História Tantalise - Capítulo 11


Escrita por: ~ e ~dragona

Postado
Categorias Alexandra Daddario, Magcon, Nash Grier
Personagens Nash Grier
Exibições 74
Palavras 2.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Me desculpem pela demora, aconteceu algumas coisas na minha família e isso bloqueia bastante minha criatividade :(

Capítulo 11 - Estou atrapalhando?


Rebecca POV

Abro meus olhos e Nash ainda dormia, minhas pernas estavam sobre ele e seus braço em volta da minha cintura, sorri ao ver que ele parecia um anjo dormindo. Só parecia.

—Me admirando? –Perguntou sorrindo e ainda de olhos fechados.

—Você não está dormindo, seu cretino! –Dou um tapa em seu ombro. Nash abre seu olhos e ri.

—Estava te olhando dormir. –Diz sorrindo.

—Muito bom admirar coisas bonitas, não é mesmo? –Me aproximei mais dele.

—Por isso você vive me admirando. –Ri pelo nariz.

—Luke também. –Nash bufou com minha resposta.

—Temos pra voltar pra clínica. –Falou e eu assenti com a cabeça.

Levantamo-nos e Nash falou que ia fazer nosso café. Enquanto isso tomei um banho e me arrumei, fui para cozinha e Nash estava somente com uma boxer vermelha, me sentei-me à mesa e ele se virou me lançando um sorriso lindo e eu não contive o meu também. Nash nos serviu e se sentou ao meu lado.

—Costuma trazer suas pacientes aqui também? –Pergunto comendo um pedaço da panqueca.

—Você é a primeira. –Respondeu dando de ombros.

—Quando chega os médicos novos? –Pergunto e ele revira os olhos.

—Hoje. Já te falei sobre isso. –Bufou e terminou de comer. –Vou me arrumar.

Assenti e ele saiu. Terminei de comer e esperei Nash sair do banheiro, escovei meus dentes e peguei minha bolsa.

—Vamos. –Falou e saímos da casa, descemos e entramos no carro. O caminho só não foi silencioso por conta da música que tocava no rádio. Nash estacionou e saímos do carro. –Nos vemos mais tarde, tenho que pegar umas coisas na minha sala e sair. –Beijou minha testa e foi para a ALA A. Suspirei e fui para o meu quarto, deixei a bolsa em um canto e fui até o quarto do Luke. Bati na porta cinco vezes e ele logo a abriu.

—Bom dia. –Falou com um sorriso lindo e eu entrei.

—Acordou de bom humor? –Perguntei sorrindo e me sentei na cama.

—Eu que devia lhe perguntar isso, está com um belo chupão no pescoço. –Falou se sentando ao meu lado e eu abaixei a cabeça. –A noite foi boa?

—Maravilhosa. –Me deitei. –Ele me levou pra casa dele.

—Uau. –Riu pelo nariz. –Vamos lá acordar o Michael. –Assenti e me levantei. Saímos do quarto e andamos mais um pouco, até chegar ao quarto do Michael e começarmos a bater igual dois desesperados.

—Porra. –Michael resmungou abrindo a porta.

—Bom dia, Clifford. –Luke diz bem humorado e adentrou no quarto.

—Clifford? –Ri e entrei no quarto.

—Senhor Clifford. –Nos corrigiu e eu gargalhei. –Belo chupão, Frocks. –Semicerrei meus olhos para ele.

—Tenho que passar uma base. –Resmunguei.

—Temos que me alimentar. –Michael diz abrindo a porta. Luke saiu me puxando para o corredor e nós descemos.

—O que vocês costumam fazer de bom por aqui? –Pergunto.

—Tocar. –Michael responde. –E cantar.

—Você canta? –Pergunto animada.

—Nós cantamos. –Michael respondeu sorrindo e olhando para Luke.

—Vocês dois? –Pergunto e Michael assente. –Eu quero ouvir vocês cantando!

—Não. –Luke responde e eu faço bico. –Bico não adianta comigo, Rebecca. –Revirou os olhos.

—Cantamos sim. –Michael respondeu e eu sorri satisfeita.

—Eu não vou cantar. –Luke insiste.

—Vai sim. –Agarro seu pescoço.

—Não irei. –insistiu e entramos na cantina.

—Por favor, Luke. –Faço birra e me sento.

—Depois. –Falou e eu sorri. –Você parece uma criança de dez anos. –Foi pegar seu café.

—Bom dia. –Cameron diz dando um beijo em minha bochecha e correndo para pegar seu café.

Fiquei batucando na mesa até os meninos voltarem.

—Hoje chega novos médicos. –Comento.

