História Taboo Love - Capítulo 49


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Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Lauren Jauregui, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Tags Demi Lovato, Dilmer, Drama, Romance, Wilmer Valderrama
Exibições 209
Palavras 2.873
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 49 - Mais uma condição


Fanfic / Fanfiction Taboo Love - Capítulo 49 - Mais uma condição

O anúncio do pedido de casamento quase não surpreendeu ninguém: todos imaginavam que aquilo aconteceria em breve. Mas é claro, todos ficaram muito felizes, principalmente a minha mãe, que já começava a fazer planos para uma cerimônia sem Wilmer e eu termos ao menos decidido quando seria e onde seria.

Apesar de estar tudo bem e tudo cada vez melhor, eu estava chateada com a forma como todos estavam começando a falar sobre a nossa história. Até mesmo o jornal local fez uma matéria falando sobre a troca dos bebês, sobre o médico que estava preso por ter feito a troca e sobre a mãe biológica que fez questão de ficar com o filho mesmo depois de cinco anos. No hospital, a maioria das pessoas sabiam o que estava acontecendo, sabiam que a história contada era sobre a minha vida e de Joseph, sabiam sobre o envolvimento de Wilmer e comentavam o quanto aquilo tudo era estranho.

Eu percebia as pessoas me olhando torto e cochichando sobre mim. Não estava fácil aturar, não mesmo, e eu estava perdendo a vontade de trabalhar em lugar que eu amava tanto, graças à situação constrangedora. Eu conversei com a minha mãe sobre aquilo e ela disse que era normal as pessoas fazerem aquilo, porque era uma novidade, era algo para eles fofocarem sobre, mas que logo que parariam... Mas eu não tinha tanta fé.

Em uma sexta-feira, Wilmer estava em Nova York por causa do trabalho e eu convidei Lauren para ir ao meu apartamento, para passarmos um tempo juntas. Nós fizemos pipoca, fizemos um suco e ficamos na sala comendo enquanto algo passava na televisão. As crianças ficaram com a gente por um tempo, mas ninguém estava realmente assistindo ao que passava e depois de alguns minutos, os dois saíram da sala e começaram a brincar pelo apartamento de forma barulhenta, enquanto eu e Lauren, continuamos a conversar.

— Às vezes eu penso que é a hora de eu me mudar daqui. — Eu confessei, enquanto lhe contava sobre o fato da história estar se espalhando. — Eu não quero que a minha família torne alvo de fofocas e notícias para sempre. Sei que o que aconteceu foi algo complicado e ao mesmo tempo emocionante e cheio coincidências... Mas, são as nossas vidas.

Ela assentiu enquanto colocava mais pipoca na boca.

— Eu te entendo. — Ela disse. — Mas o que te prende aqui?

Eu dei de ombros.

— Talvez a minha mãe, Eddie, você... — Eu respondi.

Ela riu.

— Você não precisa se prender aqui por causa de mim, eu quero dizer, não estou te mandando embora, mas eu continuaria a sua amiga de qualquer jeito, em qualquer lugar do mundo. — Ela disse.

Eu ri e acabei fazendo beicinho.

— Você é realmente a minha melhor amiga. — Eu respondi.

— Eu sei disso. — Ela respondeu fingindo estar cheia de si e nós duas rimos.

— O único problema é que eu vou perder a babá dos meus filhos. — Eu disse em um tom brincalhão. — Que no caso, é você.

Ela fingiu estar indignada.

— Então, é só para que eu sirvo? — Ela indagou.

Eu ri.

— Mas é claro que não. — Eu disse. — O problema vai ser a saudade mesmo.

— Mas faz parte da vida. — Ela disse. — Se for para você ser feliz, vale qualquer coisa.

— E sabe o que eu estava pensando também? — Eu indaguei. — Seria bom para o Lucas mudar de lugar, mudar de vida... Começar algo novo.

Ela concordou enquanto assentia e colocou mais um pouco de pipoca na boca.

— E como está sendo para você, hein? — Ela indagou. — Agora são duas crianças.

Eu sorri ao pensar nos meus filhos. Meus. Eu tinha orgulho em tê-los na minha vida.

— É trabalhoso, mas é a melhor coisa do mundo. — Eu disse. — Têm dias que eu fico exausta, tenho que dar bronca e sinto como se eu não fosse conseguir... Mas basta um sorriso, um momento juntos e eu percebo o quanto vale à pena. Lauren, eu nunca imaginei que seria mãe tão cedo, na verdade, eu ao menos imaginava que um dia seria mãe e agora me sinto a pessoa mais sortuda do mundo.

Quando eu a olhei, eu percebi que ela também sorria, fascinada com os sentimentos do que eu dizia.

— E como Nick está lidando com tudo isso? — Ela indagou.

