História Tão Jovens - Capítulo 16


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hora de Aventura
Personagens Marceline, Personagens Originais, Princesa Jujuba
Tags Bubbline, Drama, Hora De Aventura, Yuri
Exibições 80
Palavras 3.247
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Escolar, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Leia as notas finais, é importante.

Capítulo 16 - "No ar"


Fanfic / Fanfiction Tão Jovens - Capítulo 16 - "No ar"

- Mas olha isso!  - Flame chegou com tudo. - Ainda nem se arrumou, bonita?

- Você também não está arrumada Flame! - Devolvi no mesmo tom. - Eu vim me arrumar aqui, tu tem um arsenal de maquiagem eu vou usar um pouquinho.

- Um pouquinho?!

Marceline apenas observava curiosa. Flame já ia tirando a roupa mas eu a interrompo.

- Marcy.

- Jujuba!

Nós nos comunicamos através de olhares, era óbvio que nehuma de nós duas queríamos presenciar a cena de Flame tirando a roupa na nossa frente, mas ela não sabia do que estava acontecendo.

- Ah é a pirigótica amiga da Jujuba! - Agora que Flame havia prestado atenção em Marceline ali.

- Jujuba, bora ali um instantinho?

- Vocês tão cheia de segredinho... Eu não aguento isso.

Flame abaixou ssu vestido ficando só de roupa íntima e Marceline me puxou pra fora do meu quarto. Ficamos perto da porta conversando baixo.

- Ela é sempre assim? - Seu tom de voz era baixo, mas ela poderia se exaltar a qualquer momento.

- Marcy, eu já te falei que ela não curte, fica calma, mulher. 

- Não me pede pra ficar calma quando ela vai entrando e fazendo o que ela quer! - Ela surtou em baixa escala.

- É óbvio que nenhuma de nós quer ver ela pelada. - Eu ri da situação.

- Não importa quem seja, se gosta ou se não gosta, ninguém de nenhum gênero vai ficar nu perto de você.

- Eu sinto a mesma coisa Marcy, mas a diferença é que você é livre pra decidir se quer ir ou não.

- Como é que é?! - Franziu a testa e achou um absurdo.

- Já ouviu falar de relacionamento aberto?

- Péra aí, isso não vai rolar, sem chance Bonibaka!

Eu gargalhei da sua cara de boba.

- Nossa, você caiu direitinho.

- Isso não tem graça. Para... - Ela ficou vermelha num confuso sentimento de raiva e vergonha.

- Acho que já deu tempo dela se arrumar. - Entramos no quarto. 

Marceline pegou sua mochila e pegou uma outra blusa reserva que tinha.

- Sério que você vai assim Marcy? - A confrontei.

- É a minha camisa preferida.

O nome da banda é Him e tinha o seu símbolo na estampa da camisa preta. Eu achava gay, mas fazer o quê? Era o gosto dela.

- É uma balada, não um cemitério. - Flame estava agora se maquiando.

Marceline de mordeu de raiva por dentro e ficava ao meu lado resmungando.

Escolhi um vestido rosa curto, que Marceline já babava e eu revirei os olhos porque tava muio na cara aquela "babação de ovo" que ela me fazia.

- Tá gata Bonizinha. - Marcy piscou pra mim e com muita naturalidade respondi obrigada.

Calcei um salto e já estava pronta após me maquiar levemente, porque não gostaria que Marcy pegasse no meu pé.

- Já? - Flame terminou de se maquiar e esperava por mim na porta.

Marcy calçou seus coturnos. Seu visual pra mim era caprichoso e lhe coube bem, calça preta de tecido groso, correntes no lado, cinto com bandeirinhas dos Estados Unidos, a blusa que não ia com a cara, uma maquiagem bem feita e lhe deixando parecer que era mesmo gótica. Eu amo até o jeito como ela passa o rímel. 

- Mulher da noite. - Falei em seu ouvido e só ela poderia saber, enquanto Flame ia entrando primeiro no carro.

- Ficha-rosa. - Ela devolveu e começamos a rir.

O motorista nos levou até aquela mesma boate em que tinhamos ido na última vez.

- Péra... Era aqui?

