História TaeGi - Uma Mentira Sedutora. - Capítulo 14


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Agust Sapão D, Bts, Cio, Comam Legumes, Jungkook, Jungkook! Bottom, Namkook, Nem Sei, Taegi, Taehyung, Taehyung Bottom, Taekook, Tudo Bottom, Wonho
Visualizações 189
Palavras 1.577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Esporte, Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


CIO EEEER cof

Capítulo 14 - Décimo quarto; atenção a dor


Eu fitava o prato cheio de comida a minha frente, envergonhado.

— Ahn... — Tentei proferir alguma coisa mas falhei. Meus pais estavam sentados na mesa, assim como eu, comendo o almoço. Minha mãe havia voltado a fazer comida. Todavia tenho assuntos mais preocupantes a tratar.

— Disse algo Tae? — A ômega questionou.

— Meu... — Fechei os olhos com força. — cio está chegando.

— Tá, e daí? — Meu pai continuou a comer normalmente e minha mãe me olhou confusa. — Usa os dildos e etc...

Na nossa sociedade é tão normal utilizar dildos ou brinquedos sexuais no cio quanto tomar remédio para dor de cabeça, só que é bem diferente quando se tem um alfa ou ômega, você irá gritar pelo nome deste, como eu vivo com meus pais vai ser constrangedor pra caralho.

— Não vai ser como os outros... eu... tenho atração forte em um alfa. — Então finalmente, após minha fala, meu pai largou o garfo e faca para me olhar.

— Quem? Naw?

— Não! — Neguei corando. — YoonGi...

— Ah, okay, pode ir para a casa dele nesses dias, não tem problema, é melhor que passar dor e ele é um rapaz de confiança—

— É QUE EU NÃO QUERO TER MINHA PRIMEIRA VEZ NO CIO!

Silêncio.

— e-eu queria que fosse algo especial, o cio é o contrário disso. — Me expliquei. Ah cacete eu devo estar parecendo um fodendo tomate.

— Que gay.

— MÃE! — A mulher riu.

— O que sugere então Taehyung? — Ela cruzou os braços risonha.

— Que me tranquem no quarto, como sempre fico. E não ouçam meus gritos... — Tomei coragem para ditar as minhas próximas falas. — pedindo para ter ele.

— Então além de sentir seu cheiro doce e enjoativo eu ainda vou ter que te ouvir gemer o nome do YoonGi?!

— PAI! — Gritei cobrindo meu rosto e correndo escada acima. — VOCÊS DOIS NÃO AJUDAM! — Entrei no quarto batendo a porta, eu me sentia uma fodendo adolescente mimada, só que a vergonha faz isso, entende?

— Tae. — Um tempo depois minha mãe bateu na porta. — Estamos ligando pro YoonGi.

...

...

— QUE?! ESPERA NÃO!

Já era tarde demais, quando cheguei lá embaixo na sala, meu pai já tinha concluído a ligação; YoonGi estava a caminho de casa.

Fiquei uns minutos andando de um lado pro outro, paranóico.

— POR QUE FIZERAM ISSO?! — Berrei.

— Porque sim. — A ômega se sentou no sofá, aguardando.

— "PORQUE SIM" NÃO É RESPOSTA! — Bati o pé no chão irritado como uma criança.

— Se eu estou respondendo, tecnicamente é.

Sentei no sofá emburrado. — Vocês vão me envergonhar na frente do meu alfa...

— Foda-se.

Eu odeio minha mãe, puta que pariu.


(...)


— Olá YoonGi, pode ir entrando querido. — Minha mãe comprimentou simpática.

— Boa tarde senhora Kim. — O Min se curvou para a outra e logo em seguida para meu pai.

Fui até ele meio nervoso, o frio na barriga tá me fodendo hard, céus.

— Oi. — Gaguejei. Guiando ele até o sofá.

— Precisamos conversar sobre o Taehyung... — Minha mãe inicia o assunto assim que todos estão acomodados. Meu pai numa poltrona, minha mãe num sofá pequeno, eu e YoonGi no sofá central.

— Então, por favor, sejam diretos. — O Min pediu.

— Antes preciso saber se você realmente é o alfa de Taehyung, como ele diz ser... — Disse meu pai, me fazendo esconder meu rosto em vergonha.

— Ele diz isso?! — YoonGi indaga me olhando. — Que meigo Taehy... — O moreno deixou um selar no meu pescoço antes de continuar, se fazendo de besta, afinal eu já havia dito que ele era meu alfa em outros momentos meio... quentes. — Ele está certo, eu sou. Taehyung é meu ômega.

Meu coração disparou. É isso que eu sou...

Eu sou o ômega de Min YoonGi. Meu alfa.

— Vai marcá-lo?! — A ômega feminina na sala questiona, seu olhar era de felicidade. — Ah, YoonGi, queremos tanto um alfa como você para nosso filho, forte e responsável. Vê? Nem na escada ele pode andar que quebra o pulso.

Me segurei para não rir. Responsável?! Imagina se ela soubesse que esse alfa forte é que quebrou meu pulso.

Soltei um risinho olhando YoonGi. Este retríbuiu o olhar. — Apenas irei marcá-lo quando ele permitir.

— Ótimo. Agora vamos ao assunto principal. — Tremi com a voz do meu pai. — O cio. Taehyung está próximo dele.

— Percebi pelo cheiro.

