História Tão perto, mas tão longe - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo
Personagens Annabeth Chase, Calipso, Jason Grace, Leo Valdez, Nico di Angelo, Percy Jackson, Will Solace
Tags Pernico
Exibições 217
Palavras 1.883
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Primeiramente, queria pedir desculpas pela demora, estou com a vida bem corrida, e a criatividade não está ajudando muito. Além disso, esse capítulo eu terminei fazendo mais curto do que deveria, caso contrário eu levaria meses para postar o próximo.

Capítulo 15 - Ops!


Nico

                -Não! – Will lamentou assim que perdeu.

                -Eu disse que você não tinha chances – Nico sorriu vitorioso.

                -Claro, você joga isso todos os dias – bufou e jogou o controle pro lado – Cansei.

                -E o que faremos agora? – perguntou.

                -Quero fofocar.

                -Sobre? – Nico arqueou uma das sobrancelhas.

                -Bem, agora que você acabou de se assumir, me diz os caras que você acha gato lá na sala.

                Nico esperava algo daquele tipo, mas mesmo assim corou.

                -Você sabe o tipo de cara que me atrai. Tem o Jason, o Percy.

                -O Percy!? – Will ficou espantado.

                -Sim. Qual o problema?

                -Pensei que você o odiasse.

                -Eu odeio ele, mas ele não deixa de ser bonito por conta, mas nunca teria nada com ele.

                -Mas aposto que transava com ele – disse Will com um olhar malicioso.

                -É. Toparia transar com ele uma noite. Já viu a bunda dele? Deve ser muito boa, adoraria comer ele.

                -Amigo, acho que é mais fácil ele te come, e por sinal, há boatos que ele é bem dotado.

                -Isso não me interessa – Nico cortou o amigo – Primeiro porque ele deve estar comendo a Annabeth e além disso, não ficaria submisso a ele. Adoraria colocar ele em uma posição bem submissa a mim.

                -Tipo de quatro?

                -É. Essa seria perfeita.

                O moreno ficou um tempo olhando para o nada, mas assim que virou o rosto para o amigo, viu que ele tinha um sorriso no rosto.

                -O que foi? – perguntou rispidamente.

                -Parece que você está ficando excitado com o Percy.

                O garoto encarou sua calça e percebeu que o volume estava visível e estava crescendo, pegou duas almofadas, uma para esconder o volume e outra para jogar no Will, que ria do amigo.

                -Você é um idiota.

                - E eu tenho culpa?

                -Claro que tem. Fica falando putaria e me fazendo imaginar coisas!

~*~

                Nico estava um pouco surpreso, mas ao mesmo tempo estava muito feliz. Os garotos continuavam a se beijar, Nico até pode escutar comentários do tipo “Eles estão namorando?”, “Percy é gay? Que desperdício” e até um “Eu não acredito que estou vendo isso”, mas resolveu não ligar para isso, por ele ficaria daquele jeito para sempre.

                Assim que se afastaram, Nico olhou para o lado e viu que tinha uma multidão em volta, o que fez com que ele ficasse um pouco constrangido.

                -Ei – Percy o chamou – Quer sair para tomar sorvete ou algo do tipo?

                -Cla... claro – gaguejou um pouco.

                Logo Percy estendeu a mão para Nico, que logo a pegou e os dois saíram de mãos dadas.

                -Nunca pensei que você faria isso – Nico falou.

                -É, nem eu- respondeu com um sorriso no rosto – mas estou muito feliz por ter feito.

                -Isso quer dizer que nós... – falou um pouco envergonhado.

                -Que nós estamos namorando?

                -É.

                -Não sei ao certo, mas posso resolver isso – ele deu um passo a frente do Nico e se ajoelhou na frente dele – Nico, quer namorar comigo?

                -É claro – falou em meio a risos – Agora se levante, parece que está me pedindo em casamento e as pessoas vão começar a olhar de novo.

                -Não era você que queria atenção?

                -Mas não tanta.

                Assim que compraram os sorvetes, os garotos foram caminhar no parque, para que pudessem conversar. Percy já havia terminado o sorvete, enquanto Nico ainda estava na metade, o maior andava com um sorriso bobo no rosto.

                -Você parece um idiota – brincou Nico.

                -Aposto que foi isso que te atraiu, e essa é uma das minha táticas de sedução.

