História Take My Blood Away - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 40
Palavras 1.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Medo


– O que está acontecendo aqui? – Perguntei, olhando para os garotos que estavam na sala. Queria suspirar,  mas me contive apenas ficando na vontade de saber o que estava acontecendo naquela casa. Por que Jungkook me morder foi algo tão... Normal e diferente? – Esquece. Não me fala. Não quero saber. Quero ir embora. – Levantei, pegando minha bolsa - que para minha alegria estava no sofá - e sai daquela casa, rua à fora. 

 – Ei, Sky, você não po... – Ouvi Yoongi dizer, provavelmente vindo atrás de mim. Suspirei, andando o mais rápido que eu conseguia, sem olhar para trás. –Volta aqui, garota. – Puxou meu braço com força, me fazendo arregalar os olhos pelo susto. 

 Olhei em seus olhos, os vendo ficarem num tom de vermelho assustador. Tremi. Eu sabia que o medo que eu sentia transbordava em meus olhos, mas eu não deixaria ele fazer o que quiser apenas por que eu tinha medo de si. Nunca fui assim, não era nesse momento que eu seria.

 Mexi meu braço, soltando-o de sua mão que o segurava e me virei, ajeitando a alça da mochila em meu ombro. Eu não queria mais ouvir a voz de nenhum deles. Era como se desde que Mia tinha me levado até eles, naquela boate, minha vida tinha virado de cabeça pra baixo. Girei a chave, abrindo a porta e entrando em casa, que estava escura por não ter ninguém.

 Liguei as luzes da sala e da cozinha, revirando os armários em busca de algo para comer. Peguei um pacote de biscoitos, abrindo-o e me sentando no sofá, enquanto ligava a TV. Não sabia o que pensar sobre tudo que estava acontecendo. 

Meu celular apitou em meu bolso. Revirei os olhos, desbloqueando-o. 

 Mia: 

Onde você está? 

 Porra Sky, você não veio hoje 

 Sky: 

 Desculpa, ué. 

 Mia: 

 O que aconteceu?

 Sky: 

Nada não. 

 Você ia me chamar de louca mais ainda 

 Mia: 

Mas você é.


 Bloqueei o celular, pegando a chave e indo até a porta, abrindo-a para sair. 

 – Olha, já sei onde você mora. – Yoongi disse, sorrindo, me fazendo levar um susto. Gritei, fechando a porta... Quer dizer, quase. Yoongi segurou-a antes. 

 – O que está fazendo aqui? – Perguntei, desistindo de fechar a porta, abrindo a mesma por obrigação, já que ele é mil vezes mais forte que eu. 

– Qual parte do não pode mais ficar sozinha por aí você não entendeu? – Me respondeu com outra pergunta, me fazendo quase - eu disse quase - revirar os olhos. 

 – Vocês são loucos. Não quero ficar perto de você. Vai embora. – Tentei fechar a porta, usando toda a minha força. – VAI EMBORA. 

 – Você não pode, Sky. Quando que você vai entender isso? – Segurou em meus braços, me empurrando para dentro como se eu não pesasse nada e nem tivesse força. E talvez no fundo eu nem tinha mesmo. – Me recuso a acreditar que você é tão burra assim. 

 - Para, caramba. Me solta. - Me rebati, tentando fazê-lo tirar seus braços, inutilmente. Parecia que ele tinha uma força sub-humana e... Ok, ele é um vampiro. Eu sei. – Yoongi, me solta. 

Consegui me soltar depois de um tempo,  correndo para longe dele. Mandei-o ir embora e felizmente ele obedeceu. Passei as mãos pelo rosto, deitando na minha cama,  me cobrindo e dormindo,  para esquecer o que estava acontecendo por pelo menos algumas horas. 


 ☆


 A musiquinha irritante do despertador tocava em meu ouvido, me fazendo acordar do pior jeito possível. Desliguei-o ainda sem abrir os olhos, levantando logo em seguida para ir ao banheiro. Apoiei minhas mãos na pia,  olhando meu reflexo no espelho.  Eu estava horrível.

 Tomei um banho rápido, me vestindo e tentando dar um jeito de meu cabelo ficar razoável. Sai de casa com o celular em mãos e alça da mochila no ombro, ajeitando o uniforme escolar.  

 – Me dê um,  apenas um, motivo para eu não te matar nesse exato momento. – Mia disse,  chegando de repente do nada.

 – Não tenho. Vá em frente. – Dei de ombros,  abrindo meu armário e tirando de lá o que eu precisava.

 – Se entregou mais fácil do que o normal. Vamos,  me diz o que aconteceu. – Se encostou nos armários ao lado,  me olhando.

 – Não foi nada, apenas preguiça. Você supera ter ficado sozinha. – Brinquei,  sorrindo ao fechar o armário, com alguns cadernos e livros em mãos.

 – Não é por isso que fiquei tão preocupada. Os três garotos novos faltaram também. Por que eles faltariam logo no segundo dia deles?

 – Podem não gostar de estudar, não sei. Tudo é possível por aqui. – Dei de ombros enquanto íamos em direção a sala.

 Eu poderia contar-lhe tudo que estava acontecendo. Poderia desabafar sobre tudo que estava acontecendo, mas isso nunca seria o suficiente. Nunca seria. Mas era apenas por que era impossível fazê-la acreditar em minhas palavras ou, como ela mesmo diz, minhas teorias. 

 Fui uma das primeiras a sair da escola quando as aulas haviam acabado. Yoongi, Jungkook e Jimin tambem não tinham ido hoje, me fazendo perguntar o por que, mesmo que no fundo eu não me importe com nenhum deles. 

 No meio do meu caminho de volta para a casa, meu braço foi fortemente puxado por alguém - no qual não consegui ver quem era -, me fazendo gritar. Era inútil, no fundo eu sabia. Eu estava sendo sequestrada por um estranho, o que gritar ajudaria numa rua deserta? Parei de tentar relutar, vendo para onde estavam me levando. 

O caminho era conhecido de algum lugar, mas eu não sabia quando havia ido ali... Até pararmos em frente à uma enorme casa que me fez paralisar e tremer, tremer de medo. Entramos, me fazendo gelar ao ver algumas malas no canto, com coisas que eram familiares... Espera, aquilo era meu? 

– Sim, isso é seu. Essa é sua nova casa a partir de agora. – O garoto que me puxava até aqui respondeu. Arregalei os olhos, virando o rosto em sua direção. Eu não tinha falado em voz alta...tinha? 

– Não, você não falou em voz alta, Sky. – Respondeu normalmente. Pronto, fudeu, ele lê minha mente. – É, eu leio. E pare com os palavrões. 

 – Por que estou aqui? Quero ir para minha casa. Quando minha mãe chegar e ver que não estou lá, vou estar ferrada 

 – Sua mãe te mandou para cá, Sky, você é nossa agora. 



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