História Tarde Da Noite - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Monsta X
Personagens I'M, Joo Heon
Tags Jookyun, Monsta X, Shortfic
Exibições 124
Palavras 3.015
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SOMOS 48 FAVs
AMO VCS PESSOINHAS
UM BJO PRO POVÃO QUE NAO SE MANIFESTA TBM!!
É pra glorificar de pé na igreja irmão <3
Serião gent, OBG por estarem lendo minha fanficzinha szsz ela significa muito pra mim :)
Boa Leitura!

Capítulo 4 - Amor


“Ele te mata aos poucos
E você gosta
Uma miragem de felicidade
O paraíso personificado
Um sugador de boas memorias
Uma alucinação
Uma droga
Sem salvação
Porque era Tarde da Noite”

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Pelo titulo dessa história seria ironia dizer que já era tarde da noite? Porque de fato o horário já se fazia avançado quando os dois saíram daquele bar de encontro com uma rua silenciosa e mal iluminada. Naquele momento, nossos protagonistas já se encontravam alcoolizados, mas ainda com consciência sobre seus atos.

Eram dois covardes que já tinham apanhado demais da vida. Sendo os dois resistentes ao álcool, poderiam andar tranquilamente desviando das poças d’água que se faziam presente certo? Errado, no momento eram apenas dois fracotes com medo da chuva que ansiava cair.

Coisas como fingir sentimentos, havia se tornado cotidiano em suas vidas. Com o recende descobrimento de alguém que nutria de suas mágoas, mesmo que de maneira diferente, sentir a sua dor, os rapazes se sentiam em uma condição boa demais.

Por exemplo, Jooheon, foi prostitudo uma vez que precisou de atenção e dinheiro. Quando na companhia de Changkyun, conseguiu liberar todo o estresse, apossando-se da figura carismática do antigo Honey por alguns segundos. Já Changkyun que foi duramente separado da irmã, e proibido de vê-la por agora um ano e meio, perto do outro, conseguia facilmente soltar todo o espirito zoeiro.

Com isso, mesmo não estando totalmente alcoolizados, eles conseguiam se sentir dessa maneira, quase como se alguém tivesse possuído seus corpos, podendo eles mesmos assumir o controle a qualquer momento.

E dessa maneira conturbada e sombria eles seguiam pela rua, sem nem notar as poucas, porém grosas, gotas de chuva que agora caiam, aumentando ainda mais as poças d’água. Continuavam abraçados sem nenhum motivo aparente, talvez apenas para a transição de calor naquela noite.

Andavam sem rumo, mas em alguma esquina aleatória, Changkyun notou as poças da rua, logo chutando uma das mesmas em direção ao outro rapaz, que formou um bico emburrado na cara quase que imediatamente, fazendo Changkyun rir escandalosamente.

― Mas que porr... ― amaldiçoou Jooheon.

― Manchei todo o meu tênis ― diz Changkyun docemente como uma criança.

― Eu realmente não me importo ― fala Jooheon revoltado pelo feito anterior do mais novo ― Ninguém mandou sai pulando por ai.

― Corre ― disse, e continuou ao encarar a face questionadora do outro ― Acho melhor você se apressar ― diz com um semblante travesso.

Num segundo de distração de Jooheon, Changkyun corre feito uma criança e pula na maior de todas as poças encharcando toda a roupa de Jooheon que até então segurava a garrafa que trouxera do bar, apenas apoia a garrafa em uma janela qualquer e corre em direção a Changkyun, como se fosse soqueá-lo até a morte.

― Se eu te pego ― gritou eufórico enquanto corria feito um touro em direção ao pano vermelho que balança nas mãos do toureiro..

Enquanto as duas crianças corram pelas ruas desertas foi ouvido uma sirene de polícia, Jooheon parou de correr inesperadamente olhando para todos os lados, nervoso.

― Parece que alguém aqui tem fixa no cartório.