- Sim Marcy. - Respondi a ela que estava hesitando sair do carro.

- Mas foi aqui que eu vi a Lelis da última vez, se ela tiver aí...

- A gente veio aqui pra se divertir, ok? - Segurei em sua mão e saímos do carro.

Flame chamou muito mais atenção dos homens do que eu e Marceline juntas quando entramos e passamos pelo tumultuado de gente pra chegar até a área do bar.

Ela mal havia chegado e já beijava cinquenta caras diferentes. Marceline olhava pra ela rindo, não de uma forma quem acha graça, mas de maldade. Belisquei o braço dela e ela voltou sua atenção pra mim.

- Eu não vou com a cara da sua amiga.

- Nem ela muito com a sua.

- Qual é o plano agente?

- Que plano?

- O jeito que vai contar pra ela.

- Marcy, a gente tá numa festa... Cê acha que ela vai lembrar depois?

- Eu tô aqui não tô?

- Você é uma rara excesão da natureza. - Sorri singelamente.

Tocava uma música que me era bem reconhecida e descrevia bem a minha relação com Marceline.

 

"Eu tenho estado no ar, fora de mim

Presa em um momento de emoções que eu destruí
Isso é o fim que eu sinto?
No ar
Fod*** na vida
Todas as leis que eu quebrei
Amores que eu sacrifiquei
Esse é o fim?"

 

- Eu vou contar, ok? Mas por agora deixa ela... - Olhamos pra ela que já tava se insinuando pra outro homem. - Se divertir. 

- Vocês vão querer senhoritas? - O barman chega com gentileza nos servindo.

- Dry Martini pra mim.

- Eu vou querer cerveja.

- Não! - Além de Marceline até o barman se assustou com o meu "não". - Desculpe, traz pra ela apenas um energético.

- Okay.

- Tem certeza? - Marceline já tinha planos mirabolantes de me esgotar a paciência por hoje. - Eu fico ligada no 220 direto e você ainda é besta de pedir um energético. - Manteve seu olhar sobre o balcão. Seu tom cômico me preocupava. 

- Oi meninas, tão a fim de dançar? - Chegaram os mauricinhos da festa. Um era alto e forte, o outro parecia fazer cosplay de bambu. E tinham mais três de físico normal bem atrás desses dois, todos devidamente bem vestidos.

- Eu não tô a fim não. - Dispensei e Marceline nem se incomodou em olhar pra eles.

- E você morceguinha? Tá a fim de bater um papo?

- Eu vou chutar teu traseiro se não ralar peito daqui.

- O quê?

- É isso mesmo que você ouviu. - Agora ela estava invocada e olhando pra eles.

- Você não é tão perigosa assim. - O cara forte puxou Marceline pela cintura pra tentar um beijo, mas tudo que conseguiu foi um pisão no pé e uma joelhada nas partes baixas.

- Alguém ainda quer tentar?

Terminou dando uma cotovelada em suas costas quando ele se inclinava para frente sentindo as dores. Por fim caiu no chão e os seguranças vieram conversar conosco.

Os rapazes sairam dali afugentados pela agressividade de Marceline e o cara quando se levantou lançou um olhar raivoso pra ela indo embora.

 

"Eu colocarei minhas mãos em volta do seu pescoço

E as apertarei com amor, amor

Mil vezes eu tentei o destino
Mil vezes eu joguei esse jogo
Mil vezes eu tenho dito, hoje, HOJE!"

 

- Marcy você exagerou. - Estávamos dançando e nos entrosando. 

- Se eu não tivesse "exagerado" ele teria tocado em mim, falou muito perto ao meu ouvido eu senti sua boca molhada encostar. - O que você preferia?

- É, você tá certa.

- Flame! - Ela definitivamente não estava bem. Fomos até ela a pedido meu.

No fim, Marceline e eu nem aproveitamos tanto quanto deveríamos, porque aquilo não era nosso habitat, mas com certeza só foi legal ver que Marceline poderia se defender de qualquer um.

Pegamos um táxi pra voltar. Marceline me ajudou a levá-la até o quarto de hóspede, ela tava murmurando nomes masculinos e Marceline ria da cara dela. 

