História Taboo Love - Capítulo 50


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Fifth Harmony, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Lauren Jauregui, Nick Jonas, Wilmer Valderrama
Tags Demi Lovato, Dilmer, Drama, Romance, Wilmer Valderrama
Exibições 293
Palavras 4.420
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Boa noite com um pouco de hot!!

Capítulo 50 - Mudanças


Fanfic / Fanfiction Taboo Love - Capítulo 50 - Mudanças

As coisas se apressaram de uma maneira impressionante, na verdade, eu estava impressionada com a minha pressa e minha disposição para começar uma nova vida. Afinal, era uma nova vida ao lado de Wilmer e eu percebi que eu já não tinha mais o que temer.

Eu conversei com a minha mãe e com Eddie sobre os nossos planos e apesar da distância que ficaria entre nós, eles nos apoiaram nessa ideia, principalmente a minha mãe. Ela ficou empolgada com a ideia do casamento e já começou a fazer planos para a data e para os preparativos da cerimônia.

Eu também conversei com Nick sobre aquilo, é claro, e ele aceitou a ideia tranquilamente. Ele continuaria a se esforçar para ver as crianças todos os fins de semana possíveis e até ficaria mais fácil para ele, já que a viagem seria um pouco mais curta.

Alguns dias depois da nossa decisão tomada, Wilmer e eu ficamos empenhados em procurar uma casa em Nova York, uma casa de verdade, onde viveríamos como uma família de verdade. Quando Wilmer encontrou uma casa em um bom bairro e não muito longe do hospital onde ele trabalhava, achou que seria melhor fazermos uma visita e assim, eu poderia aproveitar a viagem para ir até o hospital e fazer a entrevista pessoalmente, já que ele estavam esperando por mim.

Então, sem delongas, e eu Wilmer fomos para Nova York em uma quinta-feira à noite, para que eu pudesse fazer a entrevista na sexta-feira de manhã e pudéssemos usar o resto do dia para passear por Nova York e ver a nossa futura casa e no sábado de manhã, voltaríamos para Los Angeles.

As crianças ficaram com Nick, que deu um jeito de ficar em Los Angeles com eles. Seria a primeira vez que eles ficariam tanto tempo com ele e sozinhos, mas eu confiava em Nick e sabia que tudo ficaria bem. Há alguns anos atrás, eu ficaria preocupada em saber que Mackenzie passaria um tempo sozinha com Nick... Mas ele era o pai dela, era o pai de Lucas também e sabia muito bem tomar conta da situação. E de qualquer forma, minha mãe e os pais de Nick estavam por perto para qualquer tipo de ajuda.

Durante a viagem, Wilmer e eu aproveitamos para conversamos sobre o nosso casamento. Decidimos que não seria algo grandioso, até porque tudo estava acontecendo às pressas e não daria tempo de planejar muitas coisas.

— O que você acha? — Eu indaguei enquanto ele dirigia um carro alugado pelas ruas de Nova York, em direção ao hotel onde ficaríamos. — Cerimônia de manhã, de tarde ou de noite?

Wilmer já estava podendo dirigir – com muita cautela, é claro – e ele parecia aliviado por finalmente estar fazendo aquilo por tanto tempo.

— Hm, — ele fez enquanto pensava, sem tirar os olhos do caminho — à noite?

— Eu pensei em de manhã. — Eu retruquei.

Ele riu.

— Por que de manhã? — Ele indagou.

Eu dei de ombros.

— Porque eu sempre imaginei meu casamento à luz do dia. — Eu respondi. — Você já reparou como a igreja fica linda com as luzes dos sol entrando pelas janelas?

Ele riu novamente.

— Tudo bem, você me pegou, Demetria. — Ele respondeu. — É uma ótima forma de ver.

Eu ri, contente por conseguir o que eu queria.

— E quanto aos padrinhos? — Eu indaguei. — Quem serão nossos padrinhos?

Ele comprimiu os lábios enquanto me olhava rapidamente.

— Não sei... — Ele disse. — Eu ainda estava pensando.

— Eu pensei na minha mãe e Eddie. — Eu disse.

