História Take One - Dream (kth) - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Fanfic Bts, Kim Taehyung, Romance, Taehyung
Visualizações 4
Palavras 3.021
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 6 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction Take One - Dream (kth) - Capítulo 6 - Capítulo 6

°•~━━━━ ✥❖✥ ━━━━~•°

A folha ainda estava nas mãos do homem que a segurava suspendida no ar. O acastanhado piscou algumas vezes digerindo a nova informação. Era um emprego inédito para ele e por isso não conseguiu evitar o frio na barriga e um olhar levemente arregalado. Percebeu que Seo Gum já estava há alguns segundos com o papel quando o mesmo pigarreia e o sacode.

- Oh... Desculpe-me. - Taehyung finalmente se pronunciou. Pegou o objeto, se curvou em agradecimento e também em forma de desculpa.

- Boa sorte e trabalhe duro garoto. - o mais velho se pronunciou.

Taehyung mais uma vez se curvou e disse "muito obrigado". E assim seguiu para fora do local sentindo um peso enorme sair de seu corpo quando pisou na calçada.

Definitivamente não gostava de ir a agencias de emprego, se bem que dessa vez teve a sorte de ter sido atendido por alguém simpático.
Já montado em sua bicicleta observou o que tinha em mãos.

- Fala sério... Porque tão longe? - reclamou ao saber o endereço. - Trate de agüentar bem o caminho... Escutou Ferrari?

Naquele momento aquele jovem de 22 anos encontrava-se olhando feio para sua bicicleta enquanto a advertia. Ele particularmente estava gostando de fazer coisas idiotas. Fazia um bom tempo que sua aura de "bobão" estava escondida, talvez desde quando literalmente foi feito de bobo.

Em vista de todo aquele caminho para ser percorrido, decidiu deixar seu veículo de duas rodas na casa de sua tia - onde estava morando - e depois pegar um ônibus para o ponto mais próximo ao circo, e assim seguiu caminho.

{...}

De longe Taehyung conseguiu avistar o letreiro e os cartazes grudados nas janelas e postes próximos a modesta residência murada dos lados que no andar debaixo funcionava um pequeno salão de beleza e em cima a casa de fato.

Quando chegou desceu de sua bicicleta a encostando na parede do estabelecimento já podendo ver a silhueta rechonchuda de sua tia a trabalhar concentrada no cabelo de uma senhora. Abriu a porta de vidro chamando a atenção da mais velha que o recebeu com um sorriso no rosto.

O lugar era simples e aconchegante além de bem feminino. Todo em cores claras e pastéis com exceção de alguns móveis rosa - choque como a cadeira o lavatório e o ventilador de teto. No pequeno sofá mais velho que o próprio Taehyung, se encontrava uma garota trajando roupas do fundamental com as mãos estendidas para Yeji uma mulher de trinta e poucos anos, a única funcionária de sua tia, que no momento estava sentada em uma cadeirinha com um carrinho cheio de esmaltes e outros utensílios ao seu lado enquanto fazias as unhas da estudante.

O Kim se aproximou e deu um beijo na testa daquela que o acolheu como um filho chamada de Cho Hye.

-Novidades! - naquele momento percebeu os olhos da mesma ficarem levemente cintilantes e então o rapaz viu a irmã de sua mãe pegar rapidamente uma touca e colocar na cabeça da senhora com certa pressa.

-15 minutinhos. - ela falou para a cliente antes de puxar Taehyung para fora do estabelecimento. - Me conte! Me conte!

-A vaga está aberta, agora só falta ela ser minha. - mostrou a folha para sua tia e a observando pegar o papel e analisar cada detalhe de forma ansiosa.

- "Circo Yu-sin"? - estreitou o olhar para ler as pequenas palavras. - MEU DEUS! ANIMAIS KIM TAEHYUNG ANIMAIS! Você vai ter que ajudar a cuidar dos animais?! DE UM LEÃO?!