Voltamos pro meu quarto, na boa, só queria deitar e dormir porque eu tava exausta com toda aquela agitação, tirei meus saltos e quase sincronizadamente Marceline já tava tirando os seus coturnos. Ela ainda ficou zanzando pelo quarto enquanto eu me enrolava na toalha pra ir até o banheiro que não ficava muio distante do meu quarto.

- Você nem perguntou se eu iria tomar banho com você. - Marceline fez meu coração pular de susto quando entrou no banheiro trancando a porta.

- Achei que você não queria, sua porquinha. - A beijei calmamente.

- Eu ainda tô com cheiro ruim?

- Não... O energético deve ter melhorado. - Me separei dando espaço pra ela entrar primeiro na banheira.

- Marcy!

- Que é?

- Tira a droga da roupa... - Ela entrou de tudo que tinha dentro da banheira.

- Ah foi mal. - Não é que ela estava se sentindo mal por isso, mas ela apenas pediu desculpa por pedir. 

- Ai ai Marcy... - Tirei minha toalha e roupas íntimas pra me juntar a ela.

A água dava na altura de seu peito, sentei em seu colo e ela começou a me cobrir de beijos no pescoço, me tirando risadas porque fazia cócegas. 

- Você é estranha Marcy. 

- E finalmente saiu da sua boca!

- O que você quer dizer com isso?

- Todo mundo que me conhece me chama de estranha, é normal pra mim. Estranho é não ser chamada de estranha.

Com suas palavras eu refleti sobre o tipo de fase que ela deve ter passado. Eu nunca vou ser tão forte quanto ela é.

- Marcy... - Seus beijos pararam e pôs suas mãos juntas sobre meu ventre.

- Oi Ju.

- A gente pode ficar assim pra sempre?

- Numa banheira? Lógico... Eu ia adorar, imagina a gente colocando um volante e digirando a mil por hora por aí! Eu ia pra todo canto com ela, dormiria nela... Meu sonho de consumo.

- Ah é verdade, você não tem banheira. Mas não é essa a questão! - Fiquei subitamente vermelha. - Tô dizendo que... Eu gosto de você.

- Eu também gosto de você. - Senti sua respiração em minha pele, seu abraço em mim se apertou mais. 

- Não Marcy, eu quero dizer... Eu gosto de você de um jeito que eu não quero nunca que você me deixe.

- Você está dizendo que me ama? 

Hesitei em falar, porque com ela era delicado dizer coisas assim e ela quase sempre levava na brincadeira.

- Eu não tenho certeza. - Como eu sou covarde.

- Eu te amo Bonnibel Bubblegum. 

 

"Eu tenho estado no ar
Perdida na noite
Eu não trocaria nada por suas mentiras
Seu desejo por minha vida
Isso é o fim?"

- Você é preciosa pra mim, Ju. Eu nunca faço nada sem algum motivo.

Virei um pouco meu rosto e ela pôs sua mão em meu queixo pra me segurar caso eu desistisse de querê-la, mas isso nunca aconteceria. 

 

"Você foi o amor da minha vida

A escuridão, a luz
Isso é um retrato de um eu e você torturadas
Isso é o, isso é o, isso é o fim?"

 

Quando mais lhe beijava era insuportável pra mim estar naquela posição, ela deixou me apartar e também concluir meu banho.

- Do que você é feita Marcy? - Tava ofegante e plenamente excitada.

- Açucar, tempero e sazon.

- Por que sazon? - Esteitei os olhos.

- Sazon é o pacote do amor. - Gargalhou gostoso.

- É faz sentido.

Pegou uma toalhinha se esticando pra alcançá-la e colocou sabão líquido nela. Começou a esfregar minhas costas sem eu pedir por isso.

Marceline tirou suas roupas molhadas e as espremeu antes de colocar num canto jogado.

- Marcy!

- Amanhã eu pego.

Mesmo que só eu usasse aquele banheiro, achei desnecessário ela deixar daquele jeito.

- Como que você vem e não traz toalha?!

- Eu esqueci... - Ela ria na cara de pau.

- Tá bom, eu pego uma pra você. - Voltei pro meu quarto, me arrumei rápido e levei a toalha pra ela. 

