História Taboo love... - Capítulo 71


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Gêmeos Yaoi, Hard Lemon, Incesto Irmãos, Long-fic, Shotacon, Threesome
Exibições 282
Palavras 2.519
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiee! Amores, estou trazendo mais um capítulo para vocês. Altas explicações pra quem está boiando sem entender nada da história do Senji.
Beijos e Boa leitura 💋

Capítulo 71 - Conselhos


Fanfic / Fanfiction Taboo love... - Capítulo 71 - Conselhos

Pov. Hiroshi - On

Eu sou algum tipo de imbecil? O que deu na minha cabeça quando briguei com o Yuri daquele jeito? Nem me lembro mais. Só sei que eu tive um dia muito cansativo no trabalho e fiquei com raiva do Yuri quando ele me deixou daquele jeito exposto na enfermaria, mas eu não queria que as coisas chegassem aquele ponto. Nem tive a coragem de pedir desculpas, coisa que eu deveria ter feito desde o início. Fiquei pensando sobre a briga a noite toda sem dormir, estou com muita raiva de mim mesmo por descontar minhas frustrações no Yuri mas mesmo assim, fiquei com vergonha de ir até ele, droga, ele deve me odiar agora.

— E-Enfermeiro? – Uma garota ruiva e bastante maquiada de rabo de cavalo entrou na enfermaria.

— Sim, senhorita... 

— Akemi, meu nome é Akemi, sou a filha da diretora. – Ela falou com um sorriso gentil no rosto.

— Ha sim, pois não... – Falei me sentando na minha cadeira, ajeitei alguns papéis que estavam esparramados sobre a mesa e fitei o rosto da garota de um modo sério.

— É que eu vi um garoto muito parecido com aquele garoto... Yuri não? Você trás ele na maioria das vezes até a escola, ele está atrás da quadra e parece que se machucou feio. – Ela disse com um olhar muito preocupado, arregalei os olhos em surpresa e me levantei rapidamente da cadeira.

— O quê? Onde? – Falei bastante preocupado.

Então Akemi me informou o lugar certinho e eu logo segui até lá o mais rápido possível, não acredito que Yuri se machucou. Logo cheguei no local e não vi nada, então comecei a procurar por toda a extensão de trás da quadra grande. Fiquei poucos minutos procurando e o que eu vi quando o encontrei... Fez meu coração parar de bater por alguns instantes, senti um aperto forte junto a uma vontade de chorar inexplicável, é como se meu coração estivesse se ferido, foi uma sensação horrível.

Vi Arthur tocando no rosto do Yuri enquanto o beija.

Não consegui ficar nem mais um segundo no local, eu não aguentaria. Nunca havia sentido essa sensação antes na minha vida, é horrível de mais. Saí de um modo rápido em passos largos. Enquanto eu ando, não consigo parar de pensar nas coisas que eu e o Yuri passamos e construímos juntos, eu o criei, cuidei dele como se fosse meu filho, amei, dei carinho mais que tudo, ele é a minha vida e pensar que isso tudo está ameaçado, destrói o meu coração em milhares de pedacinhos.

Já se apaixonou alguma vez? Sabe o quanto dói ver a sua pessoa amada beijando outra pessoa? Se sim, multiplique esse sentimento que sentiu em mil, esse é o nível de amor que eu sinto pelo Yuri, e esse é o nível de sofrimento que meu coração suporta com todas as suas forças, ou tenta suportar.

Flashback: On

— Onii-sama, o que é aquilo? – Yuri perguntou apontando para a pequena Tv do nosso quarto do orfanato, estava passando um programa de moda para noivas, onde se apresentam vários vestidos diferentes.

— Aquilo são noivas Yuri, elas estão se preparando para casar. – Falei com um sorriso enquanto acaricio os cabelos do pequeno Yuri de 4 anos de idade que estava no meu colo.

— O que é casar? – Yuri perguntou na inocência, sorri e beijei sua testa.

