História Talvez eu sinta algo a mais (SaiDa) - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias TWICE
Tags 2yeon, Chaetzu, Chaeyoung, Dahyun, Jeongyeon, Jihyo, Michaeng, Mina, Momo, Nayeon, saida, Sana, Twice, Tzuyu, Yuri
Visualizações 285
Palavras 2.107
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Shoujo (Romântico), Visual Novel, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeey, glr esse cap vai ser mais pra uma "ponte", tipo... os fatos dele vão dar ligação aos do próximo, ta cheio de revelações kkkk, espero que gostem, aproeitem :3

Capítulo 27 - História de Terror


Fanfic / Fanfiction Talvez eu sinta algo a mais (SaiDa) - Capítulo 27 - História de Terror

<P.O.V MINA>

 

Não conseguia esquecer aquele beijo, ele foi tão natural, impulsivo e espontâneo que senti que precisava sempre daquilo, precisava de Chaeyoung ali pra sempre, eu a levava pelo gelo com os olhos sobre os seus, ríamos muito de cada escorregão, até eu estava caindo de vez em quando:

 

-Viu? Até eu caio- Falei em meio á risos

 

-É mas uma coisa é você cair, outra sou eu cair

 

Passamos mais algum tempo ali até que nos cansamos e resolvemos ir embora, comer na verdade, porque não sou obrigada à sair e não comer:

 

-Chaeng, vamos comer sushi?

 

-Á essa hora?

 

-Sim, toda hora é hora de comer

 

Ela riu e nós fomos á um sushi ali perto, pedimos e ainda pedi ketchup pra botar no arroz:

 

-Você ainda tem essa mania de colocar ketchup em tudo?

 

-Óbvio, e não é mania, é seleção natural, os mais espertos sobrevivem.

 

-Quer dizer que eu vou morrer por não botar ketchup em tudo?

 

-Talvez, ou você pode começar agora.

 

-Eu não, você e suas nojeiras- Ela falou rindo

 

-Nojeira não, seleção natural, mais respeito por favor

 

Rimos e Chae balançou a cabeça, logo ela tirou o sorriso do rosto e perguntou mexendo na comida:

 

-Então...como foi sua conversa com a Tzuyu?

 

-Ah...sim, eu perdoei ela e reconheci o arrependimento dela...ela até chorou

 

-Vish, cuidado, Tzu tem o lado atriz

 

-Não, eu tenho certeza de que eram lágrimas sinceras, eu sei que ela errou, mas ela é uma pessoa, merece mais uma chance, Sana Unnie me ensinou isso quando éramos menores...até hoje não esqueci e continuo exercendo.

 

-Cuidado pra não ser confundida com trouxa.

 

-Eu tenho consciência do que eu sou, se as pessoas pensam isso, problema delas, não sou eu que vou viver julgando ninguém.

 

-Foi muito bonito de sua parte perdoar Tzuyu, eu ainda não tenho essa maturidade toda, eu só sai de la quase correndo.

 

-Eu pretendo continuar falando com ela, e quero que nós três sejamos de boas, ok?

 

-Tudo bem.

 

<P.O.V SANA>

 

Já eram umas sete horas da noite, estava esperando o Mark na sala com a Dahyun:

 

-Unniieee- Falou Dahyun se jogando em meu colo

 

-Oque é?

 

-Eu quero atençaaao.

 

-Jesus

 

-Ué, meus últimos minutos se atenção

 

-Últimos? Como assim?

 

-Quando o Mark chegar eu vou perder a atenção- Ela falou se levantando

 

-Dahyun você tá com ciúmes?-Perguntei rindo e vi a agonia da mesma

 

-Eu? Eu com ciúmes? Óbvio que não eu só...to com...ciúmes- Ela falou fazendo bico

 

-haha, boba, não precisa ter ciúmes, minha atenção é toda pra você 

 

Ela sorriu e deitou em meu colo, poucos segundos depois a campainha tocou e Dahyun continuou lá:

 

-Não vai subir?- Perguntei meio confusa

 

-Não, se ele fizer algo com você eu to aqui.

 

Sorri e fui abrir a porta:

 

-Oi

 

-Oi, entra.

 

Mark colocava a mala ao seu lado e tirava o casaco da cintura, quando ele e Dahyun, que estava sentada com pernas de índio no sofá, se olharam:

 

-Mark...

 

-Dahyun...

 

-Vamos lá... não briguem, vocês não são mais crianças, Mark aqui o sofá que você bem conhece, tem lençóis no armário da sala e...

 

-Eu conheço sua casa, passei três anos vindo aqui- Ele falou e eu olhei para Dahyun que estava na minha frente, ela estava balançando o pé freneticamente, se controlando pra não voar nele.

 

-É...eu sei, Dahyun você pode subir por enquanto?

 

Ela saiu irritada batendo o pé e subiu sem falar nada:

 

-Não faça essas provocações pelo amor de Deus.

 

-Eu não falei nada demais, só verdades.

