História Tamed - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Aries, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Grandine, Gray Fullbuster, Igneel, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Loki, Lucy Heartfilia, Makarov Dreyar, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Personagens Originais, Rogue Cheney, Sting Eucliffe, Virgo
Tags Colegial, Fairy Tail, Nalu, Romance
Visualizações 478
Palavras 2.847
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa noite meus amores! Bom, nada demais a declarar hoje, apenas que tenham uma boa leitura, deixem suas opiniões e perdoem os erros. <3

Capítulo 17 - Aprendendo a amar - Parte 2


Fanfic / Fanfiction Tamed - Capítulo 17 - Aprendendo a amar - Parte 2

Por um grande momento, a falta de minha cama veio à tona. Estava jogado no sofá da sala — que porra, era uma porcaria ficar de mal jeito — e no outro, a insolente de minha irmã brincava com o Happy, como se ele fosse uma boneca. Ela adicionava coisinhas infantis, tipo laços e roupinhas rosas para um gato macho.

— Quando ele for maior, vou ensina-lo a te arranhar. — pronunciei de forma rouca, colocando calmamente minha cabeça para baixo.

— Eu o ensino a matar antes.

— Você é uma garota insuportável, sabia?

— E você, um mal-amado. — Sorriu maliciosa — Ou acha que, Lucy, liga para você?

Levantei um pouquinho, lhe mostrando um sorriso esplendido em meus lábios.

— Bom, digo o mesmo do tal, Romeo.

Suas bochechas coraram, e seus olhos se dilataram. Minha mãe havia me contado uma pequena história de Wendy, que no caso, estava apaixonada por um garotinho de sua creche. Nessa idade, e já sofrendo.

— M-Maldito. — Colocou o gato de lado. Depois, se levantou apressadamente e subiu por cima de minha cintura, para começarmos uma briga digna — Eu vou te matar! — Grudou as mãozinhas fracas em meu pescoço.

Como um bom ator que sou, comecei a fingir um sufocamento falso. Seu rostinho vermelho me deixava ainda mais animado em irrita-la. Mesmo que tínhamos uma relação um tanto complicada, ainda a amava por ser minha irmã — por mais irritante, e insolente, as vezes até filha da mãe que era. Para não passar despercebido, levei minhas mãos até sua cinturinha, iniciando um ataque de cócegas no local, a fazendo se contorcer nos risos.

— Se renda, mostrinha!

— N-Nunca... aborto de seriema¹!

Agora passou dos limites!

Intensifiquei aquilo que a amedrontava, até que sua respiração falha me fez pausar calmamente. E, quando estava quase fazendo-a desistir, o barulho alto do meu celular ecoou pela sala.

Quem seria?

Estranhei, logo deixei a azulada de lado e atendi, sem ao menos olhar no visor quem era.

— Fala. — Disse com a minha calmaria diária.

— Natsu? — Escutei a voz de Lisanna do outro lado — A gentileza em pessoa, como sempre.

— Ah, oi, Lis.

— Tudo bem?

— Aparentemente e fisicamente sim.

— Bom, eu queria perguntar sobre o trabalho e se você... e a Lucy, vão fazer algo essa noite.

— Hum... sim, iremos sair essa noite. — Suspirei, lembrando que levaria a loira ao clube. Aliás, ela não havia descido para baixo em nenhum momento depois de nossa conversa, me perguntava o que estaria fazendo em meu quarto. — E sobre o trabalho, poderíamos ver melhor em outro dia?

— C-Claro, temos todo o tempo do mundo...

Não senti muita firmeza em sua voz.

— Está tudo bem?

— Sim, estou... E, hoje o pessoal queria sair, me pediram para convidar você.

— Eu até iria..., mas hoje é um dia importante para, Lucy. — Minha atenção foi tomada pela porta da sala se abrindo. Uma figura (infelizmente) bem parecida comigo surgiu, silabando um sorriso debochado nos lábios ao me ver — Enfim, nos falamos mais tarde. Beijo, Lis.

