História Tá Rolando Amor? - Capítulo 68


Escrita por: ~

Postado
Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags A Herdeira, A Seleção, Eadlyn, Kile, Romance
Exibições 462
Palavras 2.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá queridos Leitores!!! Voltei com o capítulo que restou da maratona de ontem.

💙 Boa Leitura 💙
💖 Desculpa qualquer erro 💖

Capítulo 68 - Fotografias...


Fanfic / Fanfiction Tá Rolando Amor? - Capítulo 68 - Fotografias...

 Acordo com uma enorme claridade em meu rosto, sem mesmo abrir os olhos descubro de onde vinha aquela enorme quantidade de luz. Eu e o Woodwork acabamos dormindo no sótão, dormir não é bem a palavra. Abro meus olhos e percebo que Kile não estava ao meu lado, no lugar dele encontro uma linda rosa vermelha. Romântico como sempre! Kile sempre é romântico, já eu, como ele mesmo diz "A delicadeza em pessoa". Acho que serei um pouco mais romântica, pelo menos por um dia. Visto a primeira coisa que eu encontro, no caso a camiseta de Kile que estava jogada encima de algumas almofadas.   

 Desço do sótão e vou atrás de Kile, vou até o nosso quarto, porém ele não estava lá. Aproveito que já estava lá e tomo um banho rápido. Visto um shorts e uma blusa de mangas longas e prendo meu cabelo em um rabo de cavalo. Deixo a rosa encima do criado-mudo e vou atrás do meu idiota.  

 Vou até a cozinha e encontro uma mesa de café da manhã maravilhosa, mas ele não estava lá. Pego algumas torradas e suco e os saboreio enquanto imaginava onde Kile poderia estar. Nas piscina não, está fazendo muito frio. Droga, aquela casa era enorme. Antes que eu pudesse pensar em outro lugar que ele poderia estar, meus olhos encontram os dele. Ele vinha em minha direção, com um sorriso enorme no rosto.  

Kile: Bom dia! — Deseja dando um beijo na minha bochecha.  

Eadlyn: Bom dia, querido! — Kile ergue uma das sobrancelhas.  

Kile: Querido? O que você tem? — Pergunta se sentando em frente a mim, se servindo de um pouco de café. 

Eadlyn: Nada, não posso te chamar de querido?  

Kile: Pode, mas você é a Eadlyn.   

Eadlyn: Eu já te chamei de querido antes.  

Kile: Já, mas você sempre estava sendo irônica ou estava me provocando.   

Eadlyn: Mas hoje eu estou com vontade de te chamar de querido. — Esclareço. — Onde você estava?  

Kile: Eu estava naquela sala que você ainda não viu. Acho que você pode ver ela hoje.  

Eadlyn: Sério? — Pergunto entusiasmada. — Vem, vamos logo idiota! Quer dizer, querido.  

Kile: Calma Schreave, vamos tomar café da manhã primeiro. Ah, e você está linda!   

Eadlyn: Você também.   

Kile: Tem certeza que você está bem? — Pergunta tocando minha testa.   

Eadlyn: Sim querido, eu estou bem. — Suas sobrancelhas se arqueiam e os cantos dos seus lábios se erguem. — Será que você pode me mostrar logo essa sala, estou curiosa.  

Kile: Como sempre! — Observou. — Vamos, acho que a curiosidade está mexendo com você. Você está estranha.   

Eadlyn: Me dá uma dica do que tem naquela sala.  

Kile: Eadlyn, você é inteligente. Pensa um pouco. Você viu todos os cômodos dessa casa, o que faltava neles. — Puxo na minha memória tudo que eu havia visto naquela casa.  Nós dois havíamos ido ao antigo quarto dele, que havia virado uma sala onde o Kile mantinha os desenhos, maquetes, câmeras e fotos dele. Mas o que me estranhou foi que minhas fotos e dele não estavam mais lá. — Pronta?   

Eadlyn: Estou. — Ele abre a porta, expondo uma sala com paredes brancas, porém que estavam completamente cobertas por fotos e frases. — Eu não acredito que você fez isso. — Duvido enquanto observava aquele lugar. Nas paredes da sala havia muitas fotos nossas, todas retratavam nossos momentos até aqui. Só era possível ver a cor das paredes em uma delas que estava sem fotos, porém havia nossas frases escritas, com um tipo de adesivo que imitava a letra de Kile. Havia um sofá em um violeta vibrante no local, que parecia ser confortável. 


Você não tem educação?  

A primeira coisa que eu disse a ele no nosso reencontro. 


Senhora educação... 


Eu sei. Eu também te odeio!   


Convencido e Mimada.   


Nunca vou te deixar sozinha!   

