me abraçou e eu comecei a chorar muito mais do que já estava. Ele ficou ali só me abraçando e não disse nada. 

_Gabi, o que houve, amiga? – Beatriz apareceu depois de uns dois minutos que estávamos ali. Ela parecia muito preocupada quando me viu. 

_venham aqui. – Christian disse segurando minha mão e me puxando para um canto do restaurante. Beatriz nos seguiu e sentamos em um sofá ali. 

_o que houve, amiga? Me diz. – Beatriz dizia muito preocupada enquanto me abraçava. Eu já nem estava tentando conter o choro, quanto mais eu chorava menos dor eu sentia então talvez era daquilo que eu precisava. 

Christian e Beatriz ficaram ali comigo por alguns minutos até que eu me acalmasse mais e conseguisse falar. 

_agora diz o que aconteceu. – Christian disse pondo meu cabelo atrás da orelha. Os dois me olhavam esperando que eu contasse. 
   _ele me traiu, gente. – Eu disse respirando fundo. 

_Thiago? – Beatriz perguntou me olhando surpresa. Ela estava com uma cara muito assustada e Christian apenas me olhava sério. Eu assenti e a cara de Beatriz parecia desesperada. 

_como você descobriu? – Christian perguntou mais calmo que Beatriz, com certeza.

_peguei ele na cama com outra quando cheguei em casa. – Respondi olhando-o. Eu estava mais calma agora e já não precisava chorar. Eu tinha voltado a não sentir mais nada, só um grande vazio. 

_e o que ele disse? – Beatriz perguntou me olhando. 

_eu não quis ouvir, não fazia sentido. – Respondi e eles assentiram parecendo concordar. 

_e o que vai fazer? Ele ainda está no apartamento? – Christian perguntou e eu assenti e respirei fundo. 

_o apartamento é meu. – Disse rapidamente. _disse para ele sair.

_você vai para a minha casa. – Beatriz disse e eu respirei fundo e assenti. Eu não estava em condições de negar nada. 

_nem preciso dizer que minha casa está aberta para você sempre, Gabi. – Christian disse e eu forcei um sorriso. 

_a minha também. – Ouvimos alguém dizer e vi T3ddy e Mauro se aproximando. _nem sei para quê é, mas minha casa sempre está aberta para gente bonita. – T3ddy disse e todos riram. Aquele era o primeiro sorriso que eu não tinha que forçar. 

_vamos Chris? Ainda temos que gravar. – Mauro disse e Christian assentiu. Todos nos levantamos e saímos juntos. Estávamos andando todos juntos e quando saímos do restaurante andamos em direção aos carros. Todos começaram a se despedir. T3ddy me segurou, me afastando do restante do pessoal. 

_você está bem? – Ele perguntou e eu o olhei sem entender. _me perdoa se eu tiver sendo invasivo, mas é que odeio ver alguém chorar. – Ele disse e eu abri um meio sorriso involuntário. 

_eu estou bem. – Eu lhe respondi e ele sorriu. Seu sorriso era lindo. 

_isso é ótimo. – Ele estava sorrindo me olhando. _qualquer um que faça alguém tão linda chorar é um idiota. – Ele disse me envolvendo pela cintura com seus braços fortes e me levantando do chão. Aquele era o segundo sorriso que eu não tinha que forçar aquela noite e isso estava me fazendo bem. 

T3ddy me pôs no chão e eu ainda estava sorrindo. 

_estou me sentindo orgulhoso agora. – Ele disse me olhando e eu permaneci em silencio. _consegui colocar um sorriso de voltar no seu rosto. – Ele disse e eu abaixei a cabeça sorrindo. Provavelmente fiquei vermelha naquele momento. Eu gostava da forma que T3ddy fazia piadas para me fazer bem, ele nem conhecia direito, mas estava me fazendo muito bem naquele momento. Era muito bom poder sentir um alivio naquele instante. _sempre que sentir vontade de chorar me liga que eu vou fazer de tudo para você rir. – Ele disse pegando meu celular e anotando seu número. Eu assenti e nos cumprimentamos. 

Nos juntamos ao pessoal que estavam conversando. 

_você está bem? – Christian perguntou se aproximando. Eu assenti e forcei um meio sorriso sem ânimo. _se precisar me liga, a qualquer hora, sério. – Ele disse e eu assenti. Nos abraçamos. Cumprimentei Mauro e Beatriz e eu fomos para o meu carro. 

_o que o T3ddy queria? – Beatriz perguntou enquanto entrávamos no carro. Ela ia dirigindo. 

_só saber se eu estava bem. – Respondi tranquilamente enquanto colocávamos o cinto. 

_ele parece ser meio pegador, amiga. – Ela comentou e eu a olhei sem acreditar que estava ouvindo aquilo. 

_Beatriz, eu acabei de descobrir uma traição. – Disse olhando-a brava. _acho que vou precisar de mais que uma hora para superar e pensar nisso. – Eu comentei sendo irônica e revirando os olhos. 

_desculpa, só comentei. – Ela disse e eu respirei fundo revirando os olhos de novo. 
 


Notas Finais


Nossa, a Gabi quase sofreu um acidente!
Esse T3ddy tem o poder de fazer as pessoas bem, né?

Espero que tenham gostado e continuem aqui comigo.

A história ainda tem muita reviravolta para dar, gente, acreditem!


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