Era o maldito que não dava as caras há um tempo em casa!

— Papai? — Wendy perguntou atrás. Vi que correu em direção a ele e lhe deu um abraço apertado — Você sumiu...

— Como sabe, não moro mais aqui. — Se separou, a encarando cinicamente — Então, vim vê-los e matar a saudade.

Igneel conseguia me irritar só com sua boca aberta. Meus assuntos com ele não haviam se resolvido, e achei uma extrema idiotice aparecer no dia em que desligaram os aparelhos da mãe de Lucy, já que ele era o médico.

— Engraçado, nem percebi que você ficou uns dias fora. — Arqueei as sobrancelhas. Em seguida, me pus a sentar-me no sofá, para não fazer nenhuma burrada com ele ali, ainda mais quando a minha loira se encontrava em casa.

— Filhão! — Levantou os braços animado — Também senti sua falta.

— Vá se foder. — Fechei os olhos, encostando minha cabeça nas mãos.

— Que modos em falar com o seu pai.

— E, onde realmente está o meu pai? — Voltei a encara-lo com o maior nojo.

O seu sorriso de antes, desapareceu em segundos.

— Olha aqui seu moleque! — Gritou, empurrando a azulada que atrapalhava sua passagem.

Aquilo foi a gota d’agua para mim. Levantei rapidamente e fui de encontro com ele, chegando a dar um tapa forte em seu rosto velho. Depois de virar-se indignado, com a maior fúria em seus olhos, e agora com os punhos cerrados, ele devolveu em meu rosto, mas com um soco forte. Senti o local latejar de tão quente que fiquei.

E realmente, estava pegando fogo naquele maldito momento.

— Nii-San! Pare! — A pequena gritou ao fundo — Socorro!

Não era de levar desaforo, e com toda a raiva que sentia dele, retribui com um chute em sua perna direita. Sabia que lá, o maldito tinha aqueles famosos problemas de velhos. O mesmo se contorceu em dor, e não hesitou em me deferir um soco na barriga.

— Seu... filho da puta!

 Levei as mãos no local atingido. Por uma leve tontura, acabei caindo no chão, rolando de dor.

— O que está acontecendo? — A voz de Lucy, interrompeu o momento. Olhei com a maior dificuldade para o lado, e quando nossos olhares se trocaram, ela correu rapidamente em minha direção — Natsu! — Se abaixou ao meu lado, apoiando sua mão em minha cabeça.

— O que... ela está fazendo aqui? — Igneel indagou com a voz baixa — Tsc. Eu não sei porque vim para esse inferno! — Bateu os pés, começando a caminhar para a saída — Boa sorte, moleque irritante! E você também, loira sem mãe! — Concluiu, se retirando e batendo a porta na maior força que tinha.

***

— Você vai ficar bem mesmo? Quer deixar para outro dia?

A olhei com um sorriso debochado no rosto.

— Já pegou o seu biquíni? Porque eu que não vou deixar a minha noite acabar por causa de um idiota. — Levantei as sobrancelhas.

Passei a olhar para o meu celular, e o mesmo marcava oito horas da noite. Lucy que estava ao meu lado, segurava uma bolsa aparentemente cheia, com o seu semblante preocupado. Certamente, era porque o meu estado não era um dos melhores. Com o chute de Gray e do Igneel, acabaram-se o resto de minhas costelas doloridas.

— Você não tem jeito mesmo... — Negou com a cabeça.

Sorri abertamente. Minha animação era tanta, que nem cheguei a explicar para, Grandine o que tinha acontecido mais cedo. Queria de verdade, era mostrar a loira, a beleza encantadora daquele lugar, e talvez... poderia até acontecer o famoso: climão.

Mesmo que não tivesse muita experiência com sexo, confesso, quando era menor, para saber como era, resolvi pegar alguém experiente no assunto: minha prima, Cana. Ela foi um pouco brutal comigo, mas aquilo foi até irônico porque que garoto assim nunca desejou sua prima? E também, fingi ser Lucy no lugar dela.