—Estou louco para ver as médicas. –Cameron diz malicioso.

—Quero é que entre médicos gatos. –Digo no mesmo tom.

—Nash te mata se olhar pra um. –Michael diz.

—Pelo o que eu saiba não tenho nada sério com o Nash. –Digo.

—Então por que deu ataque de ciúmes por causa da Ellen? –Luke perguntou.

—É outro caso, sou a única paciente que pode entrar naquela sala e atormentar a vida do Nash. –Respondo e ele revira os olhos.

—Ouvi dizer que também chegara mais pacientes. –Cameron diz.

—Mais pessoas para Rebecca tentar matar, que ótimo. –Luke zomba e eu empurro seu ombro. –E as suas vozes?

—Sumiram. –Suspirei.

—Você tem que fazer o que Nash pediu no começo. Dormir cedo, não comer certos alimentos depois das seis horas e tudo mais. –Cameron diz.

—Minha vida é uma atormentação. –Resmungo.

—A de todos nós. –Luke lança um sorriso fraco.

—Não sei quem é o pior nisso aqui. –Michael resmunga.

—Acabem logo me comer, quero ouvir vocês cantando. –Mudo o assunto.

—Vocês cantam? –Cameron perguntou, e Michael assentiu.

—Quer falar pro hospício todo não? –Luke indagou irritado.

—Espere até eu arranjar um microfone. –Sorri sarcástica e ele revirou os olhos.

—Ai quem te mata sou eu. –Michael diz, me fazendo rir.

—Vamos antes que eu me arrepende. –Luke diz se levantando. Rimos e o seguimos, até o quarto de Michael, eles puxaram os violões debaixo da cama e se sentaram na cama.

To know what it's like to Love somebody the way I Love you. –Luke começou a cantar e eu me surpreendi com sua voz doce.

To know what it's like to Love somebody the way I Love you. –Foi a vez de Michael cantar, sua voz também era tão bela. –To know how it feels to kill yourself with bad habits, to know what you want, know you'll never truly have it.

New York City, please go easy on me tonight. –Luke voltou a cantar. – New York City, please go easy on this heart of mine, cause I'm losing my lover to the arms of another. –Me encarou. –New York City, please go easy on me tonight…

Michael voltou a cantar e então eles seguiram a música. A voz deles eram tão... Surreais, maravilhosas e calmas.

—Satisfeita? –Luke perguntou quando terminou de cantar.

—A voz de vocês… - Comecei a dizer. –É maravilhosa.

—Obrigada, obrigada. –Michael diz se achando e eu ri.

—Realmente, vocês cantam muito. –Cameron os elogia.

—Quer um beijo também? –Michael brinca.

—Ele eu não sei, mas eu quero. –Brinco e Michael sorri, vindo em minha direção.

—OU. –Luke grita assim que Michael finge me beijar.

—Ciúmes, Hemmings? –Michael pergunta me prensando na parede, com suas mãos em minha cintura.

—Hahaha, tira a mão dela vai. –Luke diz vindo até nós.

—Achei que somente Nash iria ter ciúmes dela. –Cameron diz me fazendo rir. Passo meus braços em volta do pescoço do Michael e beijo seu maxilar.

—Acabou a brincadeira. –Luke puxou Michael, e nós caímos na gargalhada.

—O que foi em Luke? –Indago me sentando na cama.

—Grier não iria gostar. –Falou revirando os olhos.

—Então fez isso por ele? –Cameron indagou.

—Não! –Luke respondeu firme e eu arqueei a sobrancelha. –Quero dizer... Ah não fodem. –Rimos dele.

—Vem cá meu loirinho. –Digo o puxando para a cama, o abraçando.

—Não gosto de melosidade, sai. –Falou me fazendo rir.

—Vamos ver se chegou alguém. –Cameron falou já abrindo a porta. Saímos e Luke passou seus braços por cima de meus ombros, descemos e encontramos um grupo de jovens com Glenda. Paramos e os observamos de longe.

—Muitas loucas bonitas. –Michael comenta e eu ri fraco.

—Os meninos não saem por baixo. –Digo com um sorriso nos lábios e Luke me beliscou. –Ai seu cretino! –Ele deu de ombros e continuou olhando em volta do pátio.

Rose entrou as chaves para todos e os levou para a ALA B.

—Nash está aí? –Cameron perguntou para mim.

—Não sei, ele me deixou aqui e disse que teria que ir resolver alguma fora, mas não era aqui não. –Respondo e ele assente.

—Vamos dar uma volta, quem sabe achamos alguma novata louca e gata. –Cameron diz e arrasta Michael.