O moreno apenas riu da tamanha preocupação de sua tia, aquela mulher lutou tanto para o criá-lo, havia ajudado um adolescente que perdera a mãe recentemente, que havia desacreditado do mundo, estava acabado e principalmente triste a lembrar que ele ainda poderia se sentir amado e não estava desamparado, que a última coisa que sua mãe queria era ver o filho dela... Triste.

-Taehyung eu estou falando sério! - Hye disse brava e então sentiu seu sobrinho a abraçar ternamente, ainda achando graça da situação.

-Não, não, não fique assim... Eles com certeza têm pessoas treinadas para isso eu só vou auxiliar tia, AU-XI-LI-AR.

A mulher suspirou pesadamente lembrando que o garotinho que ela cuidou e ainda cuidava se tornara há tempos um homem feito, ela só se recusava a perceber esse fato em situações como aquela.

-Tudo bem... Já entendi. - falou enquanto se desvinculava do abraço. - Só não interprete isso como uma chatice desnecessária... Eu só tenho medo que algo de ruim aconteça com você. Imagine só... Deus me guarde você se machucar e sua mãe vier dos mortos e me dar um soco e... Aí não.

Ao final da fala a senhora se tremeu dos pés a cabeça enquanto afagava a si mesma como se estivesse com frio.
Taehyung riu soprado da cena, Cho Hye tinha muito medo de fantasmas.

-Preciso ir agora... Como está o Kwan?

-Seu Irmão já chegou da escola... Ele subiu para a casa. Provavelmente deve estar na frente do computador controlando com um personagem chamado Steve e construindo alguma fortaleza em um mundo feito de bloquinhos.

O mais alto suspirou balançando a cabeça, claro que por um lado se sentia tranqüilo pelo irmão pequeno estar em casa, mas por outro estava preocupado, pois o mesmo praticamente não saia de lá.

-Volto mais tarde tia. Vou pegar um ônibus até o local mais perto do circo. Torça por mim... Aqui, por favor. - o rapaz disse por fim entregando sua mochila para a mulher.

-Sim, sim, até logo. - a mais velha se apressou em dizer. Dando tapinhas nas costas do sobrinho e vendo-o se distanciar.

{...}

A cidade passava rapidamente em frente aos olhos de Taehyung. Seu cotovelo estava apoiado na janela do transporte enquanto suas mãos sustentavam o peso de sua cabeça. Em um primeiro momento viu passar por detrás do vidro a parte mais valorizada e movimentada do lugar em que morava, estudava e antigamente trabalhava o distrito de Dongjak-gu, depois a cada minuto que passava via as casas ficarem mais simples e trânsito mais calmo. Nas paradas os poucos passageiros que ali estavam desciam pouco a pouco do ônibus deixando o acastanhado apenas na companhia de seus pensamentos e claro, do motorista barrigudo.

Pouco tempo depois sentiu seu celular vibrar no bolso, era uma mensagem de Jimin, abriu a conversa já vendo escrito "Oxigenado" ao lado da foto do rapaz, não se sentia mal por ter colocado aquele nome, seu amigo com certeza tinha posto algo equivalente ou até pior.

[Por favor, por favor, me diga que           ] você e a Minnie já tem o número um do outro.>

Minnie? <


Estou falando da Yaseumin.>

Não, espere...>

Yasumin>

Yamin>

Está certo?>

Não, é Yasmin. <


Ah sim, sim!>

E... Ainda não, porque? <


Porque eu consegui, hoje mesmo.>

O QUE? <


Jimin como conseguiu o número dela? Não sentiu vergonha? <


Francamente Taehyung...>

Porque sentiria? Estávamos conversando sobre apelidos, disse que para cada amigo eu colocava um apelido diferente no contato. >

Perguntei se não tinha um e ela disse que não exatamente. Foi então que eu dei a ideia de ser Minnie.>

