História Tattoos, Cars and Cigarettes - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Mamamoo
Personagens Hwasa, Jackson, Jay Park, JB, Joo Heon, Min Hyuk, Rap Monster, Solar, T.O.P, Won Ho, Zico
Tags Jisoo (ator Coreano), Kim Ji Sung
Exibições 97
Palavras 2.862
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Voltei \Õ/
Espero que não tenha demorado tanto assim!
A história está com 59 favoritos e eu estou muito feliz! Além disso, tivemos lindos comentários capítulo passado!
Você são tudo um amor <3 Obrigada por tudo :D

Sem mais delongas, lesgou!

Capítulo 11 - Park Hari: pior que cigarro


Fanfic / Fanfiction Tattoos, Cars and Cigarettes - Capítulo 11 - Park Hari: pior que cigarro

P.O.V. Hari

A distância do meu apartamento para o de Kiji nunca foi tão longa. O tom rubro, causado pela vergonha evidente que aquele ser obscuro e maligno me fez passar, ainda tingia minhas bochechas quando entrei para o banheiro. Tirei as roupas que trajava e joguei-as diretamente no lixo. Quem ligava se aquele era meu pijama favorito? Ou se aquela calcinha era uma das mais confortáveis que eu tinha? Pois bem, eu não ligava. Tudo que eu queria era apagar da memória quaisquer resquícios dos fatos que aconteceram nas últimas vinte e quatro horas – se isso acontecesse para o último mês, também, ficaria contente.

Lavei os cabelos e passei sabonete ao menos três vezes em cada milímetro do meu corpo. Por estar agitada demais, não ousei em relaxar na banheira por alguns minutos. Quando aceitei que nem a perícia forense encontraria quaisquer vestígios de Jisoo ou de Kiji em mim, sai do banheiro. Minha pele enrugada denunciou quanto tempo gastei com aquilo.

Quando tudo estava pronto para ficar em paz, aliás eu estava limpa e iria comer algo até ficar de barriga cheia e ir dormir por várias horas, vozes inúteis passaram a ecoar na minha mente. Parecia que a minha consciência tinha se dividido em várias partes que estavam estritamente focadas em me fazer ficar louca. Senti, novamente, a vergonha e o medo pelo o que Jisoo fez comigo. Senti a raiva e a gratidão por Kiji. Meus sentimentos se misturaram de uma forma tão intensa, que tudo o que fiz durante minutos foi suspirar e bufar. Suspirar, bufar e sacudir a cabeça para tentar esquecer de tudo.

- Sabe do que eu preciso? Daquele bom e velho modo aleatório nas músicas dançantes – repeti o que minha mente processou, em voz alta.

Liguei o som e Body do Mino (Winner) começou a tocar alto. Enfim, sós: eu e meus passos improvisados. Aproveitei a energia que a música alta me proporcionou para dar um jeito no meu apartamento. Vesti uma camiseta velha (que costumava servir de camisola para mim) e comecei o trabalho de doméstica.

Juntei, primeiramente, os cacos de vidro do abajur que quebrou ontem enquanto Kiji batia em Jisoo. Depois, passei o aspirador de pó em todo o limite da sala de estar. Organizei minhas roupas por ordem de cor em um tremendo desespero para ocupar a mente. Limpei meus calçados sujos e passei o espanador nos móveis, tomando cuidado de utilizar uma máscara de proteção para que minha alergia não piorasse. 

Quando Gorilla do Pentagon acabou, pude escutar o som de batidas frenéticas na porta. Quem ousaria interromper a execução de um hino? Bom, poderia ser qualquer um menos Kiji.

Inclinei-me para poder ver no olho mágico e quase engasguei com o ar.

- Wonho?! – indaguei ao abrir a porta, absolutamente confusa.

- Olá, dongsaeng – ele disse, coçando a nuca e olhando para o chão. Estava totalmente sem jeito perante a minha presença. Era assim que dois melhores amigos deveriam se sentir? Não, não era.

- O que faz aqui? – questionei, fechando a porta atrás de mim.

- Precisamos conversar – sua voz era falha. A mesma voz de quando ele vinha tratar de suas decepções amorosas com noonas para mim.

- Tudo o que eu tinha para dizer está naquela carta – conclui. – Se for só isso, pode ir embora.

- Soube que esteve internada no hospital. Alergia novamente.

- Foi somente por um dia – amenizei a situação. Mesmo que eu estivesse chateada com ele agora, não poderia negá-lo o direito de se preocupar.

- Também faltou a faculdade todos esses dias – continuou, sem olhar nos meus olhos em momento algum. – Eu quis tanto vir aqui antes. Sobre o dia do meu aniversário, desculpa! Ficar com Park Yeri foi coisa do momento...

