História Taboo- Pinecest - Capítulo 17


Escrita por: ~

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Categorias Gravity Falls
Personagens Candy Chiu, Dipper Pines, Gideon Gleeful, Grenda, Mabel Pines, Pacifica Northwest, Soos Ramirez, Stanford "Ford" Pines, Stanley "Stan" Pines, Waddles, Wendy Corduroy
Tags Amor, Automutilação, Candy, Depressão, Dipper Pines, Dor, Gravity Falls, Mabel Pines, Mutilação, Paixão Platônica, Pinecest, Sem Rumo
Exibições 112
Palavras 1.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpem pelo capitulo pequeno, era para ser mais detalhado, emocionante e maior.
Porém eu... Não me orgulho disso mas... Eu passei o dia inteiro jogando pokémon fire red pra evoluir meu dratini pra dragonair

Capítulo 17 - Dipper part II


Era tarde e cabana estava um breu exceto pela cozinha que a mãe e os tivôs permaneciam juntos na mesa. Eles discutiam se seria saudável para os gêmeos irem para Piedmont visitar o pai.

- Eu não me sinto confortável tio. Deixar eles com aquele brutamontes não é uma ideia agradável.

- Eles vão ficar bem, se eles não gostarem não irão voltar tão cedo pra lá.

- M-Mas...

- Eu concordo com ela Stan. Eles já sofreram muito quando a bebida começou a entrar na família.

- E você acha que eles não bebem?- Pronunciou a mãe.- Se depender da Mabel uma garrafa de whisky não dura nem três horas com ela, sem falar dos cigarros.

- Você já levou em consideração que foi a mudança que fez isso?

- Stanley!

Sem se importar com seu irmão Stan apenas deu de ombros.

A mãe dos gêmeos olhava aflita para a caneca com café a sua frente, um risco cor caramelo preenchia sua circunferência dando a entender que o líquido estava um pouco menos da metade e o vapor subia com o cheiro até suas narinas estimulando a beber mais café.

- As recaídas de Mabel ficaram mais fortes e mais frequentes agora que nós nos mudamos para cá, ela mal sai do quarto e quando sai é para beber, fumar ou conversar com o Dipper. Eu quase a não há vejo, e quando olho para ela acabamos brigando.

Os tivôs se olharam com uma das sobrancelhas arqueadas.
Ford depositou sua mão direita sobre o ombro de sua sobrinha tentando conforta-lá.

- E o Dipper? Como ele está?

- Ele está bem, disse que queria ajudar na situação de Mabel mas neguei isso.

- Por que?- Perguntou Stan.

- Ele não pode se envolver com ela, é perigoso demais. A Mabel consegue destruir tudo o que vê, não sei como não o destruiu ainda.

- Isso é besteira, Dipper é um garoto forte saberá quando se afastar. Mas, você não acha que é melhor deixá-los ir na viagem?

- Por que tio? O pai deles é muito instável, você sabe o quanto nós sofremos com ele.

- A Mabel disse que você tirou ela de uma pessoa especial, era o pai?

A mãe negou.

- Era sua amiga, Ellie. A garota sempre conseguia estabilizar minha menina, quando as duas se conheceram as recaídas de Mabel sumiram em noventa e nove porcento, e quando ela tinha recaídas a Ellie sempre chegava em casa para ajudar, nem que fosse duas da manhã.- Ela disse com um sorriso nos lábios por lembrar como sua filha era feliz.

- Talvez será bom para ela.- Disse Ford- Reencontrar essa amiga pode ajudar na recuperação.

- Talvez, eu ainda não sei sobre isso. Preciso pensar.

- Quando eles vão voltar a estudar?- Stanley se pronunciou para mudar o clima pesado.

- Provavelmente na mesma semana que vocês irão viajar.

- Hm.

- Eu fico feliz por vocês que vocês escolheram ficar até eu arranjar uma casa. Vocês me ajudaram muito.

- Fazemos de tudo para a melhor sobrinha.- Disse Stan- Bom, eu e o Ford temos que conversar.

Os dois se retiraram da mesa e partiram até a sala.
Quando Dipper ouviu os passos, se levantou e correu sorrateiramente até a entrada aonde se sentou próximo as escadas para ouvir a conversa.
O ambiente era estava cinza escuro, a sala era um tanto quanto visível pois a luz do fim do corredor que passava pela sala foi acesa por um dos gêmeos.
Ford se sentou cabisbaixo em uma cadeira lilás que permanecia no fundo da sala que dava uma visão dos móveis e da porta de entrada. O velho acomodou-se colocando suas mãos sobre os joelhos.

- Nós precisamos convencer ela de deixá-los ir, eles não são os mesmos.

- Será perigoso para eles Stanley.

