História Takashimas Family - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Personagens Originais, Reita, Ruki, Uruha
Tags The Gazette
Exibições 47
Palavras 3.477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi abiguinho, tudo bem com vcs?
Hoje vcs nem podem me xingar pq eu nem demorei muito pra postar ( perto do tempo que demorei pra postar o cap anterior esse aqui foi bem rápido) então vamos parar de papo e seguir para o cap que é mais importante que meu blá blá blá inicial.
Boa leitura.

Capítulo 27 - Assassino


Uruha Pov’s

 

 

A luz do sol que começara a entrar no quarto incomodou minhas vistas, tentei me mexer mas senti a cabeça de Nemu em meu peito, ela dormia profundamente depois de uma longa noite de sexo, a exaustão foi tanta que acabamos dormindo nus. Ultimamente Nemu andava um tanto insaciável na cama, eu conseguia dar conta mas o cansaço me matava, não sei se vou aguentar o fogo dela por tanto tempo.

- Ohayou magrelo. – Senti seu corpo se aconchegando mais ao meu.

- Ohayou pequena. – Beijei sua testa e ela deu um sorriso de canto.

- Conseguiu descansar bastante? – Sua coxa roçava entre minhas pernas e sua unha passeava pelo meu peito.

- Nemu, agora não. – Tentei me levantar mas ela me segurou.

- Vai arregar gatinho? – Nemu foi até minha orelha e a lambeu me causando arrepios.

- Precisamos levantar, as meninas já devem estar de pé. – Suas provocações continuavam, com certa dificuldade consegui me soltar e sair da cama.

- Poxa Takashima. – Nemu sentou na cama emburrada. – Seu bundão.

- Olha só sua menina malcriada... – Catei minha boxer no chão e vesti. – Sua taradisse vai acabar me matando, o que tá rolando hein? – Fui até o closet e vesti uma calça moletom e uma regata branca.

- Nada ué. – Cruzou os braços. – Não posso mais sentir tesão pelo meu marido?

- 24 horas por dia? – Coloquei minhas mãos na cintura. – Somos casados há 20 anos Nemu e você nunca foi assim tão tarada, algo tá acontecendo.

- Aff Uruha, já disse que não é nada.

- Tudo bem que eu sou gostoso, tesudo, bom de cama... – Nemu pegou uma almofada e jogou em meu rosto, a olhei bravo e começamos a rir.

- Você é um abobado, isso sim. – Ela se levantou e começou a passear pelo quarto nua, seu corpo era tão perfeito que chegava a ser impossível vê-la daquela maneira e não ficar excitado. - Tem certeza que quer sair desse quarto hoje? – Senti a pressão de seus seios em minhas costas e sua mão invadir minha cueca, ela acariciava meu membro delicadamente me fazendo fechar os olhos com a carícia. Seu corpo ficou de frente ao meu e seus lábios provocavam a pele do meu pescoço, agarrei sua cintura com força e a encaixei na minha levando-a até a cama, lá a atirei sobre as cobertas e ela ficou me olhando maliciosamente.

- Tenho. – Virei minhas costas e saí correndo do quarto, ao fechar a porta pude ouvir os gritos raivosos dela, mas ignorei e fui para a cozinha tomar me café.  Lá estavam Hamary e Ria preparando a mesa para o café.

- Ohayou onii-san, achei que não fosse descer.

- Ohayou nee-san. – Lhe dei um beijo na testa e fiz o mesmo em Ria. – Se dependesse da Nemu eu nunca mais sairia daquele quarto.

- Ué, como assim? – Hamary alcançava as xícaras para Ria que as colocava na mesa.

- Outra hora lhe falo, vou respeitar a Ria que ainda é uma menina. – Me sentei à mesa e comecei a folhear o jornal.

- Oji-san, eu nem estou aqui, pode falar com a oka-san. – Ria colocou uma cesta com pães sobre a mesa e sentou-se do meu lado direito.

- Engraçadinha você né? – Fiz cócegas em sua barriga e ela me deu um tapa na mão.

Ouvi uns murmurinhos vindos da sala, olhei para a porta e vi Eri se aproximando de mãos dadas com Kai, eu ainda não consegui me acostumar em ver meus amigos namorando minhas filhas, mas era isso ou aguentar o mau humor dessas mini feras.