— Eu faço questão que sua mãe seja a nossa madrinha. — Ele disse. — Principalmente depois de tudo o que ela fez por mim... E por nós.

Ele me olhou rapidamente e sorriu.

— E Lauren e Camila também. — Eu disse. — Elas não podem ficar de fora.

— Não mesmo. — Ele respondeu. — Também acho uma ótima ideia colocarmos elas.

— Mais alguém? — Eu indaguei.

Ele deu de ombros.

— Eu não quero convidar ninguém que a gente não tenha muita intimidade... Tem que ser especial. — Ele disse. — Isso serve para os padrinhos e para os convidados da cerimônia.

— Você tem razão. — Eu disse. — Você acha que Nick deveria ser um padrinho?

Ele fez uma careta e em seguida riu.

— Isso seria estranho. — Ele disse.

— Por que? — Eu indaguei, mesmo concordando que aquilo seria estranho.

— Bom... Ele é pai dos seus filhos e acho que não deve passar disso. — Ele respondeu. — Por que você quer dar mais um título à ele? Se for assim, vamos convidar a Ashley também, deixar que ela seja a sua madrinha e que vocês virem melhores amigas.

Eu ri e o olhei.

— Isso é ciúmes? — Eu o provoquei.

— Não, não é ciúmes... Só seria estranho. Creio que já vai ser estranho até mesmo convidá-lo para a cerimônia, mas tudo bem. — Ele respondeu e ficou em silêncio por alguns segundos. — Ok, talvez eu ainda tenha um pouco de ciúmes, por isso acho melhor deixarmos ele onde ele está. Sem mais títulos e sem mais intimidades.

Eu acabei rindo mais uma vez.

— Não precisa ter ciúmes. — Eu respondi. — Você é único homem da minha vida, você sabe disso.

Eu pude ver que ele sorriu enquanto a luz da rua batia rapidamente em seu rosto.

— E onde o Lucas entra nessa história? — Ele indagou.

— Eu o amo. — Eu respondi. — Mas você entendeu o que eu quis dizer.

Quando chegamos no hotel, fomos direto para o quarto e comemos alguma coisa lá mesmo. Estávamos tão cansados, que não demorou muito para que pegassemos no sono depois de mais um tempo de conversa.

De manhã – uma manhã cinzenta e morna de Nova York – nós fomos até o hospital e Wilmer me apresentou algumas pessoas antes de eu ir para a entrevista, e era incrível como todo mundo já sabia quem eu era sem ao menos me conhecer. Todos, sem exceção, disseram que Wilmer sempre falava de mim, “a minha garota”, “a minha namorada”, “a minha noiva”... Com aquilo eu fiquei ainda mais apaixonada por ele e ele, ficou ruborizado ao ser exposto pelos seus colegas.

Wilmer me mostrou onde ficava o setor de recursos humanos e lá encontrei a mulher  que a havia entrado em contato comigo. Ela era mais jovem do que eu imaginava, aparentando ter a mesma idade que eu. Ela tinha um sorriso simpático no rosto e me levou para uma sala privada onde aconteceu a entrevista.

Foi tudo mais tranquilo do que eu imaginava e ela disse que realmente havia muito interesse do hospital em mim – a influência de Wilmer ajudava muito, mesmo que ninguém quisesse admitir aquilo. E ela disse que logo mais, eu receberia uma ligação com a resposta.

Com aquilo feito, nós fomos para a casa que Wilmer tinha visto para nós. Eu achei um pouco estranho a forma como ele fazia o caminho direto para o imóvel, sem antes ligar para um corretor ou passar em uma imobiliária para pegar as chaves.

— Ok. — Eu disse durante o caminho. — O que você está aprontando?

Ele apenas riu e não respondeu.

Não demorou muito para chegarmos na casa: uma casa linda, em um bairro calmo e com um jardim na frente. Talvez fosse algo que eu sempre imaginei para mim.

Ele estacionou o carro de frente para a garagem e descemos do carro quase ao mesmo tempo.

— Uau! — Eu exclamei enquanto admirava melhor a fachada da casa. — Ela é linda.

— É sim. — Ele respondeu e então, procurou pelas chaves no bolso da sua calça. — E é nossa.