Marcy tava irresistível pra mim só de toalha, veio atrás de mim e engoli o ar por conta do nervosismo que sentia dela me encarando quando entrou no quarto.

- Tem alguma coisa pra beber, Ju?

- Você quer o quê?

- Ah, sei lá... Traz um suco pra mim e pra você enquanto termino de me arrumar.

Ufa, ela não tava pensando em nada. Peguei uma caixa de suco de uva e dois copos, não sei se levasse só o suco ela confundiria com vinho, ela tava muito sedenta por alcool, acho que era pra suprir essa abstinência mesmo.

- Aqui Marceline. - Entreguei um copo cheio pra ela e depois enchi o meu. Ela me beijou quando estava com o copo na mão antes que eu fosse fechar a porta.

Por um segundo achei que o copo ia folgar em minha mão e deixaria-o cair, mas sustentei e assim que ela termina o beijo eu bebo meu suco super vermelha pelo acontecido.

- Agora que você experimentou, o que tem gosto melhor? Eu ou o suco?

Me engasguei com a pergunta e só tentei responder depois da recuperação.

- Olha... O suco ainda tá ganhando de você. Não quer melhorar esse resultado?

- Puxa... Achei mesmo que tinha ganhado de primeira. - Ela me beijou novamente trancando a porta atrás de mim. Colocamos os copos na minha penteadeira e fomos embriagadas por suco até a cama.

 

"Eu tenho estado no ar
Isto que sinto é o fim?
No ar
Em busca de um sonho tão real

Tenho estado confusa
(Envolverei minhas mãos ao redor do seu pescoço)
Isto que sinto é o fim?

No ar
Em busca de um sonho (em busca de um sonho)

Não tolere mais, não vou tolerar mais

Mil vezes tentei o destino (não tolere mais)
Mil vezes joguei com esse jogo (não tolere mais)
Mil vezes eu disse (não tolere mais)
Hoje, hoje, hoje...

Envolverei minhas mãos ao redor do seu pescoço
E as apertarei com amor, amor."

 

- Boni, você não sabe o quanto eu te quero.

Mordeu mais forte do que costumava minha pele. Em cada toque um arrepio, o deslize de seus dedos me faziam gemer e a sensação de prazer em meu corpo me preenchia. Quando ela finalmente chegasse lá em baixo eu não conseguiria me segurar.

Seus lábios encostaram em minha intimidade, nisso eu já me contorcia querendo ela em mim o mais urgentemente depressa, ela mordeu a parte interna da minha coxa e depois subiu me olhando de forma sedutora.

Ela se encaixou em cima do meu quadril e pressionava sua virília contra a minha, tão precisamente hábil.

- Mar... Cy ah! - Eu vou morrer com certeza depois disso.

- Boni, minha princesa, só relaxa. - Seus olhos se apertaram até completamente se fecharem. 

O seu queixo estava bem erguido, minhas mãos postas em sua barriga. Quando ela começou a se movimentar num vai e vem envolvente que de primeira já arrancou nossos gemidos, apoiou sua mão em meu ombro e a outra apertava minha coxa, eu não ligava se ela estava me ferindo com as suas unhas, o prazer proporcionado por ela era maior. Ela mordia seu lábio inferior e depois ficava boquiaberta quanto mais tempo nossos corpos se esquentavam um contra o outro. Depois disso, eu não vi nada, pois meus olhos se fechavam esperando que aquela sensação chegasse. Nossas intimidades úmidas o bastante pra deslizar uma sobre a outra com precisão e rapidez.

O quarto era lotado de suspiros e ruídos sugestivos de atos sexuais. Mais rápido do que eu podia acompanhar, senti minha intimidade estar mais úmida por causa dela, senti que ela estava gozando mais rápido do que eu, mas não foi ruim, ela ainda me satisfez até o fim e quando finalmente gozei ela veio sobre mim, seus peitos encostados com os meus me fazia sentir confortável, aconchegada.

- Boni. - Abracei suas costas e a apertava mais contra mim. tudo o que eu via era o teto e seu ombro em minha frente enquanto ela depositava beijos em meu pescoço, aquilo era muito bom, ela era carinhosa antes e depois.

