História Tá Rolando Amor? - Capítulo 61


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags A Herdeira, A Seleção, Eadlyn, Kile, Romance
Exibições 412
Palavras 1.681
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá queridos leitores 💜💜💜💜💜💜💜
E a nossa maratona começa agora!!!

Mas antes muito obrigada por todos os comentários do capítulo anterior, eu tenho os melhores leitores do mundo 😍😍😍

A nossa maratona será em comemoração a todas nossas conquistas, porque se não fosse por vocês ela não estaria aqui. Então a maratona será em um clima meio lembranças, relembraremos ao longo dos capítulos alguns momentos do nosso querido casal!

❤ Boa Leitura ❤
🙏 Boa Leitura 🙏

Capítulo 61 - Eu sei que você não me merece...


Fanfic / Fanfiction Tá Rolando Amor? - Capítulo 61 - Eu sei que você não me merece...

Eadlyn: Eu poderia ficar assim com você para sempre! — Kile e eu estávamos deitados, abraçados em silêncio, apenas ouvindo a respiração do outro.  

Kile: Eu também, adoro ficar com você, o silêncio parece nos unir.  

Eadlyn: É como se nós conversássemos mesmo em silêncio. — Completo. — Mas a nossa viagem está quase acabando, não podemos ficar deitados com uma cidade tão linda lá fora para ser explorada.  

Kile: Prefiro ficar aqui no quarto.  

Eadlyn: Por que será que você gosta tanto de ficar aqui... — Ironizo. — Vamos Woodwork, temos que sair um pouco por aí. Nós vamos embora amanhã, temos que conhecer o big ben e a London Eye, os dois principais pontos turísticos que nós ainda não fomos.   

Kile: Acho que existe coisa mais interessante para se fazer. — Insinuou com um sorriso malicioso. Reviro os olhos para ele.  

Eadlyn: Vai se vestir idiota!    

(...)  

Kile: Antes de nós sairmos do hotel eu achava que existia coisas mais interessantes para se fazer do que ir até pontos turísticos, mas agora, vendo você assim tão linda, tenho certeza que nós poderíamos fazer coisas mais interessantes. — Fala enquanto caminhávamos até o nosso destino, a neve havia dado uma trégua, mas o tempo estava fechado. — Apesar de eu ter adorado a sua roupa, te prefiro sem ela. — Murmurou.  

Eadlyn: Dá pra você parar com isso, Woodwork! — Mando. — Essa torre é magnifica! — Afirmo observando a torre do relógio que estava completamente iluminada. Já se passava das sete da noite e o relógio estava completamente iluminado. Kile me abraçava, a noite estava bastante fria, nós olhávamos para cima, observando a beleza do relógio. — Acredita que eu só descobri recentemente que big ben é o nome do sino e não da estrutura completa.  

Kile: Muitas pessoas acham isso. Imagina como deve ter sido a construção dele em 1859, naquele tempo não existia tantas tecnologias como existe hoje.  

Eadlyn: Vamos para a London Eye?  

Kile: Deixa eu tirar uma foto sua antes?  

Eadlyn: Que milagre. Você pedindo permissão para me fotografar, coisa rara! — Brinco. — Não, não deixo. Deixo você tirar uma foto nossa! — Ele sorri para mim e pega o celular e tira uma foto nossa. Na foto eu beijava a bochecha dele e ele estava com os olhos fechados e sorria. Parte da torre aparecia no fundo da imagem. Eu e ele fomos caminhando, observando cada detalhe da noite de Londres. Kile para algumas vezes para tirar algumas fotos. Quando chegamos até o nosso destino minha boca se abre. Caramba, aquilo era muito alto!   

Kile: Tem medo de altura, minha linda? — Pergunta quando entramos na cabine.  

Eadlyn: Só um pouco. — Confesso segurando a mão dele. Após alguns minutos a cabine chega ao topo e meu Deus, aquele lugar era extremamente e incrivelmente alto e bonito, não, esses adjetivos não são capazes de descrever aquilo. A altura era incrível, dá para ver toda a cidade de Londres daqui do alto e a beleza é incomparável. O horizonte cheio de luzes e o ponto que até pouco tempo eu e Kile estávamos, o big ben, brilhava na noite chuvosa. — Caramba... isso é...  