— É o que as pessoas fazem quando se amam muito e querem ficar juntas para sempre. – Falei fitando a Tv.

— Se as pessoas fizelem isso, elas podem fica juntas pla semple? – Yuri perguntou baixinho com os olhinhos brilhando, o fitei e assenti positivamente com a cabeça.

Quando eu clescer, eu vou se sua noiva, Onii-Sama! – Yuri falou me fazendo arregalar os olhos surpreso.

Logo em seguida voltei a sorrir.

— Sim, você será a minha noiva, a noiva mais linda de todas. – Falei na brincadeira, logo em seguida comecei a fazer cócegas no Yuri que começou a rir bastante. 

Quem diria que um dia, eu pensaria realmente assim.

Flashback: Off

Trombei em vários alunos que estavam de bobeira pelo corredor e quase caí quando tropecei no pé de alguém.

— Opa, desculpa cara... – O aluno que eu tropecei se desculpou, mas eu só ignorei e continuei seguindo até a saída. Estou segurando muito a vontade de chorar.

Andei por alguns metros e me esbarrei em alguém novamente, merda, a única coisa que eu quero fazer é ir embora.

— H-Hiro? Você tá bem cara? – Logo percebi que eu havia esbarrado no Eduardo, amigo do Yuri.

— Han? E-Eu estou bem sim... O que está fazendo fora da sala? – Perguntei muito desanimado enquanto fito o chão, droga, a vontade de chorar não passou, eu estou me sentindo muito pior na verdade, só de lembrar do Yuri pequeno.

— Eu fui ao banheiro e já estou voltando pra sala mas... Tem certeza que está bem mesmo? – Eduardo perguntou ajeitando seus óculos, assenti positivamente com a cabeça e logo em seguida comecei a andar em direção a sala da diretora, sem nem dar tempo do Eduardo falar nada a mais.

Fui até a diretoria e falei que eu não estou me sentindo muito bem e preciso ir embora, ela me liberou, então fui rapidamente até o estacionamento da escola e fui até meu carro. Quando entrei no carro, não aguentei, travei a porta e comecei a chorar, chorar como a tempos não chorava, comecei e lembrar novamente do Yuri e das coisas que ele falava quando pequeno, merda, meu coração está todo cagado agora. Eu o amo tanto que dá vontade de arrancar meu coração fora pra dor e o aperto passar. Encostei ambas as minhas mãos no volante e minha cabeça no botão da buzina do carro. Consigo sentir as lágrimas rolarem pelo meu rosto.

Merda. – Falei levantando a minha cabeça pra poder dar um soco bem forte no volante. Logo em seguida peguei o meu celular do bolso e mandei uma mensagem para o Ken me encontrar na casa dele, ele deve estar no meio do trabalho mas mesmo assim, eu falei que é uma emergência, então ele vai dar um jeito.

Peguei a chave do carro que estava no meu bolso junto ao celular e liguei o carro, logo segui até a casa do Ken que é um pouco longe daqui.

(...)

Chegando em frente à casa dele, passei a mão no rosto pra limpar as lágrimas que insistiram em rolar pelo meu rosto no caminho, mesmo eu não querendo, e saí do carro. Fui em direção à porta e toquei a campainha várias e várias vezes que nem um louco.

Já vai porra! – Escutei Ken gritar de dentro da casa. Quando ele abriu a porta e viu o meu estado, a única coisa que ele fez foi arregalar os olhos incrédulo só pra logo em seguida me abraçar com força. Afundei meu rosto no seu peito e solucei algumas vezes.

— Estamos em paz ok? – Murmurei ainda com a cara afundada no peito do Ken.

— Ok. – Ele falou acariciando meus cabelos.— Entra. – Ordenou de um modo sério dando espaço pra mim entrar, assim o fiz e logo em seguida Ken trancou a porta.— Então, me fala, que merda aconteceu? – Ele me perguntou se dirigindo até o sofá da sala que está perto a uma mesinha que tem um saco de marshmallows sobre ela.

