História Taboo- Pinecest - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Gravity Falls
Personagens Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Amor, Automutilação, Candy, Depressão, Dipper Pines, Dor, Gravity Falls, Mabel Pines, Mutilação, Paixão Platônica, Pinecest, Sem Rumo
Exibições 128
Palavras 1.408
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


AAAAEEERR PORRA
tentei postar ontem mais não deu, então eu vou postar um bônus pra vocês e de noite eu posto o capítulo do Dipper- part II.
Esse capítulo tem frases feitas por mim(eu sei muito obrigada) e a partir de agora eu começo a escrever o menage que irá sair ou no capitulo 17 ou no 18, sem contar que a fic TALVEZ passe um pouco dos limites em números de capítulos, porque meio que eu tinha previsto ter uns 20 capítulos mas como eu só coloco 1.000 palavras vai acabar lá pelos 30, 40. Fiquem espertos.

Capítulo 16 - Metamorfose Mental- Bônus


Fanfic / Fanfiction Taboo- Pinecest - Capítulo 16 - Metamorfose Mental- Bônus

Mabel estava deitada na sua cama pensando no que aconteceria daqui para frente, até seus olhos irem em direção a um velho caderno com capa de couro marrom na escrivaninha e desviarem seus pensamentos. Ela calmamente se levantou para ir até o objeto que a chamava.
A ponta de seus dedos passearam sobre a capa do pequeno caderno para sentir a deliciosa textura. Ele era de anotações, não possuía linhas e muito menos limitações o que estimulava a escrita.

A garota puxou lentamente a cadeira que havia e se sentou, suas mãos esticaram os dedos afim pegar a caneta preta de ponta fina que estava presa no espaço entre as folhas e a capa.

Depois de fazer esse feito uma de suas mãos se posicionou a esquerda do caderno aonde estava seu nome escrito em braile- ela não era deficiente visual mas aperfeiçoou seu amor pela escrita, então novamente com as pontas de seus dedos a capa foi jogada para trás em um movimento rápido.
As duas mãos foram para as costas da caderneta para aproxima-lá de suas narinas para ter uma inalada prolongada diante as folhas e as marcas da caneta em formato de palavras. Pronto, a incentivação que precisava.
Sem mais e nem menos ela foi até um pouco depois do meio que era aonde seus poemas e textos diários acabavam. Sua caneta se posicionou para fazer o primeiro risco e nesse momento suas pupilas diminuíram como se escrever fosse sua droga. 

Querido ouvidor de merdas, 

Como você consegue sobreviver a tanto julgamento? Muitas pessoas possuem você da forma errada, o sobrecarregando, achando que os problemas vão sumir mas talvez você faça parte dessa metamorfose mental não é mesmo? Como você se sente sendo usado e abusado todas as noites? Você chora ou absorve as lágrimas? São tantas perguntas para você que serão obviamente respondidas por mim pois você é só um pedaço de papel interessante que estimula a minha criatividade. Suas folhas cheirosas clamam por meu poderoso e delicioso líquido juvenil que é facilmente conhecido por 'orgasmo' ou 'lágrimas'. "

Ao terminar suas palavras ela sorriu dolorosamente e virou a página, porém antes de voltar a escrever seus pensamentos acharam melhor o corpo descansar e foi o que aconteceu.

Mabel se espreguiçou de leve e desceu até a cozinha, aonde pôde pegar um copo com dois cubos de gelo antes de subir novamente para o quarto. Chegando nele a porta foi aberta e dando a visão dele acabado, mal tratado, com roupas jogadas sobre a cama sem contar a poeira que fazia no chão de madeira.
A garota suspirou e antes de se sentar na cadeira suas mãos abriram a gaveta um tanto quanto grande da escrivania para em seguida uma de suas mãos puxar uma garrafa de whisky acompanhada de um maço de cigarro.

Um pequeno canivete deu conta do recado para abrir ambos.
O fósforo acendia o cigarro enquanto a bebida era despejada no copo.

- Apenas... Alimentando minha fome- Ela falou com o cigarro entre os lábios.

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- Mabel?- Disse Dipper entrando sorrateiramente no sótão.

A Pines estava com seus olhos abertos olhando para ele, que não percebia pelo ambiente escuro. Os tênis de Dipper faziam a madeira ranger a cada passo que dava, o gêmeo iria caminhar para a cama de sua amada até perceber seu diário o que chamou mais a atenção. Curioso, ele se sentou na cadeira e puxou o celular, iluminando o ambiente para ajudar a achar o "interrupitor" do abajur.
Seus dedos fizeram os mesmos movimentos da irmã porém ao invés de abrir na página recentemente escrita os dedos pararam na página qualquer numerada pela própria.