Kile: Incrível! — Completa. — Não sei porquê eu não vim aqui antes, esse lugar é exuberante.   

Eadlyn: A vista lá de cima é esplendida. — Comento enquanto eu e Kile caminhávamos de volta para o hotel. — Está chovendo. — Comento com um sorriso puxando ele pelas calçadas vazias, as pessoas haviam ido para lugares cobertos para se refugiar da chuva, porém, eu puxava Kile para uma área aberta.   

Kile: Eadlyn, nós vamos parar no hospital se continuarmos nessa chuva. — Alerta, mas eu o ignoro e continuo girando enquanto a chuva batia contra o meu rosto. — Você está parecendo uma louca no meio de Londres, girando e tomando chuva num frio desses. — Alerta me observando com um dos cantos dos lábios erguidos.  

Eadlyn: A graça da chuva não está em se molhar, está em senti-la! — Digo o que ele disse quando tomamos chuva no nosso noivado.  

Kile: Copiona! — Acusa. — Agora vamos Eadlyn, vamos pegar um forte resfriado se continuarmos aqui. — Diz pegando a minha mão e correndo em direção ao hotel. Eu seguro firme a sua mão e nós dois saímos correndo, com a chuva batendo contra nossos corpos.  

Eadlyn: Meu Deus, nós estamos ensopados. — Constato olhando nossas roupas quando entramos no quarto de hotel. — Eu preciso de um banho! — Afirmo tirando meu casaco, o deixando pendurado em uma cadeira, indo em direção ao banheiro.   

Kile: Posso ir com você? — Pergunta tirando o seu casaco.   

Eadlyn: Desde quando você pede permissão? — Pergunto erguendo uma das sobrancelhas, me virando em sua direção. Ele sorri de lado. — Claro, vem!   

  

 Kile vai até a banheira e logo ela está cheia de água bem quente, o vapor já passeava pelo local. Eu entro na banheira e sinto a água cobrir cada centímetro do meu corpo gelado. O Woodwork tira suas roupas, foi impossível me controlar, meus olhos inevitavelmente grudam em seu corpo, seus músculo eram definidos, mas nem tanto, o que eu gostava bastante. Nas suas costas haviam algumas pintinhas claras, que se eu não prestasse atenção nem notaria. Ele percebe que eu o observava e me encara com uma das sobrancelhas erguidas.   

Kile: Eu sou maravilhoso, eu sei. — Se gaba entrando na banheira, ficando atrás de mim. Eu apoio minhas costas em seu peito e ele leva as mãos até os meus ombros e fica passeando com elas por ali.   

Eadlyn: Convencido! — Acuso sorrindo. — Começarei a estudar uma forma de parar de gostar de você.  

Kile: Nem tente, é impossível! Você não resiste ao meu charme!  

Eadlyn: Kile, você ainda não me respondeu. A Schreave estava mesmo em crise? E nem tente dizer que você ainda não acabou de verificar aquelas planilhas que eu sei que você já verificou duas vezes.  

Kile: Não Eadlyn, eu queria te dizer que sim, que a Schreave estava em crise, mas não. Não tem a menor chance da Schreave estar em crise, não havia nem chance dela entrar em crise.   

Eadlyn: Eles mentiram! — Murmuro para mim mesma. — Mais uma vez... eles mentiram!   

Kile: Calma Eady, talvez seu pai tenha se enganado... — O interrompo.   

Eadlyn: Não Kile, ele não se enganou. Ele mentiu!  

Kile: Então por qual outro motivo ele te faria se casar comigo?  

Eadlyn: Eu não sei. Isso que me deixa com mais raiva! Eu só aceitei a proposta para proteger a minha família, não queria que eles passassem dificuldades. Mas era mentira! Eu sofri por nada! Eu fui enganada pelos meus próprios pais.  

Kile: Calma Eadlyn! Nós temos que descobrir qual foi o motivo de nós termos nos casada então. — Ele tenta me acalmar, dando leves beijos no meu ombro.   