— Vamos?

— Sim! — Pegou em meu braço esquerdo, e saímos rumo a fora.

A rua estava deserta como sempre, e o que deixava ainda mais “romântico” era aquele maravilhoso sol da meia noite² que pairava no céu estrelado. Caminhávamos em passos apressados, diria que por conta da surpresa, não conseguia conter um sorriso bobo em meu rosto. Mas, ele se desfez quando o mirei em direção a loira.

Ela está triste?

— Ah não, assim não vai dar. — Parei com ela ao meu lado. A mesma me olhou confusa. — Você vai ficar triste? Eu estou me esforçando...

— Não, não é com você. — Abaixou o olhar. — É que, acho que ficaria da mesma forma em saber que hoje é o velório de sua mãe.

Me surpreendi ao máximo. Por que ela não me falou antes? Imaginei que seria no outro dia ou nem haveria...

— P-Por que você não me falou? — Balbuciei tais palavras.

— Não havia necessidade... não quero mudar o rumo.

— Você tem certeza?

— Vamos continuar, Natsu. — Me olhou. Seus olhos estavam melindrosos e sua boca entreaberta meu deu uma enorme vontade de beija-la naquele momento. — Me mostre algo para me deixar feliz.

— Você gosta mesmo de mandar em mim... — Murmurei, fitando seus belos lábios.

Ela corou, e por instinto, eu também fiquei da mesma forma. Voltei a caminhar com ela, sem que percebesse, chegamos rapidamente nesse mesmo ritmo. O silencio era muito durante todo o trajeto, mas depois veio o muro que nos barrava de chegar ao clube.

— Você pula primeiro. — Fitava toda aquela extensão, que nem era tanto.

— Eu? Você é o cavaleiro.

— Mas, se não subir, não conseguirei de puxar lá de cima. — Cocei a nuca.

— Está insinuando que sou gorda, Dragneel. — Senti um beliscão em meu braço.

Comecei a gargalhar um pouco baixo, mas realmente, não queria lhe chamar de gorda e sim de gostosa.

— Vamos, eu a apoio. — Levei minhas mãos em sua cintura. Quando já estava subindo, coloquei as mãos em sua parte traseira, que era coberta por um short jeans bem justo. — Bem macio, hein.

Lucy se desiquilibrou, quase caindo, mas a segurei ainda com mais força.

— Ei, você está apertando minha bunda! — Gritou em um tom abafado.

Não dava para ver direito o seu rosto, porém, certamente tinha aquele rubor maravilhoso que sempre a dava.

— Eu sei, só estava vendo se realmente era macia como imaginava. — Sorri, apalpando ainda aquelas belezuras.

Meu sonho estava sendo realizado!

— Minha... bunda?! — Mandou um dos pés em meu rosto.

— Ai!

Com uma certa dificuldade, ela terminou de subir e logo já estava do outro lado. Como era experiente no assunto, pulei sem fazer muito esforço. Quando cheguei a olhar o local — maravilhoso como sempre — as luzes amarelas claras, já estavam acesas em volta da enorme piscina de azulejo azul escuro. A extensão enorme, fazia ser uma das mais belas visões do meu pobre bairro. Mesmo sendo um lugar público, o prefeito com certeza quis caprichar aqui.

— O que achou? — Sem muita pressa, comecei a tirar minha camisa preta.

— Isso.... É maravilhoso! — Dei um pulinho alegre. A fitei com um sorriso de canto, e depois dei sinal para que ela tirasse sua roupa — Certo... minha roupa, não é?

— Certamente. — Entortei a boca. — É uma piscina, temos que nadar. — Me pus a correr, e depois, dei um salto perfeito no ar, caindo diretamente naquela água fria e limpa.

Emergi rapidamente, a encarando com toda a felicidade do mundo. Vi que seus olhos estavam encantados, e que o seu receio de tirar a roupa em minha frente era muita. Insegurança? Talvez não desse para confiar em seu inimigo de infância.