- Não toque no nome dessa pessoa, por favor – o interrompi, tentando tratar minha irmã mais velha da maneira mais repulsiva possível.

- Hari... – fitou-me, apreensivo. – Podemos voltar a ser como antes? Pode esquecer que um dia eu disse que te amo mais que como amiga? Eu prometo que não vou tentar nada, não sou disso e você sabe. Vou tentar guardar esse sentimento para mim, eu juro! Mas eu não consigo ficar longe de você.

Escutei atentamente aquelas palavras. Entretanto, não as digeri. Aliás, não poderia aceitar tudo tão bem depois de tudo que aquele dia terrível me fez passar.

- Eu sinto sua falta também – confessei. – E eu sei que foi idiota agir feito uma criança birrenta só por meu melhor amigo dizer que me via como uma mulher. M-Mas não consigo estar do lado de uma pessoa sem saber suas reais intenções, você sabe disso. Então, por que não me disse antes?

- Mudaria alguma coisa? – Wonho arqueou as sobrancelhas, o que disfarçou sua expressão tristonha.

- Para mim, sim. Eu não teria agido de forma tão íntima com você. Quantas vezes você me viu de toalha? Sem sutiã? Quantas vezes dormiu comigo? Eu sinto como se, esse tempo todo, você tivesse se aproveitando de mim enquanto conseguia esconder seus sentimentos.

- Park Hari, está colocando em mim a culpa por dar liberdade a qualquer um? – meu ex-melhor amigo disse aquela frase que me fez ficar estática e de boca aberta.

Meus olhos marejaram e eu funguei, contendo o choro. Não, não mesmo. Eu nunca mais derrubaria uma lágrima sequer por ele.

- Eu espero que me esqueça assim como farei com você – indaguei, entrando no apartamento. – Passar bem.

Por mim, aquela teria sido a última vez que eu precisei olhar para ele.

- Posso te ligar todas as noites? Mandar mensagem? Ficar sem notícias suas me faz ter insônia. Eu fico querendo levantar da cama e vir checar se você está dormindo bem. Eu sou completamente louco por você, dongsaeng.

Wonho riu anasalado. O que estava acontecendo com ele? Como mudou de ideia tão de repente? Aish, como se não bastasse os meus conflitos, teria que me preocupar com os dos outros? 

- Você não está dizendo nada com nexo. Vai embora.

Embora minhas palavras não tenham sido firmes o suficiente, aparentemente Wonho entendeu o recado. Sem voltar a olhar para mim, rumou até o final do corredor. Passei, ainda, um tempo parada na mesma posição. O que tinha acabado de acontecer e por que essa é a pergunta que eu mais repito na minha cabeça ultimamente?

Se eu parasse para listar os últimos acontecimentos da minha vida, daria para fazer um livro. Um livro de desastres. Daria até para dividir em partes. A primeira dela seria épica: começando por ser expulsa de casa por dançar seminua no colo de um estranho no sofá da sala de estar; passando por descobrir que seu único e melhor amigo na verdade quer ser seu namorado; com uma leve parada em descobrir que sua irmã é sua pior inimiga; tendo um desmaio no meio da rua na madrugada como uma surpresa terrível; vivenciando o trauma de ser quase estuprada pelo irmão do meu vizinho gótico/vampiro e, quase em seus finalmente, dando ênfase em quase transar com meu vizinho gótico/vampiro.

Eu poderia, sem a menor sombra de dúvidas, declarar que o roteirista da minha vida está usando drogas. Seja álcool ou achocolatado demais, um destino tão incerto e cheio de falhas desses não surgiria da mente de alguém com a mente em perfeito estado. Se eu pudesse escrever um recado à entidade superior que decide tudo sobre a minha vida, com certeza seria algo do tipo: “Caro redator, aqui quem fala é a Park Hari. Se mais dificuldades estão por vir, favor mandar uma garrafa de vodca antes. ”

Saindo dos meus devaneios absurdos, soltei uma risada debochada. Ri da minha condição totalmente lamentável e lembrei: como se não bastasse tudo, ainda tinha a faculdade!

“Park Hari, você esqueceu das aulas? ”, gritei comigo, mentalmente. “Não, estou de licença médica. ”, dei uma desculpa para a parte responsável do meu ser. “Amanhã trate de ir! ”, continuei gritando. “Sim. E eu pegarei todos os conteúdos atrasados. ”

Louca. Definitivamente, estou louca.

***

P.O.V. Kiji

Fumei um.

Fumei dois.

Fumei até o terceiro e último cigarro que eu tinha em casa. Só então percebi: aquilo não tiraria o acontecido de minutos atrás da minha cabeça.

Tomei um banho com a temperatura mais gelada do chuveiro e, mentalmente, repeti para mim que a partir de agora eu adoraria tomar banhos gelados. O que congelar teria de ruim perto do que quase fiz hoje? Exatamente! Nada.

