História Taking Over Me - Capítulo 16


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Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Afrodite, Annabeth Chase, Atena, Frank Zhang, Hazel Levesque, Jason Grace, Leo Valdez, Luke Castellan, Nico di Angelo, Percy Jackson, Piper McLean, Poseidon, Rachel Elizabeth Dare, Reyna Avila Ramírez-Arellano, Thalia Grace, Will Solace, Zeus
Tags Caleo, Frazel, Heróis Do Olimpo, Jasiper, Percabeth, Percy Jackson, Romance, Solangelo, Thaluke
Visualizações 173
Palavras 2.853
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá pessoas, tudo bem?
Trouxe mais um capítulo para vocês. Peço desculpa por qualquer erro, eu quebrei o braço e estou digitando apenas com a mão esquerda. Mesmo que eu tenha revisado, algum erro pode ter passado despercebido. Agradeço a compreensão.
Espero que gostem.
Boa Leitura!

Capítulo 16 - Harvard


Desde que cheguei a Nova York, eu não viajei para outros lugares. Felizmente, a escola se disponibilizou a levar os alunos para faculdades que ficassem a no máximo quatro horas de distância. O ônibus estava cheio, mas isso não me surpreendia, Harvard é a universidade mais prestigiada do mundo.

O vento, não muito frio, já entrava pela janela indicando o clima fresco do estado de Massachusetts. Eu nunca havia visitado Cambridge e estava adorando o clima da área metropolitana de Boston. O veículo estava passando por uma ponte, olhando para trás podíamos ver alguns prédios e dos lados, havia várias árvores.

Não demorou muito e em cerca de dez minutos, entramos em uma rua que eu já conhecia bem. Era idêntica aos folhetos que recebemos nas escolas e as fotos encontradas na internet. Mesmo no começo da estrada, já era possível ver os prédios altos e imponentes da universidade. Ainda assim, era muito mais incrível pessoalmente. Fiquei admirando o edifício vermelho com arquitetura rústica ainda dentro do ônibus e mal podia esperar para descer.

Todos pareciam tão encantados como eu, inclusive Percy. Quando paramos, Quíron, nosso diretor e professor de história, precisou se levantar para nos acalmar. Todos levantaram desesperados, aglomerando a passagem. Como eu odiava tumulto, permaneci sentada.

— Acalmem-se! – Gritou Quíron. — Todos irão visitar a faculdade.

— Pessoal! – Rachel gritou, chamando a atenção de todos. Ela é a presidente do grêmio estudantil, então tentou ajudar o diretor.

Aos poucos, as pessoas se acalmaram e meio a contragosto, formaram uma fila. Assim que coloquei os pés na escada, Rachel me chamou antes que eu descesse.

— Annabeth! – Falou ainda com as mãos no meu braço. — Você pode ficar com a relação de alunos? – A olhei confusa enquanto ela me entregava a chamada. Só então me toquei que eu também fazia parte do grêmio. Assim que comecei a estudar no meu colégio, resolvi buscar fazer uma atividade extracurricular, pois me ajudaria na faculdade. Como Charles Beckendorf era o diretor de esportes, Will Solace o responsável pelo o comitê de festas, Clarisse La Rue era a vice-presidente e Rachel a própria presidente, só me restou o cargo de secretária. E para a minha total surpresa, eu não fazia completamente nada, era como se não fosse um cargo importante e eu participava apenas de algumas reuniões.

— Claro... – Falei sem jeito. Ela sorriu e desceu. Apenas dei de ombros e fiz o mesmo.

— O que é isso? – Percy perguntou, ele já estava me esperando fora do ônibus.

— Nada importante. – Falei quando me aproximei. — Vamos...

Não consegui completar a frase. Assim que olhei ao meu redor, me toquei que já estávamos dentro. Impressionante. Esta era com certeza a palavra certa. O prédio central já era completamente visível, assim como os outros. O gramado era enorme e bem verde, mas havia o caminho indicado para chegarmos sem pisar na grama. Mas a frente, tinha várias árvores próximo a entrada e alguns estudantes circulavam pelo o local.