Ela foi muito fofa e amou. Acabei pegando o contato dela.>

Como eu não vi essa cena toda?<


Foi quando você tinha ido fazer xixi.>

ㅋㅋㅋ >*


Ah...<


Vou te passar.>

Não acho uma boa ideia. Ela passou o número para você. <


Fique tranquilo, falei com a Minnie sobre isso logo depois... >

Disse que: "tudo bem". >

Não consegui ser tão extrovertido assim, mesmo depois de 5 meses que a conheço.<


Não me pergunte o porquê. .<


Na verdade nem lembrei desse detalhe.<


No seu contato estará "Burro" de agora em diante. >


No seu está "Oxigenado" então tudo bem.<


ㅋㅋㅋ<


Consigo me conformar.>

[Aqui, me agradeça depois>                      ]

Taehyung encarou aqueles números na tela de seu celular e engoliu um seco. Por certo momento o nervosismo invadiu seus pensamentos, mas acabou lembrando que finalmente iria ter mais contato com a garota e isso era bom. Simples amigos era o que Taehyung e Yasmin eram e o rapaz queria conhecê-la mais afundo, não podia negar que gostava da sua aparência e principalmente da personalidade além de ser se sentir completamente atraído por míseros detalhes. Ele a olhava demais.

Dessa vez jurou para si mesmo que faria do jeito certo, afinal seu passado lhe ensinou a lição de que o "conhecer melhor" que realmente importava estava longe de ser algo como beijos e toques. Havia se relacionado com alguém conhecendo mais o seu exterior do que o caráter, isso se deu também pelo pouco tempo que os dois reservaram para conversar e saber mais um do outro e logo partiram para o corpo deixando Taehyung dependente, bobo e cego. E como na esmagadora maioria de histórias como essa, o final não foi nada bom.

O ônibus parou fazendo o moreno despertar de seus devaneios e seguir seu caminho até o circo, antes passando pelo motorista e despedindo-se amigavelmente.

Poucos minutos se passaram até o rapaz conseguir avistar uma grande lona nas cores azul e vermelho sendo levantada por algumas pessoas. O local era ao lado de um ginásio esportivo perto dos limites de Seul, o gramado tomava conta de uma extensa área sendo cortado por pequenas ruas de concreto que levavam até o lugar de esportes. Aproximou-se atravessando a rua na faixa de pedestres e indo até a entrada do circo composta de grandes paredes de madeira estampadas com uma pintura de curvas e ondas que esbanjavam cores vibrantes. No meio havia uma pequena janela com grades de ferro e em cima escrito "caixa". Taehyung se aproximou vendo uma jovem dentro da pequena cabine.

- Com licença...

A garota dona de cabelos tão pretos como o petróleo olhou rapidamente para Taehyung, como se tivesse sido surpreendida pela súbita aparição do rapaz.

- O-la! Em que posso ajudar?

-Vim por isso. Estão precisando de um ajudante e eu estou precisando de um emprego...

O coreano então mostra a folha para a moça que levanta as sobrancelhas e balança a cabeça concordando.

-Entendo. Pode passar pela catraca, não está ligada ainda. Acompanhe-me.

Ao lado de onde se comprava os ingressos, dois degraus levavam as catracas de entrada e de saída, atravessou o mecanismo encontrando a mesma garota saindo da cabine.

-Vou te levar até o chefe.

Os dois jovens caminharam entre o espaçoso lugar que o circo ocupava, passaram entre pessoas que corriam de um lado para o outro cumprindo seus afazeres até chegarem em um grande treiler.

A morena tomou a frente batendo na porta da casa-ônibus que fora aberta por um homem de meia idade usando roupas que mais pareciam vários retalhos de peças coloridas costurados.

- Sim pequena. - o maior se pronunciou.

-O rapaz aqui. Veio por causa da oferta de emprego

-Oh! Sim, sim. Entre garoto, vamos conversar.

