História Taboo Love - Capítulo 48


Escrita por: ~

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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Lauren Jauregui, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Tags Demi Lovato, Dilmer, Drama, Romance, Wilmer Valderrama
Exibições 226
Palavras 3.689
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite!!! Capítulo HOT e com mais algumas coisinhas... Espero que gostem!!

Capítulo 48 - O que você está propondo?


Fanfic / Fanfiction Taboo Love - Capítulo 48 - O que você está propondo?

Alguns dias depois.

Se eu dissesse que os dias de adaptação do Lucas estavam sendo fáceis, eu estaria mentindo. Ele perguntava por Ashley e dizia sentir sua falta de vez em quando... Mas a presença de Wilmer e de Mackenzie, deixava tudo um pouco mais fácil.

Eu conversei com ele e com Mackenzie juntos, no mesmo dia em que tudo se acertou e antes de irmos jantar na casa da minha mãe. Enquanto Wilmer tomava banho, eu chamei os dois na sala do meu apartamento e tentei explicar a situação da maneira mais clara possível – dizendo que Ashley ficaria fora e que Lucas teria que morar com a gente, sem mencionar ainda que eu era a sua mãe ou algo do tipo. Eles ficaram felizes quando eu disse que Lucas passaria um tempo com a gente e até chegaram a dizer que eles seriam como irmãos e aquilo aqueceu o meu coração... Mas alguns dias não eram fáceis, principalmente quando Wilmer tinha que ir para Nova York, para resolver algumas coisas no hospital.

Nós estávamos tentando manter a nossa rotina o mais normal possível: eu trabalhava durante o dia, as crianças iam para a escola, nos fins de semana Mackenzie saía com Nick e Lucas passava um tempo com Wilmer. Às vezes eu saía com Lauren – e eu finalmente havia conhecido Camila melhor, sem toda aquela confusão nos cercando – e às vezes jantava com a minha mãe e com Eddie.

Nick ainda não tinha saído com Lucas sozinho e ainda não o tinha levado até a casa dos seus pais, para que eles se conhecessem melhor. Achamos melhor deixar alguns dias passarem, até tudo se acalmar um pouco e para que Lucas não ficasse tão confuso.

Então, naquele sábado ensolarado, nós decidimos que finalmente havia chego o dia daquilo acontecer. Nós combinamos de nos encontrar na praia, a mesma praia que eu e Wilmer tínhamos o costume de ir para conversar antigamente... A mesma praia onde eu havia lhe contado sobre a minha gravidez e tudo mais.

Nós acordamos cedo e fomos para lá com as crianças e eles amaram a ideia, pois podiam correr, se sujar e molhar os pés na beira do mar sem preocupações. Nick nos encontraria lá um pouco mais tarde e os levaria para almoçar e depois, para um passeio. Lucas ainda não sabia que ia, mas nós achamos melhor lhe convidar alguns minutos antes, para que ele não pudesse pensar em recusar antes.

Eu e Wilmer nos sentamos na areia, enquanto os dois brincavam de fazer castelos na areia com suas pazinhas e baldinhos de plástico a alguns metros de distância de nós, mas sem sair de nossa vista. Os dois estavam de chapéu de praia – eram iguais para não ter briga: branco com vários desenhos coloridos – e usavam roupas normais, mas que eles poderiam sujar na areia e depois se limpar. Quando eles ficavam juntos daquele jeito, eu percebia o quanto eles eram realmente parecidos e me sentia idiota por nunca ter conseguido perceber antes.

— Você está feliz? — Wilmer de repente me perguntou, me tirando daquele transe.

— É claro que sim. — Eu respondi e o olhei. — Por que? Eu não pareço feliz?

Ele sorriu.

— Parece sim... Você está radiante, aliás. — Ele respondeu. — Mas eu queria te ouvir dizer isso.

Eu sorri de volta e assenti.

— E você? — Eu indaguei. — Está feliz?

— Muito feliz. — Ele respondeu. — Ainda mais depois de ter tirado aquele gesso... Aquela porcaria coçava demais.

