História T3ddy e eu... - Capítulo 91


Escrita por: ~

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Categorias Christian Figueiredo, Felipe Neto, Guilherme "Mano Coelho" Coelho, Kéfera Buchmann, Lucas "T3ddy" Olioti
Personagens Personagens Originais
Visualizações 140
Palavras 620
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 91 - Vem cá.


O rapaz que era bem bonito por sinal se sentou ao meu lado na poltrona e ele chorava muito.

EU: Ei, por que você tá chorando?

Ele me encarou e suspirou.

T3DDY: A culpa foi minha de novo. Me desculpa. (Ele disse chorando mais)

EU: Culpa do que?

T3DDY: Eu te deixei sozinha. Quando você se acidentou eu não estava lá pra.... (Ele não conseguia dizer mais nada)

Desde a hora que eu acordei meu coração parecia gelo. Não consiguia sentir nada, mas ele.... Não era normal.

EU: Vem cá. (Fiz sinal pra que ele se sentasse na cama comigo)

Ele caminhou lentamente e se aconchegou em meus braços.

EU: Você é cheiroso. (Falei sentindo seu cheiro)

Ele sorriu como uma criança. Pedi permissão pra passar as mãos em seus cabelos e ele autorizou. Comecei a contarolar baixinho uma música que eu não sei qual é.

"Vai ser nossa cidade, nosso telefone, nosso endereço, nosso apartamento, sabe aquela igreja? Tô aqui na frente, imaginando chuvas de arroz na gente"

T3DDY: Se lembra dessa música? (O rapaz disse meio assustado)

EU: Se tô cantando é porque lembro né? Mas não sei o nome nem quem canta.

T3DDY: Sabe o que te fez cantar essa música?

EU: Sei lá. Comecei a cantar como se fosse algo que eu fizesse faz tempo. E ela me trouxe uma lembrança tão boa, mas eu só sinto, não lembro.

(Pra quem não sabe, Chuva de Arroz foi a música do pedido de namoro do Lucas com a Yasmin)

O rapaz sorriu novamente. Até que a psicóloga entrou e pediu pra ele sair. 

PSICÓLOGA: Oi Yasmin. (Ela disse sorrindo)

EU: Oi. (Disse seca)

PSICÓLOGA: Por que você tá brava?

EU: Por que você tirou o rapaz de perto de mim. (Falei cruzando os braços)

PSICÓLOGA: O que estava aqui?

EU: Sim.

PSICÓLOGA: Se lembra dele?

EU: Não, mas ele me faz bem.

PSICÓLOGA: Quer que eu o chame pra participar da consulta?

EU: Aham.

A mulher saiu e voltou com o rapaz que sorria muito. Ele se aconchegou em meus braços de novo e a mulher começou a perguntar uma cassetada de coisas.

PSICÓLOGA: Do que se lembra Yasmin?

EU: Me lembro de ter sentido muita dor e que chamei alguém, mas não lembro quem. Ai quando acordei eu tava nesse inferno.

O rapaz me deu um leve tapinha na boca e pediu pra que eu controlasse os palavrões.

PSICÓLOGA: A dor foi por causa da queda que você levou. Mas não consegue se lembrar do nome?

Fiz que não com a cabeça e o rapaz queria dizer algo mas a mulher não deixava. Dizia que não era a hora certa. Acho que ela fuma.

PSICÓLOGA: O rapaz me disse que você estava cantando uma música. Que música é essa?

EU: Não me lembro o nome e nem quem canta.

PSICÓLOGA: Eu vou colocar essa música pra tocar, pra ver se alguma lembrança aparece.

Ela deu play no celular e comecei a ouvir a música. Eu sabia cantar ela inteirinha.

EU: Coloca outra música desse mesmo cantor pra tocar?

Assim ela fez e eu sabia cantar essa outra música também que era "Esqueci de te esquecer"

EU: Luan. LUAN. (Gritei)

PSICÓLOGA: Quem é Luan?

EU: Não sei. Esse nome me veio na cabeça e me deu vontade de dizer. 

A psicóloga sorriu.

EU: Seu nome é Luan? (Perguntei pro rapaz)

Ele negou e parecia bem triste. Mesmo assim continuei fazendo carinho em seus cabelos.

T3DDY: Eu admiro esse amor dela por esse cantor.

PSICÓLOGA: Acho que ele vai ajudar no tratamento dela. Ele é amigo do nosso hospital e poderíamos pedir a ajuda dele. 

T3DDY: Isso vai ajudar?

PSICÓLOGA: Sim. Pelo que sei, se ela se lembrar dele vai lembrar de muita coisa.

Os dois começaram a conversar e eu estava tipo "Eu existo OK?".

Depois que a psicóloga saiu uma caralhada de gente entrou pra me ver dizendo que era minha familia. Conheci meus pais e meus irmãos, mas não conseguia lembrar de nada.



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