História Take My Hand - Capítulo 23


Escrita por: ~

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Palavras 1.280
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


🌟Acho que ficou muito grande, mas não desistam de ler até o final! ❤ Então, poxa gente, no último cap só teve um comentário! Fiquei bem tristinha, mas okay! Na verdade eu ia demorar pra postar esse cap,mas veio tanta ideia na minha cabeça que resolvi escrever logo! Estou escrevendo a fanfic inteira novamente porque como já disse estava uma droga. Enfim, espero que gostem. Sorry qualquer erro! (: C❤O❤M❤E❤N❤T❤E❤M❤🌟

Capítulo 23 - Capítulo Vinte e três


Shawn POV: 

Que lugar é esse? Por que está tão escuro? Que vozes são essas? Isso são...são passos? Au, minha cabeça está doendo! Espera, espera, que luz é aquela? Eu estou morto? Essa luz está se aproximando...está perto demais. Meus olhos doem com o brilho dessa luz...Cadê a Hazel? Eu preciso salvar ela daquele desgraçado, preciso fazer alguma coisa! Ela está em perigo! Sai daqui luz, eu preciso pensar e você está me atrapalhando! Hazel? Cadê você? HAZEEEL!

-Ei, ei, calma rapazinho!-Minha visão estava turva demais. Eu via a figura de uma mulher vestida de branco na minha frente. -Se acalma, você está no hospital. Eu sou Kelly, a enfermeira chefe daqui. Está tudo bem, você acabou de sair de um coma.-Coma? O que está acontecendo? Como vim parar aqui?- Você lembra do seu nome, mocinho?

-L-lembro. É Shawn...Shawn Mendes.-Minha visão voltava aos poucos, e finalmente consegui ver o rosto da enfermeira com clareza.

-Ah, muito bem, sua memória não foi afetada.-Ela sorriu levemente.

-Por quanto tempo estou apagado?- Coloquei a mão na cabeça. Ela estava doendo muito.

-Cinco dias.

-O QUÊ? CINCO DIAS?- Me sentei rapidamente, pior decisão possível, meu corpo todo doeu.-Ai!-Me deitei novamente.

-Você chegou aqui muito machucado, quase morto! Não sabíamos quem você era, até sua mãe aparecer.-Ela explicou.

-Ela está bem?-Perguntei.

-Um pouco preocupada e cansada. Ela intercalou com seu pai para ficar com você durante esses dias.

-Eu quero ver eles!-Disse agarrando o braço daquela mulher com desespero.

-Vai ter que esperar até o horário de visita, lamento.-Ela disse mexendo em uns trecos em uma bandeja.-Tome isso, é para sua dor.-Ela me entregou um copinho com um líquido com um cheiro horrível.

-Arrg, que isso aqui?-Olhei para aquele negócio com cara feia.

-Um remédio. Você precisa toma-lo para melhorar o mais rápido possível.

-Tá, mas eu acho que estou melhor. Não precisa.-Ergui minha mão para entregar o remédio pra ela.

-Se você não tomar, os riscos de você ficar mais tempo aqui são maiores, você escolhe.-Ela disse e eu virei aquele copo assim como se vira um copo de Vodka.

-Ãnrrr, que horrível!- Fiz a careta mais esquisita que consegui.

-Muito bem!-Ela sorriu e pegou o copo vazio da minha mão.-Volto daqui à duas horas para te dar outro remédio!

-Okay.-Eu estava olhando um trequinho com fio grudado no meu dedo.

-Mas antes de ir, preciso te fazer uma pergunta, okay?-Ela se aproximou da cama.

-Tá,vai em frente.

-Durante esses últimos dias, você estava inconsciente, como eu já disse antes, certo?

-Aham.-Respondi.

-Então, seu corpo estava inconsciente, mas sua mente não. Durante esses cinco dias você teve muitos "pesadelos" que afetaram seu corpo. Você falava durante esse tempo, mas não reagia quando tentávamos te reanimar.

-Então eu estava sonâmbulo?-Perguntei.

-Quase isso.-Ela respondeu.

-Uau, que louco. E o que eu falava?

-Bom, você dizia repetidamente que precisa se vingar de um homem. E dizia que precisava salvar uma menina com o nome de "Hazel"-Quando ela disse aquilo foi aí que eu me toquei de que tudo aquilo não foi um sonho!

-Isso é sério?-Só podia ser zoeira.

-Sim. Não há motivos para mentir.-Ela lia um fichário.-Essa tal "Hazel" é sua namorada, ou amiga, parente, alguma conhecida?

Péra aí, que bosta está acontecendo? Primeiro, eu acordo em um hospital e descubro que fiquei em coma por cinco dias,segundo, tive "sonhos" esquisitos que envolvia a Hazel nesse período em que estava desacordado, terceiro, a enfermeira que provavelmente nunca viu Hazel na vida diz que eu fiquei falando dela. E se todo aquele sonho for verdade? E se realmente Brian pegou ela? Eu preciso fazer alguma coisa.