― O que? ― interrogou voltando aos poucos a seu estado normal.

― Já dizia a minha vó, quem não deve, não teme ― diz Changkyun, que subitamente passou de um menino infantil para um magnata frio e calculista― Está fugindo de alguém Joohoney?

― Evitando ― fala disfarçando o nervosismo ― Você lembra onde deixamos a garrafa?

― Vai me contar não vai?

― Vamos lá buscar a garrafa comigo na outra rua?

― Não muda de assunto ― diz enquanto arruma a franja enquanto pensa no assunto ― Você me conta no caminho.

― Tudo começou numa tarde de domingo na cidade de Seul.

― Poupe-me dos detalhes.

― Ok, eu ainda mantinha os meus serviços de senhor da noite ― fala sorrindo como se estivesse narrando a guerra das Coreias. 

― Quanta nobreza ― comenta.

― Mas com as contas de Taemin...

― Eu já tô enjoando desse cara, ele pisou no seu coração? ― Changkyun questiona irritado.

― Como você adivinhou tão fácil? ― diz ainda no mesmo tom ― Como eu ia dizendo, eu não tinha dinheiro sabe.

E com aquela neblina da madrugada em volta dos dois, mais uma memoria vagava pela mente do mais velho, este que não a impediu uma vez que precisava compartilha-la com a criança ao seu lado.

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zZz

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Eu corria, com as quatro bolças de grife nos braços, meu comparsa, que até agora não tinha visto o rosto igualmente corria, nós tínhamos um carro nos aguardando na esquina. Parei para recuperar o folego, nunca pensei que estaria nessa situação, mas no fundo do meu coração, eu não me importo.

Vi meu parceiro virando uma esquina e logo segui correndo atrás do mesmo, ao cruzar-la vejo o carro de Jungmin sair cantando pneus, com uma viatura partindo na direção deles. Não me preocupei pois chefe logo mandaria alguém para me buscar. Com esse pensamento que não vi a segunda viatura. Senti uma algema no meu pulso.

“O senhor foi pego em flagrante, e está temporariamente detido sem direito a nada”.

Fui jogado de qualquer jeito nos bancos do veículo, refletindo sobre o que havia acabado de acontecer. A pior parte é que eu não me importo, na cadeia eu teria comida, um teto, e talvez até roupa lavada, passaria por um bom tempo para pensar e me reconciliar comigo mesmo.

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zZz

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― Como você teve a coragem de tentar roubar uma loja de grife em plena madrugada?

― Imagina um viciado endividado com o traficante? Às vezes nos somos capazes de cometer o mais absurdo dos atos ― riram alto da frase bem formulada do Lee enquanto seguiam pela rua silenciosa.

― Continua.

― Se eu pensei que ia ter uma vida fácil na cadeia, eu estava muito enganado ― disse contendo um risinho afoito ― Nunca fui do tipo tímido que se cala na primeira ofensa, não demorou muito para o valentão do lugar me desafiar pra luta.

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Arrependo-me até o pé da nuca por ter respondido Yooseok quando ele roubou todas as calças que eu tinha feito num dia. Nem fodendo que eu ia ficar mais uma vez sem banho de sol, tendo que trabalhar por dois por causa desse desgraçado. Joguei todas as suas peças no chão, o impedindo de entregar as roupas ao agente responsável. Num ato de bravura e coragem, apanhei as peças de um dos seus capangas e entreguei como se fossem minhas.

Fui para o pátio esperando a hora da minha morte, digo, a hora em que Yooseok roubasse outro idiota e aparecesse por aqui, não demorou muito para ele aparecer com toda a sua masculinidade, pronto para matar certo Jooheon.

“Agora você fica caladinho né bolota” ele diz já do portão “Não tem ideia do estrago que posso fazer nessas bochechas salientes”.