— Pessoal, esse é o Grover Underwood. – Quíron falou apontando para um rapaz alto com o cabelo castanho e encaracolado. — Ele é um dos administradores do local e acompanhará vocês.

— Como sabem, a visita será dividida em duas etapas. – Grover começou a explicar. — Na primeira, eu guiarei vocês pelo o prédio e explicarei algumas coisas. – Ele me encarou. — Na segunda, vocês ficarão livres para andarem pelo o local.

— Lembrem-se que todos devem estar no ônibus às seis da tarde.  – Rachel reforçou.

— Explorem bem o local. Harvard é uma instituição de ensino de grande prestígio e só os melhores estudam aqui. – O administrador, Grover, voltou a falar e eu vi que Percy ficou tenso.

Eu queria confortá-lo, mas infelizmente o que o tal administrador estava falando era verdade. No próximo mês iríamos realizar o SAT, uma espécie de prova para testar todos os nossos conhecimentos durante a vida estudantil. Um bom resultado, pode garantir uma boa vaga para importantes faculdades, mas nem sempre é assim. Depois do resultado das provas, eles escolhem alguns alunos, olham todo o histórico escolar e, por fim, entrevista o aluno escolhido individualmente.

— Você não deveria nos tranquilizar? – Perguntou um aluno intercambista. Tínhamos aula de matemática juntos.

— Na verdade, eu devo e estou sendo realista. – Grover respondeu, mas, por incrível que pareça, ele não foi ríspido. Ele parecia ser uma boa pessoa, não conseguia imaginá-lo como um adulto chato. Talvez ele tenha que assumir uma postura séria aqui, mesmo que não queira.

— Não vamos perder tempo, vamos logo a visita! – O diretor nos repreendeu.

Todos concordaram e fomos andando atrás de Grover, que nos explicava cada detalhe da história de fundação e do funcionamento. Nos explicou como os horários eram organizados e como os dormitórios eram separados. Quanto mais ele falava, mais eu me encantava. Aquilo era um sonho.

Quando andávamos pelo os corredores, encontrávamos alguns estudantes. Fico imaginando se um dia eu também estarei aqui, andando pelos os corredores, conversando com os colegas de turma, enquanto observava a cerâmica branca e brilhosa entrar em contraste com as grandes colunas de gesso e as diversas lâmpadas que tinham espalhadas pelo o teto.

Grover começou a falar dos cursos e quando falou sobre o de arquitetura, o meu coração disparou. Eu preciso estudar aqui. Eu só me concentrava nisso, era como se nada mais importasse.

(...)

— Isso é incrível. – Elevei a voz devido a empolgação.

— Seus olhinhos estão brilhando. – Percy riu. Grover já havia nos liberado para ficarmos livres, após andarmos por vários corredores, porque eu queria absorver cada detalhe, resolvemos sair um pouco e nos sentamos na grama. — Eu provavelmente não vou entrar aqui.

— Não seja pessimista, cabeça de alga.

— Para você é fácil falar, sabidinha. – Revirei os olhos.

— Não vamos pensar nisso agora, okay? Vamos apenas viver o momento. – Falei.

— Viver o memento? Thalia Grace, é você? Me devolva a Annabeth! – Ele falou me chacoalhando, começamos a rir.

Engraçadinho. – Dei um tapinha leve no seu braço.

— Annabeth, eu vou ao banheiro, você pode me esperar aqui? – Ele me encarou enquanto perguntou. O encarei com os olhos semicerrados, Percy era um péssimo mentiroso, mas resolvi não contrariar e concordei com a cabeça.

Ele entrou novamente no prédio. Pensei em ir atrás dele para ver o que o meu amigo estava aprontando.

Amigo.

