História Tão Jovens - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Hora de Aventura
Personagens Marceline, Personagens Originais, Princesa Jujuba
Tags Bubbline, Drama, Hora De Aventura, Yuri
Exibições 97
Palavras 1.366
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 11 - Cruz


Fanfic / Fanfiction Tão Jovens - Capítulo 11 - Cruz

- Marcy aqui não é um lugar apropriado... Tá doida mulher?! 

Me colocou contra a parede depois de me beijar. Tinha câmeras de vigilância e eu não queria causar problemas pra Marceline.

- Ah Boni... Deixa de ser chata. - Além de passar a língua em meu lóbulo da orelha envolveu seus lábios nela me provocando.

- Não, para. - Falei rápido e a afastei de mim pelos ombros.

- Okaaay... Vamos pra casa. Vou fechar a loja. 

Fui esperá-la do lado de fora enquanto ela fechava tudo.

- Então, vamos? - Guardou as chaves no bolso.

- Por que você não devolve as chaves pro dono?

- Ah, essas? São só cópias. Tem outros dois funcionários que ficam pela parte da tarde e fica só eu a noite porque ele ainda não achou outra pessoa.

- Talvez eu me interesse pelo cargo. - Sorri pra ela.

- Não, nem pensar, aí seria um saco te aguentar em todo lugar que eu tô. - Ela riu me provocando.

- Idiota. - Fiquei aborrecida.

 

Meu coração acelerava a cada passo que eu dava, pois sabia que Marceline estava com desejo a flor da pele. Quando a porta foi trancada, eu não tive quase nem intervalo pra respirar, suas mãos logo estavam em minhas costas me acariciando, levantei meus braços para que ela tirasse minha blusa, ela voltou a me beijar e me põe na parede perto da porta.

Ah não, eu não deixaria barato, ela quase nos expôs no trabalho dela. Ponho-a dessa vez contra a parede e meus dedos percorreram de seu quadril para os botões de sua calça. Parecia o fim do mundo pra ela eu ter desabotoado um botãozinho de nada, mas ela ainda estava me beijando que nem louca e com mais força. Me incitava a avançar, sua calça abaixa, ela parou o beijo e empurra com seus pés sem desviar seus olhos da minha boca enquanto nossas respirações se misturavam a poucos centímetros de distância. Nossos pensamentos poderiam ser os mesmos. Com a testa encostada na minha, ela começa a sentir minhas primeiras provocações em sua parte íntima, eu me abaixo e ela permite que eu faça o que quiser, com a condição de que depois seria ela.

- Ahhhh Ju... - Ela respirava num ritmo fora do normal, assim que minha língua entrou ela vai ao delírio em segundos. - Mais Ju, mais...

Eu sei, não precisava torturá-la, não era essa a intenção. Só fui devagar mesmo porque vê-la de olhos fechados sentindo o prazer proporcionado por mim é a melhor visão que tenho.

Não resisto aos pedidos dela. Quanto mais movimentava minha língua sobre sua íntimidade, seus dedos apertavam meu cabelo, continuo sugando seu gozo enquanto ela  relaxa seus ombros e eu me levanto para logo em seguida ser atacada.

Me levou bruscamente até a cama. Ela aparentemente gostava de brincar, apertava meu seio ainda estando com o sutiã, ficou assim, me beijando e sua outra mão de forma habilidosa desabotoava meu short. Com seus dedos subindo e descendo, eu já não estava aguentando mais, queria que ela me tomasse de verdade. Minhas partes baixas já estava aquela altura em ebulição.

Eu não entendo... Ela realmente deve ter ficado brava por antes.

- Marcy, para de enrolar. - Seu nariz relava no meu, os olhos negros dela pareciam brilhar, ou eu teria um infarto, ou o melhor orgasmo que ela já me deu até hoje.

- Boni. Boni. Boni... Você ainda não sabe o que eu quero? - Seus dedos passaram a estar dentro da minha calcinha. Estavam parados, tenho certeza de que ela sentia o calor emanado naquela região, ela estava amando a minha aflição. - Eu quero aproveitar cada pedaço de você. 

Sua boca volta a me beijar em meu busto, ela desprende meu sutiã, e massageia, estando em seus toques, sua proteção e carinho eu ia de gemidos a manifestação de uma pessoa no ápice. Sou calada e contida, pela boca dela, enquanto ela deixava cada vez mais constante e rápido. Ela aparta o beijo e me observa, se admira com o que vê.