- Ohayou tou-san, dormiu bem? – Eri me beijou e sentou-se do meu lado esquerdo, ao lado dela sentou Kai que estava estranho, seu olhar parecia distante e seu rosto não expressava nada, será que aconteceu algo?

- Dormi, só não sei se o resto do dia será bom. – Hamary serviu meu café, eu agradeci e tomei um gole.

- Ué, brigou com a oka de novo? – Eri pegou o jornal de minhas mãos e começou a folhá-lo.

- Não, acho que o espírito da safadeza de sua tia baixou nela.

- Como assim tou? – Eri começou a rir, me aproximei de seu ouvido e sussurrei.

- Ela me fez transar a noite toda, e queria continuar até agora.

- Caramba! – Ela gargalhava tanto que senti minhas bochechas ferverem. – Oka tarada, quem diria. – Eri voltou para o jornal, mas do nada sua expressão mudou.

- Eri, tudo bem? – Ela tremia e seu rosto parecia apavorado.

- Não... Quer dizer... E-eu perdi a fome. – Eri se levantou da mesa e saiu com muita pressa da cozinha, Kai fez o mesmo e foi atrás dela.

- Ei, olha por onde anda sua esquisita. – Yuno a xingou antes de entrar na cozinha, junto com ela estava Ayano e as duas estavam com as caras mega emburrada.

- Vish, já vi que tem mais gente de mau humor aqui. – As duas vieram até mim e beijaram meu rosto, sentaram-se à mesa e continuaram emburradas. – Tá tudo bem? – as duas ficaram em silêncio, serviram seus cafés e me olharam tão bravas que cheguei a arregalar os olhos de medo.

- Eu vou matar aquela bruaca velha tou-san, escreve isso. – Ayano me apontava à faca de cortar o pão, eu só olhei um tanto assustado e continuei sem entender nada.

- E eu darei os pedaços dela pro Koron comer. – Yuno cerrava os punhos e nos seus olhos havia muita fúria.

- Nossa, seria tão legal se vocês duas me contassem o que tá havendo. – Mesmo sendo irônico acabei sendo ignorado, elas continuaram em silêncio e tomavam seu café com muita gana.

- Se você saísse do seu quarto de vez em quando saberia o porquê delas estarem assim. – Yoshimi passou por mim e estapeou minha cabeça, quando a olhei para xingá-la acabei cuspindo meu café, ela vestia um pijama tão curto que parecia uma roupa íntima.

- Tira o olho Takashima, essas curvas já tem dono. – Olhei para a porta e Aoi estava encostado na parede de braços cruzados.

- Não fala besteira Aoi, as curvas de sua mulher não me interessam em nada, só me assustei por que sua mulher não respeita ninguém nessa casa.

- Sempre andei assim e não vai ser agora que mudarei. – Ela me deu mais um tapa na cabeça e foi para o lado de Aoi. – E outra... Não precisa se preocupar nego, esse ai é tão fraco que nem vendo mulher pelada fica excitado.

- Já vai começar sua imbecil? Já falei pra respeitar minhas filhas.

- Dessa vez a nee-san tem toda razão. – Nemu apareceu do lado de Aoi que a olhava dos pés a cabeça, ela vestia um top que realçou seus belos seios e uma legging que parecia ter sido colocada a vácuo de tão apertada que estava.

- Ne-nemu, por que está vestida igual a Yoshimi? – Eu não conseguia parar de olhá-la, e o Aoi também não.

- A nee-san me convenceu a fazer academia, então estou a caráter. – Ela foi até o armário e pegou uma garrafa de água.

- Pra que? Seu corpo já é tão perfeito.

- Concordo, pra quem teve 4 filhas seu corpo tá de arrasar.

- Você não concorda com nada aqui Aoi, pega tua mulher e some daqui antes que eu te arrebente.

- Nossa oka-san, aonde vai toda gata assim? – Yuko apareceu na cozinha e ficou toda boba com sua oka.

- A academia, quer ir junto?

- Claro, quero muito. – Yuko abraçou Nemu.

- Isso, ótima ideia. – Peguei Yuko pelo braço e a puxei para um canto. – Você será meus olhos nessa academia, sua oka tá aprontando alguma e não quer me falar.

- Claro tou-san, mas só farei isso com uma condição.

- Tava fácil demais, qual condição Yuko? – Ergui uma sobrancelha.

- Quero que o Akira-kun possa dormir aqui, se o Kai e o Aoi podem ele também pode.

- Negativo. O Reita não. – Cruzei os braços.

