História Tá Rolando Amor? - Capítulo 65


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags A Herdeira, A Seleção, Eadlyn, Kile, Romance
Exibições 486
Palavras 1.381
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Volteii!!!!! Temos um P.O.V especial hoje, espero que gostem!


❤️ Boa leitura ❤️
💜 Desculpa qualquer erro 💜

Capítulo 65 - Agradeça por ainda estar vivo!


Fanfic / Fanfiction Tá Rolando Amor? - Capítulo 65 - Agradeça por ainda estar vivo!

P.O.V America  

 Desde a infância Eadlyn e Kile se deram bem, Maxon e eu achávamos que eles continuariam se dando bem após se reencontrarem e saberem sobre o casamento, mas não, os dois pareciam se odiar. A forma que a Eadlyn chorava no dia do casamento me cortou o coração, todos na igreja achavam que era emoção, mas eu conhecia ela e sabia que era tristeza.  

 Durante todo o tempo que eles passaram em Londres eu fiquei preocupada, não por conta de Kile, conheço ele desde que nasceu e conheço melhor ainda Marlee, a mãe dele. Sabia que ele não faria nada de mal a ela, o que me preocupava era a tristeza que ela tentava esconder, mas seus olhos a denunciava.   

 Ao descobrir que eles não se odeiam e até têm uma relação, me deixou melhor. Tenho esperança que esse casamento vire algo real, seria ótimo ver minha Eadlyn feliz. Ela sempre se protegeu do amor, ela criou paredes em volta do seu coração e não deixava a paixão tomar conta dele. Não que isso fosse possível, porque quando se encontra o amor verdadeiro não é possível se proteger, ele toma conta de nós mesmo que não queiramos. Mas parece que essas paredes foram derrubadas pelo Kile, a forma que os dois protegem um ao outro, a forma que eles se completam.  

Maxon: Você se sente melhor agora, querida? — Maxon pergunta se juntando a mim em frente à janela, observando Eadlyn e Kile brincarem pelo jardim.   

America: Mais o menos. Eu me sinto melhor por saber que ela não está tão mal quanto eu imaginava, mas ainda me sinto culpada por fazer ela se casar, ela não queria esse casamento Maxon. Nós dois sabemos o quanto ela não queria se casar. E me sinto mau por mentir para ela, nós dois sabemos que ela só aceitou a proposta do casamento por conta da parceria, ela só aceitou para proteger nós de uma crise financeira. Mas não havia crise e nós mentimos para ela.  

Maxon: Acho que ela não entenderia se nós falássemos o verdadeiro motivo para ela ter que se casar com o Kile, seria difícil explicar tudo. Nós dois sabemos que na nossa época as coisa eram mais complicadas e seria difícil para a Eadlyn entender o passado.  

America: Eles se gostam!  

Maxon: Eu sei disso, eu vejo nos olhos dele a mesma coisa que há nos meus desde o dia que eu te conheci.   

America: Eles se amam, mesmo que ainda não saibam, se amam muito! A Eadlyn tentou fugir de todas as formas do amor, mas ele, o Kile, apareceu e... tudo mudou nela!  

Maxon: Ela está diferente. Parece que ela está mais...  

America: Viva e feliz. Ele despertou nela coisas que a mudou e para melhor. Ela sempre foi uma boa menina, mas ela não conhecia o amor.   

Maxon: Eu gosto dele, menos quando ele me chama de sogrão. — Começo a rir.  

America: Você sente ciúmes dela! — Brinco. 

Maxon: Sinto mesmo, ela é a minha única garotinha. — Confessa. — Mas o que importa é a felicidade dela, ela já sofreu muito com tudo isso. E vejo nos olhos dele que ele gosta muito dela, isso que importa! 

America: Ela também gosta dele e muito!   

Maxon: Só espero que ele não magoe a minha garotinha!  

America: Acho que ele não faria isso, não por querer. — Comento. — Eu sempre achei que aquele ódio era demais, onde tem ódio demais é amor. Estava tão claro que eles não se odiavam. A forma que eles se olham ou dançam desde pequenos.  

Maxon: Ou a forma que ele proteja ela o tempo todo. — Opina olhando os dois correndo sorrindo pelo jardim, Kile segurava ela pela cintura e beijava seu rosto, ela tinha um enorme sorriso e tentava escapar dele.  

America: Talvez um dia esse casamento se torne verdadeiro!  

Maxon: Vamos querida, a Marlee e o Carter estão nos esperando.   

  

P.O.V Eadlyn  

Eadlyn: Kile, para de por mato no meu cabelo! — Mando. Ele estava sentado em um banco que tinha uma espécie de cobertura e eu estava deitada com a cabeça apoiada em seu colo.   

Kile: Não é mato, são flores!   

Eadlyn: Não Kile, isso é uma flor. — Aponto para florzinhas roxas que estavam em um arbusto. — Isso que você está pondo no meu cabelo é mato!  