Taehyung entrou, meio desconfiado e envergonhado. Observou o espaço em que estava e descobriu que a decoração da casa era parecida com as roupas do senhor, ou seja, colorida. Tudo era compacto para ocupar o menor espaço possível.

—Sun Nee... — O homem falou chamando a atenção da menina que já se afastava olhar para trás. — Não está esquecendo de algo?

Sun franziu o cenho confusa, mas logo sorriu de canto.

— Tchau vovô!

O senhor riu e acenou para neta, depois se voltou para o rapaz.

—Agora sim meu jovem, venha temos muito que conversar.

Taehyung seguiu seu provável futuro patrão trailer adentro. Seguiram até uma estante vazia com uma caixa de papelão na frente.

—Pode se sentar no sofá, irei organizar alguns utensílios enquanto conversamos.

—Por favor me deixe te ajudar! — contestou o mais novo estendendo as mãos para o senhor.

Diante dessa atitude o grisalho pensou alguns segundos sobre a apresentação te disposição em querer ajudar e principalmente trabalhar. Ele sorriu com aquilo o que fez seus já aparentes pés de galinha ao redor dos olhos se intensificarem.

—Tudo bem... Passe o pano e me entregue em seguida. — cedeu entregando o tecido para o moreno. —Apropósito, qual seu nome filho?

—Kim Taehyung senhor.

—Oh por favor não seja tão formal, eu dispenso isso. Pode me chamar de Ahjussi* se quiser. Sou Jang Yu-Sin, prazer em conhecê-lo meu jovem.

Os minutos seguintes foram repletos de muita conversa e risadas vindas dos dois homens. A cada palavra trocada com o mais velho Taehyung tinha mais certeza de que quando envelhecer queria ser uma mistura de seu pai com Yu-Sin. Limpava os objetos que eram nada mais do que os prêmios mais importantes que o circo já ganhará em sua história, o senhor vazia questão de falar sobre cada um separadamente, contando como foi que ganhou o lugar, ano etc.

No momento os dois se encontravam sentados no sofá enquanto o senhor falava sobre sua esposa.

—Ah Jang Nari... Estou casado com o lírio mais bonito do mundo há 30 anos ela ama flores sabe?! e tamb- JÁ É NOITE!

Taehyung olhou pela janela do trailer vendo o céu já escuro e se espantou por não ter percebido as horas passarem entre o fim da tarde e à noite.

—Woa Ahjussi! Você conversa muito bem... O tempo pareceu voar!

— Taehyung saiba de uma coisa: se me derem corda eu falo até o outro dia.

Uma curta risada sairam de ambos antes do grisalho tomar uma expressão séria.

—Agora vamos falar de você filho... Outros patrões certamente dão mais prioridade em saber o que você pode fazer por eles, mas curiosamente me interesso pelo "eu" de cada um... Sou um palhaço e meu maior contentamento está em alegrar o interior das pessoas nem que por um curto momento. Agora antes que eu comece a falar mais do que devo me responda quem é você Kim Taehyung?

Aquela pergunta acertou em cheio o rapaz, pensou em prontamente responder o básico, contar da sua história só isso, porém diante do que já sabia de Yu-Sin era claro que a aquela pergunta não era de maneira nenhuma digna de uma resposta superficial. Foi forçado a quebrar seu orgulho em parecer calmo e decidido abaixando a cabeça e refletindo durante alguns segundos que mais pareceram horas.

—Sou um estudante que em 22 anos de vida onde muitas coisas deram errado. Perdi muito, mas ganhei com a mesma intensidade. Não são raras as vezes que praguejei sobre meu passado porém me orgulho de quem sou hoje e sei que se alguma coisa que aconteceu mudasse... Por mais pequena que fosse... O resultado poderia levar a um 'eu' completamente diferente. Causaria o caos. Quem me deu a luz já não está mais aqui, mas ainda sinto a sua luz em mim a todo momento e acredito que meu irmãozinho também sinta isso. Procurei essa oferta para poder ajudar um viúvo aflito que amo e chamo de pai. A pergunta que me faz querer chorar é 'onde está a sua fé?'. Além disso, desenvolvi um súbito interesse por flores desde ontem a noite.

