História Te suporto ou amo? - Capítulo 16


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Categorias Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Personagens Marco Pigossi, Paolla Oliveira
Tags Pagossi
Visualizações 173
Palavras 648
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Vou postar mais ainda!

Capítulo 16 - Bebi um pouquinho, quase nada!


Fanfic / Fanfiction Te suporto ou amo? - Capítulo 16 - Bebi um pouquinho, quase nada!

Marco

Uma noite horrorosa, era o que havia sido, Isis conversava apenas com Rogério, achei muito estranho esses dois com tanta intimidade.

Paolla foi a única coisa boa que havia naquele barzinho, conversamos sobre o fandom jeizeca, adorava nossos personagens apesar de já sabermos que se desencontrariam, devo admitir que Zeca fazia por merecer, mas o final da novela a Glória pertencia!

Paolla e eu teriamos uma cena que Jeiza e Zeca fariam amor para gravarmos e eu esperava realmente que houvesse controle em mim, porque seria difícil, afinal Paolla e eu estávamos nos poupando.

Havia voltado para casa depois de ter deixado Isis na dela. Meu humor já estava ficando de acordo com o domingo.

Um alguém que odeia o domingo sou eu, pois é o dia da preguiça, futebol e cerveja, ou seja, ficar no sofá o dia inteiro.

Logo cedo estava eu na cama até o meio dia, quando me levanto pego qualquer porcaria para comer e já fico no sofá, assisto algumas coisas que somente passavam neste dia chato, um filme de romance ridículo e futebol.

Parece que o dia era feito para as pessoas dormirem todo tempo, estando dispostas para segunda, o que era mentira pois a segunda era o dia mais odiado por todos, eu como sou do contra odeio o domingo!

Estava com a TV ligada e celular na mão, mandando whats deprimentes para amigos e tentando me manter satisfeito trocando mensagens com Paolla, em um momento até ela deixou de me responder!

Levantei fui ao banheiro tomar banho, quando já estou sem roupa e embaixo do chuveiro escuto a campainha, sem alternativa me enrolo na toalha e vou atender a porta pela insistência da pessoa que a tocava.

-Já vou, mas...

Fico perplexo ao ver Paolla quando atendo.

-Você desculpa eu?

Ali estava ela bêbada com um vestido curto e negro, com a alça caindo do ombro, maquiagem borrada, descalça com seus sapatos na mão, um hálito horrível e uma garrafa entre o braço e o corpo.

-Paolla?

Falo seu nome sem acreditar.

Ela entra me empurrando, caminhando até a sala ela tropeça no carpete, caindo de bunda no chão.

-Opa! O chão é de algodão?

Diz fora de consciência e tomada pelo álcool.

Fecho a porta vendo a cena, ajudo a se levantar e faço com que sente no sofá.

-Fique aqui, não saía do lugar!

Digo indo para meu quarto enquanto escuto ela resmungar coisas sem sentido, deixo a porta entreaberta e enquanto pego algo para me vestir no armário ela pergunta.

-Cadê o banheiro?

Tento explicar gritando que fica na primeira porta do corredor, quando acabo de me vestir viro e vejo Paolla apoiada a lateral da porta do quarto já aberta com cara de safada e tampando a boca cobrindo um meio sorriso nos lábios.

-IH! Acho que errado entrei!

Ela diz.

Fico um pouco pasmo, mas acabo dando risada da situação.

-Vem, vamos até o banheiro!

Puxo ela pela mão.

No banheiro ela ficou durante uns minutos até eu escutar barulho dos armários, percebendo que mexia nas coisas, bato na porta.

-Já terminou Paolla?

-Si baby!

Ela estava completamente louca o que será que houve? Fazer isso sem dar explicações!

Reflito.

Viro a maçaneta e a porta não estava trancada, quando abro totalmente vejo as coisas do armário espalhadas pelo chão.

-Oh louca! O que você fez?

-As coisa eu mexi!

Disse como desculpa.

Deus ela mal conseguia ordenar as palavras.

-Vem aqui!

Digo pegando ela no colo e voltando até a sala.

-Me põe no chão Zeca Marco!

-Você precisa de um café!

Afirmo colocando ela sentada no sofá.

-Não quero café coffee!

-Mas você vai tomar! Olha como você está?

-Quê ?

-Paolla você está bêbada!

Afirmo.

-Quem disse que tô bebálda? Bebi uns gole um tanto! Só queria esquecer ele, tudo, o mundo.

Começo a ficar irritado, queria entender o motivo daquilo.

-Fica quieta aqui!

Mando.

-Nunca, quero beijo, amor você é amor?

-Preciso ir pra cozinha fica aqui!

Dou ordem.

Faço um café, quando volto pra sala ela está dormindo no sofá, nem parece a bêbada louca de antes, têm a carinha de um anjo, mas o cheiro do álcool é insuportável!



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