História Talvez Não (Imagine Taehyung) - Capítulo 22


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jungkook, Suga, V
Tags Colegas, Colegas De Quarto, Hetero, Imagine, Imagine Bts, Imagine Taehyung, Imagine V, Kim Taehyung, Taehyung, Vizinhos
Exibições 234
Palavras 1.098
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Annyeong haseyo!

Gente....

Eu to viciada em Pacify her


MEU DEUS! ME COME!

Ta, parei

Boa leitura!

Capítulo 22 - Hyuna


POV's Taehyung


Eu estendo a mão e pego a dela novamente e puxo-a de volta para mim.


— Eu estava sorrindo porque eu gosto de segurar a sua mão.


Puxa sua mão para trás.


— Eu sei. É por isso que eu não quero que você segure.


Cassete.


Ela não vai ganhar essa.


Eu estendo a mão por todo o banco novamente, desviando o carro no processo.


(S/N) tenta enfiar a mão em baixo das suas pernas para que eu não possa alcançá-la, então eu puxo o pulso no lugar.


Solto o volante estendo as duas mãos agora, dirigindo com meu joelho.


— Dê-me a sua mão. — eu digo com os dentes cerrados. — Eu quero segurar sua maldita mão. 


Eu tenho que pegar o volante para orientar-nos de volta para a nossa pista.


Uma vez que já não estamos em perigo de bater, eu piso no freio enquanto puxo para o lado da estrada. Eu coloco o carro em park e tranco as portas para que ela não possa correr. Eu sei como ela funciona.


Eu me inclino sobre o assento e desdobro a mão dela que está contra o peito.


Agarro-lhe o pulso com as duas mãos e puxo para mim.


Ainda está tentando resistir, puxando sua mão, então eu solto e olho diretamente nos seus olhos.


— Me. Dê. Sua. Mão.


Não tenho certeza se apenas a assustei um pouco, mas ela relaxa e me permite pegar o seu pulso. 


Coloco o pulso dela na minha mão esquerda e mantenho a minha mão direita na sua frente. 


— Espalhe os dedos.


Faz um punho em vez disso. Abro seu punho, em seguida, forço nossos dedos a se entrelaçarem.


Eu a odeio por ser tão resistente. 


Ela está me irritando pra caralho. Tudo o que eu quero fazer é segurar a porra da mão dela e ela está criando um grande caso por causa disso.


Estamos fazendo tudo de trás para frente nesta relação.


Casais devem começar a sair de mãos dadas e ir a encontros.


Nós não.


Começamos com briga, terminamos transando, contudo, aparentemente, não chegamos ao ponto em que podemos dar as mãos.


Se as coisas continuarem nesse ritmo, provavelmente vamos morar juntos antes mesmo de ir ao nosso primeiro encontro.


Eu aperto a mão até que eu sei que ela não pode se afastar de mim.


Volto para o meu lugar e coloco o carro na marcha drive com a mão esquerda e, em seguida, volto com calma para a estrada.


Nós dirigimos os próximos vários quilômetros em silêncio, e ocasionalmente ela tenta aliviar a mão da minha, mas cada vez que ela faz isso eu aperto um pouco mais forte e fico ainda mais agitado com ela.


Vai segurar a minha maldita mão, querendo ou não.


Nós paramos em um sinal vermelho e a falta de movimento do lado de fora do carro, a falta de conversa dentro do carro muda o humor tremendamente, engrossando o ar com a tensão e.... riso?


Ela está rindo de mim.


Adivinhe.


Eu inclino minha cabeça lentamente em sua direção, dando-lhe um olhar de soslaio. 


A mesma está cobrindo a boca com a mão livre, tentando não rir, mas ela está.


Está rindo tanto que seu corpo está tremendo.


Eu não tenho ideia o que ela acha tão engraçado, mas eu não vou rir com ela.


E tanto quanto eu quero virar as costas e dar um soco no volante, eu não consigo parar de observá-la.


Eu assisto a forma que as lágrimas acumulam nos cantos dos olhos dela, e eu a vejo erguer o peito quando tenta recuperar o fôlego.


Observo-a lamber os lábios enquanto ela tenta para de rir tanto.


Vejo-a passar a mão livre pelo cabelo, conforme suspira, saindo do seu ataque de riso.


Finalmente olha para mim não está rindo mais, mas o resíduo ainda está lá.


O sorriso ainda está na sua boca e as bochechas ainda estão com uma sombra mais rosada do que o normal, e seu rímel está manchado nos cantos dos olhos. 


Balança a cabeça, mantendo o foco em mim.


— Você é louco, Taehyung — ela ri novamente, mas apenas por um segundo. O fato de que eu não esteja rindo está deixando-a desconfortável.


— Por que eu sou louco?


— Porque. — ela fala. — Quem faz aquela grande cena para segurar a mão de alguém?


Eu não movo um músculo.


— Você faz, (S/N)


O sorriso sai lentamente do rosto dela, porque ela sabe que estou certo.


Sabe que foi ela que fez um grande negócio por causa das mãos dadas


Era eu quem queria mostrar a ela como era fácil.


Ambos olhamos para as nossas mãos enquanto eu lentamente tiro meus dedos da mão dela e solto.


O sinal fica verde quando eu agarro o volante e aperto o acelerador.


— Com certeza você sabe como fazer um cara se sentir como merda, (S/N)


Eu volto toda a minha atenção para a estrada e descanso meu cotovelo esquerdo na janela.


Cubro minha boca com a mão, cerrando o maxilar por causa do estresse.


Fazemos isso por mais três quarteirões.


Três quarteirões são tudo o que preciso para ela fazer a coisa mais amável que já fez por mim desde o momento em que a conheci.


Ela alcança o volante e pega a minha mão


Puxa para o seu colo e desliza os dedos entre os meus.


Não para por aí, no entanto.


Sua mão direita desliza por cima da minha e a acaricia.


Ela acaricia meus dedos e a parte superior da minha mão e meu pulso e de volta para os meus dedos.


Olha pela janela o tempo todo, mas eu posso senti-la.


Eu posso senti-la falando comigo, me segurando e fazendo amor comigo, tudo com o movimento das suas mãos.


E eu sorrio todo o caminho para a casa da minha irmã.


• • •


— Ela é mais velha ou mais nova que você? —(S/N) pergunta quando eu desligo a ignição.


— Dez anos mais velha.


Nós dois saímos do carro e começamos a caminhar em direção à casa.


Não lhe pedi para vir comigo, mas o fato de que ela não esperou no carro é a prova de que outro muro foi derrubado entre nós.


Eu subo os degraus, mas antes de bater na porta, viro e a encaro.


— Como você quer que eu a apresente? — eu pergunto. — Companheira de quarto? Amiga? Namorada?


Ela olha para longe e encolhe os ombros.


— Eu não me importo, realmente. Só não deixe isso estranho.


Eu sorrio e bato na porta.


Ouço imediatamente pequenos passos e gritos e coisas caindo e merda, eu esqueço o quão louco é aqui.


Provavelmente deveria ter avisado para ela.


A porta se abre e meu sobrinho, Jimin, salta para cima e para baixo.


— Tio Taehyung. — ele grita, batendo palmas.


Abro a porta de tela, coloco o pacote que a minha mãe mandou para a minha irmã no chão e imediatamente levanto Jimin


— Onde está a sua mãe?




Notas Finais


Aparição do Jimin

*soltei a bomba e sai*


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