-Shawn?-A enfermeira me despertou.

-Oi?

-Ouviu o que eu disse?-Ela perguntou.

-Ah, aham. Não conheço nenhuma Hazel. Acho que foi paranóia minha!-Forcei um sorriso e a enfermeira retribuiu.

-Então okay, agora preciso cuidar de outros pacientes. Até mais!

-Até! -Acenei. Quando ela fechou a porte do quarto, com muita dificuldade, tirei aqueles negócios colados no meu corpo. Me levantei sentindo muita dor, mas continuei andando. Procurei em todo lugar minhas roupas, e achei elas dobradas sobre a poltrona onde os acompanhantes ficam, ou dormem. Provavelmente foi minha mãe que trouxe pra mim caso eu acordasse, valeu mãe! Troquei de roupa rapidamente, sai do quarto e algumas pessoas me olharam, que merda,vão me pegar!

-Quem é você?-Uma enfermeira velha me perguntou.

-Ãn...e-eu sou filho da paciente que está no 107.-Não sei oque eu disse, mas eu disse!

-Adelaide?-A velha perguntou parencendo puxar esse nome no fundo da memória, ela deveria estar aposentada não em um hospital trabalhando.

-Sim!-Confirmei.

-Ah, okay! Pode ir lá.-Ela sorriu.

-Essa foi por pouco. -Disse baixo colocando o capuz do meu casaco, as câmeras não podiam pegar meu rosto.

Andei pelos corredores de cabeça baixa, isso não levantou suspeitas pois no hospital pessoas morrem todos os dias, eu provavelmente poderia ser só mais um cara que perdeu alguém. Entrei em uma salinha onde médicos descansam e tals, por sorte a porta estava aberta. Lá era o único lugar do hospital onde não havia câmeras, então facilitou pra mim. Olhei em volta, e não havia ninguém. Avistei o jaleco sobre o sofá e o peguei vestindo por cima da minha roupa. Dei uma olhada no espelho e até que dava pra enganar, tirando os machucados do meu rosto que chamavam muita atenção. Sai da sala e olhei em volta, corredor vazio, perfeito! Caminhei mais um pouco, e em frente tinha algumas enfermeiras conversando, que merda! Fingi olhar para o fichário que achei lá no sofá, tentei passar pelos médicos.

-Ei!-Uma enfermeira me chamou. Agora ferrou.

-Ãn.-Parei de olhar o fichário e olhei para a mulher,ela me olhava tentando me reconhecer, mas não conseguiu.

-Você é novo aqui?-Ela perguntou.

-Sou sim. Comecei hoje!-Tentei esconder o medo de ser descoberto.

-E onde está seu crachá?-Outra perguntou.

-Bom, eu estava lendo aqui onde foi o último andar em que estive,deixei meu crachá no quarto do paciente que levou um tiro no quarto 98. Eu estava indo buscar ele agora.-Engoli seco.

-Qual é mesmo seu nome?-A terceira mulher me perguntou.

-Froy...Froy Stanley!-Não sei de onde tirei Isso.

-Você não é muito jovem para ser um médico?-A primeira enfermeira perguntou.

-Minha aparência é de um garoto de 18 anos, mas na verdade tenho 25.-Sorri.

-Ah, okay, seja bem-vindo,Froy! Será um prazer trabalhar com você.-A segunda enfermeira sorriu.

-O prazer é todo meu.-Pisquei para elas e vazei dali.

Não acredito que colou, só mais um andar para eu conseguir vazar! Entrei no elevador e parti para o primeiro andar, em menos de um minuto cheguei lá. E estava mais cheio que o segundo andar. Preciso de uma tática nova! Peguei meu celular e fingi que estava em uma ligação urgente.

-O QUÊ? COMO ASSIM ISSO ACONTECEU? NÃO,NÃO PODE SER! ESTOU INDO TE ENCONTRAR!-Fingi uma conversa aleatória. As recepcionistas nem ligaram, elas nem sabem quem é médico ou quem não é. Eu estava em frente a porta, consegui!

-Shawn?-A voz da minha enfermeira ecoou pela a sala de espera. Ela parecia estar correndo.

-Bosta, bosta!-Esperei a porta automática abrir,olhei para trás e a enfermeira se aproximava.-Abre logo cacete!-Eu gritava com a porta e finalmente ela abriu. Corri o mais rápido que consegui e a enfermeira vinha atrás.

-Seguranças, peguem ele! Ele é um paciente e está fugindo!-Ela gritou e uns caras gigantes começaram a correr atrás de mim. Droga!

Corri ainda mais rápido, até que avistei um caminhão de lixo que passava no meu lado. Pulei e me pendurei na sua traseira, deixando a enfermeira e os seguranças para trás. Esperei o caminhão ganhar certa distância e pulei de onde eu estava pendurado.

-CONSEGUI HAHAHA!- Gritei e minha voz fez um eco na rua. Joguei o jaleco no chão e comecei a andar em busca de achar onde a Hazel está.


Notas Finais


Foi isso, até a próxima! 🌟❤


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