Aquela palavra me causou uma sensação estranha. Ele continua sendo a melhor pessoa da minha vida, mas ultimamente as coisa mudaram. Faz alguns dias que declaramos os nossos sentimentos e as coisas ainda estavam um pouco bizarras. Era como se não soubéssemos como agir. Continuávamos fazendo tudo que fazíamos quando éramos apenas bons amigos, a única diferença é que nos beijamos de vez em quando.

Amizade colorida?

Não era esse o meu objetivo quando resolvi admitir os meus sentimentos, mas eu também não quero apressar as coisas. Acho que tem sido confuso para nós dois.  Resolvi afastar os meus pensamentos e me deitei na grama, respirando todo o ar fresco e imaginando como a minha vida estaria realizada se eu conseguisse estudar aqui.

Respirei fundo.

— Sempre que alguém respira fundo, significa que ela acabou de tomar uma decisão. – Uma garota com o cabelo preto longo e sedoso sentou ao meu lado. Ela ajeitava a tiara prateada enquanto falava.

— Eu acho que não. – Discordei da garota, achando aquilo muito estranho. — Eu não tomei uma decisão.

— A nossa respiração se altera de acordo com o nosso estado emocional. Geralmente respiramos fundo quando estamos tristes ou quando tomamos uma decisão. É instintivo. – Ela me encarou, respondendo a minha pergunta. — E você não parece triste. Parece pensativa.

— Talvez... – Dei de ombros.

— Você não estuda aqui, não é? A julgar pela sua aparência, diria que você ainda está no ensino médio. – Ela sorriu. — A primeira coisa que fiz quando cheguei aqui, foi deitar na grama. – Me encarou novamente.

— É tentador. – Concordei. — Como é o seu nome?

— Zoe. – Respondeu indiferente. — Do departamento de psicologia.

— Faz sentido. – Soltei uma risada fraca e ela sorriu.

— Espero que você consiga entrar aqui, algo me diz que você é legal. – A encarei enquanto falava. Ela era simpática, mas tinha uma aura diferente. Era como se parecesse alguém da realeza. No entanto, parecia bem durona. Algo nela me lembrava a Thalia. — As vezes nós sempre esperamos atitude dos outros e esquecemos de agir. – Sorriu e se levantou, ficando de pé. Levantei a cabeça para encará-la. — Pense nisso. – Disse antes de sair.

A vi andar até um grupo de meninas, elas estavam falando com uma mulher mais velha, provavelmente alguma professora. Conversaram por mais alguns minutos e voltaram para dentro do prédio, desaparecendo do meu campo de visão. Fiquei observando o lugar onde elas estavam, completamente confusa. Não entendi qual foi o objetivo daquela conversa, mas ela foi útil.

Estava tão distraída com meus pensamentos, que me assustei quando senti duas mãos envolverem o meu ombro. Quando vi Percy atrás de mim, ele já estava rindo do pulo que eu havia dado.

— Está tensa, Annie? – Provocou.

— Não. – Rebati. — E onde você estava?

— No banheiro.

— Percy Jackson, você é um péssimo mentiroso. – Ele deu de ombros.

— Vem comigo! – Estendeu o braço para mim. O olhei um pouco receosa, mas segurei a sua mão e levantei da grama.

— Onde vamos? – Perguntei.

— Você não confia em mim? – Falou convencido.

— Eu tenho escolha? – Ri. Ele sorriu em resposta e me guiou novamente para os longos corredores da faculdade.

— Esse lugar é enorme, foi uma luta achar o departamento de arquitetura. – Assim que ele terminou de falar, senti meu coração falhar uma batida.

— Arquitetura? – Minha voz saiu fraca.

— Meu pai me disse que uma boa recomendação ajuda no processo seletivo. Eu sei que não vou conseguir entrar aqui...

— Percy... – Tentei argumentar.

— Eu apenas estou sendo realista, Annabeth. – Me lançou um sorriso, ele não parecia triste. — Mas você vai. – Me encarou. — Eu andei pesquisando e descobri que tem um professor chamado Dédalo.