 

-Ok, vou lá pra cima, tchau

 

Quando eu fui saindo ele me puxou pelo braço e olhou para meu pescoço, parecia estar observando algo:

 

-Isso aqui é um chupão?

 

Me toquei que não tinha passado maquiagem e tive que falar:

 

-Sim, mas não é da sua conta também 

 

-Quem te deu?

 

Aproveitei a situação, dei meu melhor sorriso ironico e falei:

 

-Foi a Dahyun

 

Ele fechou a boca com força e me soltou, me virei e subi sem falar nada.

 

<P.O.V DAHYUN>

 

Eu subi para o quarto com muita raiva do que aquele imbecil tinha falado, o pior é que ele fala só pra me provocar, tenho medo de algo acontecer, por um breve momento tive medo de perder Sana, mesmo com tudo que ela me disse antes.

 

Ela entrou no quarto e eu cruzei os braços fechando minha cara:

 

-Tudo bem?

 

-Oque você acha?

 

-Que está tudo bem- Ela riu e eu a encarei com cara de bunda

 

-Você acha isso?

 

-Não, olha...

 

-Se ele ficar me provocando eu vou embora até ele ir também 

 

-Ei ei, pera ai, tá me ameaçando? Não quero você um dia longe de mim.

 

-É mas parece que você está gostando das provocações porque não faz nada.

 

-Tudo que ruim direcionado à você eu acho ruim, você só está estressada, vamos dormir

 

Descruzei meus braços e os abri, ela entrou no abraço e eu falei:

 

-Ele já nos atrapalhou demais, estou de saco cheio disso, não quero te perder por mais nada nem por mais ninguém...entendeu?

 

-Entendi, e não vai, ok?

 

-Ok

 

Levantei minha cabeça pra lhe dar um beijo mas alguém bateu na porta:

 

-Sanaa

 

-Oq foi?

 

-Oque tem pra comer?

 

-Você não disse que já sabia se virar?

 

-Assim que você trata as visitas? Nossa

 

-Ta ta, já já vou aí fazer algo pra nós comermos, agora desce.

 

-Reencarnação da delicadeza essa menina meu Deus- Ele falou e ouvi seus passos descendo as escadas

 

-Podemos continuar?- Perguntei sorrindo

 

Ela não disse nada e apenas me beijou:

 

-Vou lá fazer o nosso jantar, vamos?- Ela falou e eu concordei

 

Descemos e Mark estava no sofá mexendo no celular, eu tinha pensado comigo mesma e...mesmo depois de tudo que aconteceu, eu não queria o tratar mal, e sim see muito boa pra mostrar oque ele perdeu, vingativa? Talvez, mas eu queria que ele e Dahyun se desses bem, sei que isso nunca vai acontecer completamente, mas queria que eles...crescessem e se odiassem como adultos, queria que algo acontecesse para os aproximar.

 

Eu fazia a comida e Dahyun estava na sala com ele, tudo estava silencioso, até que ele resolve falar:

 

-Seus tapas doem sabia?

 

-Sério? Que bom que sentiu

 

-Pois é, minha cara ficou toda inchada depois daquele dia.

 

Ela só riu, me fazendo rir baixo na cozinha e pensar "meu deus pra onde essa conversa vai"

 

-Minha mão também ficou inchada, que sirva de lição pra você não falar nem fazer mais aquilo.

 

-Eu sei, me arrependo de tudo que eu fiz, fui muito imaturo, estava tão atordoado que fiz por impulso- Eu ouvi aquilo e arregalei meus olhos, logo falei meio nervosa:

 

-É...o...o jantar ta pronto, v-venham rápido- Os dois vieram, na verdade acho que eu era a mais incomodada ali, não estava me entendendo, mas ok, cada um com suas paranoias, até que os dois começaram a conversar como se fossem amigos e eu quieta sem entender nada:

 

-Então Dahyun, fala mais de você- Ele pediu

 

-Ah sim...vou aproveitar pra contar uma coisa que me deixou muito feliz, eu tenho um irmão mais velho que não o vejo à uns três anos porque se mudou para o Canadá, e depois de amanhã ele vai voltar para a coreia, estou muito feliz

 

-Poxa que bom, estou feliz por você- ele falou se levantado para colocar os pratos na pia.

 

-Obrigada

 

Terminamos de comer, Dahyun subiu e Mark foi se arrumar para dormir, eu o puxei pelo braço e falei baixo pra que Dahyu não ouvisse:

 

-Oque foi isso Tuan?

 

-Isso oque?

 

-À uma hora atrás você estava provocando a Dahyun e agora está falando como se fosse super íntimo dela...que?

 

-Sim...oque tem?

 

-Mark se isso for mais algum joguinho seu pra prejudicar minha vida e a da Dahyun eu vou...

 

-Meu Deus se acalma, eu não sou mais assim, só queria me aproximar da garota, só isso, nem isso eu posso fazer agora?