Eu o olhei espantada e provavelmente, abri a boca sem saber o que responder.

— O que foi? — Ele indagou com um riso e em seguida, se aproximou para segurar a minha mão na sua. — Vamos conhecer lá dentro, sim?

Eu o acompanhei e nos passamos pela varanda e fomos até a porta de entrada.

— Eu não acredito. — Eu murmurei.

— O que foi? — Ele repetiu.

— Você disse que essa casa é nossa? — Eu indaguei para ter certeza.

Ele riu adorando a sua brincadeira.

— Sim. — Ele respondeu. — Eu comprei.

— O que? — Eu indaguei.

Ele virou a chave e abriu a porta.

— Você vai entrar ou não? — Ele indagou, fazendo um sinal com a mão para que eu entrasse.

Como ele pediu, eu entrei e estávamos na sala. Não parecia ser uma casa muito grande e nem muito luxuosa, mas para quem viveu tantos em um apartamento pequeno e alugado, aquele lugar chegava a ser um palácio dos sonhos. E eu já estava amando.

— Desde quando começamos a procurar alguma coisa, eu vi essa casa e não encontrei outra que fosse mais perfeita. — Wilmer disse, fechando a porta atrás de nós. — Eu gostei muito dela, muito mesmo... Ela tem um espaço perfeito para nós quatro, tem um quarto a mais para quando tivermos visitas, até já tem alguns móveis e está quase completa... Então, eu tomei a iniciativa de dar entrada nos papéis e comprá-la, ela já é praticamente nossa.

Eu arqueei as sobrancelhas e ri.

— E por que você não me falou nada? — Eu indaguei.

— Porque eu queria fazer uma surpresa. — Ele disse. — E agora, não tem mais como voltar atrás, eu sinto muito.

Nós dois rimos e ele segurou a minha mão novamente.

— Vamos ver o resto da casa. — Ele disse. — E eu espero que você goste, ou senão eu estou ferrado.

Nós dois caminhamos pela casa, indo até a sala, a cozinha, o banheiro, o quintal dos fundos que seria perfeito para as crianças, a lavanderia que era no subsolo junto de mais um quarto, que até poderia ser usado como escritório. Fomos para o outro andar de cima, vimos cada um dos quatro quartos, onde o meu e de Wilmer era uma suíte e já tinha uma cama. Tudo era perfeito e só de andar algumas vezes por aquela casa, eu já conseguia me imaginar vivendo lá.

Nós descemos mais uma vez e voltamos na cozinha.

— Will, — eu disse enquanto olhava os detalhes dos armários. — é tudo perfeito! Essa casa é perfeita!

Eu abria e fechava cada um deles. Tudo cheirava a madeira nova e a claridade que entrava no ambiente, deixava tudo com a sensação de novo.

— Mesmo? — Ele indagou preocupado. — Você não precisa dizer isso só para me agradar.

— Não estou dizendo só para te agradar. — Eu respondi. — Eu estou falando sério e tenho certeza de que essa é a casa perfeita.

Ele riu, aparentemente aliviado.

— Que bom. — Ele disse. — E que bom que você gostou da surpresa... Foi difícil esconder tantos detalhes de você.

Eu também ri e me aproximei dele.

— Tudo bem que você poderia ter me falado antes e poderíamos resolver tudo isso juntos. — Eu disse enquanto colocava meus braços envolta do seu pescoço em um abraço. — Mas eu amei a surpresa, amei a casa e amo você. Você, com certeza, é o melhor futuro marido do mundo.

Ele sorriu e segurou a minha cintura, já olhando diretamente em meus lábios.

— Eu faço qualquer coisa por você, hermosa. — Ele murmurou e em seguida, colocou seus lábios nos meus, selando-os longamente.

— Qualquer coisa? — Eu indaguei em seguida.

— Sim. — Ele respondeu.

Eu sorri e também selei seus lábios longamente.

— Então, — eu murmurei, com meus lábios bem próximos dos seus — me fode aqui e agora.

Ele arqueou as sobrancelhas impressionado, mas acabou sorrindo com malícia.