Vesti a primeira roupa que encontrei amontoada no guarda-roupa e chequei minha agenda no estúdio de tatuagem. Ótimo! Teria um dia cheio para tentar esquecer os fatos das últimas vinte e quatro – eternas – horas.

Durante o caminho, parei para comprar um novo estoque de cigarros e charutos. Geralmente, meu vício piora quando não estou em meu juízo perfeito. Como eu poderia parar de pensar no que aconteceu na minha casa (mais especificamente no meu quarto) há alguns minutos atrás? O que diabos deu em mim? Kim Ji Sung, desde quando você não resiste a menininhas de pijama?

Bufei pela décima vez. O que demais aquela petulante e doida tinha? Park Hari não passa de um corpo magrelo com seios 42. Então, entidades superiores, por que eu estou assim?

***

Voltando do estúdio, recebi uma ligação de Zico. As ordens eram claras: ganhar, ganhar, ganhar. Antes de tudo, obviamente, não poderia me atrasar para chegar no galpão, pois seria encarregado de revisar todos os carros.

Estacionei na vaga de sempre. Apesar de odiar dirigir devagar e utilizar carros comuns, confesso que toda a rotina de um ser humano normal me fez se sentir menos mal por não tirar uma mulher da cabeça. Sim, Hari martelou o dia inteiro no meu juízo. Parecia até que aquele infeliz cheiro de chocolate delicioso do seu cabelo nunca sairia das minhas narinas. Inclusive, enquanto deitei para descansar no horário de almoço, senti as curvas do corpo dela se ajustando ao meu.

Pela primeira vez durante o dia, parei para pensar o porquê de ter dispensado Hari no meio daquilo tudo. Imagino que a imagem de uma moça iludida e chorando atrás de mim tenha feito eu desistir. Minha personalidade nunca encaixou bem com carência – algo existente em abundância em moças virgens.

Por algum motivo, minhas ideias se desorganizaram e me arrependi de ter deixado ela ir embora daquela forma. Eu podia ao menos ter sido menos moleque, não?

Martelando diversas ideias na minha cabeça, subi os três halls de escada ligeiramente. Confesso que fiquei tentado a bater na porta do apartamento dela e dizer para que esquecesse de tudo (sem dizê-la que reconstruiria todas as lembranças novamente de uma maneira mais gostosa, é claro).

Entrei no meu apartamento, tirando os sapatos logo na entrada, e chequei se Jisoo teria tido a coragem de voltar, mas felizmente não vi vestígios de sua presença. Joguei o molho de chaves no sofá e fui tirando a roupa a caminho do banheiro. Coloquei o celular em cima da cama, depois de responder à uma mensagem de Jooheon sobre o horário que deveria vir me buscar.

Liguei o chuveiro, preferindo a temperatura mais quente. Despi-me completamente. Molhei todo meu corpo e, quando fechei os olhos para poder lavar o rosto, as lembranças de hoje de manhã me vieram à mente. Lembrei das minhas mãos tocando as curvas sinuosas de Hari. Lembrei os gemidos dela no meu ouvido. Lembrei do seu calor e do seu gosto.

Senti uma fisgada no meu membro, carente de atenção. Geralmente, aquele trabalho nunca era feito por mim. Mas, não importando tanto, levei minha mão direita até ele, deslizando o polegar pela glande. Gemi arrastado ao pensar no quanto estava com vontade de fazer Hari implorar para me sentir dentro de si. Comecei movimentos lentos e tratei de usar todo o conhecimento que tinha sobre meu próprio prazer.

Flashbacks vinham à minha mente como incentivos para que eu aumentasse a velocidade. “Mas você acabou de dizer que só mordia se eu pedisse, oppa!”, lembrei de sua voz fingindo inocência e outro mordi meus lábios com força. Estava sendo fácil demais chegar ao ápice, mais uma lembrança, então, e eu me desfaria em meio à água corrente. Foi quando lembrei do exato momento em que a pressionei contra parede. Seja lá que tipo de droga viciante o corpo de Park Hari libere, ao sentir meu líquido escorrendo, tive a certeza de que iria querer mais.

            Sempre fui um homem acostumado a buscar o que precisa. Eu preciso dela do meu lado, não?! Então, o que custa tentar?

***

P.O.V. Hari

Literalmente, caso meu progenitor decidisse cortar meu cartão ilimitado, ganharia dinheiro como faxineira enquanto terminaria a faculdade. Nunca vi meu apartamento brilhar tanto como hoje. Todas as mágoas que habitavam dentro do meu corpo magricela foram convertidas em boas horas de música, dança e faxina.

