História Te acho tão bonito - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Kuroko no Basuke
Personagens Himuro Tatsuya, Murasakibara Atsushi
Tags Atsushi, Himuro, Knb, Romance
Exibições 111
Palavras 611
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


como não shippar esse irmãozão com esse gigantão??/????
shippo o atsushi com o akash também mas isso é história p outra fic

Capítulo 1 - Capitulo único


e se você tiver a capacidade de amar 

ame a si mesmo. 

 

ele não se importa com você, na verdade, não se importa com nada que não seja comestível e você até seria comestível mas é canibalismo e é um ato mal visto pelas sociedades. Às vezes vocês se esbarram nos corredores daquele colégio enorme e ele está sempre com o cabelo no rosto e sempre caminha levianamente. Você o admira por se importar tão pouco.

Você é até popular com garotas mas não se interessa por elas então isso não faz diferença, apesar de não ser um hábito você gosta de ler. 

Em alguns dias, aquele gigante, durante o intervalo ou nas vezes que você decide matar aula, aparece e se senta do seu lado, enquanto mastiga algo. Você não inicia uma conversa e tudo que ele lhe diz é:

— Murochin está de novo aqui. — num tom tedioso e você apenas o encara, calmo. 

Se tem uma qualidade que você se destaca é a capacidade de manter a calma, você raramente perdeu o controle ou ficou com tanta raiva a ponto de chorar. Mas é algo que acontece com muitas pessoas, você acha. 

Você também é sujeito a achismos; quando viu Atsushi Murasakibara pela primeira vez o julgou burro. Você é cruel em fazer julgamentos e Murasakibara esteve a vida toda na média, não tinha notas ruins a ponto de ser chamado de burro mas não tinha notas tão boas a ponto de ser chamado de prodígio.

Estava tendo um dia nostálgico matando aula e de novo Atsushi se sentou ao seu lado suspirando, ele não comia nada dessa vez.

— o que é que você tanto lê, Murochin? — indagou tomando o livro da mão de Tatsuya que ficou apenas suspirou e sorriu para ele, enquanto revirava o livro curioso.

— estava lendo O Código da Vinci. — responde dando ênfase ao "estava". 

— Ha. — ele resmungou, te devolvendo o livro e suspirando — eu queria ter algo em mãos. — abriu as mãos e disse calmo, você reparou que a mão dele era o dobro da sua o que lhe assustou.

— você tem, eu, acho. — às vezes uma vírgula muda totalmente o significado de uma frase, não é?

— o quê? — mas ele não percebe porque é lerdo e talvez você tenha muitos livros de romance.

— nada. 

E então fica aquele silêncio reconfortante, que você gosta. Mas ele ainda parece incomodado. É claro que você finge não se importar com nada que ele faz, você coloca um muro em volta de si mesmo e não o deixa entrar ou se aproximar porque você gosta dele mas está assustado com isso.

— por que é que você sempre mantém a guarda alta quando estou perto, Murochin?

Você gela e o olha com receio. Ele tinha percebido? 

— eu não sou tão burro quanto você pensa que sou. — ele coça a nuca e pega sua mão, você sente aquele toque e se arrepia, sente-se nervoso. 

Ele então coloca os dedos cruzados aos seus, num emaranhado de dedos. Você ainda está quieto e respira com dificuldade. Queria negar e chamá-lo de esquito, mas tudo que ele disse era verdade. Você está sempre com a guarda alta quando ele está por perto. 

— como você percebeu? 

— sei lá, eu só reparo em você, às vezes. Você tem cheiro de doce e você sabe que eu gosto de doces... — diz simplista e você sente um tique no olho. Aquele gigante...

— vai ficar de mãos dadas comigo até quando? 

— não sei. — dá de ombros — você tem mãos quentinhas. — ele aproxima sua mão da boca e da um singelo beijo — agora, você é meu. 

E você não entende mais nada. E nem tem vontade de entender. 

 



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