“Olha pela primeira vez na minha vida eu só quero justiça” eu digo e não satisfeito continuo “Se for pra mexer nas minhas bochechas, pelo menos faça isso direito” não sei da onde veio esse espirito de macho alfa competidor, nunca fui desses.

“Com que direito em novato? Chegou há pouco tempo e já quer sentar na janela? Vou ter que repetir quantas vezes que eu que mando aqui?” fui nocauteado psicologicamente por perguntas.

E o capitalismo de instaurou nas cadeias nos fazendo maquinas de produção, a cada dois dias trabalhados, ganha-se um dia a menos aqui dentro, se você trabalha bem concorre a benefícios como uma cama boa pra dormir, dias de folga, roupas quentes no inverno, água quente pro banho, e se for sortudo até uma cela sozinho com um maço cigarro no fim do dia. Uma ótima maneira de nos convencer a trabalhar certo? Errado!

“Sou novo aqui, então se tem uma coisa nessa jaula que eu não sou é seu empregado” digo olhando nos olhos dele.

“Já falei e vou repetir, eu que divido as tarefas, e meus amigos são encarregados de fazê-las acontecer” ele diz agora me segurando fortemente pelo macacão.

Como em qualquer outra instituição, se você tem força ou dinheiro, pode facilmente dominar o local, coisa que não era muito diferente na cadeia, lugar onde a força reinava. Yooseok, por exemplo, roubava todo o trabalho duro de nós meros mortais, e sempre acabava o expediente antes do resto, indo tomar banho de sol as nossas custas. O pior é que quem reclamava era espancado mais tarde, e a supervisão policial? Não existia!

“Não sei qual o teu problema, mas já disse que não obedeço a você” digo me desvencilhando do seu aperto “Eu só quero cumprir a minha pena rápido pra sair daqui rápido, sem stress” digo terminando com um empurrão leve em seu peito.

Trabalhamos pra uma fabrica de uniformes do exército. Passamos a maior parte do tempo costurando ou tendo palestras sobre o meio ambiente e a sustentabilidade. Ótima maneira de criar presos mansos. 

Quase matei um homem, e vou preso por assalto, a minha pena ridícula de de quarenta e dois meses, com o meu trabalho escravo consigo sair daqui a trinta meses, com o bom comportamento vinte e seis meses, se Yoonseok não me incomodar é claro.

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― Me deixa adivinhar, você tomou o lugar do Yoonseok? ― disse se equilibrando no meio fio.

― Quase isso, consegui dominar aquele lugar  ― disse enquanto cruzava uma esquina a passos largos.

― Teve choro e escândalo quando saiu? ― falou tentando acompanhar o ritmo do mais velho.

― Não muito, mas foi de fato triste.

― Faz muito tempo que saiu? ― pergunta curioso.

― Na verdade eu sai semana passada ― disse divertido ficando o queixo caído do mais novo ― Não faça essa cara, eu já arrumei um lugar pra ficar e comprei mais tinta vermelha, vou continuar ― falou enquanto o menor conseguia fechar a foca.

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Levanto e verifico que está para amanhecer, faço os cálculos e vejo que hoje é o meu ultimo dia aqui. Não fiquei tanto tempo aqui como os hyungs do bloco ao lado, mas me apeguei do mesmo modo ao local. Já decorei os corredores e até o nome dos guardas e das tias da limpeza.

Não sei como serão os próximos dias, eu mudei aqui dentro, por isso vou tentar um recomeço. Pintei o cabelo de vermelho e fiz grandes amizades por aqui. Paro minha reflexão quando ouço o barulho das rodinhas da primeira refeição do dia, vinda no famoso carrinho do lámen, acompanhado de café puro, as vezes eu questiono o gosto da nutricionista.

Cumprimento o detento escalado para essa função na semana, logo começando a comer a minha parte. Quando termino, espero ele voltar recolhendo as tigelas para logo começar minha própria função lá dentro, a faxina.