- Ótimo, a oka poderá fazer qualquer coisa que minha boca será um túmulo. – Yuko cruzou os braços e começou a andar em direção a Nemu, a peguei pelo braço novamente.

- Ok sua chantagista, aceito sua condição. Mas só no fim de semana.

- Claro tou-san, já está ótimo. – Ela me deu um beijo e saiu pulando pela cozinha, nessas horas que eu percebo como sou um pai idiota.

 

 

Eri Pov’s

 

 

“Garoto some misteriosamente de casa.

 

Toshio Yaburame (25 anos) sumiu misteriosamente de sua casa na tarde de ontem. Seus pais o viram pela última vez em seu quarto e minutos depois logo após seu filho atender a porta ele desapareceu sem deixar pistas. Testemunhas afirmam que viram o garoto sair acompanhado de dois homens altos que o colocaram no carro e saíram em alta velocidade. A polícia procura por mais testemunhas e busca pelos suspeitos.”

 

Não conseguia acreditar no que acabara de ler, eu tremia dos pés a cabeça... Será que ele morreu? Ou pior... Quem poderia ter matado ele?

Saí da cozinha desesperada, fui para o meu quarto e abri meu note para procurar por mais notícias, todos os sites que eu entrava falava o mesmo, não havia nenhuma novidade sobre o desaparecimento dele. Algumas lágrimas começaram a cair no teclado e meu desespero só aumentava, ouvi a porta abrir e Kai apareceu, larguei o note na cama e fui de encontro a ele o abraçando forte.

- É ele Kai, é a foto dele no jornal. – Eu chorava sem parar, Kai acariciava meu cabelo na tentativa de me consolar.

- Eu sei meu amor, imaginei que ficaria assim quando visse. – O olhei assustada.

- Como assim sabia? – Me soltei de seus braços. – Eu nunca lhe mostrei uma foto dele, como sabia que era ele?

- Eri, se puder me ouvir...

- Me diz que não tem nada a ver com isso? – Comecei a me afastar dele.

- Por favor, eu preciso que me escute.

- Não, você não... – De tanto me afastar acabei sentando na cama.

- Me deixe explicar antes de pensar em algo.

- Explicar o que? – O rosto de Kai estava abatido e seus olhos levemente marejados.

- Você deve estar pensando horrores de mim, mas se me der à chance de explicar.

- Por favor, me diga que não tem nada a ver com isso? – Kai se ajoelhou na minha frente e limpou meu rosto com a manga de sua blusa.

- Era pra ser apenas um susto. – Ele sentou-se do meu lado e ficou cabisbaixo. – Só queria que ele sofresse um pouco, quem sabe ele aprendesse a lição. – As mãos dele se fecharam e pude ver em seu rosto algumas lágrimas caindo. – Mas eu não sei por quê... Aquela voz me induziu a fazer aquilo...

- Fazer o que Tanabe? – No impulso acabei agarrando sua gola com força.

- Eu... – Ele segurou minhas mãos e olhou fundo em meus olhos.  – Eu acabei dando um tiro em sua cabeça. – Me levantei da cama assustada, eu o olhava apavorada, não conseguia acreditar no que tinha ouvido.

- Vo-você o matou? – Meu corpo automaticamente foi ao chão, não conseguia me mexer, o rosto dele estava lavado em lágrimas e quando o vi colocar sua cabeça entre os joelhos eu me desesperei a chorar.

- Eu juro que não queria Eri... – Pude ouvir os seus soluços de choro. – Não consigo explicar o por que cheguei a esse ponto.

- Seu monstro! – Kai me olhou assustado. – Assassino! Covarde!

- Não Eri... – Ele se levantou e veio se aproximando de mim.

- Não se aproxime de mim, some daqui agora.

- Por favor meu amor. – Ele chorava muito e tentava cada vez mais se aproximar, eu peguei uma tesoura que tinha em cima da minha mesa e apontei para ele.

- Nunca mais se aproxime de mim seu assassino, some da minha vida.

- Meu amor, não faz isso, eu te amo.

- Se amasse não teria feito o que fez, agora suma daqui antes que eu mande você para o inferno junto com ele.

- Eri, não quero terminar com você, eu te amo.

- Para de falar, para de falar. – Tapei meus ouvidos e comecei a sacudir a cabeça.

- Eu fiz isso por amor, só queria vingar você.