                -Me pergunto como você pegava tanta mulher.

                -Não foram tantas – Percy parou e suspirou – Tem diversos boatos sobre mim que circulam pela escola, e a maior parte deles é mentira.

                -O de você ter transado com a Reyna no vestiário é verdade? – perguntou.

                -Não. Reyna é só minha amiga, nunca tive nada com ela – disse um pouco sem graça.

                -E o de você ter beijado a namorada do Jason?

                -Aquilo foi numa brincadeira de verdade ou consequência, e o Jason estava presente. E não foi um beijo, apenas um selinho que o Jason permitiu – destacou essa parte – Nunca teria nada com a namorada do meu melhor amigo.

                -É. As pessoas não só inventam boatos, mas também fazem questão de aumentar as histórias verdadeiras.

                -O típico telefone sem fio, a história vai aumentando de pessoa para pessoa.

                -Sabe, acho que temos muita coisa pra saber um do outro. Deveríamos fazer uma espécie de jogo algum dia, para sabermos das verdadeiras histórias.

                -É uma boa ideia – concordou.

                -Falando nisso, está preparado para conhecer meu pai? – Nico o encarou.

                -A..Agora? – gaguejou – Ele já sabe de você?

                -Soube hoje. Muito nervoso? – zombou da reação de Percy.

                -É que não tive uma boa experiência em conhecer a mãe da Annabeth, mas depois ela mudou de opinião sobre mim.

                -Como foi isso? – Nico perguntou curioso.

                -Bem...

[...]

                -Não precisa ficar nervoso – Annabeth tentava acalmar seu namorado – Minha mãe é tranquila, vai gostar de você.

                -Mas se eu fizer algo de errado? – engoliu em seco.

                -Vai dar tudo certo.

                Os garotos entraram, e para total surpresa de Percy, a casa parecia uma espécie de mausoléu. Havia muitos vasos, e outros artefatos antigos, que logo despertou uma certa curiosidade no garoto.

                -São bonitos, não é? – uma voz ecoou por trás.

                Percy se virou e logo viu uma mulher loira, com olhos acizentados que ele logo presumiu que era sua sogra Athena.

                -Percy, está é minha mãe.

                O garoto caminhou até a sua sogra, para cumprimenta-la, mas acidentalmente esbarrou em uma mesinha. Seu coração gelou, principalmente quando viu que um dos vasos estava prestes a cair, e para evitar o desastre, ele se jogou e o segurou.

                -Ufa – disse aliviado.

                -Não precisa se preocupar – sorriu – a maioria são apenas réplicas. Infelizmente não pude ter os originais – suspirou.

                O garoto se sentiu mais tranquilo, colocou o vaso na mesinha e se apoiou na mesma para recuperar o folego. Contudo, a mesa logo fez um barulho assim que Percy se apoiou nela e terminou por quebrar uma das pernas e derrubar junto o vaso que ele havia salvado.

                -Mas essa mesa era bem valiosa – disse entredentes.

                -Ops – falou o garoto – Acho que seria melhor eu voltar outro dia, não é?

                -É melhor mesmo – Athena tentou conter a sua raiva.

[...]

                - Você é muito desastrado mesmo – Nico zombou.

                -Só quando estou nervoso. Não sei bem o que é, mas fico sem saber o que fazer.

                -Veja o lado bom, não pode ser pior do que o que você fez com a mãe da Annabeth.

                -É. Nunca pensei por esse lado.

                -Então agora já podemos ir para minha casa.

                -Vamos a pé? - perguntou.

                -Claro que não. Você acha que eu iria namorar o menino mais rico do colégio para continuar andando a pé? Quero minha dar uma volta na minha Ferrari já – brincou.

                -Idiota – deu um leve empurrão no menor.

                -Acho que vou ter que arrumar um cara que consiga me dar um padrão de vida melhor.

                -Não sei se você se lembra bem, mas eu disse que não iria te largar mais nunca. Agora não tem mais escapatório – rebateu.

                -Jura? Isso é o que vamos ver – Nico saiu correndo.

                Aquilo soou como um desafio para Percy, e eram os desafios que mais motivavam o garoto. Ele não pensou duas vezes, e logo saiu em disparada atrás de Nico.

                Nico era bem rápido, porém não tinha a mesma resistência física do seu namorado, que era um atleta. E assim que o cansaço tomou conta do seu corpo, foi que Percy aproveitou para acelerar e derrubar Nico no chão.