Me sentei ao lado dele.

— Aconteceu que eu vi o Yuri beijando um travesti baixinho e fofinho. – Falei com um olhar triste, o choro finalmente passou.

— Hum, que mais? – Ken perguntou abrindo o saco de doces que estava sobre a mesinha.

— Esse travesti já estava dando em cima do Yuri desde ontem, e em só um dia conseguiu um beijo dele, é possível? – Falei cruzando os braços com raiva e tristeza, não vou chorar que nem uma garotinha apaixonada na frente do Ken assim.

— Nossa, se fosse o Eduardo que ele conhece a muito mais tempo eu até tentaria entender mas, ele conheceu esse travesti ontem? – Ken falou me fitando confuso, assenti positivamente com a cabeça sem a menor paciência pra falar algo. — E como ele é? – Ele perguntou se ajeitando melhor no sofá enquanto come seus marshmallows. 

— Aqui... – Falei pegando o meu celular do meu bolso.— Eu ganho a ficha e o tipo sanguíneo de todos os estudantes da escola... – Falei abrindo o aplicativo de saúde da escola. — Essa é a foto dele. – Falei mostrando a foto da ficha do Arthur em que ele está vestido de garota, Kentin arregalou os olhos pegando o celular da minha mão. 

— Isso é um garoto? – Ele perguntou com a boca cheia de marshmallows enquanto olha fixamente para a foto, assenti positivamente com a cabeça e logo em seguida Ken mastigou e engoliu os marshmallows.— Não, isso é uma garota, Yuri não gosta de garotas, ele gosta de macho, fica tranquilo Hiro. – Ken falou com um sorriso. — Caso você não tenha percebido, o Yuri também gosta de ser comido. Duvido que essa garota consiga aguentar comer o Yuri que nem você. – Ken falou colocando o pacote de marshmallows de volta sobre a mesinha. Quando Ken falou isso eu senti meu rosto esquentar de um modo tão intenso que eu tive que escondê-lo com as mãos.

— Mesmo assim...

Falei e um clima meio estranho invadiu o ambiente junto a alguns segundos de silêncio, que logo foi quebrado por Kentin.

— Vai cagar, você tá reclamando da tua vida? Olha pra mim cara, já fui traído tantas vezes que já nem me importo mais com isso. – Quando Kentin me falou isso eu arregalei os olhos serrando os punhos de raiva, não, já chega, tenho que perguntar isso mesmo que doa nele, já que ele tocou neste assunto eu tenho que perguntar.

— C-Como é possível... Por que você não se separou dele quando foi traído então? – Falei tentando tirar a verdade a limpo, eu sei que o Ken e o Senji faziam coisas muito pervertidas juntos mas, tenho certeza que o Ken esconde coisas de mim, não consigo engolir isso.

A última vez que conversamos nós brigamos quando ele me contou que era apaixonado pelo Senji na época da escola e das coisas que eles faziam, mas ficou por isso mesmo, ele não me deu um motivo pra ele concordar em fazer essas merdas com o Senji, depois da briga ele não me contou mais nada, eu não acho que o Kentin goste dele assim sem motivo algum, tem que ter um motivo pra ele fazer essas porras pelo doente mental do Senji, tenho certeza que aconteceu algo a mais no meio disso tudo.

Demorou alguns segundos para ele começar a falar, mas logo ele abriu a boca.

