História Tá Rolando Amor? - Capítulo 94


Escrita por: ~

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Categorias A Seleção
Personagens America Singer, Eadlyn Schreave, Kile Woodwork, Maxon Calix Schreave
Tags A Herdeira, A Seleção, Eadlyn, Kile, Romance
Exibições 354
Palavras 1.738
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá queridos leitores!!!

Estou demorando para postar os capítulos por conta que eu não estou tendo tempo para revisa-los, mas a partir da semana que vem terei bastante tempo.

💕 Boa Leitura 💕
💚 Desculpa qualquer erro 💚

Capítulo 94 - Por favor fica comigo, não me deixe sozinho.


Fanfic / Fanfiction Tá Rolando Amor? - Capítulo 94 - Por favor fica comigo, não me deixe sozinho.

Kile: Será que podemos voltar a dezembro? — Pede me encarando.  

Eadlyn: Por quê? 

Kile: Porque eu te amo e quero o seu perdão. — Murmura com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.  

Antes que eu pudesse pensar, eu já estava me abaixando e abraçando o meu nerd com toda a força que eu tinha. Ele rodeia o meu corpo com os seus braços, e enfia o seu rosto em meu pescoço. Conseguia sentir as lágrimas dele em minha pele, o pranto já tomava conta dos nossos rostos. A sensação que crescia no meu peito era boa, parecia que todo o vazio que dor ocupava estava sendo ocupada por ele. O amor, a alegria e os milhares de sentimentos bons que Kile me causava reocupavam seus lugares. A dor, o medo e a saudade saiam dos nossos corpos por meio daquelas grossas e quentes lágrimas. Aquilo, aquele abraço significa tanto para mim. Era como se toda a dor, tudo o que sentimos enquanto estivemos separados, reaparecesse. Todos os sentimentos, todas as dores vieram juntas, mas elas não doíam porque estávamos juntos. E no abraço um do outro, Kile e eu chorávamos por aquelas dores que passavam, chorávamos por tudo. Era um choro de pura dor, era um abraço de saudade e de arrependimento. Todas as dores nos atingiam novamente, só que agora nós temos um ao outro. 

Seu cheiro, seu toque, sua respiração batendo contra a pele do meu pescoço me faziam chorar ainda mais. Era difícil relembrar as noites de pranto que eu passei desejando aqueles atos, a quantidade de lágrimas que eu derramei desejando imensamente tê-lo novamente. 

Kile: Calma, Eady. — Pede, se afastando de mim, encarando o meu rosto. Ele leva os polegares até o meu rosto, e com delicadeza seca as lágrimas que deslizavam por ele. Mas não adiantava, as lágrimas continuavam a inundar meus olhos. — Eu te amo! — Murmura ainda chorando. Abro um sorriso pequeno, aquelas três palavras significam tanto para mim.

Nossos olhos estavam grudados, as mãos dele ainda permaneciam em meu rosto. Nossos olhares analisam cada detalhe do rosto do outro. Devagar nossos rostos se aproximam, nós já havíamos feito aquilo inúmeras vezes, mas, depois de tudo, depois da dor, do medo, da angústia e de outras sensações que nos atormentaram durante meses, aquele beijo era especial. Nós nos aproximávamos devagar com medo que aquilo fosse um sonho, e que qualquer movimento brusco fosse capaz de nos separar. Tudo parou, as ondas pararam de se quebrar, os pássaros pararam de cantar e qualquer ruído daquele paraíso se silenciou quando nossos lábios se uniram novamente. Aperto meus braços nas costas de Kile com violência, nada poderia tira-lo dos meus braços novamente, ele faz o mesmo que eu. Sua boca explorava a minha com ansiedade, o beijo fez todas as sensações que já havia sentido ao beijar o Woodwork se unirem todas juntas naquele beijo. As borboletas no estômago, os arrepios, o agito no peito causado pelo coração batendo rapidamente se uniram para presenciar aquele beijo, que era composto por muita, mais muita saudade e desejo, mas ele também tinha carinho, possuía um pedido de desculpas de nós dois, arrependimentos, saudade e várias outras emoções, mas em especial trazia um senti sua falta e um pedido de não me abandone, por favor.  

Por que nós sofremos tanto? Por que tivemos que sentir tanta dor para finalmente contar sobre nossos sentimentos para o outro? 