— Agora? — Ele indagou em um tom provocante, enquanto colava seus lábios nos meus.

— Não teremos muito tempo para fazer isso depois. — Eu respondi. — Não é mesmo?

Ele deu um suspiro satisfeito.

— Ah, Deus... — Ele murmurou. — Você é a mulher perfeita.

Eu ri e ele sorriu mais uma vez e enquanto nossos lábios se encontravam novamente, ele fez encostar no balcão atrás de mim. Nossos lábios passaram a se encontrar de forma mais intensa, com beijos quentes e pretenciosos, com nossas línguas se encontrando e se acariciando.

Eu o queria loucamente e só conseguia pensar no quanto ele me levava à loucura. Tudo com ele era diferente e melhor, me fazendo ter certeza que ele era o único com quem eu queria foder para o resto da minha vida.

Com minhas mãos em sua nuca e de vez em quando acariciando seus cabelos, eu resolvi descer meus beijos até seu pescoço, lhe arrancando grunhidos de prazer enquanto meus lábios encontravam a sua pele quente. Depois de alguns segundos, ele segurou meu rosto com uma das mãos e fez nossos lábios se encontrarem novamente, fazendo com que o beijo parecesse ainda mais intenso, se aquilo fosse possível.

Ele interrompeu o beijo para ir até o meu pescoço e eu joguei a cabeça para trás para facilitar seu trabalho. Eu fechei os olhos e viajei no toque dos seus lábios naquela área tão sensível e não conseguia acreditar que aquilo realmente estava acontecendo... Estávamos prestes a transar na cozinha da nossa futura casa.

Ele se afastou e eu quase reclamei, mas sabia o que ele iria fazer. Ele tirou sua blusa enquanto me olhava, ficando apenas com a sua camisa de botão. Eu estava usando um vestido e um casaco por cima, então, ele tirou meu casaco, deixando-o cair no chão e em seguida, não hesitou em agarrar as minhas coxas por baixo do vestido, me fazendo estremecer. Ele voltou a me beijar, tentando manter a mesma intensidade de antes e então, segurando as minhas coxas com mais firmeza ele me fez sentar no balcão com um impulso.

Eu sorri entre os beijos e o puxei para mais perto de mim, fazendo com que ele ficase entre as minhas pernas. Ele continuou a acariciar as minhas coxas, enquanto os nossos beijos pareciam esquentar cada segundo mais. Eu conseguia sentir a umidade crescendo entre as minhas pernas e desejava Wilmer ainda mais.

Querendo tocá-lo ainda mais, eu resolvi enfiar minhas mãos por baixo da sua camisa, sentindo seu abdômen definido e o seu peitoral. Enquanto aquilo acontecia, o beijo prosseguia de uma forma lenta e intensa, como se precisassemos daquilo para manter a intesidade do momento.

Eu interrompi o beijo por um momento e me afastei alguns centímentros e então, olhando em seus olhos desabotei todos os botões da camisa dele, de uma forma lenta e sensual, mordendo meu próprio lábio em excitação enquanto o encarava sem parar. Ele sorriu com seu olhar preso ao meu e assim que eu terminei, ele atacou meus lábios, deixando todo o nosso fogo nos consumir.

Enquanto o beijava, eu deixei que as minhas mãos passeassem pelo torso dele. Eu sentia a necessidade de mostrar tudo o que eu sentia em meus atos, já que ele me fazia querê-lo tanto.

Depois de alguns segundos, ele separou o beijo para ir até a minha orelha e chegando lá, me beijou e em seguida mordeu o lóbulo de leve. Eu grunhi e senti um arrepio prazeroso se espalhar por todo o meu corpo, me fazendo ter ainda mais vontade de agarrá-lo e tê-lo comigo.

Sem mais delongas, eu deixei que uma de minhas mãos descesse até o cinto da calça dele e aquilo o fez sorrir. Ele voltou para o meu rosto, beijou minhas bochechas, meu queixo e depois meus lábios levemente. Ele voltou a me olhar nos olhos e com uma de suas mãos, me ajudou o seu cinto e logo, ele estava livre do mesmo. Em seguida, eu fui até os botões de sua calça, mantendo o contato visual o máximo possível e nós dois sorrimos ao mesmo tempo. Parecia que nada precisava ser dito, porque nós dois sabíamos o que nós queríamos, nós dois sabíamos o que estava para acontecer.