Ele indicou seu braço que agora estava protegido por uma espécie de luva e continuava apoiado em uma tipóia e eu ri.

— É, isso é ótimo, meu amor. — Eu respondi.

Voltei a olhar Mackenzie e Lucas e eles estavam tentando cavar um buraco na areia, enquanto quase deitavam no chão.

— Mas, eu acho que ainda falta uma coisa. — Wilmer disse com um suspiro.

Eu franzi o cenho e o olhei.

— Do que você está falando? — Eu indaguei.

Ele voltou a olhar para frente, olhando na direção das crianças.

— Estou falando de nós. — Ele respondeu. — Acho que está na hora de juntarmos as nossas coisas e morarmos juntos em lugar só.

— Voltamos nesse assunto? — Eu perguntei em um murmurio.

— Eu sei que eu disse que não iria forçar nada, mas acho que agora já está passando da hora disso acontecer. — Ele disse. — Até parece que você não quer assumir um relacionamento sério de verdade e morar comigo.

— Não é isso. — Eu respondi. — É só que eu fico preocupada com mudanças.

— Mas, cedo ou tarde você vai precisar se mudar. E além do mais, quantas mudanças já sofremos até agora? — Ele disse. — Mi amor, não podemos ter um relacionamento à distância para sempre. Você não pode morar no mesmo apartamento alugado para sempre. Mackenzie e Lucas não poderão dividir um quarto para sempre.

Eu suspirei longamente enquanto tentava analisá-lo. Ele tinha razão... Uma hora ou outra, as coisas precisariam mudar, mais ainda do que já estavam mudando.

— O que você está propondo? — Eu indaguei.

— Você não vai me odiar, não é mesmo? — Ele retrucou.

Eu senti um frio na barriga, mas dei de ombros.

— Depende. — Eu disse.

Foi a vez dele suspirar.

— Ok. — Ele disse. — Se nós vamos fazer isso, então, eu quero fazer do jeito certo.

Eu comecei a ficar nervosa, eu já imaginava o que estava para acontecer.

— Ok... — Eu disse vagarosamente.

Ele riu e coçou a nuca com a sua mão boa.

— Na verdade, eu não me preparei para nada disso... Eu não sei nem o que falar, já que eu declaro meu amor por você constantemente... Mas eu posso tentar. — Ele pigarreou, se virou para mim e segurou a minha mão na sua. Eu já não sabia nem o que sentir. — Ahn... Nós temos passado por muitas coisas juntos, coisas ruins e coisas boas... Por coisas ótimas também, e eu percebo que tudo isso é um sinal de que devemos ficar juntos. Então, é isso o que eu quero, eu quero ficar com você, eu quero ser melhor amigo, seu namorado e seu marido até o fim dos nossos dias. Eu quero ser o seu porto seguro assim como você é o meu. Eu quero dormir com você e quero acordar com você, eu quero acabar com essa distância entre nós e quero fazer de você minha mulher. Eu quero morar com você em qualquer lugar, seja aqui ou em Nova York... Até no Japão ou na Venezuela se você quiser, mas eu só quero ficar com você. Sei que pode parecer muito cedo, sei que você pode achar que você ainda é muito nova para isso, mas eu acredito que não temos tempo a perder... Aliás, acho que já esperamos demais.

Então, ele soltou a minha mão para começar a vasculhar os bolsos de sua calça. Meu coração batia tão forte, que eu tinha a impressão de que ele poderia ouvir. Aquilo realmente estava acontecendo.

Quando ele encontrou o que procurava – uma caixinha – ele se ajeitou e ficou sobre um joelho na minha frente. Seus olhos estavam marejados, assim como os meus, mostrando toda a sua emoção. Me olhando fixamente, ele deu um longo suspiro antes de falar.

— Demi, — ele disse e abriu a caixinha com uma certa dificuldade, exibindo um lindo anel com uma pedra brilhante em cima — você aceita se casar comigo?