Eadlyn: Woodwork, eu estou me sentindo mais traída do que eu já me sentia. Eles mentiram para mim novamente, só que essa mentira é bem maior que as outras. Se não tinha necessidade de uma parceria, por que ele fiz eu me casar?  

Kile: Eu não sei, mas nós vamos descobrir amanhã quando voltarmos para Angeles.   

Eadlyn: Desculpa estragar o nosso momento. Era para ser o nosso momento e eu estraguei com problemas.  

Kile: E quem disse que você estragou? — Brinca saindo da banheira, se vestindo em um roupão. — Vem, vamos sair daqui, a água já está esfriando. — Ele pega um roupão para mim.  

Eadlyn: Eu não te mereço Woodwork. Você é bom demais para mim, me entende e sempre está ao meu lado em todos os momentos.   

Kile: Eu sei que você não me merece! — Afirma com um enorme sorriso debochado. — Mas o que eu posso fazer, você já me tem!  

Eadlyn: Aham, eu tenho um Kile convencido, insuportável, convencido, idiota, convencido. Eu já citei convencido?  

Kile: Acho que não! — Brinca. Kile vai até o closet, enquanto eu ficava sentada na cama pensando sobre tudo, sobre meus pais mentirem para mim. E não foi qualquer mentira, foi muito grave, eu me casei porque queria proteger eles. Kile volta até o quarto vestindo uma calça de moletom e tinha algumas peças minhas na mão. — Pega, veste!  

Eadlyn: Mas por que eu vou vestir se você vai tirar daqui a pouco? — Questiono.  

Kile: Eu não irei tirar, Eadlyn. Eu sei que você ficou abalada em saber que seus pais mentiram para você. Amanhã! — Ele não era real, Kile Woodwork não podia ser real.   

Eadlyn: Você não é real, Kile! — Acuso. — Tudo bem, amanhã!   

Kile: Eu vou pedir o nosso jantar. — Avisa indo em direção ao telefone, enquanto eu vestia as peças que ele havia me dado. Abro a boca para dizer que eu não iria jantar, mas ele me interrompe. — Nem adianta dizer que não vai jantar, você vai jantar nem que eu tenha que te obrigar. Você não pode ficar sem comer.  

Eadlyn: Eu te odeio Kile Woodwork!   

Kile: Meus sentimentos por você não são muito diferentes que os seus. — Sorrio para ele e vou até a minha bolsa e pego o contrato que Neena havia posto ali. Começo a procurar alguma pista do verdadeiro motivo para eles quererem que eu me casasse com o Woodwork. — Tá procurando alguma pista do verdadeiro motivo para eles quererem esse casamento? — Afirmo com a cabeça. — Quer ajuda?  

Eadlyn: Não, vamos se dizer que você não é muito bom em interpretação de contratos. — Brinco.  

Kile: Não sei o que você está falando, pelo menos eu li o contrato antes de assinar. — Me provoca.  

Eadlyn: O quê? — Olho com um olhar fuzilador para ele. Resolvo entrar na brincadeira. — Pelo menos eu não tenho medo de uma boneca que nem existe.  

Kile: Ei, não fala sobre aquela boneca! Ela existe! — Informa. — Mas não sou eu que tenho medo de dormir sozinho quando está chovendo!  

Eadlyn: Acho que você era o único garoto que era virgem aos vinte e dois anos! — Acuso sorrindo.  

Kile: E você era a única garota! — Rebate. — Amanhã você vai ver o garota virgem de vinte e dois anos!  

Eadlyn: Isso é uma ameaça? — Pergunto erguendo uma das sobrancelhas.  

Kile: Não, é um aviso!   

Eadlyn: Eu te adoro, Woodwork! — Confesso o abraçando. — Meu convencido!  

Kile: Minha linda! — Ele retribui o abraço. — Mas agora vamos ler esse contrato. Deve ter alguma pista!   

 


Notas Finais


Até logo!!

💞"Algumas escolhas mudam nossas vidas completamente. Agradeço todos os dias por escolher você." 💞


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