Quando a calça dele estava aberta, ele não hesitou em abaixá-la, deixando-a cair sobre seus pés. Mesmo ainda de cueca, eu podia ver que ele já estava excitado e seu grande membro criava vida sob a mesma, me fazendo ficar ainda excitada.

Eu sorri quando voltamos a nos beijar e eu estava fazendo o possível para deixar aquilo tudo cada vez mais intenso. Mas não era preciso muito, porque tudo o que acontecia entre Wilmer e eu parecia sempre intenso demais.

Ele grunhiu quando eu passei a minha língua pelo lábio superior dele e em seguida, chupei seu lábio inferior.  Com aquilo, ele me agarrou com mais força, me segurando pelas costas, mordendo meu lábio inferior. Ele foi deslizando suas mãos até chegar em minhas coxas e alcançou a minha calcinha por baixo do meu vestido. Eu sabia o que eu queria, então, levantei  meu corpo por alguns segundos, para que ele pudesse se livrar da mesma.

Ele me despiu por baixo do vestido e deixou a minha calcinha cair no chão. Sem hesitar, ele voltou a se aproximar e colocou uma de suas mãos minha parte íntima, me tocando dele. No mesmo instante eu suspirei, o agarrei pelo pescoço e fiz o que pude para ter seu corpo ainda mais perto do meu. Ele não pôde deixar de sorrir ao ver minha reação e eu sabia que aquilo ficava cada segundo mais excitante.

Ele por longos segundos e torturantes segundos, sem encostar em meu clitóris, como se estivesse me provocando. Nossos lábios se encontraram mais uma vez e estávamos tomados pela euforia. Eu nunca me cansaria de compartilhar aquele tipo de momento com Wilmer.

Depois um tempo, ele tocou o meu clitóris, me pegando desprevinida, o que fez meu corpo todo se contrair no mesmo instante e um gemido escapar dos meus lábios entre os beijos. Com seu dedo do meio, ele acariciou a minha entrada, provavelmente sentindo o quanto eu estava molhada por ele.  Ao mesmo tempo que ele fazia aquilo, seu polegar tocava meu clitóris, me fazendo agarrar suas costas com mais força.

Eu queria prosseguir para o próximo passo, o tesão e o desejo estava tomando conta de mim. Então, interrompendo o beijo, eu deixei uma de minhas mãos descer até a sua cueca. Percebendo o eu fazia, ele sorriu e mordeu seu próprio lábio enquanto esperava. Eu segurei o elástico da cueca e de uma forma lenta, enquanto o olhava nos olhos, eu comecei a abaixar a mesma.

Depois de alguns segundos, ele estava livre e exibia seu membro ereto enquanto sua cueca se juntava às suas calças. Nós voltamos a nos beijar e eu segurei em seu membro como se fosse meu prêmio, o acariciando de cima abaixo, o que o fez grunhir de prazer.

De repente, ele colocou sua mão na minha, sobre a sua ereção e interrompeu o beijo para me olhar nos olhos. Eu sentia a excitação crescendo dentro de mim, queimando como uma chama. Eu, absolutamente, o queria e o desejava.

Ele selou meus lábios longamente mais uma vez e aproximou ainda mais seu corpo do meu, nos deixando praticamente colados. Ele fez com que eu tirasse a minha mão que estava em sua ereção e enquanto o olhava, o agarrei pelo ombros, esperando o que iria acontecer. Sem hesitar, então, ele me penetrou lentamente, o que me fez gemer baixinho no mesmo instante e apertar os ombros dele com força.

Nossa vida sexual era relativamente agitada, momentos como aquele, acontecia com uma boa frequência. Mas nunca era a mesma coisa. Sempre tinha algo a mais, uma paixão a mais, um desejo a mais... Sempre era uma novidade, como se fosse a primeira vez e eu sempre o desejava mais.