Já era noite quando acabei tudo. Tomei um longo banho e sentei no sofá para assistir algum programa até criar sono suficiente para ir para o quarto. Toda minha paz e todo o silêncio não durou muito tempo. Por que alguém sempre tinha que apertar a campainha nas melhores horas do meu dia? Aish!

Abri a porta sem verificar quem era. Aliás, quais surpresas ruins eu ainda poderia ter?

- Vim te convidar para sair comigo – Kiji mal esperou que eu pudesse digerir sua figura diante de mim.

Não fiz nada além de abaixar a cabeça.

- Não vai ficar muda só porque quase transamos, não é? – eu juro que não escutei essas palavras da maneira correta. De qual outra forma, então, essa situação faria sentido?

- Com licença, a senhorita virgenzinha está ocupada demais fazendo nada para poder dar atenção ao senhor gótico – sorri cinicamente e fiz menção para fechar a porta. Entretanto, a mão de Kiji me impediu.

- Tô falando sério. Topa sair comigo?

- O que te faz querer pensar que pode me querer e não me querer tão de repente? Eu tenho cara de boneca, por um acaso? – pensei por alguns segundos no que disse e depois corrigi um erro. – Ok, sei que sou uma boneca. Mas isso não justifica suas atitudes impulsivas.

- O que eu faço para você topar sair comigo?

- Um pedido de desculpas seria apenas o começo.

- Desculpa por não lhe foder, Park Hari.

De queixo caído, bufei.

- Kim Ji Sung, saia da minha frente agora!

Por alguma razão desconhecida, ele gargalhou.

- Agora é sério: desculpa por ter agido feito um moleque.

- Por que fez aquilo? Tudo por eu ser virgem? Isso não seria algo bom? Digo, eu confiaria o que guardei por muito tempo para você - mesmo envergonhada, quis dizer aquilo. - Eu não faria aquilo com qualquer um, sabia? Com isso quero dizer que ninguém nunca me teve daquele jeito. Por que quis parar? Fiz algo de errado? Ser inexperiente é algo de errado?

As mãos de Kiji encontraram minhas bochechas quando ele se aproximou para selar nossos lábios. O beijo foi diferente dos demais. Se o pudesse classificar, com certeza, diria que era um ato de arrependimento. O modo com que seus lábios pressionavam os meus, sem tentar aprofundar o beijo, indicavam a suavidade daquilo. Senti um bolo no estômago e uma vontade de permanecer daquele mesmo jeito por vários minutos. Entretanto, ele se afastou.

- Eu, literalmente, parei de entender as coisas – murmurei, me encaixando em seus braços. – Kiji? – o chamei.

- Hm?

- Lembra daquele sentimento que você disse que nunca sentiu antes mas que eu o despertei?

- Sim.

- Descobriu se é bom ou ruim?

 - Ainda não.

- Quando vai saber? – continuei, curiosa.

- Quando eu souber, será a primeira pessoa para quem eu contarei.

O celular de Kiji tocou, fazendo com que eu sentisse algo vibrar em seu bolso. Ele não passou mais que dois segundos na chamada antes de desligar.

- Vai sair comigo ou não? Precisamos ir logo.

- Digamos que eu aceite... Iríamos para onde?

- É uma surpresa boa, confie em mim.

- E por que eu teria motivos para confiar em você?

- Porque se eu quisesse lhe fazer algo de ruim, já teria feito.

Fitei o chão, como se demonstrasse não saber lidar com as suas respostas na ponta da língua.

- Além de um lingerie apresentável, o que eu devo vestir? Vamos! Me responda!

- E por acaso vai sair mostrando as roupas íntimas para alguém além de mim? – indaguei, bufando em seguida. Quem essa menina pensa que é?

- Quando fico bêbada, costumo tirar a roupa – confessei.

- Não deixarei você beber, então – decretou.

Tudo o que me restou foi uma boa risada nesse momento.

- Se vamos à uma festa, eu beberei sem pensar duas vezes – disse, convicta.

- Vá se vestir antes que eu desista de ser legal com você.

- Isso é o seu “ser legal”? – cada palavra que saia da minha boca parecia ser um motivo a mais para deboche. Quantos anos esse ser humano na minha frente tem?

- Park Hari, trate de ir trocar de roupa logo. Não posso me atrasar.

- Anda! Me diz para onde vamos!

- Vou te apresentar ao principal lado da minha vida.


Notas Finais


(desculpem quaisquer erros ortográficos e não me abandonem, quase não tive tempo de fazer esse cap)
GENTE, O KIJI TÁ MUITO BIPOLAR. VAMOS TRATAR ESSE HOMEM HEIN!
Quem curtiu a volta do Wonho? Calma que ele ainda vai fazer muita coisa na história, hein... *risada maligna*

COMENTEM E FAVORITEM!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...