Eu fiquei paralisada tentando absorver as suas palavras. Meus olhos iam do anel para Wilmer e de wilmer, para o anel. Aquilo era real e de repente, todos os meus medos e todas as minhas dúvidas haviam desaparecido.

— Eu aceito. — Eu respondi por fim.

Ele arqueou as sobrancelhas e sorriu.

— Sim? — Ele indagou com um riso.

— Sim! — Eu respondi. — É claro que sim, meu amor.

Segurando a caixinha com a sua mão machucada, ele tirou o anel com a sua mão boa e colocou em meu dedo anelar. No mesmo instante, uma lágrima de emoção escapou e eu não conseguia me conter.

Nós dois rimos feito dois idiotas e ele se aproximou para me abraçar e em seguida, selar meus lábios longamente.

— Eu amo você. — Eu disse assim que nossos lábios se afastaram.

— Eu amo você, nena. — Ele respondeu.

Ele voltou a se sentar ao meu lado e eu admirei o anel no meu dedo por alguns instantes.

— Uau! — Eu exclamei. — Isso realmente aconteceu.

— E você disse aceitou! — Ele respondeu. — Ainda bem... Meu Deus! Eu estava nervoso.

Eu ri e o olhei.

— Por que? — Eu indaguei.

— Porque eu sei como você tem muitas dúvidas quanto à isso. — Ele disse. — Fiquei com medo de apanhar com um anel.

— Seria um fato histórico. — Eu disse com um riso. — Como alguém conseguiria apanhar com um anel?

Ele deu de ombros e também riu.

— Eu não sei... Mas você daria um jeito. — Ele respondeu. — E o importante é que você disse sim, agora está feito!

— Você já tinha planejado isso? — Eu indaguei.

Ele olhou para frente, na direção das crianças e eu fiz o mesmo. Os dois ainda estavam no mesmo lugar e eu percebi que aquele momento com Wilmer havia sido como uma viagem para nosso mundo particular.

— Não... — Ele respondeu. — Bom, eu resolvi comprar o anel quando completou um ano que reatamos, mas eu ainda estava planejando como faria o pedido. Com o acidente e com tudo o que aconteceu, eu acabei deixando a ideia de lado por um instante. Então, hoje eu acordei, estava mexendo nas minhas roupas e vi o anel e pensei “por que não?” E aconteceu do pedido acontecer aqui, na nossa praia.

Eu sorri de lado a lado.

— Nossa praia. — Eu repeti. — Você não poderia ter escolhido um lugar mais apropriado... Aqui é perfeito e já conversamos sobre tantas coisas aqui.

— Sim, — ele respondeu sem jeito — inclusive foi nessa praia que conversamos antes de reatar.

Eu coloquei a minha mão na mão de Wilmer novamente e nós ficamos olhando nossos dedos se entrelaçarem. Era o momento perfeito, eu sabia que havia feito a escolha certa e sabia que não me arrenpederia. Wilmer era o homem da minha vida e eu não tinha mais dúvidas... Eu queria passar o resto dos meus dias com ele.

Ficamos mais um tempo conversando, até que Nick chegou para buscar as crianças. Quando eu falei para Mackenzie convidar Lucas para o passeio, ele ficou hesitante por alguns instantes, mas acabou aceitando... O que foi um alívio para todos nós. Eu pude ver que Nick sorria com aquela ideia, pois ele já estava ansioso apra conhecer seu filho um pouco melhor.

Nós ajudamos as crianças a se limparem, pegamos suas coisas e os levamos até o carro de Nick. Nos despedimos e em seguida eles se foram. Por um instante, eu e Wilmer ficamos parados na calçada na beira da praia, como se ambos estivessem absorvendo todo aquele momento.

— O que quer fazer agora? — Eu indaguei.

Ele riu e me puxou para um abraço.

— Acho que eu não posso dizer em voz alta aqui. — Ele respondeu.

Eu empurrei seu ombro de brincadeira e segurei na sua mão boa.