— Quer que eu me vire? — Perguntei calmamente.

— N-Não, não quero que vire — Levou uma das mãos em sua regata branca.

Com calma, ela começou a levanta-la, como se estivesse fazendo um showzinho para mim. As primeiras visões de sua barriga já eram boas, mas quando tirou aquele pano e mostrou a parte de cima de seu biquíni e seus seios enormes, meu Kami, eu queria pular em cima dela e a atacar sem dó. Me mantive firme, encarando-a maravilhado. Depois, a loira começou a abaixar os seus shorts, deixando toda a visão de seu belo desenhado.

Vou me segurar para não cometer nenhum ato maldoso!

— Gostosa... — Foi impossível não deixar de sussurrar.

Imagino que ela não tenha escutado, pois começou a andar em minha direção com o maior cuidado. Me aproximei da borda, peguei em sua cintura, e a ajudei descer na água fria. Lucy fez uma careta quando entrou comigo.

— Fria... fria.

— Eu avisei... — Disse em voz baixa, olhando diretamente para a sua boca.

Sério, tentei me segurar ao máximo, mas era como se um imã me chamasse diretamente para lá. Sim, eu estava a beijando, sentindo o gosto doce de seus lábios, com todo o meu amor e carinho possível. Eu jurei para mim mesmo, se sua boca fosse um penhasco, não pensaria duas vezes em pular e arriscar toda a minha vida por ela. No começo a mesma parecia surpresa, e depois retribuiu com um pouco de dificuldade.

— Sempre... me pegando de surpresa... — Murmurou ofegante, após nos separarmos.

Sorri diante do seu comentário, e logo voltei a mordiscar o seu lábio inferior.

— Desculpas, é mais forte do que eu. — Meu tom era um pouco rouco e cansado.

— Coisas novas em sempre bom...

— Você parece disposta a se aventurar comigo. — Soltei sua cintura, e agora peguei em suas mãos para guia-la para o meio da piscina. — Está pronta?

— Né... você me prometeu uma vez que me mostraria o lado bom da vida.

— E mostrarei, mas saiba que nem tudo é um mar de rosas, Lucy.

— Eu sei disso. — Se aproximou ainda mais, e abraçou-me pelo pescoço. — Mas, estou começando a confiar em você. Que nem, você me deu o meu primeiro beijo, e agora, sei que beijar é muito bom.

— Poderíamos tentar quantas vezes quiser. — Pisquei um olho, a abraçando de volta.

— Pervertido.

— Eu? Se quer saber, Lucy, esse tempo tenho agido feito uma menininha. — Soltei uma breve gargalhada — Daquele tipo que se guarda para o verdadeiro amor.

Estava querendo dizer que, realmente tinha transado só com uma garota na vida, e foi para quando chegar a vez do meu verdadeiro amor, não fizesse burrada.

— Se eu não fosse tão ingênua, Dragneel, diria que essa frase teve dois sentidos. — Levantou as sobrancelhas.

Sim, teve.

— Não, não teve. — Sorri ainda mais ao mentir.

— Sei...

Tu é esperta mesmo, hein.

— É sério, loirinha.

Com aquele ar de climão, voltei a selar os nossos lábios. Aquela ideia de conquista-la era demais para mim. Além de ser gostosa para um caralho, ainda tinha uma personalidade que era louco para domar. Era profundo como nosso beijo se intensificava, e quando levei calmamente minhas mãos ao laço de seu biquíni na parte de trás, um barulho alto de passos me fez parar imediatamente.

— Natsu? — Uma luz de lanterna, ofuscou os nossos olhos. — É você, seu veado.

— Quem é?! — Não reconheci a voz, e quando tudo ficou ainda mais claro, pude ver o físico de um certo maldito ali. Gray... — Filho da mãe... o que tu tá fazendo aqui?

— Pelo jeito, estamos atrapalhando o casal aí — Outra voz maldita pronunciou.

Redfox....

