História Tamed - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Aries, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Virgo
Tags Colegial, Fairy Tail, Nalu, Romance
Visualizações 421
Palavras 2.442
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Olá... Bom, boa leitura e perdoem os erros.

Não estou muito bem hoje e estou sem o que falar. Enfim, não se esqueçam das opiniões para me inspirar <3

Capítulo 16 - Aprendendo a amar - Parte 1


Fanfic / Fanfiction Tamed - Capítulo 16 - Aprendendo a amar - Parte 1

Tudo será como antes?

A única e perturbante pergunta, me perseguia, depois da conversa com Lisanna. Bom, mesmo esclarecendo algumas coisas, não sabia ao certo como reagir diante daqueles que me afrontavam antes. Lucy se parecia da mesma forma, pois as vezes, mesmo com a professora explicando coisas importantes, ela se virava para mim e sorria um tanto aliviada, e certamente, era por ter contado parte da verdade a albina.

Aparentemente, estava tudo bem. Quando olhava em direção aos mesmos, eles retribuíam as vezes com um sorriso triste ou um aceno de mão. E, para não parecer muito rude, lhes retribuía de uma forma gentil, mostrando a calmaria e o que realmente sentia naquele momento.

Falta deles.

— Bom, alunos — A professora de português, pronunciava calmamente à frente da turma toda — Irei passar um trabalho em dupla, já que Makarov ordenou que vocês começassem a se ajudar mais.

— Poderemos escolher as duplas?

— Eu quero fazer com o Sting-Kun...

— Eu irei fazer com ele! ...

Murmúrios irritantes!

Totalmente entediado, toquei nos ombros macios de Lucy e comecei a massageá-los calmamente com a minhas mãos. Ela parecia gostar, mas logo se virou um pouco negativa e sorriu como se já entendesse o recado. Iríamos fazer juntos.

— Calma, calma... eu ainda não terminei de falar — A velhote repreendeu todos ali, inclusive eu — Irei sortear as duplas por números de suas chamadas.

E naquele exato momento, uma vaia alta surgiu em meio a sala. Ótimo! Iria cair com alguém aleatório e.... espera?! Lucy também iria fazer com alguém diferente. Torcia para que não caísse com o Sting ou o Rogue — que me parecia um pouco calmo desde que chegou, o que será que está tramando? — Se não, iria acontecer sérios desastres ali.

— Merda... — Murmurei, olhando fixamente para as belas pérolas castanhas de minha amada — Você não vai fazer comigo...

Ela revira os olhos, sorri, e depois pronuncia calmamente:

— Pare de ser dramático, é apenas um trabalho.

— É, mas você pode fazer com ou...

— Senhor, Dragneel — E novamente, fui barrado pela professora. A olhei com tédio e a mesma se manteve firme — Preste a atenção! — Assenti com a cabeça, esperando-a prosseguir — O trabalho será feito em duas etapas, a escrita e a teórica. Isso incluirá uma parte histórica e teatro ao mesmo tempo.

— Como será feito isso?

— Bom, vocês irão recolher algumas informações com suas famílias, fazer um relatório e depois concluir formando um enredo e uma história, que será feito um teatro em seguida. Ficará a escolha como irão fazer o tipo de gênero, ou seja, romance, terror, aventura... enfim, tudo — Concluiu, se sentando em sua cadeira e abrindo o que me parecia um enorme caderno com os nossos números — Numero trinta e dois; número quarenta.

Que numero eu sou mesmo?

— Natsu Dragneel, junto a Lisanna Strauss.

— É?! — Levantei-me um pouco aliviado e olhei para a albina que sorria simpática. Depois, me sentei de volta e esperei a professora continuar.

— Número dezesseis; número quarenta e cinco. Lucy Heartfilia, junto ao aluno novo, Sting Eucliffe.

Eu não podia estar escutando direito. O Sting com a minha loira? Isso só podia ser brincadeira do destino. Esse filho da puta não perdia tempo e ganhou mais uma presa para a sua caçada.

***

— Só pode ser brincadeira... — Murmurei indignado.

Estava saindo rumo ao portão principal, e ao meu lado, Lucy fitava o chão, segurando a alça de sua bolsa lateral.