— Tudo bem... — Ele disse ainda rindo. — Você quer sair? Poderíamos almoçar em algum lugar, ter um encontro, sabe?

Eu pensei por um instante e movi minha cabeça negativamente.

— Vamos para o meu apartamento. — Eu disse. — Talvez a gente deva comemorar o nosso noivado.

Ele riu de excitação e nós caminhamos até o meu carro que estava estacionado do outro lado da rua. Quando chegamos no carro, eu entrei do lado do motorista e Wilmer do lado do passageiro e eu dirigi em direção ao apartamento. Nós conversamos durante o caminho e eu não conseguia tirar os olhos do anel no meu dedo... Ainda era surreal.

Quando chegamos no meu apartamento, eu fui a primeira a entrar e ele fechou a porta atrás de nós. Antes que eu pudesse andar pela sala, ele me puxou com o seu braço bom e colocou seus lábios nos meus no mesmo instante. Eu me surpreendi com aquilo, mas retribuí ao seu ato sem hesitar e logo estávamos nos beijando intensamente.

Ele fez com que eu me encostasse na parede mais próxima e aprofundou ainda mais o beijo enquanto segurava no meu rosto. Eu o agarrei pela nuca e sentindo seu cheiro e o sabor dos seus lábios nos meus, eu percebi o quanto eu sentia falta daquilo.

Ele interrompeu o beijo por instante e começou a beijar meu pescoço, sem piedade, ele espalhava beijos quentes e molhados, com pequenos chupões. Aquilo me fez fechar os olhos e gemer baixinho. Eu percebia o quanto ele estava afobado e o quanto ele estava querendo prosseguir com aquilo.

— Willy... — Eu murmurei. — Vamos para o quarto.

Ele parou de fazer o que estava fazendo e me olhou.

— Vamos. — Ele respondeu e selou meus lábios mais uma vez.

Nós fomos para o quarto com pressa e quando chegamos lá, paramos ao lado dos pés da cama e eu comecei a ajudá-lo a tirar sua camisa. Enquanto eu fazia aquilo, nossos olhares não se desgrudavam e ele tinha um sorriso malicioso nos lábios. Além de tirar sua camisa, eu também tirei sua tipóia, porque não daria muito certo ele continuar com o braço pendurado, não é mesmo?

Assim que nos livramos da sua camisa, eu me aproximei e nos beijamos novamente. Nossos lábios se movendo em perfeita sincronia, de uma forma que se esquentava cada segundo mais. Eu deixei que as minhas mãos passeassem pelo seu peitoral, sentindo o toque quente de sua pele e em seguida, me afastei para ir até o seu pescoço. Como ele havia feito comigo anteriormente, eu espalhei beijos e pequenos chupões, fazendo-o grunhir. Em seguida, espalhei alguns beijos pelo seu peitoral e abdômen, até voltar para os seus lábios novamente.

Como eu sabia que ele teria uma certa dificuldade com aquilo, eu me afastei para tirar a minha própria camisa e ele me olhou enquanto eu fazia aquilo. Ele aproveitou para tirar seus sapatos aos chutes e quando eu me livrei da minha camisa, também tirei meus sapatos.

— Você é tão linda... — Ele murmurou. — Eu já estava com saudades disso.

Eu sorri e fiz com que ele deitasse na cama.

— Eu também estava com saudades, meu amor. — Eu respondi.

Ele se deitou no centro da cama e eu fiquei por cima dele, com uma perna de cada lado do seu corpo, praticamente me sentando sobre o seu membro escondido sob sua calça. Eu me inclinei para beijá-lo novamente e ele tocava minhas costas, minha cintura e meus seios sob o sutiã.

A cada segundo mais nossos beijos ficavam mais quentes e mais afobados. Eu tocava o corpo dele, rebolava sobre o seu membro e o provocava como podia. Ele ajeitava meus cabelos enquanto me beijava de forma apressada, deixando claro o quanto ele me desejava.