— Está sendo um ótimo pai, como sempre... Lucas está gostando dele e agora sempre pergunta quando eles vão sair juntos de novo. Eu fico aliviada, sabe? Eu tinha medo de que eles não se ajustassem à tudo isso. — Eu respondi. — E Mackenzie, sem perceber, está sendo de grande ajuda. Ela convida Lucas para os passeios, faz com que ele se aproxime cada vez mais de mim e Nick de uma forma natural.

Ela riu.

— Acontece naturalmente porque já era para ser assim. — Ela disse e fez uma pausa, parecendo pensar em algo enquanto tomava um gole do seu suco. — Você ainda é nova, mas, você pretende ter mais filhos? Com Wilmer?

Eu provavelmente fiquei mais séria e me lembrei que eu nunca havia tocado naquele assunto com Lauren. Mas aquilo era um assunto pessoal de Wilmer, a única que sabia daquilo além de mim era Ashley... E Nick, que ficou sabendo no dia do acidente.

— Talvez. — Eu resolvi responder, camuflando a verdade. — Quem sabe um dia?

— Tenho certeza que vocês teriam filhos lindos. — Ela disse e eu senti um aperto no coração, quase pedindo para mudarmos de assunto. — Wilmer seria um ótimo pai.

— Mas, de alguma forma ele já é pai do Lucas, não é mesmo? — Eu disse e ela assentiu.  Então, eu percebi que eu olhava para o anel em meu dedo, enquanto meus pensamentos voavam em direção ao Wilmer. — E eu o amo de qualquer jeito e me sinto completa com ele.

De repente, meu celular que estava na mesinha de centro começou a tocar e era Wilmer.

— Falando nele... — Eu disse com um riso e Lauren fez um sinal com a mão para que eu o atendesse. — Oi, meu amor!

— Olá, hermosa. — Ele respondeu e era tão bom ouvir sua voz, mesmo que não fizesse tanto tempo desde a nossa última conversa. — Só quero te avisar que estou a caminho de casa.

Eu sorri.

— É mesmo? — Eu indaguei. — Quanto tempo?

— Na verdade, acabei de chegar em Los Angeles. Estou no aeroporto. — Ele respondeu e eu podia perceber que ele sorria do outro lado da linha.

— Então, vem logo! Lauren está aqui também. — Eu disse e no instante que eu disse seu nome, Lauren me olhou. — E tenho certeza que as crianças estão ansiosas para te ver.

Ele riu e eu conseguia ouvir movimento do outro lado da linha, ele provavelmente estava andando.

— Tudo bem. — Ele respondeu. — Então me esperem e podem preparar o jantar, porque eu estou morrendo de fome.

Eu fiz uma careta, mesmo sem ele poder me ver.

— Vou pensar no seu caso. — Eu disse com um riso.

— Eu vou entrar no táxi agora, então, nos vemos daqui a pouco. — Ele disse.

— Ok, meu amor. — Eu respondi. — Até daqui a pouco.

— Até daqui a pouco... Eu amo você. — Ele disse antes de desligar.

— Eu também amo você. — Eu respondi e ele riu.

Depois de alguns segundos, nós desligamos e Lauren riu de mim.

— Até mesmo no telefone vocês são extremamente melosos. — Ela disse.

— Será que seremos assim para sempre? — Eu indaguei retoricamente.

— Eu tenho certeza que serão. — Ela respondeu.

Eu acabei sorrindo e nós ficamos mais um tempo conversando. Como Wilmer estava demorando mais do que o esperado para chegar, Lauren achou ir embora antes que ficasse muito tarde e mesmo querendo a sua presença ali, eu deixei que ela fosse, porque imaginei que assim como eu, ela também estava cansada depois de uma longa semana.

Eu fiz um jantar para as crianças – não avisei que Wilmer estava chegando, ou eles iriam querer ficar acordados, o esperando – e depois, arrumamos as coisas para que eles fossem para a cama. Nós havíamos colocado mais uma cama no quarto de Mackenzie, para que ficasse mais confortável para o Lucas e ele já estava se acostumando em dormir lá. Depois de uma longa luta para colocar os pijamas e fazê-los se acalmarem, eles foram para as suas devidas camas e eu lhes contei uma história para que eles pegassem no sono.

Realmente não era fácil. As pessoas falavam, eu sabia que falavam o quanto deveria ser difícil para uma moça de vinte e dois anos, tão nova, ser mãe de duas crianças de cinco anos. Mas eu como eu havia dito para Lauren, valia  à pena. E os sentimentos que eu carregava por eles dentro de mim, parecia ser maior do que o meu ser, fazendo com que eu me sentisse muito feliz e sortuda.