- EU NÃO PEDI SUA AJUDA! – Ele me olhava paralisado, estava tão desolada que larguei a tesoura no chão e cai novamente no chão aos prantos, Kai me segurou e me abraçou forte. – Por que Tanabe, porque? – Eu chorava em seu ombro e ouvia seu choro também.

- Me perdoe meu amor, eu juro que não queria fazer isso. – Me soltei de seu braço e me levantei, ele me olhou curioso.

- Eu quero que você saia agora desse quarto e esqueça que um dia aconteceu algo entre nós.

- Não posso fazer isso Eri. – Ele se levantou. – Amo você demais.

- Pensasse nisso antes de fazer o que fez, agora vá embora. – Apontei para a porta.

- Vou dar um tempo pra você, mais tarde eu ligo pra gente...

- VAI EMBORA AGORA TANABE! – Apontei para a porta com os olhos fechados. Ele saiu em silêncio pela porta.

- Eu não vou desistir de você. – Me disse antes de sair, eu apenas fechei a porta na sua cara. Deslizei minhas costas pela porta e chorei desesperadamente, me entreguei de corpo e alma para um assassino, eu juro que nunca mais quero ver o Tanabe na minha frente, ele morreu pra mim junto com o Toshio.

 

 

Ayano Pov’s

 

 

Fomos para o quarto após o término do café, a raiva ainda fluía em minhas veias e nas da onee também, a única coisa que queríamos era matar aquela desgraçada. Yuno ligava pra Ruki mas só dava caixa postal, o que nos deixou ainda mais furiosas com ele.

- E se a gente for até lá?

- Não sei se seria uma boa ideia, vai que aquela véia fedorenta esteja lá ainda. – Onee ainda ligava para Ruki.

- Onee, não sei se sentiu o mesmo que eu, mas o fato do chibi não ter defendido a gente me deu uma puta raiva.

- Claro que senti o mesmo, minha vontade era de pular no pescoço daquele anão roliço. Além de deixar aquela monstra nos humilhar ainda nos jogou pra fora de casa, me senti uma cadela sento enxotada.

- Seria bom dar um gelo nele né?

- Sim, mas é o que aquela bruaca mais quer. Temos que mostrar pra ela que o Ruki-san é só nosso.

- Pelo jeito não será uma missão fácil, mas eu tenho uma maneira de conseguir.

- Como? Fiquei curiosa agora.

- Primeiro vamos até a casa dele, no caminho eu te explico.

Durante o caminho até a casa do Ruki contei meu plano para a onee, não preciso dizer que ela amou cada detalhe. A casa dele estava com as janelas abertas, isso era sinal de ter alguém em casa e isso deixou a onee furiosa. Tocamos a campainha e para nossa surpresa a véia desgraçada que atendeu.

- Vocês de novo? Por acaso faltou pagamento?

- Olha aqui sua bruaca do inferno... – Yuno me segurou.

- Para Ayano, é isso que ela quer.

- Não consigo onee, só de ver ela meu sangue ferve.

- Tente. – Yuno me soltou lentamente. – Queremos ver o Ruki-san.

- Ele não está, e eu não vou dar recado. – Ouvi os latidos de Koron e em seguida ele veio correndo até mim, quando me agachei para pegá-lo pude ver a silhueta do Ruki nos fundos da casa.

- RUKI-SAN! – Ele me ouviu e abriu um lindo sorriso.

- Eu já disse que ele não está sua vadia. – Ela arrancou Koron de meus braços e me deu um empurrão me fazendo cair de bunda no chão, onee me ajudou a levantar e no que eu fiquei em pé parti pra cima daquela véia.

- Eu vou te matar sua desgraçada! – Me agarrei nos cabelos brancos dela com toda minha força, ela caiu no chão deitada e eu por cima então aproveitei e enchi a cara enrugada dela de tapas, ela tentava segurar minhas mãos e eu tentava deixar minhas unhas na cara dela. Ruki veio correndo pra nos separar e Koron não parava de latir.

- Parem vocês duas agora! – Ruki me tirou de cima da sua oka e a onee me segurou.

- Eu vou matar essa véia. – Onee fazia de tudo pra me segurar mas eu me esperneava que nem louca, Ruki ajeitava os cabelos de sua oka que me olhava com um sorriso sarcástico.

- Que papelão das duas, não sei quem é a pior. – Ruki meio chateado saiu da sala e levou sua oka pelo braço, a onee se sentou no sofá e dava risada.