Wilmer era meu noivo, era o homem com quem eu passaria o resto dos meus dias e eu sabia que ele nunca perderia aquele seu jeito maravilhoso de ser comigo. Eu sabia que me apaixonaria por ele todos os dias e o desejaria daquele mesmo jeito para sempre.

Entre os beijos, ele fez um certo esforço para tirar meu sutiã e eu o ajudei. Assim que meus seios ficaram livres, ele apalpou cada um deles com a sua mão boa e me fez gemer em sua boca enquanto eu o beijava.

— Eu disse que eu sou bom com a mão esquerda, não é mesmo? — Ele murmurou com um riso entre os beijos.

— Sim. — Eu respondi no mesmo tom. — Muito bom.

Ele acariciou meus seios por mais alguns instantes enquanto os beijos e as outras carícias não paravam de acontecer. Meus quadris movia sobre o corpo dele quase contra a minha vontade e eu já podia sentir seu membro endurecendo e ganhando vida sob sua calça.

— Tem alguém apressado aqui. — Eu disse em um tom provocativo.

— Mais do que apressado. — Ele respondeu. — Eu preciso de você, hermosa.

Eu me afastei e mordi meu próprio lábio de excitação. Primeiro eu tirei minha própria calça e a minha calcinha, ficando completamente nua o que fez Wilmer dar um longo suspiro te satisfação enquanto me olhava. Em seguida, eu comecei a tirar a calça dele, tentando fazer aquilo de um jeito provocativo e eu quando eu o olhei nos olhos, percebi que ele já estava em chamas.

Ele me ajudou e logo estava totalmente nu também, com o seu membro em liberdade, pronto para a próxima etapa.

Eu voltei a ficar sobre ele, mas sem deixar nossas partes íntimas se tocassem. Com uma das mãos, eu passei a masturbá-lo lentamente enquanto voltava a beijar seus lábios. Ele grunhia e apertava a minha coxa com uma das mãos.

— Demi, — ele murmurou vagarosamente entre os beijos — por favor.

Eu gostava de vê-lo daquela forma e gostava de ouvi-lo falar meu nome daquela forma. Eu gostava de me render à ele e ao seu sexo, mas ao mesmo tempo, gostava quando ele ficava submisso à mim, deixando seus desejos florescerem sem desdenho.

Então, eu voltei a ficar sentada sobre ele e com uma das mãos, ele me ajudou a ajeitar seu membro em direção à minha entrada. Eu estava molhada e o desejando, então, não foi difícil para que ele me penetrasse.

Nós dois grunhimos simultaneamente com aquela sensação. Aos poucos eu me sentava sobre o seu membro, sentindo-o me preencher. Eu realmente sentia falta daquilo, sentia a falta de Wilmer daquele jeito.

Aos poucos eu passei a me mover sobre ele, lentamente, indo para frente e para trás. Ele me auxiliava, tocava meu corpo e não conseguia deixar de grunhir e fechar os olhos, completamente entregue ao prazer.

Não demorou muito para que tudo ficasse ainda melhor, o ritmo era maravilhoso e eu praticamente rebolava sobre ele. O som obsceno dos nossos corpos em movimento e dos meus gemidos invadiam o quarto e eu ficava cada vez mais dominada pelo prazer.

Eu queria apressar as coisas, mas tinha consciência de que Wilmer ainda não podia se esforçar muito e que as coisas não poderiam ficar tão agitadas. Eu tinha receio de que ele pudesse sentir alguma dor... E aquilo não seria nada sensual.

Nossos corpos já estavam suados e de vez em quando eu me inclinava para beijar os lábios. Com as mãos espalmadas sobre seu peitoral, eu passei a subir e descer em sua ereção, lentamente, de uma forma que resultava prazer para nós dois. A respiração dele ficava cada vez mais apressada e eu vi quando ele jogou a cabeça para trás, perdido no prazer.

Eu não conseguia parar de gemer e sentia meu limite chegando cada vez mais.

— Wilmer... — Eu gemi fechando os olhos e arranhando seu peitoral. — Ah... Will...

— Eu sei. — Ele respondeu entre seus grunhidos.