                As mãos do menor estavam sendo seguradas contra o chão por Percy. Ele estava imobilizado, e estava gostando daquela situação.

                -Eu disse que você não escaparia de mim novamente – ficou encarando Nico e logo o beijou.

                -Você ganhou essa – respondeu.

                -Eu sempre estou no controle de tudo.

                -Eu que domino na relação.

                -Você que pensa- sorriu, e em seguida se levantou, e estendeu a mão para ajudar Nico – Vamos, está na hora de conhecer meu sogro.

[...]

                -Você está suando – Nico soltou a mão do seu namorado por um tempo e a secou em sua roupa – fica calmo.

                -Eu estou calmo – fingiu.

                -Então não quero ver quando você estiver nervoso – brincou.

                Os garotos entraram na casa e Nico gritou para que seu pai descesse, e não demorou muito para que um homem sério descesse com o seu roupão preto.

                -Olá Percy – disse Hades.

                -Como você conhece ele!? – Nico perguntou surpreso.

                -Ele veio aqui um dia perguntar onde era o endereço da sua irmã. Foi algo um tanto cômico, já que a distância era enorme.

                -Por que você está tão nervoso se já conhece meu pai? – Nico fuzilou Percy.

                -Agora a situação diferente, antes eu era só seu amigo – respondeu.

                -E agora você é? – Hades interrompeu.

                -Pai, esse idiota aqui é meu namorado – Nico respondeu.

                -Então isso era aquela urgência toda? – Hades estendeu a mão.

                -Exatamente – Percy sorriu e cumprimentou Hades.

                -Bem, pai, vou ficar jogando com o Percy, ele vai ficar pra jantar.

                -Sem problemas.

 [...]

                Após diversas partidas jogadas, e diversas partidas perdidas por Percy, os garotos pararam de jogar.

                -Você trapaceia muito – Percy resmungou.

                -Isso não é trapaça, apenas habilidade – falou Nico com soberba – o que posso fazer se você não tem?

                -Ainda vou ganhar de você – retrucou.

                -Então sugiro que treine bastante – zombou, mas logo viu que Percy estava com um sorriso no rosto – Por que desse sorriso?

                -Estou feliz por estar com você, e por não ter feito nenhuma besteira com o seu pai.

                -Não sei porque você se preocupa tanto com isso, você só fez besteira uma vez com a mãe da Annabeth.

                -É. Você tem razão – concordou.

                -Meninos, o jantar está na mesa – Hades gritou.

                A mesa estava cheia de comida, o que deixou Nico um tanto surpreso, principalmente por ter velas na mesa, o que era algo que Nico nunca tinha visto. Os meninos se sentaram na mesa e logo atacaram a comida.

                -Está uma delícia – falou Percy.

                -Muito obrigado – Hades falou com satisfação – Você tem que provar uma refeição feita pelo Nico.

                -Ele cozinha bem? – perguntou.

                -Muito. O único problema é fazer ele cozinhar – Hades encarou o filho.

                -Da muito trabalho ter que organizar tudo – Nico respondeu o olhar do seu pai.

                -Bem, próxima vez você cozinhará para mim – disse Percy.

                -Vou pensar no seu caso.

                Depois do jantar, os garotos ajudaram Hades a retirar a mesa. Hades pegou os restos de comida, Nico pegou os pratos e os talheres e Percy pegou as velas, contudo, o garoto esqueceu de apaga-las.

                Percy estava em dúvida do que deveria fazer com as velas e se dirigiu até o sogro. Hades estava um pouco agitado e assim que se virou rapidamente, terminou esbarrando com o garoto.

                -Me desculpa – disse Percy nervoso.

                -Não se preocupe, eu que peço desculpas – falou o mais velho.

                -Ô pai, sua barba está fumaçando – falou Nico.

                Não era algo exatamente fogo, alguns dos pelos de Hades haviam queimado por conta das velas. Percy imediatamente se sentiu culpado por aquilo e não pensou duas vezes, deixou as velas na mesa, pegou um copo d’água e jogou no rosto do sogro.

                Assim que notou o que havia feito, Percy imediatamente olhou para cara do Nico, que tapava a boca para conter um riso.

                -Ops – Percy falou encabulado. 


Notas Finais


Sei que não está muito bom, mas espero que gostem.


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