 

Havia um trecho da música "Thinking Out Loud", a música que nós tocamos juntos quando estávamos tristes.  


Estou pensando em como   
As pessoas se apaixonam de maneiras misteriosas  
Talvez apenas o toque de uma mão  
Eu, me apaixono por você a cada dia.   

  
Se eu pegar esse sapato vou tacar ele na sua cabeça.

Frase que eu disse no dia do nosso noivado, quando ele pegou meu sapato e saiu correndo. 


É muito tarde para pedir desculpas agora?  

Meu sorriso se alarga ao relembrar de Kile cantando muito mal de propósito. 


Eu te odeio porque não consigo viver mais sem esse seu jeito idiota...   


Cara de nerd.  

  

Havia também um trecho de "Uncover", música que dançamos no jardim.   


Ninguém vê, ninguém sabe  
Nós somos um segredo, não podemos ser expostos  
É como isso é, é como isso será  
Longe dos outros, perto um do outro.  

  


Amizade com benefícios. 

De onde eu tirei aquilo?  
 


A graça da chuva não é se molhar, a graça está em senti-la.  


Tarada  


Eu estou completamente, inconsequentemente, perdidamente e loucamente apaixonado por você!  

Frase que fez meu coração parar de bater, até hoje me lembro como foi bom saber que ele sentia a mesma coisa que eu. 


Kile eu não queria, eu não podia, mas eu acabei me apaixonando por você!  


O meu coração quis você.  


Tão de repente, tão estranhamente meu coração escolheu você. 


Não tenha medo  
Eu te amei por mil anos  
E amarei por mais mil   

Trecho de "A Thousand Years", música do nosso casamento.  

E com a letra um pouco maior, dando maior destaque, havia um trecho de "Photograph". 
 


Nós mantemos este amor numa fotografia 
Nós fizemos estas memórias para nós mesmos 
Onde nossos olhos nunca fecham 
Nossos corações nunca estiveram partidos 
E o tempo está congelado para sempre 

 

Havia muitas frases, cada uma com um significado especial. 

Kile: Aqui é tipo a sala dos nossos momentos, eu fiz esse lugar para nós nunca esquecermos onde tudo começou, nunca esquecer dos nossos momentos.  

Eadlyn: Oh, essa foto! — Digo pegando uma foto antiga, era minha e de Kile pequenos. Nós dois estávamos em uma enorme sala, eu vestia um vestido longo e ele um terno. Nós dois tínhamos as mãos dadas. Parecíamos estar dançando. — Kile, eu lembro um pouco desse dia.  

Kile: Foi o casamento do Aspen e da Lucy, nós dois estávamos dançando. Nós aprendemos dançar juntos, você era o meu par nas aulas. Por isso nunca tivemos dificuldades em dançar juntos.   

Eadlyn: Onde você conseguiu essa foto? — Pergunto.   

Kile: Lucy e Aspen. Estava no álbum de fotografias de casamento deles, eu tirei uma cópia. — Explica. — Tem mais uma. — Ele diz apontando para uma foto que eu não havia visto. Eu deveria ter uns três anos e ele um pouco mais. Eu estava com uma saia de tule rosa e um laço enorme na cabeça, estava vestida de bailarina. Já ele vestia uma farda de soldado e tinha um chapéu na mão. Eu estava com as mãos apoiadas em um dos ombros dele e tinha uma perna levantada, fazendo pose de bailarina e um enorme sorriso sapeca nos lábios, já Kile prestava atenção em qualquer coisa menos na câmera. Ele coçava a cabeça e olhava pro lado. Sem dúvidas estávamos na festa de Halloween.  

Eadlyn: Eu tinha essa foto. — Murmuro me lembrando das fotos que eu dei para minha mãe jogar fora. — Você sempre um belo cavalheiro. — Ironizo com um sorriso, observando a foto.  

Kile: E você sempre exibida! — Acusa. — Aposto que foi você que me obrigou a tirar essa foto.   

Eadlyn: Nós éramos fofos! A bailarina e o soldadinho de chumbo! — Brinco. Continuo a observar as fotos, haviam muitas. Mas uma que eu ainda não havia visto me chamou atenção, uma do nosso casamento. Era o nosso beijo na porta da igreja, o beijo que eu havia me entregado. A nossa volta estava completamente tudo branco, a neve cobria tudo. Meu vestido também entrava em contraste com a neve. Kile tinha as mãos carinhosamente na minha cintura e uma das minhas mãos estavam em seu rosto, a outra estava segurando o buque de rosas vermelhas, o único ponto de cor, além do terno de Kile. Involuntariamente um sorriso brota em meus lábios. O que será que teria acontecido se eu tivesse dito não? Passo meus olhos pelas fotos e encontro fotos nossas em Londres e várias outras. — Eu amei essa sala, ela conta um pouco da nossa curta história até agora.  