Eadlyn: Está na vez de quem ser forte? — Murmuro ainda abraçada a ele. 

Kile: De nenhum de nós, agora, depois de tudo que passamos, já fomos fortes ao bastante para conseguir sobreviver todo esse tempo sem o outro, podemos ser fracos. Não precisamos ser fortes agora, aqui estamos protegidos de tudo, podemos ser fracos. 

Eadlyn:  Ainda estamos juntos nessa? 

Kile: Nunca estivemos separados nessa, Eadlyn. — Murmura encarando a minha mão e a dele unidas, as duas alianças brilhavam.  

Nessa, esse casamento, essa aventura na qual nos envolvemos juntos mudou tanto nós. Penso no que Kile disse, apesar de tudo, apesar de ficarmos separados milhares de quilômetros, nunca ficamos separados dessa. Nunca ficamos separados do elo que é esse casamento, que começou como um medo, como algo ruim, e hoje, considero a melhor coisa que poderia ter me ocorrido. Apesar de estarmos separados, nunca o elo que ligou nós dois foi destruído, nunca o sentimento que nasceu nessa aventura foi abalado. 

 

Kile gruda nossos lábios novamente, suas mãos me puxavam para mais perto, e sua boca se apossava da minha. Pouco tempo depois nós dois já entrávamos na casa, Kile passa os braços pelas minhas pernas, me pegando no colo, enquanto sua boca explorava meu pescoço.  

Segundos depois, sinto meu corpo sendo posto no macio colchão e vejo a boca de Kile vindo em encontro a minha. Enlaço minhas pernas em sua cintura, o trazendo para mais próximo de mim. Sua boca explora o meu pescoço, sua barba que começava a aparecer arranhava minha pele no local, me causando arrepios. Suas mãos descem pelo meu corpo. Sua mão pousa em minha coxa onde ele a aperta sem delicadeza. Seus dedos febris se infiltram por baixo do tecido do meu vestido, onde seus dedos param, apertando-me no local, fazendo eu apertar os olhos sentindo aquela sensação.  

O vestido de tecido fino logo estava jogado no chão, junto à camisa dele. Kile se apossa da minha boca novamente, enquanto suas mãos agilmente tiravam meu sutiã. Ele passeia com os lábios pela minha bochecha, e segue seu caminho até a minha orelha, onde ele deposita uma mordida, fazendo meu corpo se arrepiar totalmente. Ele desce pelo o meu pescoço, e logo seus lábios estavam nos meus seios. Eu já estava perdida naquelas sensações, o desejo e a saudade nos guiavam, me perco ainda mais quando sinto a mão de Kile descendo pela minha barriga até chegar em minha intimidade. Seus dedos sem hesitarem, se esgueiraram para dentro do fino tecido, ao ser tocada ali, espasmos percorrem meu corpo e um gemido foge dos meus lábios. Seus dedos me tocam com mais urgência, e meus gemidos aumentam. Minhas mãos apertam os ombros de Kile ao sentir aquelas inúmeras correntes elétricas. Meus gemidos logo são abafados pelos lábios dele, sua boca se apossa da minha violentamente, enquanto seus dedos continuavam a me estimular. Quando o ar nos falta, Kile se afasta de mim, sua boca vai até o meu pescoço e ali ele suga a minha pele, um alto gemido foge da minha boca e vejo um sorriso brincar nos lábios dele.

Encaro ele com raiva, e em poucos minutos eu estava por cima, sentada em seu colo, ele tinha as cotas apoiadas na cabeceira. Ele me encara com um sorriso de lado, mas que logo some, ao ver eu tirando sua calça e sua box, e depois sentir minha mão tocar o seu membro. Começo com movimentos devagares, e vejo Kile fechar os olhos e apoiar a sua cabeça em meu ombro. Aos poucos aumento a velocidade, e gemidos roucos fogem da boca dele. Ele mantinha a cabeça apoiada no meu ombro, mas a cada segundo ficava mais difícil nos controlarmos. Ele gemia o meu nome, e apertava minhas coxas, eu tentava me controlar, mas era difícil com todo aquele desejo e saudade. Ele levanta a cabeça, seus olhos estavam escuros e ao encara-los me perco totalmente. Grudo meus lábios ao deles, nossos lábios estavam quentes, como o resto dos nossos corpos. Era como se estivéssemos cercados por um incêndio, que era o nosso amor queimando dentro e envolta de nós. Kile em um movimento rápido nos une, e após muito tempo, estar unida novamente a ele foi maravilhoso. Foi impossível segurar o grito de prazer que fugiu pelos nossos lábios. A paciência já não fazia mais parte de nós, o desejo e a saudade nos guiavam. Minhas unhas estavam cravadas nos ombros de Kile, e se não bastasse os arrepios, espasmos e correntes elétricas que percorriam o meu corpo, o som dos seus gemidos roucos me levavam ao cúmulo da perdição, e sem pensar, cravo meus dentes no ombro dele. Céus, aquilo era maravilhoso. Um gemido alto foge da minha boca ao ser preenchida por ele, nós dois chegamos ao ápice e caímos deitados soados, cansados, com tremedeiras, porém com enormes sorrisos nos lábios. 