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“Vou sentir sua falta aqui” diz Junho apoiado no próprio rodo, esperando eu despejar a água.

“Eu não” digo jogando a água, molhando o macacão de Jowoon e prossigo “Na verdade estou até estranhando ninguém ter vindo me buscar ainda”

“Vai ver eles querem que você trabalhe hoje no turno da tarde pra dar lucro pra empresa opina Jowoon jogando sabão no piso sujo.

“Acho que foi trolado e vai ter que passar mais dois meses com a gente” acrescenta Junho.

“Nem brinca com uma coisa dessas seu filhote de cruz credo, peguei até folga pra esse dia histórico”.

Estava pronto para ir até a torneira pegar mais um balde d’água quando a cela é abruptamente aberta.

“Senhor Lee” diz um oficial, se não me engano, um dos mais poderosos aqui dentro.

“Sou eu, senhor” respondo.

“Vá agora para a sua cela pegar seus pertences, o senhor está livre” escuto o barulho de um rodo caindo no chão, deve ser algum dos mus amigos, eu criei laços fortes demais aqui dentro.

“A gente se esbarra” fala Junho, eu aceno com a cabeça para os dois e sigo meu rumo.

Não sei por que, mas ao passar pela sala de serviço, onde os trouxas continuavam a costurar fardas, sinto olhares nas minhas costas. Conquistei certo respeito aqui dentro, até algumas regalias como essas mechas vermelhas no cabelo.

Pego apenas o rádio que comprei com o dinheiro do trabalho, não pretendendo guardar lembranças da minha estadia aqui, não quero nem passar na frente de delegacias. Joguei na mochila nas costas e me despedi do lugar. Ao chegar perto da porta comecei a lembrar de como era lá fora, sinto falta do futebol, quem estaria ganhando a Liga Coreana de Futebol? Seoul ou Pohang?

Fui à recepção, ganhei uma caixinha com o meu nome, dentro dela, os itens que portava quando cheguei aqui, lembrei-me de Taemin, ele também gostava de futebol, vivia me desafiando a fazer mais embaixadinhas do que ele. Algum guarda abriu o portão, e eu não sei o que fazer, deveria achar um emprego? Voltar a estudar? Arrumar um namorado e construir uma família?

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― Então foi assim que você descobriu a coloração vermelha? ― indaga ainda assimilando a história recentemente contada.

― Exatamente!

― Para a sua informação, o Pohang foi campeão nos dois últimos anos e permanece em primeiro na tabela desse ano ― diz localizando a tal casa onde a garrafa foi deixada.

― Não acredito que Pohang Steelers inventou o futebol! ― comemora correndo atrás da precocidade da janela.

É incrível a forma na qual o amor se dialoga, mesmo depois de incansáveis dois anos numa maldita jaula, o Lee ainda não havia superado Park Taemin. Uma paixão medíocre e infantil que primeiramente o levou a se enterrar em dividas. Depois foi obrigado a dar o seu corpo por dinheiro, com o cansaço físico e emocional, começou a dever igualmente para traficantes. Tudo isso por uma paixonite adolescente. Se descontarmos o fato de perder a avó, e ir preso.

― Hey Jooheon, você já dançou na chuva? ― pergunta depois de um longo período de silencio.

― Por que eu faria isso? ― diz como se revelasse o óbvio.

Nesse exato momento volta a chover nas ruas de Seul e gotas rápidas e frias, que logo deixam os dois bêbados fedidos e molhados, Changkyun puxa o mais velho pelo braço, ficando assim, ambos de mãos dadas.

Trovões ditam a melodia na qual se dança, enquanto balançam as mãos desengonçadamente, como bonecos de posto. Risadas altas são ouvidas pelo bairro inteiro, enquanto dois bêbados brincam de ser feliz. No meio daquela dança improvisada, Changkyun tropeça nos próprios pés e Jooheon o segura, ação que desperta memorias no Lim.