Kile: Mas fica bonito, você deveria lançar a tendência de usar mato no cabelo.  

Eadlyn: Você tem sérios problemas. — Acuso mexendo lentamente a cabeça de uma lado para o outro, em sinal de negativa. — Vem, vamos nos despedir dos nossos pais. Quero ir embora.  

America: Já vão queridos?  

Eadlyn: Sim, só tenho que pegar uma caixa que eu esqueci lá no quarto. — Digo subindo as escadas.  

Kile: Eu vou com você. — Mas antes que Kile pudesse vir até mim, meu pai segura seu pulso e mexe a cabeça de um lado para o outro lentamente. Kile olha para mim com os olhos com medo, mas logo abre um sorriso debochado. — Sogrão, o senhor quer bater um papo comigo?  

Maxon: Sim, eu quero. Mas a parte do papo deixa para depois, por enquanto ficarei com o só bater mesmo.   

Kile: Calma sogrão... — Começo a rir e sigo para o meu quarto. Pego a caixa azul e dou uma ultima olhada em meu quarto. Muitas coisas permaneciam ali, mas eu não. Sentiria falta daquela casa onde eu cresci, sentiria falta do quarto onde eu me trancava todas as vezes que estava triste. Mas eu tinha que ir... — Você está bem? — Sussurra pegando a caixa das minhas mãos, enquanto nós seguíamos em direção ao meu carro que estava na garagem, após nos despedirmos dos nossos pais.  

Eadlyn: Estou, só sentirei saudade daqui.   

Kile: Farei de tudo para fazer você se sentir em casa. — Assegurou pegando a minha mão.  

Eadlyn: Valeu! — Agradeço abrindo um pequeno sorriso para ele.  

  

Kile e eu seguimos o caminho até a casa dele em silencio, ele me conhecia, sabia que eu precisava pensar um pouco e logo estaria melhor.   

Eadlyn: Por sua culpa fomos descobertos! — Brinco quebrando o silencio, sem tirar os olhos da estrada coberta por gelo.  

Kile: Minha culpa? Quem me agarrou foi você!  

Eadlyn: Você quase matou meu pai do coração!  

Kile: Eu? Quem contou que nós já havíamos feito sexo de uma forma delicada foi você! Você deveria ter dito mais devagar, com palavras melhores. Ele ficou vermelho, eu realmente achei que ele ia ter um ataque cardíaco!  

Eadlyn: Agradeça por ainda estar vivo!  

Kile: O Maxon tem cara de não ser capaz nem de matar uma formiga.  

Eadlyn: Um dos hobbies do meu pai, quando era jovem, era caçar.   

Kile: Sério? — Afirmo com a cabeça. — Acho melhor eu parar de chamar ele de sogrão!  

Eadlyn: Também acho! — Brinco. — Chegamos.   

Kile: Cadê os meus móveis? — Brinca. A sala de Kile estava completamente coberta por presentes. — Talvez terminemos de abrir todos esses presentes no próximo ano.   

Eadlyn: Vamos começar a abrir agora, estou curiosa para saber o que tem nessas caixas!  

Kile: Tudo bem. — Kile pega uma caixa verde clara e abre. — Quem te deu isso? — Pergunta com o rosto vermelho e gargalhando alto.   

Eadlyn: Meu Deus! — Coro ao ver uma camisola mais vermelha que sangue, tão curta e transparente. — Eu mato a Gabi!  

Kile: Olha isso aqui que legal, é de usar no braço? — Kile pergunta com uma cinta-liga na mão.   

Eadlyn: Não, Kile. Tira isso do braço! — Mando pegando a camisola e a cinta da mão de Kile, guardando na caixa. — Acho melhor abrirmos esses presentes depois!   

Kile: Ah não! Agora que estava ficando divertido! — Dou um tapa no ombro dele.   

Eadlyn: Se a Gabi me deu isso, não quero nem imaginar o que a Bia me deu!  

Kile: Eu quero! — Diz começando a procurar o presente da Bia em meio aquele monte de presentes.  

Eadlyn: Nem pense nisso, senhor Woodwork! — Mando. — Vamos, você tem que me apresentar a casa.  

Kile: Você já conhece a casa, Eadlyn.   

Eadlyn: Não, eu só conheço o seu quarto!  

Kile: Já está ótimo! — Diz com o seu sorriso malicioso nos lábios. — Mas aquele quarto não é mais meu, eu me mudei para o nosso quarto! E você também conhece a cozinha e a área da piscina.  

Eadlyn: Vamos logo, Kile! Me mostre a casa.   

Kile: Tudo bem! Aqui é a sala.  

Eadlyn: Sério? — Ironizo.  


Notas Finais


💞"Talvez a loucura, seja um dos melhores remédios a tristeza" 💞


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