História Talvez um dia... - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Proibido, Incesto, Irmãos
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Palavras 1.578
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Hentai, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 3 - Just another day


Acordei, nesse belo sábado. As aulas já tinham começado havia uma semana. Sorri por pensar que uma semana já havia se passado. 

E que era hora

             De

                     Aproveitar

                                             O

Final de semana.

Levantei-me de um pulo da cama e fui em direção do banheiro do meu quarto.

Após fazer minha higiene, saí do banheiro ainda de pijama e fui em direção às porta do quarto. Abro ela é distraído, saio do meu quarto e dou de cara como alguém. Tipo, literalmente. Acabamos dando uma cabeçada um no outro só percebi quem era pelo barulho de irmã caindo (só Deus sabe como) e pelo "ai" que ela deu.

-Ai, caralho Leo- ela disse estressada.- tá cego?

Respondi algo muito inteligente do tipo:

-Ai minha testa!

-Ai, aí. Você não muda

-Não mesmo, majestade.

-Muda, garotinho e vê se cresce. Agora vem tomar café. Nossos pais saíram, só voltam semana que vem...

-Querem aproveitar sem nós.

-... e vão em um casamento.

-Sei não, hah.

-Deixa de pensar merda, Leo!

-Não tem como. Quem vai em um casamento e demora uma semana para voltar?

-Sei lá. Agora vem.

-Ok, mamãe.

-Cala a boca, Leonardo di Angelo Ferreira. Você tem mesmo que encher o saco de uma pobre garota indefesa? Vai fazer outra coisa.

-Ok elevado ao quadrad...

Sou interrompido pois minha irmã coloca sua mão sobre minha boca. Minha primeira intenção com aquilo foi o de sempre:

Morder os dedos da irmã!

Dou uma mordida mas ela consegue tirar a mão a tempo. Saio correndo atrás dela. Descemos as escadas ainda comigo correndo atrás de Thalia como um desembestado. Passamos pela cozinha e damos uma volta na mesa redonda que lá se encontra com pães e bolos. Pego um biscoito água e sal e jogo em minha irmã, que vira irritada com fogo nos olhos. Antes que eu pudesse me virar para EU fugir dela, acabo caindo, levando eu, minha irmã e o biscoito que se prendeu em seu cabelo emaranhado. Ela nunca se dá o trabalho de se pentear. Fica até bem sexyDIGOdiferente

Caí sobre minha irmã que ficou assustada com tudo aquilo fiquei em cima dela até perceber nossa posição. 

Sorte que uma daquelas amigas de Thalia não estava ali, acho que a Bianca. Ela ia com uma câmera a todo lugar. Com certeza, conhecendo sua me te pervertida, ela ia postar em site pornô.

Levanto rapidamente, e vejo minha irmã corar. Virei o rosto instantaneamente, que estava com certeza parecendo um pimentão. Daqueles bem vermelhos.

Antes que pudesse explicar, rir, correr ou fazer uma piada, levei um tapa no rosto.

Sério. Vocês tinham que ver o cruzado de direita dessa "garota indefesa".

Analisando a situação, eu bem que merecia um tapa mesmo. Ela saiu dali berrando coisas que eu nem entendi. só prestei atenção em seu cabelo loiro-mel esvoaçando.

Lindo, por sinal...

Dei um tapa no rosto pra ver se acordo. Ela é minha irmã, e está certa: eu penso muita merda.

Merda tipo, pra caralho.

                        **

Estou ouvindo música no meu quarto. Nem lembro o nome dessa merda depressiva. Nem presto atenção, pois ainda estou puta com aquela peste bulbônica que carinhosamente chamo de merda. Ou irmão. O suficiente pra querer quebrar a porra da televisão. Dumbledore morrer no fim também não ajuda. Preciso relaxar.

Perfeito!

Álcool.

Não estava afim de pegar as cervejas do meu pai. Liguei para Bianca, pois Ana está viajando.

Aquela vadia em aprendizado vai faltar a porra da segunda semana de aula inteira. 

Combinamos de nos encontrar na boate nova que inaugurou semana passada.

Íamos nos encontrar na festa às oito da noite. Já eram seis e meia. Me levantei e tomei um lento e delicioso banho. Começo a pensar debaixo do chuveiro sobre como a semana foi relativamente bem para alguém do segundo ano.

A declarada sala com mais putaria da escola. Basicamente, no segundo e terceiro ano, eu e Leo pagamos de vela para praticamente a porra dos relacionamentos de todo mundo.

É uma viadagem sem limite.

Terminei meu banho, e procurava uma roupa quando comecei uma conversa com um extraterrestre.

"Tô saindo"

"Vai se fuder, eu não sou sua mãe"

"Também te amo, Thalia"

"Vai pro inferno."

Após esta adorável conversa, acabei de me arrumar.

Eu me vesti com um vestido branco curto e provocante bordado com imagens de corujas, a'la Edwiges. Ou Atena. É. Eu leio pra caralho. Sou potterhead, semideusa, do feudo de Araluen, caçadora de Ártemis e o caralha quatro.

E essa é a única coisa que eu tenho em comum com meu irmão, com exceção dos olhos. Não consigo definir eles bem até hoje. Às vezes é verde, outras azul-mar. Eu lembro de quando era menor e tínhamos que escrever nossa aparência, sei lá o porque dessa porra.