Nesse momento, Lucy já não tinha onde se esconder, e agora se afastava calmamente do meu corpo.

— Atrapalhou mesmo, seus idiotas!

— Calma aí, rosinha. A turma toda está aqui.

Realmente, ao fundo, dava para se escutar risadas e pessoas se aproximando. Todos estavam ali, e pude distinguir que o lugar que iríamos visitar — se eu e Lucy tivéssemos saído com eles —, era a piscina pública.

— Tem alguém a.... Natsu? — Foi a vez de uma baixinha azulada se surpreender. Confirmei com a cabeça — E.... Lucy, oi! — Levantou a mão animadamente para a loira que retribuiu sorrindo.

— O Natsu está aqui?

— Oi, Lis. — Sorri envergonhado.

— Oi, rosinha. — Uma ruiva contente, agarrada em seu namorado azulado, pronunciou.

Sem mais delongas, eles pularam na piscina e aquilo virou uma festa total. Todos estavam animados e conversavam com Lucy numa boa, fazendo a mesma ter a todo momento, um sorriso lindo em seu belo rosto. Dentro da piscina, me aproximei dos garotos e ficamos ali em um canto, apenas observando.

— Então, vocês pararam com essa putaria de não a aceitar conosco? — Perguntei em tom debochado.

— Só se dividir o pão de cada dia, veado — O nudista sorria maliciosamente.

Mandei um cascudo lento em seu ombro direito.

— Vá se foder, Fullbuster. — Gargalhei, jogando um monte de água em seu rosto. — O que é meu, é só meu.

— A qual é, nem com o Gajeeruzinho aqui?

— Que veado, estou começando a achar que essa coca é Fanta. — Debochei para o outro também.

E nossa noite foi assim, voltamos a ser como antes. Era incrível como nos reconciliávamos tão rápido, e confesso que até admirava a amizade deles. Eles com certeza, confortaram o coraçãozinho da minha loira machucada e isso não poderia ter me deixado mais feliz.

Quando cheguei com Lucy em casa — vulgo três da manhã — minha mãe aguardava desesperada no sofá da sala. Ela falou que havia recebido uma ligação de Jude e que ele estava furioso, a ponto de nos denunciar por sequestro.

— Isso não é possível... — A loira sussurrava ao canto. — Eu vou ligar para ele.

Ela pegou o celular em seu bolso e discou o número de seu pai. Depois, colocou no viva-vos para escutarmos.

— Alo, Lucy!

— Pai? Que história é essa de sequestro? — Perguntou já impaciente.

— Você... você vai voltar amanhã mesmo para casa!

— Não, eu não vou!

— Ah vai! Se não, eu mesmo irei a buscar pelos cabelos!

Não me aguentei e tive que falar:

— Quero ver você ser homem o suficiente para fazer isso.

— Natsu Dragneel?! Você não sabe com quem está mexendo! — Ele gritou do outro lado — Eu preciso que Lucy volte para a minha casa! Vocês a sequestraram!

— Eu não vou! Assassino! — Lucy concluiu, encerrando a ligação em seguida.

Estávamos ferrados.

— O que vamos fazer? — A encarei um pouco desesperado, porque era de seu pai que estávamos falando.

— Eu não quero voltar. — Correu, me abraçando — Eu não quero, Natsu... Ele matou minha mãe...

***

No próximo capítulo.

— Você devia ter cuidado com essa maldita boca, Eucliffe.

(...)

— Dragneel, de novo por aqui? — O velhote perguntou. — Em que posso te ajudar?

— Eu quero participar do próximo jogo.

(...)

— Né... você está machucado, não pode jogar nessas condições.

— Tudo bem.... É por você.


Notas Finais


Espero que tenham gostado e aqui está o sumario das partes com números.

Siriema: Um pássaro bem estranho na minha opinião.
Sol da meia noite: É como costumo chamar essa lua de outono que é bem amarela.

Não esqueçam da opinião e o que acham que vai acontecer no próximo?


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