Ao ouvir isso, Dipper se levantou e se segurou na parede para se manifestar.

- Não vai ser.

- D-Dipper?- Ford se pronunciou após levantar a cabeça.

O jovem concordou enquanto caminhava até a poltrona clássica que permanecia na frente da TV, ele tirou as revistas que estavam jogadas nela e as colocou no crânio de dinossauro antes de se sentar igual o seu tio-avô.

- Garoto eu sei o quão confuso você está...

- Sabe é até engraçado que vocês não liguem para minha opinião- Dipper retrucou cortando a fala de Ford- mesmo que seja sobre um assunto me envolvendo.

- Não é como você está pensando garoto, nós nos importamos com sua opinião.

- Não, não importam. Vocês ao menos tiveram a decência de perguntarem se é isso o que quero.- Ele mexia no cadarço enquanto falava, a textura do plástico no final dele em si o relaxava.

- E é isso que você quer?- Perguntou uma voz feminina.

Os três olharam para a mulher que estava parada de braços cruzados apoiada na parede que dava acesso ao corredor.
Dipper olhou à sua mãe e se jogou para trás apoiando suas costas no estofamento velho enquanto passava as mãos sobre o cabelo, deixando a marca de nascença exposta.

- É claro que não mãe, só que... É pela Mabel entende? Voltar lá para rever uma amiga vai ser especial para ela.

- Dipper você sabe que isso é perigoso para ela.

- Sim eu sei, mas saiba que eu vou estar do lado dela. Nós somos inseparáveis mãe, protegemos um ao outro. Somos fortes e nem ligaremos para ele pois pela primeira vez desde que nos mudamos você vai saber que a Mabel vai estar feliz sem ser nas fotos.
Sem contar que você irá ter cinco meses para discutir com mais calma o assunto.

- Dipper...- A mãe disse pegando o relógio antigo que havia na mesinha rústica ao seu lado, ele marcava um pouco mais as onze da noite- Você não acha que está na hora de dormir?

O garoto concordou e se levantou para ir até seu quarto.
A cada passo que dava seus pés latejavam de dor por causa do tênis apertado, o corpo andava cansado e sua coluna estava curvada para os pesos dos ombros não interferir naquela hora.
Ao chegar na porta uma de suas mãos giraram a maçaneta dourada em formato redondo, sua mão esquerda abriu lentamente a porta causando um ranger um tanto quanto aterrorizante.
Assim que a porta foi fechada Dipper caminhou até a cama. Ainda em pé, suas roupas começaram a ser tiradas, primeiro a jaqueta marrom depois a blusa de frio preta com uma touca e por fim a camisa branca. Suas mãos foram até o cinto de tecido da calça marrom meia acinzentada, os dedos esquerdos seguraram ele enquanto os dedos da direta o puxava o pino de metal para soltá-lo e o cinto finalmente desafrouxar a calça.
Ele caminhou até a estante e abriu um caderno de anotações, ao olhar aquilo viu que tudo o que fez não valeu a pena, ele precisava fugir da realidade, então uma caixinha de porcelana em formato de coração foi aberta, dentro dela havia uma lâmina limpa.
Os olhos dele brilharam de tristeza ao ver esse objeto, mas, ao pensar que não tinha escolhas o gêmeo se sentou no chão apoiando as costas na cama.
A sua companheira foi rodada entre dois de seus dedos, os cortandos.
Dipper puxou um maço de cigarro que estava escondido em baixo das madeiras de MDF da cama, ao abrir o maço ele retirou o isqueiro de dentro junto a um objeto mortífero, capaz de causar um câncer.
Então logo o vício foi começado, corte após corte, cinzas após cinzas. Os cortes eram feitos devagar, segundo o Dipper os seus cortes eram uma forma de arte que expressava cada escorrida como um choro de uma criança. Irritante e difícil de conter.
Até que um corte derrubou um pouco mais de sangue que o normal, ele foi feito na vertical e caiu uma quantidade tolerável em sua calça.
Irritado, o próprio se levantou e tirou o restante da roupa, se permanecendo apenas de uma samba-canção listrada com as cores azul-bebê e branco.

- Filha da puta.- Sussurrou enquanto passava uma atadura no meio do braço esquerdo aonde ficava os cortes.

Cansado, ele se jogou sobre a cama e desceu sua mão até dentro da samba-canção.
Logo sua respiração ficava cada vez mais ofegante a cada medida que sua mão direita descia e subia sobre seu membro, sem contar alguns gemidos que escapavam.
Não demorou para suas pupilas dilatarem ao sentir um líquido descer dentre seus dedos que calmamente foram levados até sua boca, depois que não havia mais nada neles a não ser saliva, Dipper decidiu dormir.


Notas Finais


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