" Texto 56-

Hum, é estranho como os humanos evoluíram a ponto de manipular sentimentos. Mas nada melhora a dor da manipulação do que um bom banho e um belo chá, seguido de horas de sorvete e maratonas de séries como Doctor Who ou Friends.
Mas isso infelizmente só serve para manipular seus sentimentos e driblar a dor de outra manipulação, o que resulta em manipular a pessoa que manipulou você dando o troco, a torturando. Como? Manipulando o sentimento de outras pessoas para que elas fiquem com você.
Manipular sentimentos é fácil, manipular é a arte mais invisível amostra pois todos praticam e ninguém vê e a manipulação acaba manipulando sua negação pela própria"

Buguei.- Sussurrou Dipper.

Ele pegou o copo que estava com um cigarro dentro e brincava com ele o rodando.

- Eu sei que manipulo você, não deixando amar outras pessoas.- A voz dele saiu na esperança de ninguém ouvir.

Silenciosamente a jovem se sentou na cama, ao colocar os pés no chão um arrepio percorreu da ponta de seus dedos até o final da medula fazendo o pescoço dar uma leve contorcida para a esquerda, sem contar os ombros que encolheram quando o frio bateu nas suas pernas nuas.

As orelhas de Dipper alertaram o estralo do pescoço da irmã, dando a entender que ela estava acordada. Então, ele colocou o copo na mesa e virou a cadeira, estendeu sua mão para a que estava sentada dando a entender que era um chamado que logo foi atendido como um puxão brusco, pois quando a mãos dele relaram na dela se realizou uma puxada direto para seu colo.
Os olhos de ambos não se desviaram, foi transmito um certo desejo até a feição de Mabel mudar para aquela que o matava por dentro. O olhar da gêmea não expressava arrependimentos mas sim dor misturado com dó.
Os dois se olharam por um tempo até encostarem suas testas, a palma da mão esquerda de Mabel foi até o maxilar do parceiro.
Ao encostar na pele dele, ela se assustou pela temperatura que estava, como se fosse febre, porém o suor de seus cabelos escorriam sobre os dedos que se encontravam na nuca de seu irmão.

- Dipper...- A jovem dizia enquanto os dois demonstravam uma conexão com as cabeças se movendo carinhosamente.

- Oi.

Ao ouvir a voz rouca dele seus lábios foram até a sua testa suada causando uma euforia rápida por parte de ambos, sua mão direita foi até a nuca dele dando de encontro com a outra fazendo seus dedos se entrelaçarem enquanto as de Dipper se colocaram sobre a cintura e coxa da irmã simulando um abraço.

- Me desculpa, e-eu...

- Sabe existe certas coisas que não perdoamos mas que podemos aprender a viver.

- Dipper... Por fa...- A voz dela foi cortada por um leve shiu.

Os dois ficaram se olhando em silêncio novamente. A respiração pesada de Mabel atingia os lábios do seu irmão de tão próximos que estavam. Dipper subiu carinhosamente as mãos sobre a blusa branca da garota até chegar em suas bochechas afim de sentir a textura da pele.

- Eu sei o quão você está mal, só que eu não consegui me explicar.

- Mabel, eu só estou tentando esquecer tudo isso.

- Eu não entendo você.

- Olha... Eu tenho sentimentos fortes por você desde... Desde sempre. Quando você chega perto de mim eu me sinto animado, com calafrios e meu estômago se revira todo sem contar as vezes que você me deixa, b-bom você sabe...

Ao ouvir essa palavras um sorriso bobo se fez em seus lábios.

- E é por isso que eu quero continuar te amando, eu não quero lembrar disso mais. Eu não vou falar que te perdôo porque estaria mentindo, eu posso falar que eu quero estar com você mas para isso eu preciso saber se você também quer isso.

Indecisa, Mabel passou a ponta de seu indicador- que ainda cherava ao couro velho- sobre os lábios secos e quebradiços dele tentando achar alguma imperfeição no seu ponto de vista.

- Eu quero ficar ao seu lado.

- Mas!?

A garota separou um pouco o seu rosto do dele. Sua feição era de dúvida.

- Mas?

- Como assim não tem mas?

- Não tem mas Dipper, ué.

- Mas sempre aconteceu assim.

A ouvir isso Mabel soltou uma gargalhada e jogou sua cabeça sobre o ombro dele.

- Ai Dipper... Parece que você não teve muitos relacionamentos bons- Ela disse ainda rindo.

- EI!

Para entrar na brincadeira, Dipper se levantou e a jogou na cama.
As mãos dela se penduraram em seu pescoço como se fosse receber um beijo, o que aconteceu só que foi um selinho.

- Eu te amo Dipper Pines.

- Eu também te amo Mabel Pines.


Notas Finais


Eu quis dar um tiro em mim de tanto que repeti "dele" então me perdoem, eu to morrendo de sono e escrevi isso todo cagado porém foi de coração(eu não me senti obrigada a escrever, eu só quis escrever e postar algo totalmente diferente do acostumado, porque eu estou eufórica).
MAAASSSS


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Amo vocês ❤


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