Eu não sabia qual era a cor exata, então coloquei vermelho. Eu tava a desgraça de uma empousa, puta que pariu. Fora isso, não tenho mais nada em comum com aquele Leonardo di Cabra. Adorava chamar ele assim. Leonardo DiCaprio é o caralho, ele é cabra. Ele era muito vaidoso. Ele se vangloriava muito. Não àtoa, ele é gostoso pra caralho.

O que eu estou pensando? Ele é meu irmão? Apesar de não ser mentira.

Agora, voltando ao assunto:

Eu estava também de salto alto preto. "Alto" é falar demais. Aquela merda não devia ter nem dois centímetros. Ainda odiei. Eu realmente ESTAVAcom o salto, pois troquei por um par de sapatos prateados que eram bem mais confortáveis. Eu não fiz maquiagem. Nunca faço, e não iria começar naquele dia. Fui em direção às porta, onde tinha um bilhete na maçaneta:

"Mamãe".

Era referente à conversa aos berros que tivemos onde eu disse que não era a mãe dele. E eu realmente não sou. Resolvi  deixar uma resposta. Peguei uma caneta e escrevi:

Mamãe está puta com você. 

Deixei só o "mamãe" e escrevi o resto.

Desenhei também escrito: "para Leonardo di..." Desenhei uma cabra no final.

"Ele vai adorar isso"  foi o que a parte mais filha da puta do meu subconsciente pensou.

                         *

Cheguei na boate às oito e quinze. Ali estava a minha amiguinha querida, Bianca, com sua câmera que vai direto ao xVideos.

- Oi, Bi... - Comecei.

- BI É O CARALHO TÁ ATRASADA VADIA!

- Alegre como sempre. Ou bêbada

-BÊBADA É O CARALHO TÁ ATR...

Interrompi ela com minha mão. Não foi um tapa, embora tenha dado vontade. Tampei sua boca, e pelas experiências desse dia (Leo) sabe que dentes podem resolver.

Felizmente, minha amiga do meu coração não era inteligente o suficiente para saber disso. Logo destampei sua boca e ouvi ela murmurar um "filha da puta".

Entrei logo na boate. Não pediram identidade nem porra nenhuma, então mesmo tendo 16 anos, pude entrar.

Chegando fiquei boquiaberta com o tamanho do local. De fora engana, mas de dentro é imenso. Fui logo em direção ao bar, e pedi uma caipirinha. o barman franziu o cenho ao me ver, mas deve ter pensado "se ela entrou, é maior de idade". 

Logo quando recebi minha bebida, Bianca chegou acompanhada de alguém.

Era um garoto que com um pouco de dificuldade pela escuridão, reconheci como Luis. É da sala de Leo e fica se esfregando em Bianca sempre que estão juntos. É foda ser vela.

- Vejo que já encontrou sua cola. - Disse irônica. - Sua grudenta.

- Há, há. Passa um vinho, garçom. Cara, amo Open Bar.

- Depois disso, me ignorou e começou a beijar Luis.

Já fiquei estressada daquilo e fui até o outro lado da balada onde fiquei um tempo, até ver o outro garoto amigo de Leo, o....

Foda-se, esqueci o nome. O outro

Que estava na pista de dança com sua namorada (bais o beedos) Ana.

Cara, até com minhas amigas, uma que eu não sabia que estava aqui na balada sou vela. Vela, uma de namoro assumido. Outra de uma coisa mais física. E eu, nem pra ficar em uma amizade colorida... E que nem amigos eu tenho, fora aqueles quatro lá... Só de pensar nisso dou uma risada sem humor.

- Puta merda, eu tô fudida nessa vida. - pensei meio alto.

Olhei para os lados e vi um cara olhando para mim. Ele disse algo para um amigo e veio em minha direção. Ele não era nada atraente (leia-se, "ele era feio"). Ele estava com um terno verde limão, gravata rosa e uma calça jeans escura surrada. Alguém, ou ele mesmo, tinha vomitado na roupa dele, deixando mancha grande que em grande parte se localizava em grande parte no seu terno, é uma parte na sua calça. Usava sapatos AllStars e usava brincos. Tinha pele clara e era careca. Usava uma corrente no pescoço —como a que eu uso e esqueci de contar— o que lhe dava no total a nota =Palhaço (a) punk bêbado (a). Características: é só ver alguém, modéstia à parte, bonito (a) que evolúi a cadela no Cio. Se assemelha a Duda perto de Harry. Até o quinto livro. Não para de encher o saco.

Eu definitivamente não queria nada com ele, e minha mente de Q.I 105 trabalhava a mil para descobrir uma maneira de dispensar ele sem mandá-lo para a puta que pariu. 

Enfim, ele chegou perto o suficiente para sentir o cheiro de bêbado com vômito e ele disse:

- E aí, gata? Tá afim de sair daqui e ir para um local mais reservado?

Eu senti vontade de rir é chamá-lo de filho do caralho cafajeste cara de pau.

- Olhe, cara. Eu... - comecei, mas fui interrompido.

- Olhe, se eu fosse você, ficava longe dessa garota. Ela me passou sífilis.

Meu coração pulou ao ouvir essa voz já conhecida. 

- Hmmm... O que é sífilis?

-vlvÉ uma doença que faz seus braços e pernas caírem.

O homem palhaço pensou um instante e disse:

- Ih, moça. Desculpe aí...

E deu as costas em busca da próxima coitada.

Me virei e vi meu salvador.


- Oi, Leo.




Notas Finais


Desculpem pela demora e foda-se
Não quero gastar tempo demais digitando isso.


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