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Já passava das cinco da madrugada, logo o sol nasceria, e eu e Sohyun continuávamos correndo pelas ruas de Incheon. Sinto algumas gotas d’água gelada na minha cara, parece que ainda está chovendo. Nós corríamos pela chuva, como se ela fosse lavar todas as nossas preocupações, com o vento batendo forte em nossos rostos. De repente um trovão alto e todo o quarteirão fica sem energia.

“Oppa, como vamos voltar para o campus?” 

“Proponho uma brincadeira” a menina me encara em busca de explicações “A cada trovão novo, um clarão se espalha pelo céu certo?” ela concorda com  cabeça “Toda a vez que o céu clarear a gente avança um pouco, quem chegar lá primeiro ganha um lanche pago pelo perdedor”.

“Ah claro até porque ninguém tem aula daqui a pouco né” ela diz agarrando minha cintura, por meio segundo eu pensei que iria me beijar, mas apenas ouço uma risadinha e a menina sai correndo no escuro "VALENDO" grita.

"Não zoa com esse pobre mortal"

“Changkyun duvido você me passar” ela ri, sua pele brilha com o trovão que iluminou a quadra inteira, não penso duas vezes antes de correr em direção à caixa d’água do campus.

Lama e água se misturam de baixo dos meus pés, enquanto eu corria atrás da minha namorada, perdi tempo ao observa-la desaparecer pela chuva. Mamãe teria orgulho de mim, por ter conseguido entrar para uma faculdade, e ainda ter uma namorada maravilhosa, para ficar perfeito, só faltava liberarem Yoona para morar comigo.

“Você realmente acha que eu não sou capaz?” digo dobrando aquilo que se parece com uma esquina em meio a escuridão.

Ela dobra uma esquina e eu tenho que dobrar o passo para alcança-la, sua saia balança com o vento, dando a ela um ar de inocência, que mais uma vez me lembra a minha irmã. As coisas tem sido difíceis desde que papai morreu, arrumei um emprego ilícito, mas é temporário, apenas para suprir necessidades temporárias. A menina para de andar olhando fixamente para a calçada.

“Você me acha bonita?” pergunta seriamente.

“Claro meu amor, por que não acharia?” Digo a pegando pela cintura, não penso duas vezes antes de pega-la pela cintura e levanta-la.

“Meu namorado é um bobão” ela fala e eu a puxo pela cintura colando nossos lábios. Ficamos assim por um tempo, até o céu clarear novamente e nós dois sairmos correndo na chuva novamente.

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Quem visse essa cena de amor entre dois entes apaixonados não diria que a menina viria a trair o rapaz Lim com Jinwon. Não me espanta o leitor não ter notado que Sohyun é a mesma menina da nossa primeira lembrança. Aquela que gritou e partiu o coração da nossa criança com tanta emoção o fazendo ir parar no bar onde tudo começou. O menino de fato a amava, até com a mesma intensidade na qual amava a irmã e talvez até mais do que amou a mãe.

Embriagado em suas próprias memorias, Changkyun puxa o outro pela cintura e o beija, simples assim, como se uma demonstração de afeto não fosse nada. Pelo contrario, para Jooheon isso o lembrou de Taemin, e isso o trouxe o amor à cabeça. Maldito seja o amor.

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“Estirado no chão
Como um cadáver
Nocauteado por sentimentos bons
É o seu fim e você sabe disso
Tu mesmo que gosta da dor
Ignorância cega
Poder reprimido
Porque era Tarde da Noite”


Notas Finais


Você não sabem o quento eu sofri pra terminar esse capitulo, então muito obrigado a todos que se deram ao trabalho de ler!
Proximo capitulo é o ultimo então... ACHO QUE TEM UM OLHO NO MEU OCEANO
to mau gent
minha primeira fic
keisso
Mas obrigadão por acompanhar sdfsdfhkh
bjs
amo vcs


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