—Obrigada por nos chamar. –Grito e ele gargalha alto.

—Vamos lá pro meu quarto. –Luke diz me puxando com ele.

—Vai cantar pra mim? –Pergunto sorrindo e ele revirou os olhos. Fomos para seu quarto e eu me sentei na cama, Luke retirou um violão que estava debaixo da mesma e se sentou em minha frente. Dedilhou o violão e começou a cantar.

You look so beautiful, no one but me knows you're insane… –Ri fraco e abaixei a cabeça. –I feel so damn pathetic, my friends just don't get it, cause you've got me under oath, before you I was in a fucking rut, one day you are in the past, that night i ask you back, it started out just harmless fun, now you've got me thinking you are the one… –Ele continuou a cantar e de vez em quando fechava seus olhos. Terminou e eu bati palmas, o fazendo rir.

—Meu cantor! –Gritei e o abracei, colocando seu violão ao nosso lado.

—É uma composição minha. –Sorriu assim que nos separamos. –Bad Dreams.

—Adorei. –Sorri. –Pode compor uma para mim.

—Ah, pode deixar. –Riu.

—Não quero ficar aqui no quarto, vamos pro Jardim? –Peço me levantando e ele suspira. Pego o violão e saio correndo do quarto, paro assim que chego ao jardim e me jogo no chão.

—Você é patética. –Luke diz rindo e se jogando ao meu lado.

—E você gosta. –Jogo meus cabelos para trás.

—Você que pensa. –Riu pelo nariz.

—Então você não gosta de mim? –Faço bico.

—Não faz bico. –Luke semicerrou os olhos.

—Não resiste, é? –Pergunto com um sorriso divertido nos lábios.

—Para de falar baboseira. –Revirou os olhos.

—Você sabe que eu só falo verdades.

—Você diz idiota e eu digo Rebecca. –Falou e eu fechei a cara.

—Idiota é você. –Empurro seu ombro e ele gargalhou. –Agora canta pra mim. –Entrego o violão para o mesmo.

I used to believe, we were burnin' on the edge of somethin' beautiful, somethin' beautiful, sellin' a dream, smoke and mirrors, keep us waitin' on a miracle, on a miracle… –Continuou a cantar e o sorriso não saia dos meus lábios. Luke sorria de vez em sempre e fechava seus olhos. Terminou e sorrimos um para o outro.

—Estou atrapalhando? –Ouvi Nash e o encarei.

—Não. –Sorri.

—Achei que estaria estragando o clima entre vocês. –Cruzou os braços.

—Que clima? –Pergunto revirando os olhos.

—O que estava rolando entre nós. –Luke provocou e eu o encarei feio. –Estou brincando. –Largou o violão.

—Na minha sala em dez minutos. –Nash falou mandão e saiu. Segurei o riso e assim que ele se distanciou o bastante, soltei uma gargalhada junto ao Luke.

—Ele está muito bravo e eu não sei nem o porquê. –Digo.

—Ah eu sei. –Luke diz cessando o riso. –Ele deve estar querendo me matar.

—Acho melhor eu ir. –Me levanto. –Não suma. –Semicerrei meus olhos e ele assentiu sorrindo.

Fui em direção a ALA A, até que um ser humano me puxou pelo braço.

—Licença, eu cheguei hoje e me mandaram para a sala do Doutor Jack Gilinsky, poderia me levar até lá? –Um garoto de cabelos negros e olhos verdes falou.

—Ah claro, estou indo para perto da sala dele, vem comigo. –Tentei ser simpática e sai andando, adentrei na ALA A e subi correndo as escadas, e percebi que o garoto me seguia. Parei em frente a sala do Jack e sai entrando. –Oi meu bebê. –Digo assim que ele me abraça forte. –Mandaram esse novato para cá, ele estava perdido, então o trouxe. –Apontei para o menino atrás de mim. 

—Wesley Finn Tucker? –Jack perguntou e o garoto assentiu. –Ah claro, ok, Obrigada por trazê-lo Becca.

—Ai que apelido ridículo. –Fiz uma careta e os dois riram. –Melhor eu ir, Grier me chamou e pelo visto está muito bravo.

—Ele passou por mim não faz muito tempo, entrou na sala igual um furacão. –Jack falou e eu suspirei.

—Se ouvirem gritos ou barulho de coisas se quebrando, não liguem. –Digo e saio da sala. Vou até a sala do Nash e bato, ouço-o murmurar algo e entro, ele estava de braços cruzados e de cara fechada. –O que foi? –Me sentei. 


Notas Finais


Comentem baes
Por favor
Beijos e até o próximo capitulo!


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