 

O olhei com cara de bosta, subi para o quarto e fiz a mesma pergunta para a Dahyun:

 

-Tofu...oque foi aquilo? 

 

-Oque?

 

-Você e o Mark se dando bem...

 

-Ah...é que eu pensei: "a Sana quer que eu me dê bem com o garoto, vou dar uma chance pra não decepciona-lá"

 

-Hum...vou acreditar, mas enfim- me sentei na cama de frente pra ela- Que irmão é esse que você nunca me falou?

 

-Ah...sim- Ela falou desanimada e mudou a expressão feliz do rosto para uma triste.

 

-Ué...você não estava tão animada pra ver ele?

 

-Estava, e estou, mas não podia falar mais que aquilo na frente do Mark.

 

-Pode falar pra mim se quiser...

 

-Eu quero, por favor escute e não...fique louca

 

Medo? Talvez, sim

 

-Bom, eu tenho um irmão três anos mais velho que eu era muito apegada, ele era meu herói...meu guarda, me ajudava em tudo e me defendia de todos, mas então nós crescemos e ele começou a se relacionar com pessoas erradas, ele começou a beber muito e a todo momento, um dia eu e meu pai estavamos na sala vendo TV e ele só se despediu e falou que ia para uma festa e não voltava naquele dia e que não deviamos nos preocupar, meu pai que já não aguentava discutir com meu irmão, por medo até, por ele ser maior e mais forte, apenas deixou, mas a minha mãe chegou depois de uma hora e ficou louca atrás dele, brigou com meu pai por deixar ele ir e eu estava assustada com aquilo, mamãe não queria que nada de ruim acontecesse com ele, não queria mais que bebesse nem falasse com aquelas pessoas, ela ligou muitas vezes para o celular dele mas depois de um tempo o ouvimos na casa, eu fui com minha mãe no quarto dele e vimos o celular lá, ele não havia levado, até que minha mãe percebeu que a gaveta do criado mudo que ele sempre deixada trancada estava aberta e resolveu olhar, ela ficou pálida quando viu todas aquelas drogas, eu não entendia muito bem oque era, mas pela reação da minha mãe com certeza era algo sério, ela correu chorando pela casa e falou para meu pai, foi a primeira vez que o vi chorando, ele amava muito meu irmão e não acreditou naquilo, num impulso, minha mãe pegou as chaves do carro e foi para o local da festa, ela olhou de longe para ele e o puxou para fora, começou a gritar com ele chorando muito, ele estava muito bêbado, drogado e alterado- Ela começou a chorar- e...ele deu um soco muito forte nela, ela caiu no chão, bateu a cabeça e...faleceu- Ela chorava mais ainda, eu estava horrorizada, à abracei e senti suas lágrimas caindo- eu odeio falar sobre isso

 

-Não precisa mais falar se não quiser...

 

-Não...vou continuar, você deve saber...

 

-Tudo bem

 

-Bom...Eu recebi a notícia na manhã do dia seguinte, lembro até hoje do meu pai me abraçando e falando que ia ficar tudo bem, ele soluçava de tanto chorar, meu irmão entrou em casa nesse momento, parecia estar sóbrio, meu pai imediatamente me soltou e pulou em meu irmão, começou a o bater muito e muito, batia e gritava que ele era um assassino, meu irmão conseguiu o segurar, não estava entendendo nada, até que meu pai falou que ele era um assassino que tinha matado a própria mãe, ele estava tão chocado com aquilo, não acreditava no que tinha feito, depois minha vida nunca foi a mesma, meu irmão entrou em uma depressão profunda e seu vício em álcool só piorou, meu pai o expulsou de casa e ele ficava perambulando por aí, de vez em quando eu o via e dava comida, ele me abraçava forte, como se não quisesse que eu fosse embora, aquilo me doía muito, apesar de ter feito coisas ruins, eu o amava muito, convenci meu pai à manda-lo para algum psiquiatra, assim ele foi pro Canadá se tratar, não sei como ele está hoje, por isso estou empolgada pra o ver.

 

-Dahyun... É muito lindo da sua parte mostrar amor por alguém que te fez mal, além de trazer essa história, obrigada por confiar em mim...eu espero que seu irmão esteja tratado e vocês continuem se amando como antes, esse encontro vai significar bastante pra você, além disso, eu quero o conhecer- Falei rindo e ela riu também

 

-Ok, vou trazê-lo

 

 

Deitamos e tentamos dormir, ela dormiu rápido por ter chorado muito, eu ainda tentava processar tudo aquilo, pensei tanto que acabei dormindo, estava feliz por ela reencontrar seu irmão porém com medo, aquilo é um terror na vida de qualquer um.

 

 

Enfim

 

 

Vamos esperar e ver no que dá...

 

 

 


Notas Finais


História da Dahyun é cabulosa...
Espero que tenham gostado, esse cap foi mais uma ponte mas mesmo assim aconteceu muita coisa, o próximo vai ser muito bom, prometo :)
Bjs gnt, até a próxima ❤️


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