História Tales of Time and Fate - Capítulo 1


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Palavras 703
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Ecchi, Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shounen, Violência
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Fanfic de Tales of Demons and Gods, espero que possam aproveitar. Será de capítulos curtos e postagem indefinida, mas rápida, adicionem para que possam acompanhar!

Capítulo 1 - Começa a contagem regressiva


Fanfic / Fanfiction Tales of Time and Fate - Capítulo 1 - Começa a contagem regressiva

Um garoto acorda em meio à ruinas de uma antiga cidade, sem saber onde está. Os pilares quebrados e edifícios arruinados o intrigam, mas seu coração bate calmamente. “Onde estou?”, ele indaga, levantando-se e olhando em círculos para os arredores.

Ele tenta lembrar de algo, mas nada lhe vem a mente além de uma vaga memória. Grandes círculos luminosos e coloridos flutuando na escuridão, e uma voz familiar são as únicas coisas que estão nítidas em sua cabeça.

“Nie Li, procure por esse homem!”, a voz lhe repete. Ele franze o cenho, achando aquilo perturbador e leva a mão até a testa.  Seu braço para no meio do caminho. O rapaz olha para os dedos e vê um anel estranho em seu indicador. O objeto é preto, com um brilho púrpura.

Ele olha para seus braços e para baixo, notando estar vestido com uma roupa de manga longa e calças compridas. Mas elas parecem estranhas na sua concepção. Ele toca nelas, sentindo a solidez do material, que ,no entanto, é leve. “Oh, uma armadura”, ele conclui.

Subitamente, as informações surgem em sua mente. “Um item Black-Gold Rank, feito das escamas de um Dragão Negro, com ele, nada inferior a esse rank é capaz de me ferir”.

O garoto para por alguns segundos, com uma expressão estranha no rosto “Como eu sei disso?”, ele fica surpreso, tentando puxar mais informações de sua mente.

Ele olha de volta para o anel, tocando nele com a outra mão. Ele estica a mão para longe dele, enxergando o espaço dentro do objeto. “Mas que merda é essa?!”, ele grita.

Por um instante ele se questionou o motivo da informação não ter vindo para a sua mente como da outra vez. “É um anel interespacial, ele altera o espaço e pode guardar itens bem maiores dentro de seu bolso espacial”, ele pensa. No entanto, ele não reconhece o objeto, apenas as suas características básicas, os detalhes ainda são um mistério para ele.

Antes de prosseguir com a inspeção, o pensamento de que ele está perdido e com amnesia ficam lúcidos em sua mente, mas ele sabe que nada pode fazer por enquanto. A sua inteligência é boa, e embora não se recorde de quase nada, ele já começava a traçar planos sobre o que fazer para sair dali. Seu objetivo era encontrar o tal Nie Li, pois era o único nome em sua mente, mas o quê da questão era por onde começar.

Ele olhou minunciosamente o anel. Estava repleto de baús postos em um semicírculo, e um deles aberto, o restante com fechaduras sem lugar para chaves. Haviam de cores dourada, dourada com preto, verde, vermelho, azul, ciano e um último roxo. A curiosidade lhe bateu. O único aberto era o dourado.

Ele olhou dentro dele, tirando lá de dentro um espelho e um pedaço de papel. No fundo do baú ainda tinha uma figura estranha, a qual ele deixou lá, mas lhe causou um incômodo.

Primeiro, ele se olhou no espelho, encarando seus olhos escuros, negros como a noite e seu cabelo roxo, que lhe caia sobre os ombros e cobria o pescoço, passando dos olhos, além de sua pele bronzeada. Ele piscou algumas vezes, mostrando os dentes e analisando cada detalhe de seu rosto, seu nariz delgado, a boca fina, mas nada que lhe lembrasse algo, como uma cicatriz.

Depois, ele pegou a folha de papel.

“Primeiro capítulo [Técnica de cultivação dos Dois Caminhos Primordiais]: O Primeiro Caminho liga a todos. O espaço não tem um caminho. O espaço só pode ocupar a inexistência. Criar, destruir e transformar.”, ele leu em voz alta.

A folha adejou no ar, emitindo um brilho intenso de cor púrpura. Um buraco se abriu no ar, distorcendo as proximidades para dentro dele, e a folha sumiu no vórtex.

O garoto sentiu seu Reino da Alma se agitar, começando a aumentar a sua força da alma. As palavras do primeiro capítulo estavam gravadas em sua mente, e uma série de memórias surgiram. Compreendendo-as, o garoto sentou no chão, ele não sabia muita coisa, mas entendia que tinha de começar a cultivar, só assim conseguiria atingir as suas perdidas memórias e ficar mais forte para enfrentar as bestas que contaminavam esse mundo.


Notas Finais


Vai ter muito para ser explicado do plot, podem ficar tranquilos. Deixa aquele apoio, se gostou!


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