- Marcy, você é incrível. - Ela se pôs ao meu lado e me cobria de carinhos. - Gatinho... - Digo com uma voz que pra mim era fofa, brincando com seu cabelo.

- GatinhA... - Ela corrige rindo. - Você tem que dizer isso toda vez? Quer dizer... Eu sei que sou incrível. - Se convenceu.

- Ih... Começou. - Revirei os olhos. - Não dá pra te elogiar nenhuma vez.

- Boni  eu sei que você não resiste aos meus encantos. - Pressionou seus lábios nos meus, ela não beijava de língua, apenas puxava e mordia meus lábios, me provocava como gosta de fazer quando quer que eu me renda.

- Tá... Você venceu.

Permiti que ela me explorasse, dominando naquele beijo, eu nunca poderia ganhar da Marceline, sua mão se arrastou de meu pescoço até a minha cintura, me trazendo pra perto, me tomando como dela de novo.

- Ora, ora... Onde viemos parar de novo? - Com o rosto próximo ao meu eu só tinha olhos pra aqueles olhos sombrios e negros que pareciam nunca se cansar de mim.

- Marcy, você não está cansada?

- Você não aguenta mais Ju? Que parceira mais fraquinha... - Envolvia em seus dedos uma mecha do meu cabelo.

- Amanhã a gente tem que acordar cedo.

- Estávamos num momento tão bom e você tem que lembrar disso, sua nerdy. - Apesar dela dizer isso, seu tom não tinha acusação, era dócil.

- Estamos quase chegando nas férias, vamos aproveitar melhor. - Meu sorriso a alegrou.

- Com aproveitar você quer dizer o quê? - Riso malicioso, voz extremamente sexy... Ela tava pensando coisas.

- Estudar é lógico, bobinha.

- Seeei. - Se deitou ao meu lado querendo puxar ronco. - Sabe o que significa... A cruz na minha nuca?

Me surpreendi ela ter puxado repentinamente esse assunto.

- Não Marcy... O quê?

- Amor... Luxúria... Fé... Sonhos. - Listava com seus dedos.

- Deve ser muito importante pra você.

- Sim, a primeira delas só pôde ser completada quando te conheci.

Estou me assustando com a velocidade que as coisas entre nós acontece. Tenho a impressão de que tudo que ela faz é pra ser marcado, até como se fosse a última vez que pudesse estar fazendo. Ela sempre aproveita até o último segundo quando está comigo.

- Dorme bem Ju. - Beijou minha testa, meus olhos se fechavam como se fosse a última vez que pudesse ter aquela visão.

 

Me senti perplexa ao acordar e não vê-la ao meu lado, procurei por todo canto da casa e não vi nem mesmo as roupas molhadas da noite anterior.

Sentei na minha cama e pensei em mandar uma mensagem que seja pra perguntar se ela tinha voltado pra casa. Em baixo do meu travesseiro estava meu celular e uma mensagem dela.

 

"Antes de te conecer era uma pessa infeliz.

Jujuba, você faz de mim uma pesoa melhor. Eu só queria lembrar daquela hora em que tudo aconteceu, você não entende o que está em mim.

Uma só vez eu não queria te ppedr isso. Estou onde ela nunca esteve.

Descupa, eu sou uma idiota completa, por estr fazendo isso, me doi tano.

Então por favor, não...

Me siga! 

Eu quero que você me deixe em paz."

 

Ela se contradiz muitas vezes... E esses erros de português então! Mesmo sendo a Marceline ela não faria nem que fosse, extremamente... Necessário.


Notas Finais


Foi só a primeira temporada.

Aqui está a segunda: https://spiritfanfics.com/historia/tao-jovens-2-lado-b-7204047



Thirty Seconds To Mars - Up In the Air.

Link: https://m.youtube.com/watch?v=y9uSyICrtow



Recomendações:

Fanfic: Nightingale's Eyes

Categorias Dragon Age

Link: https://spiritfanfics.com/historia/nightingales-eyes-6210053



Fanfic: House of Lies

Categorias: Orange Is the New Black

Link: https://spiritfanfics.com/historia/house-of-lies-5233602


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