Quando eles dormiram, eu dei um beijo primeiro em Mackenzie, tirando alguns segundos para admirar seu rostinho pacífico e sussurrar o quanto eu a amava. Em seguida, fui até o Lucas, beijei sua testa e senti aquele amor se expandindo dentro de mim, praticamente me obrigando a sussurrar o quanto eu o amava também. Antes de sair do quarto, eu apaguei a luz e deixei uma luminária acesa e com cuidado, deixei o quarto em silêncio, sem fechar totalmente a porta.

Eu fui até a sala e me sentei no sofá. Ainda não era muito tarde, mas eu estava cansada e ainda não tinha tomado banho. Eu poderia fazer aquilo, eu poderia tomar um banho e ir para a cama, Wilmer logo chegaria mesmo... Mas eu ainda precisava conversar com ele sobre um assunto que vinha martelando a minha cabeça o dia todo.

Eu peguei a pipoca que havia sobrado e voltei a comer, enquanto assistia a televisão em um volume baixo. Não demorou muito para que Wilmer chegasse, abrindo a porta com cuidado e se estreitando no menor espaço possível.

— Oi, mi amor. — Ele disse baixinho assim que me viu e em seguida, fechou a porta atrás de si.

— Oi, meu amor. — Eu respondi.

Ele deixou sua mala no chão e se aproximou de mim.

— Desculpa a demora. — Ele disse e se inclinou para colar seus lábios nos meus. — O trânsito estava horrível.

— Eu imaginei. — Eu respondi.

Ele se sentou ao meu lado, praticamente se jogando no sofá, tendo cuidado com seu braço. Ele já não estava usando a tipóia, mas usava uma luva de proteção.

— Como foi lá? — Eu resolvi perguntar.

— Foi tudo bem. — Ele disse. — Eu ainda não voltei a trabalhar oficialmente, mas sabe como é... Eles sempre precisam de mim. Essas viagens são cansativas, mas valem à pena.

Eu assenti enquanto o olhava.

— Então... — Eu murmurei. — Eu quero conversar sobre isso.

Ele arqueou uma sobrancelha.

— Sobre o que? — Ele indagou.

— Sobre a distância... Sobre as viagens. — Eu respondi.

Ele então, franziu o cenho enquanto me analisava.

— Pelo jeito eu vou ser bombardeado. — Ele disse com um riso. — Aconteceu alguma coisa?

— Ahn, sim. — Eu respondi.

Ficamos nos olhando por alguns segundos, enquanto ele tentava me analisar.

— Então, antes, eu vou ao banheiro, vou dar um beijo nas crianças e vou pegar alguma coisa para comer, ok? — Ele disse enquanto se levantava. — Você espera?

Eu assenti.

— Claro que sim, meu amor. — Eu respondi.

Antes de sair, ele selou meus lábios mais uma vez e foi fazer o que tinha para fazer. Não demorou muito para ele voltar com um sanduíche e uma xícara de café.

— Tudo bem. — Ele disse colocando a xícara na mesinha de centro. — Vamos lá.

Ele se sentou e deu uma mordida em seu sanduíche e eu acabei rindo.

— Eu só quero tirar uma dúvida, sobre algo que aconteceu hoje. — Eu disse.

— Aham. — Ele fez enquanto mastigava.

— Eu recebi uma ligação de Nova York hoje de manhã, mais precisamente, de um hospital de Nova York e me fizeram uma proposta de emprego. — Eu disse. — É algo interessante e eu vou ganhar mais do que eu ganho atualmente. Disseram que eu posso ir até lá e fazer uma entrevista pessoalmente e conhecer o lugar antes de pensar em aceitar ou não.

Ele arqueou as sobrancelhas e sorriu.

— Isso é ótimo! — Ele disse. — Não é?

— É claro que é. — Eu respondi. — Mas, tem uma coisa engraçada.

Ele deu mais uma mordida em seu sanduíche enquanto esperava eu continuar.

— A mulher que falou comigo, disse que eles se interessaram muito pelo meu currículo. — Eu disse. — Mas eu nunca mandei currículo nenhum para Nova York.

Ele desviou o olhar enquanto mastigava.

— E sabe da grande coincidência? — Eu indaguei ainda jogando o mesmo jogo. — É no mesmo hospital em que você trabalha.

Ele pegou a xícara na mesinha de centro e tomou um gole do seu café sem dizer nada.

— Will? — Eu perguntei enquanto arqueava uma sobrancelha. — Quer falar sobre isso?

Em momentos como aquele, eu me sentia mais velha do que ele. E a forma como eu conseguia me manter séria, sem cair na gargalhada era impressionante.

— Tudo bem... — Ele disse devolvendo sua xícara na mesinha. — Eu mandei um currículo seu para eles, ok? Eu te recomendei... Eu falei sobre você e tudo mais.

— E quando você ia me contar? — Eu indaguei.

— Eu não sei. — Ele disse dando de ombros, voltando a me olhar. — Mas eu juro que ia te contar, hermosa... Eu só não imaginava que eles iriam te chamar tão rápido.