Então, antes que eu pudesse me entregar completamente, ele nos virou na cama e ficou por cima. Ainda com pressa, ele atacou meus lábios por instante e se posicionou entre as minhas pernas.

— Você consegue? — Eu indaguei, me referindo as suas dores.

Antes que pudesse me responder, ele me penetrou de novo me fazendo gemer.

— O que você acha? — Ele grunhiu.

Com pressa, ele começou a se movimentar sobre mim, estocando com força e eu passei a arranhar as suas costas. Acompanhando seus movimentos, eu entrelacei as minhas pernas envolta do seu corpo e ficava cada vez mais desesperada e apressada.

Nossos corpos se tocavam o tempo todo e estávamos completamente suados. Ele passou a atingir meu ponto g a cada estocada e antes que eu pudesse me dar conta, meu interior começou a se apertar envolta dele e eu havia encontrado o meu limite.

Eu joguei a cabeça para trás e ele colocou seus lábios no meu pescoço, enquanto eu era levada pelo orgasmo. Eu não conseguia deixar de gemer e me sentia nas nuvens, com vários sentimentos bons e quentes tomando conta do meu corpo.

— Porra... — Eu gemi perdida no prazer e de olhos fechados.

Meu corpo se arqueou e se contraiu, ao mesmo tempo que eu ainda apertava e arranhava as costas de Wilmer. Eu senti quando ele chegou no seu limite também, ficando com mais pressa ainda por alguns instantes, até gozar dentro de mim e fazer meu corpo todo tremer.

Aos poucos nossos movimentos foram ficando desleixados e lentos, até pararem completamente. Tudo o que se ouvia era o som das nossas respirações apressadas.

Ele desabou sobre mim por instante, recobrando seu fôlego, até levantar a cabeça e me olhar diretamente nos olhos. Ele não só me olhava, ele me admirava e eu quase amava aquele momento mais do que apenas transar com ele.

Ele tocou em meu rosto com carinho e em seguida, ajeitou meus cabelos suados.

— Eu amo você. — Ele disse com a sua voz cansada. — Eu amo muito você.

Ao terminar de falar, ele selou meus lábios longamente.

— Eu amo muito você, Willy. — Eu respondi e acariciei seu rosto com as minhas mãos, sentindo sua barba por fazer.

Ficamos nos olhando por alguns segundos, até ele se deitar ao meu lado e nos cobrir com os lençóis da cama. Ele me puxou para perto de si e eu me ajeitei em seus braços, sentindo meu coração se acalmar aos poucos.

— Isso foi maravilhoso. — Eu disse já fechando os olhos.

— Uhum. — Ele fez. — Você não sabe o quanto eu sentia falta.

— Deu para perceber. — Eu respondi e ele riu.

— Bom, — ele murmurou — pelo menos essas longas semanas sem sexo, nos mostrou que nosso relacionamento não é só baseado em sexo.

Eu assenti, ainda de olhos fechados.

— Você tem razão. — Eu disse. — Mas isso não quer dizer que podemos sem viver, ok? Você fode muito bem e seria um desperdício ficar sem.

Ele riu novamente e me abraçou mais forte.

— Ah, é? — Ele indagou. — É bom saber disso.

— E aliás, você foi muito bem hoje para quem está todo quebrado. — Eu disse com um riso.

— Eu disse que eu conseguia. — Ele respondeu. — Eu sei que estamos no meio do dia mas, acho que eu preciso dormir agora.

— Tudo bem. — Eu respondi. — Eu também preciso.

Nós dois rimos e ele beijou meu pescoço rapidamente.

Não demorou muito para que eu pegasse no sono e provavelmente eu sonhei com tudo o que tinha acabado de acontecer... Provavelmente, eu estava ainda mais apaixonada por Wilmer.


Notas Finais


Então, espero que vocês tenham gostado do capítulo e espero que estejam gostando da fanfic. Não esqueçam de comentar e me dizer o que estão achando. Obrigada por tudo e até mais!!


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