— Tudo começou com uma cartinha de amor que eu dei ao Senji na inocência... – Ken começou a falar com um olhar triste, fitando a parede. Me ajeitei no sofá de um modo mais confortável. — No começo eu não fazia idéia que as coisas iriam chegar a esse ponto mas, eu ofereci o meu corpo a pessoa que eu gostava quando descobri que ele tinha problemas mentais psicológicos e se cortava. – Quando ele falou isso eu arregalei os olhos incrédulo, Senji tinha mesmo problemas psicológicos e se cortava? Que porra?— No começo ele não me batia e nem pretendia me bater, mas depois de algum tempo transando com ele, eu me apaixonei muito mais, imagina, um garoto de quatorze anos, puro e inocente, experimentando o sexo selvagem todo dia com a pessoa que gosta, é lógico que isso iria se tornar amor, e esse amor que veio foi tão forte que eu não consigo explicar, ele foi o meu primeiro amor. – Ken falou e respirou fundo, então ele continuou. — Mas depois eu descobri que ele havia parado de se cortar, mas não havia parado de se drogar. Eu já estava completamente apaixonado por ele, então sugeri a ele o sadomasoquismo pois havia visto na internet que essas coisas ajudavam em casos assim, eu tinha pesquisado antes e não tive coragem de por em prática mas quando eu vi que não teria jeito... Eu fiz. 

Ele falou e houve uma pausa muito grande, vi que Kentin está bastante pensativo, então resolvi não dizer nada, só ouvir, consigo ser um bom ouvinte quando quero.

— Isso durou anos e anos, até que chegou o momento em que ele começou a dizer que não me queria mais, fiquei muito triste e óbvio que não aceitei. No dia seguinte o peguei com 4 mulheres em sua casa. Terminei com ele e fiquei muito triste, isso foi a dois anos atrás. A partir daí eu passei a ficar com vários e vários caras diferentes pra tentar esquecer o Senji, o que não funcionou nem um pouco como você já deve saber, já que eu fiquei chorando no bar e me embebedando com você me dando concelhos... – Ken falou sorrindo sem graça, o sorriso dele é triste, todas essas porras que ele falou só contribuiu mais para o meu ódio ao Senji. — Então a um ano atrás o Senji veio querendo dar em cima de você, e pra te proteger dele eu me ofereci novamente a ele, não podia deixar ele praticar aquelas coisas com você, você não aguentaria ficar apanhando  a mais de uma hora nas mãos do Senji, os dias que ele está com raiva é bem pior, você não faz noção. – Kentin falou, isso me deixou com tanta raiva que eu queria dar um murro na cara do Senji agora neste momento. Logo em seguida o rosto do Ken ficou bastante corado, tipo, do nada. — Já que eu estou falando a verdade e nada mais que a verdade, eu vou dizer, eu meio que não fiz isso por você... Acho que eu precisava daquilo, eu não havia me esquecido dele e ainda o amava muito, então voltei a transar com ele assim como eu fazia na minha adolescência, porém, a diferença é que eu transava sem compromisso, ainda ficava com outros caras... Mas... Não vou mentir pra você, então não se assuste com o que eu irei dizer agora. Eu acho muito gostoso o sexo selvagem do Senji, simplesmente não consigo resistir. – Ken falou e corou mais ainda se remexendo no sofá e escondendo seu rosto com as mãos. Tive ânsia quando ele disse isso, uma vontade de gorfar inexplicável, simplesmente não consigo colocar esse fato em minha mente, ah droga, agora estou imaginando os dois transando de um modo selvagem. Tira essa cena da minha mente, apaga! — E agora quando ele foi preso... me sinto vazio. – Quando ele falou isso eu franzi o cenho indignado, mas, depois de ouvir tudo o que aconteceu, não vou julga-lo, não posso julga-lo, então vou ficar quieto.

— Ok, agora eu entendi tudo certinho a sua história com o Senji. – Falei.

— Viu, sou muito mais complicado do que você amigo, minha vida é infinitamente mais merda que a sua, então pare de reclamar e converse com o Yuri, tem que haver uma explicação. – Ken falou com um sorriso triste. Assenti com a cabeça também um pouco triste.

Agora que pensei sobre tudo que ele falou... Que vida triste essa a do Kentin, ele praticamente não teve infância.

Pov. Hiroshi -Off

Continua...


Notas Finais


POR QUE A VADIA DA AKEMI FALOU PRO HIRO IR LÁ ATRÁS DA QUADRA?


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