— Pare, Dragneel.

— Dragneel? Olha, já mudou até suas atitudes diante do seu verdadeiro amor.

— Você é muito exagerado — Me encarou de relance — Não temos nada, e você fica alimentando essas esperanças toscas — Estalou a língua.

Essa garota só pode ser bipolar, porque não é possível isso minha gente...

— Eu estou alimentando? E aquele papo de que se eu te conquistar, poderemos namorar de verdade? Já desistiu? — Fazia perguntas sem parar, ainda não conformado com suas atitudes.

— E é verdade, mas se você não confia “no seu taco”, não posso fazer nada a respeito — Fez aspas com os dedos, caminhando a frente e me deixando ainda mais indignado à trás.

Você vai ver o que vou fazer com o meu taco!

Cerrei os punhos fortemente, começando a marchar em passos pesados até chegar na loirinha desafiadora. Quem essa doida pensa que é? Primeiro se faz de desentendida que precisa de amigos e minha ajuda, em seguida vem me iludir, e agora, depois que o Eucliffe chegou, vive me menosprezando. Tudo bem que sua mãe estaria partindo naquele dia — e eu fiquei muito triste por ela — mas, por que não deixar esse orgulho de lado?

Quando estava para pegar em seus braços, senti uma mão pousando fortemente no meu ombro direito. Quando menos esperei, já estava deitado sobre o chão e todos me olhavam espantados.

— Mas o que...

— Seu maldito! ... — Uma voz demoníaca, irritada e bem conhecida pronunciou ao canto. Virei minha cabeça com um pouco de dificuldade, e quando choquei meus olhos no dono, meu corpo gelou por completo — Vocês dois vão pagar!

— E-Erza, por favor... pare! — Gray gritava feito uma garotinha.

Ele estava preso pelo colarinho, na mãe esquerda da ruiva. Parecia desesperado, e não era para menos.

— O que? Vocês não gostam de briga? Vamos, briguem comigo!

— E-Erza, não foi nossa intenção — Levantei-me rapidamente, com as mãos abanando freneticamente — Eu e o nudista só estávamos brincando — Soltei uma gargalhada nervosa.

— Calem essas malditas bocas! — Gritou, se aproximando e praticamente arrastando Gray. Quando se chegou em mim, ela colocou o garoto em minha frente e nos fez nos fitarmos assustados — Vamos resolver isso de uma vez! Não quero ver ninguém brigando aqui!

— N-Não estávamos brigando...

— Já falei para se calar! — Mandou um cascudo forte em minha cabeça e sério, aquilo doeu mais do que não sei o que — Peçam desculpas!

— Ok, ok — O nudista levantou as mãos em forma de rendição. Logo, respirou fundo, começando a abrir sua maldita boca — Eu fui um idiota...

— Você é um idiota — O repreendi rapidamente.

Senti outro cascudo me atingir. Apenas me calei, para espera-lo continuar.

— Não devia ter batido em você sem ao menos escutar a parte da Lucy... — Parou, e enviou os seus olhos para outro lugar.

Fiz o mesmo, procurando algo que me interessasse — Lucy — mas, não à encontrei.

Estranho...

— Enfim, cerejeira, desculpas?

— Desculpo sim — Respondi, ainda com os meus olhos em outro lugar — Foi mal, também. Agora, tenho que ir — Olhei para ambos que pareciam um tanto entediados com minhas respostas — O que?

— Você só vai falar isso? — A ruiva arqueou as sobrancelhas, cruzando os braços.

— Eu sou um idiota e deveria ter contado a verdade — Revirei os olhos — Mas, tenho que resolver uma coisa bem séria....

Me soltei das mãos da diabete e sai apressado dali, seguindo diretamente para o portão. Onde raios, Lucy se meteu? Comecei a correr desesperadamente quando não á encontrei na rua. Mas ao virar a esquina, para minha grande surpresa, ela estava sentada na calçada e ao seu lado estava.... Rogue?

Muito cedo para comemorar!

— O que você está fazendo aqui? — Já cheguei perguntado, e pegando no braço esquerdo de Lucy para levanta-la.