— Como na mitologia? – Perguntei, estranhando o nome. Era comum as pessoas darem nomes mitológicos aos seus filhos, mas Dédalo, é algo novo para mim.

— Sim. – Respondeu ele. — Ele lidera vários projetos importantes e possui um grande renome aqui na universidade, é o melhor professor. Eu liguei para ele ontem e o encontrei hoje. Quando eu comecei a falar da sua inteligência e das suas brilhantes ideias, ele ficou admirado mas disse que não bastava apenas ser bom. – Fiquei tensa. — Porém, quando eu disse que você era filha de Atena, ele ficou completamente encantado. – Percy me tranquilizou.

— Qual o objetivo disso? – Perguntei.

— Você sabe que o último passo do processo será uma entrevista. Se você conversar com ele agora...

— Percy. – O interrompi, lembrando da estranha conversa que tive com a garota chamada Zoe. — Eu tenho grandes chances de entrar aqui, sei disso. Mas caso eu não consiga, sei que vou ter me esforçado. Já conversei com muitas pessoas hoje, e ninguém aqui teve a oportunidade de falar com nenhum professor, para evitar algum favoritismo. Admiro o seu esforço, mas eu quero aproveitar o restante da minha adolescência. Algo me diz, que eu devo começar a fazer o que eu quero, e não o que as outras pessoas esperam.

— E o que você quer?

— Só por agora, não quero ser a garota inteligente que trata a faculdade como sendo a minha prioridade. Eu quero sair daqui com você sem nenhum rumo e sem responsabilidade, e aproveitar toda a adrenalina da vida.

— Então vamos fazer isso.

(...)

Se os pais soubessem que os professores e diretores nunca prestam atenção nos alunos, eles não nos viajar com a escola. Sair da universidade foi a coisa mais fácil que eu já fiz. Teríamos três horas livres antes de voltarmos para o ônibus, daria tempo. Eu queria sair com ele, pois aquela conversa que tive com a Zoe me deixou pensativa. Talvez eu devesse parar de esperar por atitudes e começar a agir.

Perto do centro universitário, havia vários hotéis. A maioria eu não sabia o nome. Um deles me chamou atenção. Não sei se foi pelo os espelhos azuis na fachada, ou pela a variação de luzes que entravam em contraste com a pintura das laterais.

Le Meridien Cambridge

Consegui ler o nome. O hotel era enorme e parecia ser bem chique.

— Eu quero entrar lá! – Apontei. Percy arregalou os olhos, assustado.

— Annabeth, eu realmente estou empolgado com a sua nova fase. – Falou calmamente. — Mas nós ainda não podemos invadir um hotel. E se não pagarmos, é invasão.

— Nós só vamos na piscina. Com certeza deve ter uma piscina!

— Isso ainda seria invasão. E você não pode estar falando sério. – Ele riu. — Você definitivamente está passando muito tempo com a Thalia Grace.

—  Ok, eu não consigo invadir um hotel. – Admiti.

— E quem disse que vamos invadir? – Ele me puxou.

Fiquei confusa, mas apenas concordei com cabeça. Assim que entramos um homem fardado perguntou sobre o carro, para que ele pudesse estacionar, mas apenas negamos com a cabeça. Quando entramos, Percy começou a digitar no celular.

— Uma empresa que presta serviço para o meu pai fica aqui perto, ele precisa vir a cada quinze dias. – Percy deu de ombros. Não tive tempo de responder. Quando olhei para frente, Poseidon estava vindo na nossa direção. Comecei a rir.

— O seu pai está a poucos metros de distância da faculdade? Por que não falou antes?

— Porque não seria algo muito legal.

— Ok, não vamos invadir um local privado. Vamos pedir ajudar para o seu pai. – Não conseguia parar de rir.

— É. – Ele concordou. — Acho que não conseguiríamos agir como Thalia e Luke.

— Definitivamente não. – Disse. — Mas, vamos pedir ajuda ao seu pai, entrar na piscina e aproveitar a adrenalina da vida de uma maneira menos...