Eu suspirei alto.

— E você fez isso sem a minha permissão? — Eu indaguei. — Você ao menos me avisou sobre isso, Will!

Ele rolou os olhos.

— Ah, que ótimo! — Ele disse com ironia. — E nós vamos brigar por causa disso agora?

— Não, não, não. — Eu disse rapidamente. — Nós não vamos brigar.

Ele comeu o último pedaço do seu sanduíche e me analisou enquanto mastigava.

— Você não está irritada com isso? — Ele indagou.

— Só se você prometer que não vai mais fazer isso. — Eu pedi. — Não vai tomar esse tipo de decisão sem me avisar... Principalmente quando a decisão se refere à mim.

Ele suspirou longamente, mas assentiu.

— Tudo bem. Eu deveria ter te avisado antes, me desculpa... Isso não vai acontecer novamente. — Ele disse. — Eu só pensei que isso poderia adiantar a nossa ida para Nova York, sabe?

Ele ficou sem jeito e coçou sua nuca.

— Bom... — Eu disse e sorri de leve. — Acho que adiantou.

Ele arregalou os olhos.

— O que? — Ele indagou.

— Eu quero ir para Nova York, Will. — Eu completei. — Eu quero aceitar esse emprego... Eu quero morar com você lá.

Ele riu de excitação.

— Ai, meu Deus! — Ele exclamou. — Eu nem acredito que estou ouvindo isso.

Ele se aproximou, me abraçou e selou meus lábios várias vezes seguidas. E é claro, eu retribuí aos seus gestos sem ao menos pensar. Eu estava sorrindo e estava feliz de verdade, eu estava feliz em ter conseguido tomar aquela decisão.

— Mas, — eu disse quando nos afastamos — eu tenho mais uma condição.

Ele assentiu.

— Qualquer coisa, mi amor. — Ele respondeu.

— Quero me casar aqui e antes de irmos para Nova York. — Eu disse.

Ele riu novamente.

— Então... Você já quer se casar? — Ele indagou surpreso.

— Sim! — Eu respondi.

— Uau! — Ele exclamou. — Como conseguiu tomar essas decisões tão rapidamente?

Eu acabei ficando mais séria.

— Eu não sei se você percebeu, mas tem muitas pessoas falando de nós... Principalmente lá no hospital e eu estou incomodada com isso. — Eu disse e ele também ficou mais sério enquanto comprimia os lábios. — E com tudo isso, eu comecei a pensar na possibilidade de nos mudarmos para Nova York mais rápido e hoje recebi a ligação, o que foi um impulso para que eu tomasse a decisão. Então, obrigada por ter feito isso, meu amor.

Ele sorriu e se levantou. Logo em seguida, ele estendeu sua mão boa para que eu me levantasse também e assim que eu fiquei em pé, ele me puxou para um abraço. Eu coloquei meus braços envolta do seu pescoço, enquanto ele acariciava as minhas costas.

— Eu amo você. — Ele quase sussurrou em meu ouvido, fazendo meu corpo se arrepiar. — Eu amo você e estou mais do que feliz por saber que vou me casar com você.

Eu o olhei e sorri enquanto olhava os detalhes do seu rosto. Eu aproximeu meu rosto do seu e encaxei nossos lábios para um rápido beijo, sentindo o seu toque quente.

— Eu amo você. — Eu respondi assim que nossos lábios se afastaram alguns centímetros. — Você é o homem da minha vida.

Ele sorriu e selou meus lábios.

— Você é a mulher mais linda do mundo. — Ele murmurou.

Eu sorri e desviei o olhar por um instante.

— Você só está dizendo essas coisas por que me foder, certo? — Eu indaguei de um jeito indecente.

— Não... Claro que não. — Ele respondeu. — Eu estou dizendo essas coisas, porque é a verdade.

Eu me afastei e segurei a sua mão na minha e sem parar de olhá-lo, o puxei em direção ao corredor que nos levaria ao meu quarto.

— Bom, de qualquer maneira você ganhou a noite, Valderrama. — Eu disse e ele sorriu com malícia enquanto me acompanhava. — Você aceita tomar um banho comigo?

Assim que chegamos no quarto, ele fechou a porta atrás de si e me olhou com empolgação.

— Você não precisava nem perguntar, hermosa. — Ele respondeu.

Antes que pudéssemos dizer mais alguma coisa, eu ri e corri em direção ao meu banheiro... Eu sabia que ele me seguiria e sabia que aquela noite só estava começando.


Notas Finais


Olá, pessoas lindas!! Aqui está mais um capítulo e eu espero que vocês tenham gostado. Espero que vocês estejam gostando da fanfic e espero que estejam se preparando para o fim. Não esqueçam de comentar e me dizer o que estão achando. Vocês são muito importantes para mim, ok? Até mais! <3


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