Minha mão se estende até sua nuca e ela sabe que eu já havia chegado lá. Ela concentrava agora sua energia em me encher de beijos.

- Marcy... Você vai dormir agora?

Era compreensível que ela sentisse sono depois de transar. Mas aí eu me sentia meio necessitada de ouvir a voz dela.

- Não... Eu posso te ouvir. - Ela me deu um selinho e se deitou ao meu lado.

- Eu tô com frio Marcy...

- Eu também.

Ela se levantou da cama e eu virei a cabeça para o outro lado porque ela ainda tava sem calcinha, vê-la parcialmente despida atiçaria a vontade de repetir tudo de novo. Quando ela volta pra cama ela já estava com roupas de baixo, uma camisa de banda e o controle do condionador de ar.

- Eu vou baixar. Pronto. - Ela jogou o controle pra debaixo da cama. Eu ri disso, Marceline sendo ela mesma.

- Você não vai tomar um banho não?

- Só vou se você for.

- E só vou se você também for.

- Ok, eu vou então.

- Tá bom, eu também vou. - Nós rimos da nossa conversa.

- Sério agora Jujuba... Você vai tomar banho comigo?

- Não, eu vou depois de você porque eu não sou besta.

- Ah... Que pena, eu tinha uma surpresa pra você.

- Como é que é?! - Fiquei confusa esperando que ela pudesse me esclarecer.

- Bom, você só ia saber no banho.

- Ai Marceline, eu já tô imaginando a burrice que você fez!

- Calma, você nem sabe como é.

- Quando foi que você fez isso? - Minha fala era lenta e repreensiva.

- Semana passada.

- Você devia ter me consultado. - Com o meu aborrecimento não adiantava dar beijinho que não ia passar.

- Não fiz muito por você, mas eu fiz por mim mesma.

- Você... Ainda lembra daquela conversa?

No mesmo instante tudo ficou límpido, eu não deveria ficar zangada com aquilo, só devia agradecer por ela ter seguido meu conselho. Não da forma que eu queria mas... Ela fez por ela mesma, ponto final.

- Unhum.

Aceitei ir tomar o banho com ela, prendemos nosso cabelo para não molhar e entramos intercedendo entre eu e ela debaixo do chuveiro, não tinha nada de sensual, era divertido estar fazendo as coisas com ela. Pra ela era tudo tão natural, mas a minha timidez ainda atrapalhava tudo e ela ria da vermelhidão em minhas bochechas.

- Ah Marcy... Eu não vi nada, você tava mentindo pra mim? - Ela me parou antes que eu colocasse minha blusa. 

- Você tava prestando atenção? - Fiquei constrangida em responder. Toma, usa essa.

- Eu não quero a sua camisa. - Estreitei os olhos.

- Não, pode ficar. - Ela insistiu. - Aceita e eu te mostro.

- Humpf... Tá bem. - Vesti a camisa que agora era minha. - Agora me deixa ver.

- Táaa. - Ela virou de costas e em sua nuca eu vi uma cruz.

- É bonita.

- Uau... Que empolgação Jujuba! - Ela riu e depois soltou o cabelo.

- É verdade, não entendo de tatuagens, mas essa eu acho bonita.

- Ju... Eu... obrigada! - Ela me abraçou repentinamente. Não sei o que deu nela.

Fomos nos deitar, ainda falávamos a respeito de tempo e espaço, teorias e coisas bizarras que ela compartilhava pra me meter medo. Não sei se um dia ela vai explicar o significado daquilo, eu sinto que quando estou com ela tem sempre algo novo pra aprender. Enquanto ela já dormia em volta dos meus braços fiquei acordada tentando encaixar o quebra-cabeça da razão de uma menina tão dócil ter se envolvido com alguém como a Lélis. 

A Marceline tem bastante conhecimento das coisas, bem mais do que eu, ela foi da menina nerdy até a versão rebelde de uma adolescente reprimida. Eu sinto medo de decepcioná-la.

- Ju... Eu preciso de... - Ela tem mania de falar enquanto dorme. - Você...

Passei minha mão em seu cabelo e nesse instante o sono me veio.



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