— Olha, por nós, ele poderia ir na sua casa, sendo seu ômega e ter seus cuidados... mas ele não quer.

O Min me olhou confuso. — Não?!

— É que... — Eu odeio meus pais, QUE CONSTRANGEDOR! — eu queria ter uma primeira vez diferente... não no cio...

YoonGi riu. — TÁ RINDO PORQUE PORRA?!

— Taehyung, você é meigo até sexualmente.

— EU VOU EMBORA! — Grito subindo pro quarto, de novo.

Não vou aturar esses INDECENTES!

— TAEHYUNG VOLTA AQUI! — Minha progenitora exclamou lá debaixo.

— Deixa ele fazer birra.

E essa foi a última coisa que ouvi, meio longe, antes de fechar a porta do meu quarto e me jogar na cama.

Mó sono. Será que o YoonGi pode subir para dormir comigo...

— Yoonnie...

Fiquei com preguiça de chamar mais alto e acabei dormindo sozinho mesmo.


(...)


Não me lembro que horas da noite eram, só que eu acordei. E acordei fervendo.

Me espreguicei e levantei, abrindo a porta devagar, pude ouvir vozes. YoonGi ainda está aqui?

Quando dei o primeiro passo para vê-lo, senti a famosa pontada fatal no baixo ventre.

Ah não...

Passei a mão por cima da calça e percebi o volume sensível que se iniciava, junto com um suor no meu rosto, mas não de excitação; de nervosismo.

Tenho que voltar para o quarto, merda, YoonGi estar em casa fez meu cio avançar os dias?! Me sinto uma menina com menstruação desregulada.

— Filho?

— Mãe! — Me apavorei quando ela fungou o ar e fez uma feição de nojo. Como ela já está marcada meu cheiro fica uma porra pro organismo dela.  — Manda o YoonGi ir embora, uh!

Meu pênis já se encontrava duro, e caralho, eu estava lutando para manter sanidade.

— Tudo bem, entra no quarto.

Foi a fala dela terminar para YoonGi surgir no fundo do corredor, com seu cheiro de alfa e um semblante preocupado.

— Ah! — Gritei ao ser empurrando pela minha mãe para dentro do meu quarto. A porta deste foi fechada e trancada.

E o inferno começou;

meu baixo ventre queimava, ardia, doía. Eu podia ouvir passos se distanciando, junto com o cheiro do meu alfa.

— YoonGi! — Pedi por ele. — YoonGi. — Chamei-o.

A dor já estava insuportável, bati na porta pedindo pelo moreno, mas não aguentei e em minutos já estava acariciando meu falo nescessitado de atenção. Me encontrava frenético e me masturbava quase aos prantos para que a dor passasse.

mas não passou

Nem quando gozei, nem quando gritei para parar, quando enfiei quatro dedos de uma vez ou quando gozei pela sexta vez.

Chegou a um ponto que o dildo já parecia ter a potência de um simples dedo fino e eu me encontrava rouco por tanto gritar o nome de YoonGi.

Já havia perdido noção de muitas coisas como olfato e tato, afinal, não sentia mais nada que tocasse meu sexo, como cobertores e obviamente minha mão.

Não me lembro de quando um dildo se tornou tão broxante e sem graça, eu queria um de verdade, um pau de verdade; o de YoonGi.

Olfato eu já não tinha mais de tão forte que meu cheiro estava.

eu só sentia a dor.


(...)


— Por favor YoonGi... — Eu não tinha forças. — Por favor... — Nem voz, minhas cordas vocais cansaram dos gritos. — YoonGi... — Estava jogado na cama com um dildo em minha entrada, o qual não tinha mais forças para movimentar, e, mesmo que movimentasse não faria diferença.

Também tinha perdido a noção de tempo. Cada segundo parecia décadas, eu fervia em febre e o calor do quarto estava me deixando desidratado de tanto suar.

— Yoonnie...

Mas eu ainda chamava seu nome.

Nesse ponto eu mais do que sexo queria ao menos atenção, um cafuné nos cabelos ou um beijo lento e carinhoso, claro que se YoonGi aparecesse eu quase arrancaria seu pau de tanto desespero, porém isso são detalhes, eu me sinto só

como se não tivesse um alfa.

As lágrimas desceram pelo meu rosto, eu parei de chamá-lo, parei de tentar resistir e a única coisa que continuou foi a dor, a qual eu deixei que me tomasse de uma vez por todas.


(...)


O quarto estava meio escuro, e desta vez frio.

Meu cio havia acabado, mas era como se solidão ainda estivesse lá junto com a fraqueza. Meu corpo ainda estava atirado na cama, minha barriga roncava, meus olhos estavam inchados e eu tremia de frio, porém não requeria forças nem para esticar o braço e puxar a coberta.

Além de tudo isto, me encontrava melado de lubrificante natural e esperma. Uh.

O cio é nojento.

E com toda certeza esse foi o pior da minha vida.

— Taehyung. — Ouvi uma voz me chamar atrás da porta, mas não respondi. — Filho...? — A porta foi destrancada e aberta, mas antes que eu tentasse falar algo, desmaiei.


Notas Finais


Acharam que ia ter lemon? Ha ha não

eu queria mostrar a parte merda do cio

e gente, eu sei que o cap de hoje tá um cu, perdão por isso!




Hoje vocês viram a parte mimada e birrenta do Tae, como um efeito colateral pré-cio qq


aliás


a fic tá na reta final


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