— Dragneel? — A loira me olhou curiosa — Estava esperando-o quando, Rogue veio me fazer companhia.

— E aí, Natsu — Levantou-se, mandando um “v” com os dedos — Beleza?

— Vai se foder... — Estalei a língua, virando minha atenção para Lucy — Vamos embora... não fique perto desse idiota.

— Calma, isso lá é jeito de falar com as pessoas? — Ela arqueou as sobrancelhas, dando uma beliscada leve em meu braço — Me desculpe, Rogue, ele é um pouco exagerado...

— Tudo bem, estou acostumado com a rebeldia do meu antigo amigo.

Quem ele pensa que é? E por que ele e Lucy estou nessa simpatia toda? Ela não imagina o quanto ele é um podre!

— Vamos! — Suspirei um tanto irritado, e a puxai bruscamente para o outro lado da rua.

— O que você pensa que está fazendo?!

— Você não pode ficar perto desse cara!

— E por que não? Vai me dizer que também está com ciúmes dele? — Se exaltava — Me poupe, você é muito idiota!

E quando ouvi aquilo, foi como se travasse no automático. Sim, parei no meio da rua só por ela ter me chamado de idiota. Mesmo estando acostumado...

— Idiota? — Virei-me indignado para a mesma — Você me chama de idiota depois de tudo o que estou fazendo por você? Você não acha que está doendo dentro de mim por ter que passar por tudo isso e ainda sair como um mero idiota? — Se acolhia a cada passo que dava em sua direção — Eu só estou fazendo tudo isso para te proteger... pense garota e pare de achar que tudo está a seu favor!

Lucy parecia surpresa com as minhas palavras. O que poderia fazer? Estava preso e precisava sair... não aceitaria sair como um idiota depois de tudo o que fiz por ela. E, mesmo que gostasse muito da loira, não poderia deixa-la pisar dessa forma em minha pessoa.

— Hoje mais cedo... você falou que eu estava alimentando esse sentimento que sinto por você, mas você sabe o quanto dói quando te vejo triste e não posso fazer nada? Você ao menos imagina o quanto é complicado quando sorri e depois desfaz essa maravilha que preso tanto?

— Natsu... — Murmurou surpresa.

Depois de tudo o que lhe disse, ela apenas conseguiu pronunciar o meu nome. Isso foi um ponto final para me irritar e sair caminhando apressado na frente. Imaturo? Talvez..., mas isso realmente me machucava por dentro e não é só falando por ser um bom canceriano dramático, mas sim falando por ser um cara que se arrependeu muito do passado que o condena até hoje.

— E-Ei, me espera! — Senti sua voz ofegante me alcançar.

Quando olhei para o lado, ela já segurava apertado em meu braço direito. E, caminhamos assim o trajeto inteiro, parando só quando chegamos em casa, até que cada um foi para o seu devido rumo. Ela com certeza subiria para o meu quarto, enquanto eu apenas me joguei no sofá, cobrindo o meu rosto com uma almofada macia.

Conquista-la? Isso realmente compensa? Ela irá me perdoar algum dia.... ou irá continuar me odiando até conseguir destruir o meu coração por completo?

— Filho? — A voz de Grandine me despertou. Tirei aquilo que me impedia de ver o seu rosto, e então a encarei esperando o que viria em seguida — Está tudo bem? Geralmente quando chega, vai direto para a cozinha...

— Está sim — Rebati — É só uma dor de cabeça insuportável...

— Quer um remédio?

— Não tem remédio que cure isso, a não ser.... — Parei para pensar um pouco — O amor é uma droga! — Levei novamente a almofada em meu rosto, tampando bruscamente o mesmo.

— Entendi... o remédio deve ser isso — Retirei-o novamente e encarei a velhote, tendo uma grande surpresa. Lucy estava parada ao seu lado, com o seu rosto levemente ruborizado — Acho que irei deixá-los a só — Se retirou.

Não desviava minha atenção de seu belo rosto, e a loira fazia o mesmo, me encarando atentamente. Até que resolveu pronunciar:

— Me desculpe...

— Pelo o que? — Sentei-me no sofá.