- Isso ai nee-san, deu uma lição naquele maracujá de gaveta. – Ela se mijava rindo, eu arrumava meu cabelo e fui até o espelho pra ver se não tinha nenhum hematoma no rosto.

- Se o Ruki-san não tivesse separado a gente teria conseguido matá-la.

- Ah, mas tenho certeza que ela vai pensar duas vezes antes de ofender a gente.

- Seria melhor se ela fosse embora. – sentei do lado da onee e deitei minha cabeça em seu ombro.

- Chata e grudenta do jeito que ela é acho meio difícil isso acontecer, mas não vamos desistir. – Nos abraçamos e começamos a rir. Ruki retornou a sala com a cara bem séria, certamente ia me xingar horrores.

- Você está bem Ayano? - Ele sentou do meu lado e me beijou.

- Estou sim meu amor, ela nem encostou em mim. – O abracei forte por alguns segundos, percebi que a onee me fulminava com os olhos.

- Não faça mais isso, a oka é tão imprevisível que seria capaz de mata-la.

- Aquela véia caduca? – Yuno se levantou. – Duvido. – Ela sentou no colo do Ruki e lhe deu um longo beijo me deixando um tanto constrangida.

- Yuno, não é hora pra isso. – Ruki a retirou de seu colo deixando ela totalmente sem ação, soltei um leve sorriso de canto com a cara de nada que ela ficou. – Chega de confusão por hoje. – Ele cruzou as pernas e segurou minha mão, deixando a onee mais furiosa ainda.

- O que fez com ela Ruki-san? – Fazia carinho em sua mão.

- Digamos que a coloquei de castigo. – Nós dois começamos a rir.

- Até parece Ruki-san, você não consegue dominar nós duas imagina sua oka.

- Realmente Yuno, vocês duas juntas são indomáveis.

- Nossa Ruki-san, somos duas anjinhas né onee?

- Diga isso por você. – Ela cruzou os braços e ficou emburrada, apenas ergui uma sobrancelha confusa.

- O papo está bom mas preciso que vão para casa, daqui a pouco o efeito do calmante irá terminar e ela vai acordar uma fera.

- Vai nos expulsar de novo?

- Jamais Yuno, só preciso que tenham paciência até eu manda-la de volta para a Coréia.

- Quer dizer que não quer mais a gente aqui Ruki-san? – Olhei para ele com os olhos levemente marejados, ele apenas acariciou meu rosto com um lindo sorriso no rosto.

- Não é isso Ayano, é só por enquanto. Prometo que mandarei ela de volta o mais rápido possível, até por que não consigo ficar muito tempo longe das minhas ninfetinhas.

- É mentira dele nee-san, ele enjoou de nós e está nos dispensando. – Yuno pegou na minha mão e me levou até a porta. Vamos para casa, tá na hora do bebê mamar.

- Para Yuno, não é nada disso que está falando. – Ele nos acompanhou até a porta. – Só estou pedindo paciência e tempo para as duas.

- Eu esperarei Ruki-san, farei isso por que te amo demais. – Lhe dei mais um beijo.

- Também te amo Ayano. - Ele sorriu. -  Yuno... Onde está o meu beijo? – Ruki fez bico esperando o beijo da onee, ela revirou os olhos mas foi até ele o agarrando pela bunda e lhe dando um beijo de língua bem demorado.

- Também te amo seu cagão.

- Assim você me deixa louco sabia.

- Eu sei, adoro te deixar assim. – Ouvimos um barulho de algo caindo vindo da cozinha, Koron começou a latir e saiu correndo para lá, Ruki também foi indo bem devagar para lá.

- EU VOU TE MATAR SUA PIRANHA! – Olhei para frente e avistei a oka do Ruki vir em minha direção correndo, em uma de suas mãos havia uma faca que ela apontava para mim, minhas pernas paralisaram de uma forma que eu não conseguia me mover, só pude ouvir os gritos da onee. Antes de aquela louca me alcançar o corpo de Ruki se atravessou na frente, quando olhei para baixo percebi que aquela faca estava cravada no estômago do Ruki.

- O...ka...san... – Ruki caiu lentamente sobre meus pés.

- RUKI-SAN!


Notas Finais


E lá vem as pedradas...
Bom pessoas, lá vai eu ser banida desse site depois desse cap, mas sou masoquista, adoro xingões.
Até a próxima pessoa.
Tia Nemu♥


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