— Intensa! – Ele completou.

Cumprimentei o seu pai com um abraço assim que chegamos. Poseidon ficou conversando com o seu filho e lançava alguns olhares maliciosos. Não quero imaginar o rumo que essa conversa tomou. Depois de alguns minutos, foi até a recepção e conseguimos entrar sem nenhum problema.

— Eu vou trabalhar de qualquer forma. – Poseidon falou quando entramos. Ele realmente estava arrumado, parecia prestes a sair. — Divirtam-se. – Corei instantaneamente. — Apenas tenham cuidado! – Ele pegou algumas coisas e saiu, antes de piscar para o filho.

O mais engraçado, é que se fosse ao contrário e eu fosse a sua filha, Poseidon não ficaria tão feliz com a ideia...

— O quê...

— Eu disse que estávamos cansados, só isso. Não podia dizer que queríamos ir a piscina sem roupa de banho e nenhum motivo específico.

— Tudo bem... – Respondi. — Vamos logo.

Assim que chegamos na piscina, vi que tinha algumas pessoas. Não estava cheia, tinha cerca de seis pessoas. Respirei, ignorando toda a minha consciência e sei que um dia me arrependerei disso.

— Você não vai entrar? – Falei tirando a blusa. Apenas uma mulher me encarou, mas não pareceu se importar. — É a mesma coisa que um biquíni. – Disse e joguei a blusa no chão, tirando o All Star preto sujo e a calça logo em seguida. Ignorei o fato da minha calcinha verde não combinar com o sutiã de flores e pulei na piscina, que surpreendentemente não estava gelada.

Percy me encarava boquiaberto, completamente surpreso.

— Você vem ou não? – Gritei, jogando água em cima dele que desviava. Ele resolveu parar de recuar e também tirou a roupa, entrando também na piscina.

— Eu acho que acabei de perder a minha dignidade. – Ele falou completamente corado, apontando para as pessoas que o encaravam.

— Ou não. – Lancei um olha malicioso, mas ele não entendeu. — Eu não chamei tanta atenção.

Percy aproveitou a minha distração, para me levantar e me jogar novamente na água. Eu não gosto muito de mergulhar, porque sempre passo vergonha ao colocar a mão no nariz como uma criança.

— Seu... – Joguei água no seu rosto. Ele apenas ria enquanto segurava as minhas mãos.

Encarei o seu sorriso por um tempo e de repente não sabia mais como agir. Apenas o encarei e dessa vez, eu não precisei tomar a iniciativa. Ele soltou as minhas mãos e envolveu a minha cintura. Demorei um pouco para fechar os olhos quando ele me beijou, estava com vergonha das pessoas, mas resolvi parar de me importar com elas e retribuí, me entregando dessa vez.

Não me importei mais com as pessoas que estavam ao meu redor ou com o gosto do cloro. Eu realmente não sabia como nos secaríamos, já que não podíamos entrar no ônibus molhados e sem roupa íntima, mas nada daquilo importava nesse momento.

Quando nos separamos, ele me encarou com o sorriso mais sincero que eu já vi. Eu encarei o verde dos seus olhos. Ele parecia ficar ainda mais bonito molhado. Isso era possível?

Aproveitei a sua distração e me joguei em cima dele, o afogando.

— Eu não acredito que você fez isso! – Falou quando emergiu novamente.

— Me desculpe estragar o momento romântico, mas eu não podia perder a oportunidade de afogar o meu namorado.

— O seu namorado? – Ele sorriu de canto. — Cuida, porque se isso tiver sido um pedido de namoro, eu acabei de aceitar. – Abri o maior sorriso.

 Eu imaginava que ele iria tratar como uma brincadeira, mas ele realmente falou sério. Eu não sabia o que falar então apenas o beijei de novo e dessa vez, eu não pensei em mais nada.

Porque agora ele é o meu namorado.


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Até o próximo!


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