De repente Taehyung sentiu a pele flácida da mão do senhor repousar sobre sua cabeça e afagar seus cabelos, o mesmo estava com os olhos marejados e com a voz meio embargada se pronunciou.

—Obrigado garoto... Eu consegui imaginar o seu 'eu' e fiquei encantado. Você é um jovem intenso Taehyung, e raro... Amanhã saia da escola e venha para cá, está contratado.

O rapaz não viu quando levantou os braços e comemorou. O mais velho se levantou e chamou a para um  e abraço deixando revelar uma gostosa risada aos ouvidos do Kim que também o acompanhou abraçando o homem baixinho e cheio. Se despediram animados e quando Taehyung deu as costas ouviu seu amis novo patrão o chamar novamente, parecia que ele tinha uma mania.

— Filho! Não sei se entendi certo, mas veja bem... Nari está ocupada demais agora porém amanhã vocês irão se conhecer e ela ficaria muito feliz em lhe ensinar a como cuidar da melhor maneira a sua flor. — Yu-Sin riu ao ver seu funcionário com as bochechas rosadas. — Acho que entendi certo sim. Até amanhã meu jovem!

{...}

Em passos compassados o acastanhado direcionava para o para o mesmo ponto de ônibus de antes a algumas esquinas do circo, o trânsito bem mais parado por não ser uma região movimentada deixava Taehyung bem mais concentrado em seus pensamentos.

Mais uma esquina a última até o ponto. O sinal acabara de ficar verdade para os pedestres então nem se importou em andar rápido, seus pés tocaram na rua e foi caminhando até a metade quando ouviu um barulho estranho, ficou com o cenho franzido e o olhar se voltou para a direção do som que a cada segundo ficava mais forte, então seus olhos se arregalaram ao perceber que era um carro em alta velocidade, naquele momento os músculos do rapaz ficaram tensos e um suor frio descia de sua testa. A única coisa de que viu antes de correr e se jogar para tentar alcançar o outro lado foi a luz forte dos faróis e o som estridente dos pneus raspando contra o asfalto.

O corpo inteiro dele doía, mas o foco estava em seu braço que foi de encontro com o chão e sua cabeça que de lá sentia o sangue escorrer pelo rosto.

Taehyung grunhiu de dor e ao abrir os olhos viu o carro com a frente topada em um poste. Nem se vendesse todos os seus órgãos para o mercado negro conseguiria comprar aquele veículo.

Tentou se levantar mas a dor o impediu além do fato de outro carro em alta velocidade passar novamente o fazendo se retrair para o chão novamente. De dentro desse automóvel o acastanhado conseguirá ouvir uma risada alta ecoar.

Enquanto tentava se levantar pela segunda vez o moreno presenciou um grito de fúria e angústia vir do motorista do carro que quase o atropelou, de la viu um homem jovem segurando um taco de baseball sair cambaleando.

Os cabelos tingidos de verde claro a pele estupidamente branca, o rosto manchado pelo sangue que começava a descer esse corpo era guiado por um olhar perdido e raivoso que fez o corpo de Taehyung estremecer.

—Você... Seu... — O rapaz disse com a voz rouca.

O Kim deixou escapar um som de espanto de seus lábios quando percebeu que o esverdeado iria ataca-lo. Se rastejou pelo chão com dificuldade tentando se afastar o mais rápido possível. De repente sentiu uma descarga de adrenalina descer sobre seu corpo ao ver o homem disparar sobre si.

—SEU DESGRAÇADO!

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Notas Finais


FELIZ DIA DAS CRIANÇAS!!! (Atrasado 2min)

~Taube_


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