— Por ter sido tão rude com você — Soltou a respiração, fazendo uma cara decepcionada consigo mesma — E-Eu estou confusa com tudo isso e não sei como reagir diante dos seus sentimentos...

— Reaja com o que sente aí dentro — Apontei o indicador em direção ao seu peito.

— Esse é o problema... nesse momento, só sinto tristeza e remorso...

— Nenhum outro sentimento?

— Ódio? Viu só, eu não sei amar e sou um monstro por isso! — Colocou as mãos sobre o rosto.

Não sabia como reagir também, mas uma coisa eu garanto, estava machucado.

— E, por que me deu esperanças?

— Achei que poderia me mostrar o que é amar — Sussurrou em um tom abafado — Por isso, pedi que me levasse ao clube e para que me pedisse em namoro. Quem sabe, namorando com você, eu aprendo a ama-lo.

— Fora de questão — Levantei um pouco triste, caminhando em sua direção. Quando cheguei, apoiei minhas mãos nas suas que estavam geladas, e as retirei calmamente de seu rosto — Eu não posso lhe forçar a fazer uma coisa que não quer... não é assim que o amor funciona.

A loira me encarava um tanto inquieta.

— Você pode me mostrar? Prometo que irei aprender.

— Lucy, já falei que não é assim que funciona — Sorri e suspirei — Não é uma simples aula de português que você decorará e depois irá se sair bem em uma prova. Isso é como andar de bicicleta, se cair, você tenta de novo e se machucar, sempre terá alguém para dar o beijinho da cura.

— Beijinho da cura? — Fez um biquinho fofo — Isso me parece muito confortante...

— Bom, ele fica ainda melhor quando você sente a muito tempo e pela mesma pessoa.

— Mas, vamos ao clube ainda? — Perguntou, esperando ansiosa por minha resposta.

A levaria de qualquer jeito, mesmo que não estivesse contente com os seus sentimentos, ainda a mostraria a maravilha daquele lugar.

— Levarei — Comemorou — Mas, isso só pode ser a noite...

— E, que tipo de roupa uso para essa ocasião?

— Certamente, você tem que usar biquínis em uma ocasião dessas — Levantei as sobrancelhas, sorrindo maliciosamente com o meu próprio comentário.

Que maravilha! Vê-la de traje de banho...

— Mas, está frio! — Me repreendeu indignada.

— Eu avisei que estaria...

— Tudo bem, eu irei... — Bufou, certamente rendida.

— Certo, agora vá deixar tudo pronto e depois nos vemos — Sorri, dando tapinhas fracos em seus ombros.

Ela não hesitou e saiu correndo para subir as escadas, mas antes, parou, e me olhou com um semblante animado.

— Você realmente... gosta de mim? — Desviou o olhar corada.

Me surpreendi com a pergunta. Ela sabia muito bem dos meus sentimentos em relação a mesma, e pouca coisa não era. Há cada dia que se passava, ficava mais e mais forte, tipo um Kame Ha dos mais fortes.

 — Lucy, você é umas das coisas mais importantes para mim. Eu estou disposto há qualquer coisa por você, e pare de ficar me perguntando que assim você me deixa sem jeito — Olhei em direção ao chão — Você sabe muito bem o que sinto por você, Baka!

— Fofo demais... Eca — Olhei novamente. Ela mostrou a língua em tom de deboche e depois subiu correndo, pedindo para que eu corresse atrás dela.

E era isso que me conquistava a cada dia mais. Uma criança, diabólica, e talvez seria um pouquinho pervertida? Não sei ao certo, mas logo iria descobrir.

***

— Ei, você está apertando minha bunda!

— Eu sei, só estava vendo se realmente era macia como imaginava(...)

— Minha... bunda?!

(...)

— Então, vocês pararam com essa putaria de não a aceitar conosco?

(...)

— Eu preciso que Lucy volte para a minha casa! Vocês a sequestraram!

— Eu não vou! Assassino!

(...)

— Eu não quero, Natsu... Ele matou minha mãe...


Notas Finais


Espero que tenham gostado... <3 Até logo.

O que acham que vai acontecer? prometo muita emoção e logo mais um hentaizinho <3


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