Após se colocar inteiramente e lentamente dentro de mim, eu ataquei os seus lábios, quase explodindo com aquela sensação de tê-lo dentro de mim. Segurando as minhas coxas novamente, ele me tocava sem parar e então, começou a se movimentar para trás e para frente, várias vezes seguidas, criando um ritmo. Eu passei a gemer baixinho a cada movimento, contemplada com tanto prazer e em seguida, cruzei as pernas atrás das costas dele, facilitando os nossos movimentos.

Ele grunhia de prazer e eu passei a mover meus quadris junto dele, quase que institivamente. A cada segundo os nossos movimentos ficavam mais intensos e eu não sabia se aguentaria muito tempo. Wilmer era tão bom e fazia tudo tão bem, que a minha vontade de me entregar era extrema. Mas ao mesmo tempo, eu queria fazer aquilo durar para sempre.

Voltamos a nos beijar, fazendo o possível para manter todo o aquele contato. Nossos corpos estavam suados e o sons dos meus gemidos passaram a ecoar pela casa. Enquanto ainda nos beijávamos, deixei que uma de minhas mãos descesse pelo corpo dele, sentindo o toce da sua pele, arranhando seu peitoral entre os botões abertos da sua camisa, fazendo-o grunhir.

— Tão linda, tão gostosa... — Ele murmurou com seus lábios pertos dos meus, sua respiração apressada. — Deliciosa.

Ouvir aquilo, me fez morder seu lábio inferior. Eu me sentia possuída por todos os meus desejos, praticamente me esquecendo de que estávamos no balcão de uma cozinha de uma casa que ainda não era nossa de verdade.

Quandos os nossos movimentos começaram a ficar ainda mais intensos, eu senti ainda mais desespero. Eu queria encontrar o nosso paraíso logo. Eu queria tudo o que ele tinha para me oferecer.

Nossos lábios se separaram e eu olhei rapidamente para baixo, enxergando nossos corpos se colidindo em um ritmo bom e obsceno, mas ainda devagar. Ele estava só me provocando ou que tinha muita pressa naquele momento?

— Porra, Wilmer! — Eu gemi, fechando os olhos e jogando a cabeça para trás, voltando a segurar na nuca dele. — Você é muito bom.

Ele sorriu, provavelmente satisfeito ao ouvir aquilo e com uma das mãos, ele segurou os meus cabelos, puxando-os de leve. Sem hesitar, ele selou meus lábios rapidamente e em seguida, atacou meu pescoço com beijos e chupões, o que me fez gemer ainda mais.

— Mais rápido. — Eu gemi perto do seu ouvido.

Ele grunhiu e afastou seu rosto para me olhar nos olhos.

— O que você quer? — Ele indagou com sua respiração entrecortada, segurando meus cabelos com mais firmeza.

Ao contrário do que eu pedi, ele desacelerou seus movimentos, indo lentamente e de uma forma completamente torturante para frente e para trás. Ele quase saía de dentro de mim, mas então, voltava mas a me penetrar com força, mas sem se apressar.

— Porra! — Eu exclamei, apertando os olhos e segurando a borda do balcão com uma das mãos.

— O que você quer? — Ele repetiu entre os dentes, tentando controlar seu prazer. — Me fala, Demi.

Eu o olhei e vi a provocação em seus olhos.

— Me fode mais rápido. — Eu pedi. — Por favor.

Aquilo era intenso e estava sendo melhor do que eu poderia imaginar que seria. Era para ser apenas uma transa rápida naquela casa, mas estava se tornando cada vez mais um momento quente e intenso.

Como se já não estivesse mais aguentando, ele se rendeu ao meu pedido e aumentou a velocidade de seus movimentos, enchendo a cozinha com meus gemidos, o som de nossas respirações altas e dos nossos corpos suados por baixo de nossas roupas se tocando sem parar.

Com uma das mãos ele me abraçou pelas costas, enquanto com a outra voltava a agarrar a minha coxa com força, e eu voltei a agarrar os seus ombros. Nossas respirações ficavam cada vez mais aceleradas e os nossos corpos cada vez mais suados e apressados. Eu fazia o máximo para manter meus olhos nele e ele parecia fazer o mesmo, mas o nosso limite parecia estar chegando, tomando conta de nós.

