História T3ddy - Quem vai assumir? - Capítulo 26


Escrita por: ~

Postado
Categorias Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Lucas Olioti
Tags T3ddy, Youtubers
Visualizações 314
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Capítulo mais light hehehe :3
Espero que gostem 💙

E BOA LEITURA AÊ 💙

Capítulo 26 - Provocar (02/02)


P.O.V. Lucas

Eu sou muito babaca, puta que pariu! Eu tinha noção de que ela ficaria brava, e foi por isso que permaneci lá; estou adorando ver esse lado ciumenta da Anna. Mas não imaginava que a ponto de não falar comigo. Eu só queria provocá-la. Mas também é cada ideia idiota minha, né?

Agora estou aqui, sentado e morrendo de vontade de socar o Vilhena que fica dançando ao lado dela e olhando descaradamente seu corpo se movimentando no ritmo da música.

— Vai ficar aí só olhando? – ouvi e vi Castanhari se sentando ao meu lado.

— E eu vou fazer o quê? Ela tá puta comigo! – digo a olhando.

Estava tocando funk e ela dançava com a Pathy. Era uma tortura vê-la tão perto e não fazer nada. Isso é uma lição pra mim não fazer nada mais sério que isso. Eu sou completamente apaixonado e viciado nela, difícil ficar longe dela por minutos, imagina perder ela?

— Ela pode estar brava com você, e com razão. Mas ela tá com ele pra te provocar, pra te testar. Eu sei que você tá morrendo de ciúmes, e ela quer que você demostre isso – ele disse. E fazia total sentido. Ela realmente me encarava provocativa, e eu não havia percebido.

— Não vou dizer que tô com ciúmes! – digo. Eu realmente estava com muita raiva

— Larga de ser idiota e orgulhoso, caralho! Vai esperar o quê? – ele disse e depois saiu, me deixando sem resposta.

Até que vi Vilhena se aproximar mais dela e colocar uma das mãos na cintura dela. Egoísta ou não, Anna Clara é minha. Deixei meu copo em cima do sofá e me levantei rapidamente, caminhando até eles. Puxei ela pelo braço e selei nossos lábios meio sem jeito. A abracei pela cintura e pedi passagem com minha língua. Ela resistiu no início tentando me empurrar, mas logo cedeu. Depois de alguns segundos, ela pareceu sair do transe e me empurrou. Eu soltei ela e recebi um olhar indecifrável de Anna. Ela me empurrou levemente e eu peguei em sua mão, rumando até a parte exterior da casa enorme. Ela não foi contra em nenhum momento.

— Que merda você acha que tá fazendo? – ela perguntou em um tom baixo quando chegamos na parte de fora.

— Que merda você acha que tá fazendo? – devolvi tentando controlar minha voz.

— Eu estava dançando, e você há uma hora atrás? – ela perguntou irônica.

— Eu fiz pra te provocar e não tinha ninguém tocando em mim! – disse indignado — Eu jamais beijaria outra mulher enquanto estivesse com você, eu só queria te provocar, porra!

— E só você pode? Você que começou com o joguinho! – ela disse. Castanhari tinha razão.

— Ele tocou em você, Anna Clara – disse calmo encarando seus olhos. Ela respirou fundo e olhou pro chão. Voltou a me olhar e seu olhar era mais leve.

— Tudo bem, passou. Não quero brigar com você – ela disse deixando seu orgulho de lado e eu até me surpreendi. 

Posso estar sendo egoísta, mas sinto que Anna é minha. Ver outro cara colocando a mão em sua cintura não foi tão fácil quanto achei que seria. Ela pegou em minha mão e sorriu. Desviei o olhar e ela apertou minha mão.

— O que foi, Lucas? Eu já cedi – ela disse soltando minha mão e cruzando os braços.

— Você sabe que eu sou louco por você e que me tem nas mãos! – digo passando a mão no rosto, nervoso. Olhei em seus olhos e disse: — Só não faz mais isso, tá? – ela sorriu.

— E nem você comigo, idiota! – disse sorrindo de lado e eu sorri também — Tá?

— Me desculpa então? – pergunto segurando sua mão. Ela assentiu.

— Claro que sim. Também sou louca por você, Lucas Olioti – disse olhando nos meus olhos.

Puxei ela e abracei apertado, depositando um beijo em sua testa.

— Lucas romântico? – disse abafado no abraço e eu ri nos separando.

— Idiota… – dou um selinho e ela dá um sorriso lindo.

Puxo seu rosto pra mim e beijo longamente seus lábios. Suas unhas foram diretamente até minha nuca, me arrepiando. Apertei sua cintura e desci com as mãos até sua maravilhosa bunda. Ela separa o beijo e ri.

