História Talvez Coisa Do Destino - Capítulo 23


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Categorias Ariana Grande, Ashley Benson, Austin Mahone, Avril Lavigne, Carly Rae Jepsen, Cody Simpson, Demi Lovato, Dianna Agron, Fifth Harmony, Ian Somerhalder, Justin Bieber, Kaya, Lea Michele, Little Mix, Lucy Hale, Manu Gavassi, One Direction
Personagens Ally Brooke, Ariana Grande, Dianna Agron, Harry Styles, Ian Somerhalder, Lucy Hale, Zayn Malik
Tags Gravidez, Incesto, Romance, Segredo
Exibições 137
Palavras 1.336
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gennnnte! Me desculpem a demora.

Eu não estavam em casa, onde eu tava a net era uma merda! Mas enfim voltei!
(Desculpem o capítulo pequeno)

Capítulo 23 - Quem é o Pai Da Criança?


Fanfic / Fanfiction Talvez Coisa Do Destino - Capítulo 23 - Quem é o Pai Da Criança?

             Lucy Narrando.

A ficha ainda não havia caido, me senti envergonhada a todo momento.
Os médicos vinham e saiam da sala onde eu estava a todo hora.

Eu queria morrer, queria sumir dessa vida, queria nunca passar por essa humilhação. Eu já chorava sem parar, nada me deixaria feliz naquele momento. Nem mesmo palavras de conforto.

Eu não posso acreditar no que os médicos haviam me dito, só queria que fosse um sonho, um sonho que nunca poderia se realizar....pelo menos não agora que sou nova.

Eu não estou pronta para ter um filho, eu não quero que o Zayn seje pai desse bebê. Qual seria a reação dele? Ele iria pirar! Tenho medo que ele não aceite essa criança. Criança? Parece até brincadeira falar isso.

Depois de um silêncio que durou a muito tempo, ouvi uma gritaria vindo lá de fora. Claro, não dava para ouvir o que as pessoas diziam mas logo minha mãe entrou na sala onde eu estava, seus olhos de longe dava para se ver que estavam vermelhos.
Fiquei preocupada.

-Filha, seu pai veio aqui. -Ela disse vindo até mim.

-Cadê ele? -Perguntei com um meio sorriso.

-Ele não ficou, está bravo. Eu lamento, filha. -Minha mãe diz me abraçando.

Não consegui evitar as lágrimas, saber que meu pai estava chateado comigo era horrível. Ele sempre cuidou tão bem de mim e me protegeu, sempre disse que eu era a princesa dele, um exemplo de filha. Agora vejo tudo acabado, talvez agora ele esteja me odiando.

Ele deve está tão envergonhado quanto a mim, deve está se perguntando o que fez para merecer.
Juro que nunca quis que minha família sofresse essa consequência por minha culpa.

-Queria morrer, mãe! -Exclamo.

Me arrependi na hora de ter dito isso quando vi a face de minha mãe.

-Nunca mais diga isso, Lucy! Pare de brincadeiras! -Ela fala rígida.

Fiquei calada aquele momento todo muito arrependida do que falei.

Ouvi a porta abrir e uma médica vir com um bloco de anotações grande.

-Olá, vim ver como você está, esclarecer algumas coisas e tirar suas dúvidas. -Ela fala, tentei sorrir mas foi em vão.

-Olá. Que bom senhora. -Minha mãe disse limpando o rosto.

-Então, sua pressão está Okay, sua respiração também. Ah, você está de dois meses. -Ela responder.

-Como!? Eu não posso nem está grávida, minha barriga não cresceu e eu tive cólica! -Gritei furiosa.

-Calma, filha! Ela ainda ta falando. -Minha mãe acaricia meu cabelo.

-Sobre a cólica, isso acontece as vezes com muito mulher. Quando o corpo começa a se preparar para o desenvolvimento do bebê, o útero sofre as consequências e a futura mamãe começa a sentir as dores na região. -Responde. -E sobre a barriguinha, é porque é sua primeira gravidez e você ainda é adolescente, então é normal. -Da um leve sorriso.

Eu ainda tentava processar tanta coisa, me dava muita vontade de chorar e meu coração se apertava.

-Me desculpa mãe.  -Falei.

  Minha mãe enxugou uma lágrima que escorreu de seu rosto.

-Vai ficar tudo bem. -Segurou minha mão.

-Sabe, Lucille, na adolescência isso ocorre muito....claro que não é o certo! Mas acontece. O pai já sabe? -Ela pergunta.

Olho de lado para minha mãe que suspira.

-O pai ainda não sabe. -Minha mãe responde.

-Ah.... então, Lucille quero que responda sem vergonha alguma. O pai dessa criança foi o último a te tocar? -A médica me faz corar.

-Foi sim! Minha primeira vez foi com ele! Primeira e única! -Digo envergonhada.

-Okay, você ficara aqui de observação essa noite e poderá sair amanhã. Vamos ficar de olho em sua pressão, te daremos dicas de gestantes e iremos marcar algumas consultas. Senhora Jessie Hale Tomlinson, me acompanhe? -Pergunta.