Podia ouvir o som dos nossos corações batendo acelerados. Kile segura a minha mão e beija as costas dela. 

Kile: Céus, Eadlyn! Olha o que você faz comigo. — Acusa ofegante, levando a minha mão até o seu peito, onde seu coração batia extremamente rápido. 

Eadlyn: Você me causa a mesma coisa, você é a minha perdição Kile Woodwork! 

Kile: Nós estamos perdidos desde o momento que os nossos olhos se cruzaram naquela casa de praia. 

Eadlyn: Estou tão perdida, mas encontrada. Estou no lugar que eu desejo ficar para sempre. Finalmente eu estou no meu refúgio, nos seus braços. 

Kile: Eu te amo tanto, Eadlyn. 

Eadlyn: Eu também te amo muito Kile. 

Kile: Por favor fica comigo, não me deixe sozinho. Eu preciso de você. — Suplica. 

Eadlyn: Para sempre eu estarei com você Kile, meu coração sempre te pertencerá. E eu não sairei de perto de você, eu prometo! — Juro levando minha mão até o rosto dele, passeando com ela pela sua bochecha. — Não me abandone nunca mais! 

Kile: Jamais cometerei esse erro novamente! — Murmura. — Eu preciso do seu amor, Eadlyn. Eu preciso de todo o seu amor para me reerguer novamente.  

Eadlyn: Eu também preciso do seu amor, Kile. De todo o seu amor para me curar de tudo, de toda dor.  

Kile: Eu te amarei todos os segundos da minha vida, minha Princesa. — Murmura grudando nossos lábios. — Eu nunca deixei de te amar nem por um segundo sequer. 

Eadlyn: Nem eu, eu tentei muito, mas você está dentro de mim para sempre, guardado no meu coração. 

Kile: Eu senti tanto a sua falta.  

Eadlyn: Eu estou com tanta saudade de você, mais tanta. Precisarei de muito tempo para matar ela. 

Kile: Ah é? — Afirmo. — Tenho uma ótima notícia para você: Para a minha princesa eu tenho todo o meu tempo livre. — Conta beijando meu rosto. — Usarei todo meu tempo para encher ela de abraços, carinhos, muitos, mais muitos beijos.  

Eadlyn: Só isso? — Pergunto erguendo uma das sobrancelhas. 

Kile afasta seu rosto de mim e me encara rindo. Eu abro um sorriso, e ele faz o mesmo, seu enorme sorriso me faz perder o fôlego. 

Kile: Tudo o que você quiser, minha tarada!  


Notas Finais


Finalmente o nosso querido casal está junto novamente!!!

Mas ainda tem muita coisa para ser conversado, os dois precisam se explicar. No próximo capítulo teremos a conversa que dirá qual rumo a história seguirá.

E como notas finais hoje teremos uma música sugerida por alguns (muitos) queridos leitores 😄 Obrigada pela sugestão 💖💖💖

💞"Você é a luz, você é a noite
Você é a cor do meu sangue
Você é a cura, você é a dor
Você é a única coisa que quero tocar
Não sabia que podia ser tão importante

Você é o medo, eu não ligo
Pois eu nunca estive tão extasiada
Me siga até a escuridão
Deixe eu te levar além do céu
Você vai ver o mundo ganhar vida, vida

Então me ame como só você faz, me ame como você faz
Me ame como só você faz, me ame como você faz
Me toque como você faz, como só você faz
Pelo que está esperando?" — Love Me Like You Do - Ellie Goulding 💞


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