— Você não aguenta ser fofo por muito tempo, né? – ela me pergunta rindo.

— Não me aguento com você… – digo contornando seus lábios com o polegar.

Não, é? – perguntou alisando meus braços e me olhando enquanto mordia o lábio inferior. Ela simplesmente me deixa louco.

— Eu tô tentando me controlar, Anna Clara… Não fode – digo realmente tentando me controlar pra não agarrar ela é fazer qualquer coisa. 

Ela ri alto e empurra meu peito levemente. Passa por mim e caminha pra dentro rebolando o quadril.

Essa mulher ainda será minha morte.

{•••}

Já havíamos chamado todos pelo menos umas quatro vezes. Mas ninguém queria ir. Mas aí o Daniel deu a ideia de passarmos em um posto 24h, comprar bebidas, ir pra casa e ligar o som. E assim fizemos.

Coloquei a última caixa de bebida em cima da mesa e fui até a sala, onde o Lukas arrumava o som. Subi as escadas e a Nah estava descendo. Ela sorriu bem sugestiva, mas ignorei. Deve tá bêbada. Entrei no quarto e Anna estava abotoando seu short jeans.

— Vai ficar com essa roupa? – ela pergunta e eu nego, indo até a mala.

— E você? Vai ficar com essa? – digo apontando seu short que era curto. Fiz só pra sacanear, não encano com isso, até acho bonito.

— Se eu quiser eu fico pelada, Lucas – ela disse calma colocando o vestido no cabide. Eu ri.

— Isso é exclusividade minha… – digo e vejo ela abrir um sorriso.

Ela passa por mim e eu a seguro com meus braços. Dou um beijo breve nela, que sai em seguida. Só tirei meu óculos e o tênis, descendo em seguida.

O som já estava alto e geral curtindo. As meninas dançavam e os caras tentavam imitar ridiculamente. Fui até a cozinha e voltei com um copo de vodka na mão. Me juntei a eles e comecei a imitar elas.

Depois de um tempo fui me sentar no sofá com o Chris. Até que o Lukas colocou funk e eu olhei pra ela, sabia que estaria dançando. E estava. Ela descia e subia com uma habilidade incrível. Eu só imaginava ela fazendo isso no meu colo, confesso. Ela me olhou e sorriu maliciosa, enquanto dançava. Eu já estava ficando duro com ela me olhando daquele jeito. Acabou a música e ela caminhou até mim sorrindo. Ela sentou no meu colo colocando uma perna de cada lado e eu involuntariamente abri as minhas.

— Quer me deixar louco? – pergunto encarando ela.

— Vou até me retirar depois dessa sentada… – Chris disse se levantando e eu ri alto, assim como Anna.

— Respondendo a pergunta, eu não estou fazendo nada… – sussurrou e mordeu minha orelha levemente. Apertei meus dedos em seu quadril, me controlando – Tá animado, já? – perguntou se referindo a minha ereção.

— Vamos subir – disse a ela, que negou.

— Quero curtir mais… – ela fez bico e eu dei um selinho nele.

— Não, você quer me deixar maluco, isso sim! – digo me levantando com Anna no colo.

— Quer que a gente saia da casa também? – a Pathy perguntou nos olhando quando estávamos no começo da escada. Me virei de costas com ela no colo, pois sabia que a Anna iria responder. 

— Se você beijasse meu amigo Castanha eu já agradeceria – a Anna disse e todo mundo sacaneou a Pathy, que deu o dedo do meio.

— E eu vou dormir onde? – a Gabi perguntou e eu ri. Os meninos se ofereceram de prontidão, fazendo todos rirem.

— Você vai dormir comigo, amiga, relaxa – a Anna disse calma.

— Como assim? – pergunto indignado e Anna me dá um tapa no peito.

— Ah, amiga não tô afim… – Anna interrompeu Gabi.

— Por isso já vamos aliviar essa tensão sexual – Anna disse rindo – Você dorme comigo, Gabriela!

Ela se virou pra mim e me beijou ferozmente. Fomos andando até o quarto sem quebrar o beijo. Me sentei na cama e ela começou a rebolar lentamente no meu colo. Eu já estava duro à muito tempo. 

— Seu cheiro é viciante... – digo enquanto dou beijos molhados em seu pescoço. Ela arranhava minhas costas por baixo da blusa e soltava leves suspiros. 

{•••}

Terminamos de arrumar nossas roupas e tiramos o lençol da cama, colocando no cesto de roupa suja. Peguei a mala da Gabi e coloquei ao lado das nossas coisas.

Descemos e alguns estavam dormindo no chão e outras sentados, conversando. Nos juntamos a eles e sentamos, entrando na conversa que rolava.

{•••}

3 dias depois...

...


Notas Finais


obrigada por ler 💙


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