-Claro, até mais filha. -Minha mãe me da um beijo e sai da sala acompanhada da médica.

Fiquei inquieta, virei de um lado para o outro mas só conseguia me imaginar cuidando de um bebê. Me imaginei na frente de um fogão com um bebê no colo enquanto fazia comida.

Era uma coisa louca, resolvi fechar os olhos e esquecer tudo aquilo, queria ao menos parar de chorar um pouco.

               Jessie Narrando.

Depois que conversei com a médica, voltei para casa e já era 18:50.
Encontrei com Marie e Sophie assistindo TV na sala, perguntei para a mais velha se John esteve aqui em casa depois do ocorrido, a mesma negou...achei melhor assim pois eu não queria brigar com ninguém hoje.

Me taquei no sofá e suspirei fundo, voltei a chorar.
Que tipo de mãe sou? Se minha filha está grávida é tudo culpa minha, culpa minha!

Senti alguém tocar meus ombros e vi Marie.

-O que houve, senhora Hale? -Ela pergunta.

-Você vai saber logo. -Respondi. -Vem cá meu amor. -Chamei Sofi.

-Porquê está chorando mamãe? -Ela limpa minhas lágrimas.

-Nada, filha. Te amo muito. -Acariciei o rosto dela.

Marie me olhou sem saber de nada, ela parecia aflita. Tentei ignorei.

-Te amo também. -Me responde de volta.

  Sorri de verdade, depois de tanto chorar.

                Lucy Narrando.

Meu corpo estava todo dolorido, mas por sorte eu já não estava mais presa naquela maca.
Ao ver minha mãe dei um sorriso tímido. Ela parecia mais feliz, porém cansada…engoli em seco.

-Tenho medo. -Falei assim que ela se aproximou de mim.

  Ela deu um sorriso e pediu para que eu me sentasse em uma cadeira, obedeci.

-Vou te contar uma história real. -Ela fala, assenti. -Havia uma garota de dezoito anos que morava com sua mãe e seu pai. Ela engravidou do seu primeiro amor e sabe, ela achava que tudo seria bom e que ela seria mais feliz do que imaginava. Porém tudo deu errado quando ela contou para seus pais, eles a expulsou de casa! A garota teve que ir morar com o pai de seu filho e foi infeliz. Seu namorado virou um cachaceiro e ela só podia ficar em casa trabalhando e uma raiva e arrependimento enorme no coração.…

Respirei fundo ao ouvir isso, fiquei com medo de o mesmo acontecer comigo.  Senti meus olhos arderem.

-Se acalme, eu nunca vou fazer isso com você! Eu te amo filha. -Ela me abraça.

-Quem é essa mulher da história, mãe? -Pergunto soluçando.

-Era minha melhor amiga. -Responde respirando fundo. -Nunca mais nós falamos.

-Eu lamento.

-Não lamente, vamos? -Ela pergunta.

Assenti meia insegura, assim que minha mãe falou com alguns médicos e pegou vários papéis, fomos para o carro e ela deu partida para minha casa.

      Senti uma angústia me percorrer ao ver meu pai na entrada de casa nos esperando.

-John! -Minha mãe o chama.

  -Lucille Hale. -Ele vem em direção do carro e abre com muita força a porta onde eu me encontrava. -Você vai me falar quem é o pai dessa criança agora por bem ou por mau.

-John, deixe ela! -Minha mãe gritou.

-Pai, para! -Pedi voltando a chorar.

-O que eu fiz para merecer isso? Eu não te dei tudo que queria? Eu não fui um bom pai? -Ele perguntou deixando poucas lágrimas cairem de seu rosto.

-Pai, por favor…-Sai do carro e fiquei de frente a ele. -A culpa é minha.

-Me diz filha, porquê você fez isso. -Ele segura meu braço porém não aperta.

-Foi descuido, me perdoa! -Pedi.

Ele me olhou de uma forma diferente, como se estivesse voltando para seu jeito rude.

-Quem é o pai dessa criança?! -Ela grita apertando meus pulsos.

-Ta doendo, pai. -Tentei me soltar.

-John, larga nossa filha. -Minha mãe entra no meio.

-Diga logo. -Novamente ele grita.

-É o Zayn! -Gritei mais ainda deixando várias lágrimas correrem em meus olhos.
-Desgraçado! -Meu pai exclama furioso e entra em seu carro.

-Mãe, o que meu pai vai fazer? -Pergunto aflita.

-Filha, entra no carro! Seu pai vai na casa do Zayn! Temos que impedir! -Minha mãe responde nervosa e com medo.

Senti um aperto no coração e uma vontade de morrer. Tinha medo do que estava por vir.
Entrei no carro e logo minha mãe deu partida atrás do carro de meu pai...


Notas Finais


Era pra eu ter postado o capítulo ontem mas sabe o que a pessoinha aqui teve ideia? De começar a escrever outra fanfic e foi o que fiz e acabei esquecendo de atualizar essa.
Kakaks foi mal gente♥


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