Kile: Logo essas paredes estarão cheias e teremos que mudar para outro lugar. — Eu observava as nossas fotos de pequenos, tentava puxar em minha memória todos nossos momentos, mas estava difícil. — Eady, que foi? Não gostou da sala?  

Eadlyn: Não é isso, eu amei. É que eu queria lembrar mais momentos da nossa infância.   

Kile: Talvez você ainda tenha aquele mesmo medo de infância. — Diz me puxando em direção à sala de estar. Nós dois sentamos no sofá abraçados. Eu ouvia atenta o que ele dizia. — Talvez o medo de sentir dor ainda permaneça aí dentro. — Ele toca o meu coração. — Você quis esquecer de mim porque tinha medo de sentir dor por saudades. Então, talvez o medo que eu vá embora de novo ainda permaneça aí. Mas eu nunca mais irei embora novamente. — Afirma. — Quer que eu te conte algumas coisas que aconteceram quando nós éramos pequenos? Eu não lembro muitas coisas, mas lembro de algumas.  

Eadlyn: Quero, por favor.  

Kile: No dia do casamento da Lucy, nós dois ficamos imitando os outros casais da festa. Eu ficava te chamando de senhorita e você me chamava de senhor Woodwork. No Halloween, nós inventamos um concurso da melhor fantasia. Nós íamos escolher as melhores fantasias. Nós nos nomeamos com as melhores fantasias. — Risadas fogem dos nossos lábios, isso é tão Eadlyn e Kile. — E você disse que eu estava estragando a minha fantasia porque não estava usando o chapéu. Era impossível ficar com aquele chapéu, ele coçava minha cabeça. Ahren ficou falando que eu tinha pegado piolho de você. — Relembra rindo.  

Eadlyn: O quê!? Eu não tinha piolho! Vocês sempre foram dois idiotas!   

Kile: Você teve essa mesma reação quando viu eu e Ahren dançando com algumas meninas e deixamos você sozinha. 

Eadlyn: Vocês sempre têm todas garotas aos seus pés. — Reclamo revirando os olhos.   

Kile: E você sempre tem eu e Ahren aos seus pés.   

Eadlyn: Eu tenho vocês aos meus pés? — Pergunto gargalhando. — Vocês sempre me irritaram e me chamavam de mimada.   

Kile: Está lembrando?  

Eadlyn: Estou.   

Kile: Lembra quando eu fui te ensinar a pular corda e você caiu. Você ameaçou a convencer alguém a me amarrar pelos dois pés e me pendurar em uma árvore caso eu não parasse de rir.  

Eadlyn: Lembro! — Digo rindo. E assim passamos a manhã, relembrando alguns momentos da nossa infância, até que chegou o temido momento. Nós dois teríamos que cozinhar e sempre que nós fazemos isso juntos dá algo errado.  

Kile: Sem guerra de comida! — Alerta. — Acho que teremos que contratar uma empregada.  

Eadlyn: Acho que já somos grandinhos e podemos muito bem nos virar sozinhos!   

Kile: Só acho que nós dois na cozinha não dá certo.  

Eadlyn: Por quê? Eu estou cozinhando esses legumes muito bem.  

Kile: Aham, eles sem dúvidas ficarão cozidos com você mexendo eles com o fogo apagado. — Diz gargalhando.   

Eadlyn: Sem graça! Foi um pequeno erro! — Afirmo. — Querido, será que você poderia me passar o sal por favor?  

Kile: Eadlyn, essas suas mudanças de humor me deixam maluco. Tem certeza que eu não serei papai?  

Eadlyn: Tenho. Você tem uma certa loucura por ser pai!  

Kile: Sim, tenho. Por mim, eu teria uns vinte filhos. — Explodo em uma gargalhada.  

Eadlyn: E quem te dará esse tanto de filhos? Uma coelha? — Sugiro. — Não acha que você é muito novo para já pensar em ser pai?  

Kile: Talvez um pouco. — Opina. — Pronto! — Diz quando nós acabamos de fazer a comida e havíamos arrumado a mesa.   

Eadlyn: Até que formamos uma boa dupla! — Após dizer essa frase, um pensamento invade minha cabeça. — Woodwork, quando éramos pequenos. Sempre formamos um par, um casal... Certo? — Ele afirma com a cabeça enquanto limpava a boca com um guardanapo. — Você acha que isso tem algo a ver com o presente? — Kile encara o prato e logo me encara novamente.  

Kile: Claro! Eadlyn, esquecemos do pen-drive!  


Notas Finais


💞"A vida é curta. Quebre as regras, perdoe rapidamente, beba lentamente, ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente e nunca se arrependa de nada que te faça sorrir"💞


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