— Ah, meu Deus... — Ele gemeu ofegante sem conseguir se controlar. — Eu vou gozar.

Ele grunhiu, fechou os olhos e aumentou a velocidade dos seus movimentos quase de uma forma desesperada. Eu senti quando ele se entregou completamente e gozou dentro de mim.

Logo em seguida, eu também acabei chegando no meu limite. Fechando os olhos, eu me entreguei ao nosso paraíso e gemi sem me importar com mais nada. O orgasmo tomou conta de mim e eu joguei a cabeça para trás, enquanto sentia meu interior se apertar envolta dele. Eu vi estrelas e cheguei aonde eu queria chegar, onde só Wilmer podia me levar.

Nossos corpos se contraíram e se extremeceram quase em sincronia. Os nossos movimentos foram dimuindo e parando, até finalmente acabar.

Eu apoiei a minha cabeça entre seu ombro e seu peitoral, ouvindo sua respiração, sentindo seu corpo suado por alguns segundos. Ele saiu de dentro de mim e se afastou alguns centímentros, procurando pelos meus lábios. Eu levantei o meu rosto e nos beijamos lentamente por longos segundos, recompondo nossas respirações.

Quando o beijo se encerrou, ele sorriu e depositou um beijo carinhoso na minha testa. Eu voltei a abraçá-lo da mesma forma e ele me abraçou de volta.

— Eu amo você. — Eu disse. — E nós acabamos de transar na nossa futura casa.

Ele riu.

— Eu amo você, nena. — Ele respondeu. — Sim, isso acabou de acontecer... E foi muito intenso.

— Você é maravilhoso. — Eu disse.

Ele riu e beijou o topo da minha cabeça e se afastou.

— Você me faz querer fazer o melhor para você e por você. Eu quero te foder para sempre, Demi. — Ele respondeu, provavelmente me fazendo ruborizar.

— Eu amo quando você fala essas coisas, Valderrama. — Eu disse.

— E eu amo falar essas coisas para você, mi amor. — Ele disse e beijou o canto da minha boca. — Vamos? Acho que já conhecemos a casa o suficiente.

Eu ri e assenti. Ele estendeu uma de suas mãos e me ajudou a descer do balcão. Nós ajeitamos nossas roupas e eu ajeitei meus cabelos enquanto eu pensava no quanto aquilo era estranho apesar de ser bom.

— Eu não quero perder isso. — Ele disse de repente, enquanto fechávamos as janelas da cozinha.

— Isso o que? — Eu indaguei.

— Essa magia, esse tesão... — Ele respondeu. — Quero ser louco por você para sempre, quero continuar a transar com você às escondidas pela casa como se fosse a primeira vez.

Eu acabei rindo e terminei de trancar uma janela. Quando terminamos, nos dirigimos para a porta da sala, já que o andar de cima já estava todo fechado.

— Se depender de mim, nós nunca vamos perder isso. — Eu respondi. — Porque você me enlouquece de uma forma incrível.

Ao terminar de falar, eu me aproximei dele e toquei meus lábios nos dele.

— Se você ficar dizendo essas coisas, terei que transar com você de novo. — Ele murmurou.

Eu ri e segurei a sua mão.

— Então vamos sair, dar uma volta. — Eu disse. — Vamos conhecer a região.

— Vamos, mi amor. — Ele respondeu enquanto abria a porta. — Mas antes, eu só quero te fazer uma pergunta.

— Sim?

— Você está pronta para essa nova vida? — Ele indagou. — Está pronta para se casar comigo e morar aqui?

Eu acabei sorrindo ao imaginar o nosso futuro e senti aquela sensação boa dentro de mim.

— Meu amor, — eu disse com um suspiro — eu estou mais do que pronta.


Notas Finais


Então, aqui está mais um capítulo e eu espero que tenham gostado. Espero também que estejam gostando da fanfic e não esqueçam de comentar e deixar suas opiniões, eu estou sempre lendo tudo. Depois desse capítulo, teremos mais um capítulo e o epílogo, então, se preparem para o grande final!! Obrigada por tudo e até mais <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...